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Notícias

A Câmara Temática de Ordenamento Territorial e Habitação, organizada pela Agência RMBH, promoveu um encontro crucial nesta terça-feira, na Cidade Administrativa, reunindo representantes de 11 municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Participaram do diálogo: Belo Horizonte, Betim, Brumadinho, Lagoa Santa, Matozinhos, Mateus Leme, Pará de Minas, Vespasiano, Nova Lima, Contagem e Ribeirão das Neves.

O objetivo da reunião foi reforçar o compromisso com um planejamento metropolitano integrado e qualificar as políticas urbanas em toda a região.

Um dos pontos centrais do encontro foi a apresentação do Plano Metropolitano de Habitação de Interesse Social da RMBH (PMHIS-RMBH). Este plano contém um diagnóstico detalhado das condições habitacionais dos 34 municípios da RMBH, identificando déficits, vulnerabilidades e potencialidades. O PMHIS estabelece diretrizes para a formulação de políticas públicas de moradia mais precisas e contextualizadas às realidades locais.

A participação do setor privado também foi um destaque, com a presença de Rafael Lafetá, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG). Sua contribuição com análises técnicas e perspectivas do mercado da construção civil visa alinhar o planejamento urbano com a viabilidade econômica e a inovação, fortalecendo soluções completas para o desenvolvimento metropolitano.

Acesso Gratuito à norma de desempenho

Durante a reunião, o Sinduscon-MG anunciou um importante avanço para as equipes técnicas municipais: arquitetos e engenheiros das prefeituras da RMBH terão acesso gratuito à Norma de Desempenho (ABNT NBR 15.575).

A disponibilização desta norma facilita o uso de referências atualizadas, elevando a qualidade dos projetos e reforçando a segurança e a eficiência de obras públicas e privadas desenvolvidas no território metropolitano.

A Câmara Temática reafirmou a importância da cooperação contínua entre municípios, Estado e parceiros institucionais para consolidar soluções conjuntas para o ordenamento territorial e a habitação na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

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A direção do Presídio Antônio Dutra Ladeira, em Ribeirão das Neves, confirmou a morte de Yuri Gustavo Martins, de 22 anos, na manhã do último sábado (8). O detento foi encontrado sem sinais vitais durante o horário de entrega do café da manhã.
Segundo informações da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), policiais penais foram acionados por outros presos, que perceberam que Yuri não respondia ao chamado. Ao chegar à cela, os agentes constataram o óbito e acionaram a Polícia Civil, que esteve no local para os procedimentos de praxe.
A direção do presídio instaurou um procedimento interno para apurar administrativamente as circunstâncias da morte. As investigações criminais ficam a cargo da Polícia Civil.
Yuri estava custodiado na unidade desde o dia 23 de outubro de 2025. O enterro do jovem foi hoje, em Ribeirão das Neves.

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Em meio a discussões, brigas e até ‘VAR’, PEC do Referendo é aprovada

Em meio a discursos inflamados, discussões, briga e voto derradeiro, que exigiu até mesmo análise do VAR, como no futebol, a PEC do Referendo (24/2023) foi aprovada ontem, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), por 48 votos a 22. A proposta do governo Romeu Zema (Novo) que derruba a exigência de consulta popular para a privatização da Copasa passou com um placar apertado – o mínimo para ser aprovada.

Dos 77 deputados estaduais, 74 estavam em plenário – 48 votaram “sim”, 22 votaram “não” e três não votaram, apesar de estarem presentes. O presidente da Casa, Tadeu Leite (MDB), não vota. Com o resultado, o Legislativo mineiro abre as portas para a privatização da Copasa sem consulta popular. O projeto da desestatização já tramita na Casa.
A venda da empresa é uma das prioridades do governo dentro dos projetos do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), sob a alegação de que os recursos advindos da negociação são essenciais para viabilizar investimentos previstos no programa do governo federal ou ajudar a abater o montante da dívida, que hoje está em cerca de R$ 170 bilhões.

