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cultura

  • 50 anos da cultura Hip Hop é celebrado em Ribeirão das Neves


    No próximo sábado, dia 16 de setembro, a partir das 18h, será realizada uma celebração da cultura Hip Hop em Ribeirão das Neves, no Brother’s Espeto Beer, localizado na Rua Andarai, 135, B. Botafogo, em Justinópolis, Ribeirão das Neves.

    A primeira manifestação que marca o início da cultura Hip Hop em todo o mundo data de 11 de agosto de 1973 e tratou-se de uma festa, organizada pelo Dj Kool Herc e Cindy Campbell, no Bronx, em Nova Iorque. De lá pra cá, a cultura se espalhou pelo mundo e também aqui, no Brasil.


    A capital mineira representa um dos grandes polos da cultura Hip Hop no país, e Ribeirão das Neves, tem protagonismo nessa história. E é justamente celebrando o protagonismo de artistas da cidade que contribuíram e seguem contribuindo para o fortalecimento e a difusão da cultura Hip Hop que a celebração no Brother’s acontecerá.

    Com entrada gratuita e ocupando a rua do estabelecimento, a programação dessa grande festa contará com a presença dos cinco elementos da cultura Hip Hop: DJs, Break, Rap, Graffiti e conhecimento.

    Confirmam presença grandes nomes do Hip Hop nevense das décadas de 90/2000, como Dj Dadão, Nunga, e o próprio dono do bar que abrigará a festa, Sal, que foi bboy e oficineiro de break há décadas atrás. A nova geração também se fará presente, com nomes como B.P.O e Saluki, a mestra de cerimônias Meduzza, representantes das batalhas de rap que hoje existem na cidade, o Coletivo Balaio, entre outros que compõe a programação. Além de apresentações e intervenções culturais, a celebração contará com certificados de contribuição à cultura Hip Hop em Ribeirão das Neves a serem entregues a pessoas, grupo e iniciativas que foram indicadas para receber a homenagem por meio de uma postagem no Instagram dos organizadores do evento, e que serão selecionadas por essa equipe.

    A festa terá início às 18h e contará também com outras expressões culturais urbanas, como o skate e a poesia falada. Parte da organização do evento e membros do Coletivo Balaio, Bruno Sharp e Marcela Menezes falam sobre a importância do evento: “É importante porque não passa batido, em branco. A data serve pra gente se reagrupar enquanto movimento e conectar gerações”, afirma Sharp.

    “Sem pretensão de abarcar toda a complexidade da cultura Hip Hop em Ribeirão das Neves, essa festa ousa demarcar na história do Hip Hop mineiro que Ribeirão das Neves contribuiu e contribui para o fortalecimento dessa cultura que movimenta tanta gente Brasil afora. Ainda, retoma que é a partir das periferias que surge o Hip Hop e são nelas que essa cultura se desenvolve e salva vidas”, diz Marcela.

    Instagram dos organizadores:
    @coletivo.balaio
    @_batalhadocoreto_
    @brothersbeb
    Contato: Marcela Menezes 31 99999-6539

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  • Agentes culturais lançam o Fórum Permanente de Cultura em Ribeirão das Neves


    Profissionais da cultura de Ribeirão das Neves se reuniram ontem (10/11) no quilombo Nossa Senhora do Rosário em Justinópolis e lançaram o Fórum Permanente da Cultura na cidade.

    O intuito da iniciativa popular é realizar encontros mensais para debater e dar publicidade a inúmeras questões urgentes da política cultural nevense. O setor está insatisfeito com atrasos no repasse dos recursos da lei Paulo Gustavo que representa mais de 2,5 milhões de reais para o município.

    Alguns pontos também preocupam o setor, como a não revisão da lei do plano municipal de cultura, a realização de uma Conferência de Cultura sem ampla divulgação e sem participação massiva da sociedade civil, o não lançamento do edital de incentivo à cultura e a pouca transparência na utilização do fundo municipal do patrimônio cultural.

    O Fórum Permanente é uma iniciativa da sociedade civil ligada à Rede dos Trabalhadores da Cultura de Ribeirão das Neves e é aberto para qualquer pessoa que queira participar. Os interessados e interessadas podem entrar em contato a partir do @rededostrabalhadoresdacultura.

    Para Glenda Bastos “o Fórum Permanente de Cultura é um mecanismo encontrado pela sociedade civil, trabalhadores/as e fazedores/as de cultura de Neves para tentar garantir o cumprimento de políticas culturais necessárias para uma cidade, para o setor e que não tem sido feito da maneira adequada pelo poder público da cidade, através da prefeitura e da Secretaria de Cultura. O Fórum é uma organização de resistência de centenas de pessoas que vivem da e produzem cultura aqui no nosso território”.