Desde a retomada da análise da PEC do Referendo, em junho deste ano, a oposição trava uma guerra para tentar impedir a aprovação do texto. Pedidos de vista, obstruções, mobilização de servidores foram estratégias usadas contra a derrubada da consulta popular.

Ontem mesmo, durante a segunda reunião do dia para avaliação do tema, ao perceber que faltavam deputados da base aliada em plenário, a oposição retirou as inscrições para falar na tribuna para que a votação fosse iniciada imediatamente, sem que todos os favoráveis à PEC estivessem a postos. Ao perceber a manobra, o deputado Gustavo Valadares (PSD) correu para chamar a base ao plenário e ocupou a tribuna para ganhar tempo, assim como João Magalhães (MDB), líder do governo na Casa.

Assim que o painel eletrônico mostrou o resultado – 47 a 22 –, a galeria tomada por servidores da Copasa e os deputados da oposição vibraram, pois esse placar rejeitava a PEC. No entanto, o deputado Bruno Engler (PL) começou a gritar para o presidente Tadeu Leite que faltava registrar o voto. Com o “sim” do parlamentar, a proposta chegou aos 48 votos necessários para aprovação em segundo turno.

A oposição questionou se Engler estaria em plenário na hora da votação e se a escolha dele poderia ser considerada. A reunião foi temporariamente suspensa, e o presidente “chamou o VAR”. As imagens das câmeras foram analisadas e o voto de último segundo do deputado foi computado. A PEC do Referendo será promulgada pela Mesa Diretora no prazo de cinco dias úteis.


Contrariada com a derrota em plenário ontem, a oposição ao governo Zema deve concentrar esforços agora na tramitação do projeto de privatização da Copasa. A expectativa é a de que o texto entre em pauta na próxima semana.

Os deputados precisam ainda aprovar o projeto de lei que altera as regras de funcionamento da Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário (Arsae-MG).

O texto relacionado à Arsae está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. Na segunda-feira (3/11), três reuniões foram agendadas para debater a proposta, entretanto nenhuma ocorreu por falta de quórum.

A versão original enviada pelo governador também adéqua o estado ao Novo Marco do Saneamento e estava vinculada ao Propag. No entanto, o texto em análise foi desmembrado na Assembleia e passou a ter foco exclusivo na reorganização do setor após uma eventual privatização, seguindo modelo semelhante ao implementado em São Paulo.

A proposta pretende instituir “blocos regionais” para a prestação de serviços de saneamento básico, abastecimento de água e gestão de resíduos. O objetivo é criar uma estrutura regionalizada, que facilite a negociação e contratação de prestadores, além de preparar o terreno para uma eventual privatização da Copasa.


A favor da PEC do Referendo (48):
Adalclever Lopes (PSD)
Adriano Alvarenga (PP)
Alencar da Silveira Jr. (PDT)
Amanda Teixeira Dias (PL)
Antônio Carlos Arantes (PL)
Arlen Santiago (Avante)
Arnaldo Silva (União)
Betinho Pinto Coelho (PV)
Bim da Ambulância (Avante)
Bosco (Cidadania)
Bruno Engler (PL)
Carlos Henrique (Republicanos)
Carol Caram (Avante)
Cássio Soares (PSD)
Charles Santos (Republicanos)
Delegada Sheila (PL)
Delegado Christiano Xavier (PSD)
Doorgal Andrada (PRD)
Doutor Paulo (PRD)
Doutor Wilson Batista (PSD)
Duarte Bechir (PSD)
Enes Cândido (Republicanos)
Gil Pereira (PSD)
Grego (PMN)
Gustavo Santana (PL)
Gustavo Valadares (PSD)
Ione Pinheiro (União)
João Magalhães (MDB)
Leandro Genaro (PSD)
Leonídio Bouças (PSDB)
Lincoln Drummond (PL)
Lud Falcão (Pode)
Maria Clara Marra (PSDB)
Marli Ribeiro (PL)
Nayara Rocha (PP)
Neilando Pimenta (PSB)
Noraldino Júnior (PSB)
Oscar Teixeira (PP)
Professor Wendel Mesquita (Solidariedade)
Rafael Martins (PSD)
Raul Belém (Cidadania)
Roberto Andrade (PRD)
Rodrigo Lopes (União)
Thiago Cota (PDT)
Tito Torres (PSD)
Vitorio Junior (PP)
Zé Guilherme (PP)
Zé Laviola (Novo)