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  • Atriz nevense apresenta peça no Memorial Vale


    O Memorial Vale traz esta semana um espetáculo que é um chamado ao legado afro-indígena presente na vida cotidiana. Trata-se da performance “Da Terra: Espetáculo Performativo”, com Jonata e Nayara Leite, em que os artistas se vestem com plantas e raízes e poderá ser visto na quinta-feira, dia 28, às 19 horas.

    Nayara Leite nasceu em Ribeirão das Neves (MG) e iniciou seus estudos teatrais na escola de arte Valores de Minas (2014). É formada em Licenciatura e Técnico em Teatro pela UFMG. Em sua trajetória artística, integra a Companhia Teatro do Amanhã, sendo uma das idealizadoras do projeto A Minha Família Conta, que investiga o ato de recontar histórias familiares.

    O Memorial Vale, um dos espaços culturais do Instituto Cultural Vale, fica na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, e tem entrada gratuita. Saiba mais clicando aqui! 

     

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  • Bailarina Nevense é uma das novas caras do tradicional Grupo Corpo


    Grupo de dança mineiro, que faz temporada de "Gil" e "Breu" a partir desta quarta (30/8) em BH, renovou seu elenco e contratou oito novos bailarinos desde 2022

    A primeira vez que Vitória Lopes assistiu ao Grupo Corpo foi em 2015, quando a companhia comemorou seus 40 anos, no Palácio das Artes, com o espetáculo "Dança sinfônica". Guardou o panfleto da montagem na carteira e disse: "Um dia eu vou entrar lá". Tinha 14 anos.
    Desde janeiro passado, ela é uma das bailarinas da companhia. A noite desta quarta (30/8) teve uma importância extra para a mineira, já que ela vai estrear com o Corpo no Palácio das Artes.

    Em entrevista para o Jornal Estado de Minas, Vitória Lopes ressalta as dificuldades para entrar na companhia:
    "Para a maioria dos bailarinos de BH, o Corpo é o sonho e o objetivo de quem quer ser profissional", diz Vitória. Mas, até retornar para casa, para viver sua maior aventura na dança, ela trabalhou em São Paulo e no Rio de Janeiro. Nesta última cidade, como integrante da companhia Deborah Colker. "Você pode ser o bailarino mais foda que puder, quando você chega aqui tem dificuldade. O estilo do Corpo ninguém mais faz, a movimentação é muito diferente, tem um rebolado, um gingado, que não encontra em outro lugar. Depois da dificuldade do início, você vai se sentindo mais confortável. E todo mundo te abraça, não tem nenhum tipo de competitividade."

    Com cinco noites – de quarta a domingo (27/8) –, o Corpo apresenta os espetáculos "Gil refazendo" (2022), com trilha de Gilberto Gil, e "Breu" (2007), com música de Lenine.
    Não são espetáculos inéditos do grupo, mas terão muito frescor em cena. O Corpo conta hoje com 22 bailarinos – oito deles entraram para a companhia no último ano.
    Espetáculos "Gil refazendo" e "Breu". Temporada desta quarta (30/8) a sábado (2/9), às 20h, e domingo (3/9), às 18h, no Palácio das Artes, Avenida Afonso Pena, 1.537, Centro, (31) 3236-7400. Ingressos: Plateia 1 central - R$ 220 e R$ 110 (meia); Plateia 2 central - R$ 200 e R$ 100 (meia); Plateias 1 e 2 lateral - R$ 160 e R$ 80 (meia); Plateia superior filas A, B e C - R$ 100 e R$ 50 (meia); Plateia superior filas D a J - R$ 40 e R$ 20 (meia). À venda na bilheteria e no eventim.com.br

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  • Casa Semifusa realiza Festa da Música Negra, neste sábado (11)


    O evento faz parte de uma série de ações do mês da consciência negra, comemorado em novembro


    O Instituto Cultural Semifusa realiza em seu espaço artístico a primeira Festa da Música Negra, neste sábado, 11 de novembro, a partir das 16h.O evento prevê atrações culturais com temática negra, entre as atrações, o Coral Vozes de Campanhã e as Guardas de Congo e Moçambique da Irmandade Nossa Senhora do Rosário de Justinópolis; os rappers Btwice e Youngmarkk, além de Deusoito.
    O evento também prevê instalação fotográfica, feirinha e muita comida boa e gelada.
    Segundo uma das organizadoras, Maria Clara Ribeiro "Neves é uma cidade majoritária negra e esse evento foi pensado para evidenciar nossa cultura preta, que é tao bonita e potente".