Contra a PEC do Referendo (22):
Ana Paula Siqueira (Rede)
Andréia de Jesus (PT)
Beatriz Cerqueira (PT)
Bella Gonçalves (PSOL)
Betão (PT)
Caporezzo (PL)
Celinho do Sinttrocel (PCdoB)
Cristiano Silveira (PT)
Doutor Jean Freire (PT)
Eduardo Azevedo (PL)
Elismar Prado (PSD)
Hely Tarquínio (PV)
Leleco Pimentel (PT)
Leninha (PT)
Lohanna (PV)
Lucas Lasmar (Rede)
Luizinho (PT)
Marquinho Lemos (PT)
Mauro Tramonte (Republicanos)
Professor Cleiton (PV)
Ricardo Campos (PT)
Ulysses Gomes (PT)

Deputados que não estavam presentes na votação (3):
Chiara Biondini (PP)
João Vítor Xavier (Cidadania - licenciado)
Mário Henrique Caixa (PV)

Deputados que não votaram (3):
Coronel Henrique (PL)
Dr. Mauricio (Novo)
Sargento Rodrigues (PL)

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O adiantamento salarial é uma alternativa prática para quem precisa equilibrar o orçamento em momentos de aperto.
No fim de ano, quando as despesas com presentes, viagens e festas se acumulam, essa opção pode oferecer um alívio temporário nas finanças.
Por isso, antecipar parte do salário permite lidar melhor com imprevistos e evitar o endividamento, desde que seja feito com planejamento.
A seguir, veja como organizar seus gastos e utilizar o adiantamento de forma consciente, garantindo mais tranquilidade até o próximo pagamento.

Por que o orçamento aperta nessa época

Nos últimos meses do ano, o orçamento costuma ficar mais apertado devido ao acúmulo de gastos.
Afinal, estamos falando da época do ano que envolve mais gastos com presentes, festas e viagens — e muitas vezes extrapolam o que foi planejado. Além disso, as contas fixas continuam chegando, o que pressiona ainda mais as finanças.
Esse cenário é comum em muitas famílias brasileiras, especialmente quando o 13º salário é comprometido antes mesmo de ser recebido.
Dessa forma, o controle financeiro se torna essencial para evitar dívidas e manter o equilíbrio.

Estratégias para aliviar o bolso

Antes de recorrer a alternativas de crédito, é importante revisar os gastos e reorganizar as prioridades. Uma boa estratégia é renegociar dívidas antigas, buscando melhores prazos e condições. Isso ajuda a reduzir os juros e liberar parte da renda.
Também vale adiar compras não urgentes, principalmente aquelas ligadas ao consumo de fim de ano. Avaliar o que realmente é necessário ajuda a evitar gastos impulsivos.
Além disso, revisar o orçamento e ajustar as metas financeiras ajuda a começar o próximo ano com mais tranquilidade.

Como adiantar recebimentos pode ajudar

Em alguns casos, as empresas oferecem a possibilidade de adiantar parte do salário.
Essa medida pode ser útil para cobrir despesas extras sem recorrer a empréstimos de alto custo. Também é possível antecipar o 13º salário ou o FGTS, o que traz alívio momentâneo sem comprometer totalmente o orçamento futuro.
Uma alternativa prática é solicitar o adiantamento salarial, que ajuda a equilibrar as finanças até o próximo pagamento.
Essa opção deve ser usada com planejamento, garantindo que o valor adiantado não gere desequilíbrio no mês seguinte.

Cuidados antes de antecipar o pagamento

Apesar de ser uma solução rápida, o adiantamento de salário precisa ser avaliado com cautela. Quando usado com frequência, pode comprometer o fluxo financeiro e gerar um ciclo de dependência.
Por isso, deve ser reservado apenas para situações pontuais e realmente necessárias.
Já o adiantamento do FGTS tem um impacto diferente, pois não compromete a renda mensal. Esse tipo de antecipação é feito através de um empréstimo, disponível para quem optou pela modalidade do Saque-Aniversário*.


*O Saque-Aniversário é uma modalidade do FGTS que permite sacar uma parte do saldo do fundo todos os anos, no mês do seu aniversário. Em vez de só poder retirar o dinheiro em casos específicos, como demissão, quem escolhe essa modalidade recebe um percentual do saldo disponível mais uma parcela adicional fixa anualmente.

Outras formas de se organizar financeiramente

Além de recorrer a adiantamentos, é essencial criar hábitos financeiros mais sustentáveis.
Ter uma reserva de emergência é o primeiro passo para lidar com imprevistos sem precisar recorrer a crédito.
O ideal é guardar um valor fixo mensalmente, mesmo que pequeno, até atingir o equivalente a alguns meses de despesas.
Outro ponto importante é fazer um planejamento anual. Mapear os gastos previstos, como impostos, viagens e comemorações, ajuda a evitar surpresas.
Assim, o fim de ano deixa de ser um período de aperto e passa a representar apenas mais uma etapa do orçamento planejado.
Manter o equilíbrio financeiro é uma construção contínua. Com disciplina, informação e escolhas conscientes, é possível enfrentar os gastos sazonais sem comprometer o futuro.

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Conforme antecipado pelo portal ribeiraodasneves.net, um estudo inédito e de longo prazo, o Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (ENMU), realizado em parceria pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Ministério das Cidades, traça um panorama ambicioso para o futuro do transporte na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).
A capital mineira e cidades vizinhas estão no foco de um plano que prevê a expansão da rede de transporte público coletivo de média e alta capacidade (TPC-MAC) por meio de 14 projetos, com um investimento total estimado em R$ 35,6 bilhões. O objetivo é modernizar e tornar mais sustentável o deslocamento de milhões de pessoas nas próximas décadas.

Para Ribeirão das Neves, o estudo destaca dois projetos cruciais que visam melhorar significativamente a conexão da cidade com a capital e outras regiões:

VLT Ribeirão das Neves - Lagoinha: A implantação de uma linha de veículo leve sobre trilhos conectando Ribeirão das Neves à região da Lagoinha, em Belo Horizonte, representa um salto na qualidade e rapidez do deslocamento para os moradores.
BRT 040 Norte: Ribeirão Neves - Terminal Ressaca: Um corredor de BRT na BR-040 Norte, ligando Ribeirão das Neves até o Terminal Ressaca, em Contagem, promete otimizar o fluxo de passageiros em um eixo de alto tráfego.

A implementação desses projetos vai além da melhoria logística. Os sistemas de TPC-MAC são reconhecidos por sua eficiência, e o estudo projeta um grande impacto positivo:
Redução de Custo: A RMBH deve experimentar uma redução de 19% no custo operacional por viagem.
Sustentabilidade: Os projetos contribuirão para evitar a emissão de 398 mil toneladas de CO2 por ano na região.
Segurança: Estima-se uma redução de cerca de 840 mortes em acidentes de trânsito até 2054 na capital mineira, um reflexo do incentivo ao transporte coletivo mais seguro.

O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, e o ministro das Cidades, Jader Filho, ressaltaram o alinhamento dos projetos com a sustentabilidade e a melhoria da qualidade de vida.
“Os projetos selecionados mostram que o Brasil está buscando se adaptar às mudanças do clima, com ações que unem sustentabilidade, mobilidade e inclusão social”, afirmou Jader Filho, ministro das Cidades.
A inclusão de Ribeirão das Neves em planos de longo prazo e com investimento dessa magnitude sinaliza uma prioridade na integração e desenvolvimento sustentável do transporte na metrópole.

Fonte: Comunicação Social - Governo Federal

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