    A Casa Semifusa está localizada na Rua Cataguases, nº 73, bairro Sevilha B, Ribeirão das Neves. Mais informações nas redes sociais do coletivo @casasemifusa e @semifusacoletivo.

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  • Coletivo amargem lança campanha que visa fortalecimento do Espaço Cultural


    O Coletivo Amargem está lançando uma campanha de financiamento coletivo para que as atividades do Espaço Cultural Amargem continuem e ganhem mais força neste ano de 2024.
    O coletivo é formado por artistas periféricos e atua há mais de 5 anos no território da Vila Bispo de Maura em Ribeirão das Neves e da Zona Norte de Belo Horizonte, atuando em favor das comunidades em geral e dos artistas que nelas residem com o intuito de fomentar o fazer artístico e o desenvolvimento comunitário e pessoal.

    Ao longo da trajetória atua como biblioteca comunitária que conta com mais de 100 pessoas beneficiarias, com o diferencial de ter uma ala toda voltada para zines, ampliando o dialogo entre poetas contemporâneo com as pessoas da comunidade; incentivando a produção de zines com a parceria da Editora a.Berta que produz e incentiva a produção artesanal de livros; o Jornal Amargem distribuído gratuitamente que serve de comunicação do que acontece no espaço e da nossa visão sobre o que acontece no mundo; eventos culturais como: Reggae a Vila, Roda de Blues, Sarau Amargem, CineClube Amargem, Dia de Corações Abertos e Oficinas artísticas e de formação.

    O Espaço Cultural Amargem é formado pela memória de todos que contribuíram seja presencialmente com seu corpo e voz no eventos e oficinas, ou apoiaram alguma de nossas campanhas como as parcerias com o Corações Abertos (campanha contra a fome, destinando mais de 150 cestas básicas para famílias carente), o Fa.Vela (com a campanha Ácode que destinou cartão alimentação para mais de 80 famílias no período pandêmico), entre tantos movimentos importantes.

    Neste sentido, o coletivo convida para conhecer mais do Espaço Cultural Amargem e apoiar está causa que tanto já impacta na vida de muitos moradores de regiões periféricas. Para apoiar, acesse: Apoia-se - https://apoia.se/amargem_espacocultural

    Gmail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
    Instagram: @amargem_vilabispo
    Telefone: (31) 982056012

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  • Djavan e Hamilton


    Hamilton de Holanda lança álbum com 12 músicas de Djavan
    Por Marcos Brey


    Sim, esses dois gênios se juntaram e o resultado não poderia ser outro; um saboroso banquete musical com todos os ingredientes imprescindíveis para um prato suculento da sonoridade brasileira, entre eles, o virtuosismo de Hamilton no bandolim e toda ginga jazzística e grooveada de Djavan.

    O encontro aconteceu devido ao álbum de Hamilton, intitulado “Samurai – A música de Djavan”, lançado no último dia 14, que é uma homenagem do bandolinista ao compositor alagoano. Com 12 canções de Djavan, ambientadas por Hamilton, o trabalho contou com as participações de Zeca Pagodinho, Glória Groove, Jorge Drexler, Varijashree Venugopal, Gonzalo Rubalcaba, Salomão Soares, Lakecia Benjamin e claro, do próprio Djavan.

    Destaco a faixa “Luz”, originalmente de 1982, agora com uma deliciosa roupagem, manteve seu balanço, ganhou acentos cintilantes com o bandolim de Hamilton e ainda foi interpretada por seu autor. Impressionante também é Djavan, com seus 74 anos em plena voz e produzindo, lançou trabalhos recentes, além de estar em turnê atualmente.

    Para quem tem muita fome musical, o prato está servido, agora é só saborear essa iguaria que acabou de sair do forno, preparado por dois chefes brasileiros que dispensam apresentações, bom apetite!

     

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  • Fabinho do Terreiro é atração principal de samba beneficente neste domingo (12)


    Domingo (12) tem a primeira feijoada com samba beneficente da turma do Retrô Bar. O evento prevê muitas atrações culturais na rua João Corrêa Armond, 835, no bairro Sevilha A, a partir das 11h.
    O evento terá Elvis D’oliveira e Zaga Batera, Edinho Araújo, e a atração principal fica por conta de Fabinho do Terreiro junto com Tchutchavox e amigos.
    O evento é gratuito com a doação de um kg de alimento não perecível.

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  • Neves recebe Festival Maré me Traz, evento de capoeira


    O Festival de Capoeira Angola, Maré me traz, será realizado em Ribeirão das Neves neste fim de semana 25 e 26 de novembro no Quilombo da Irmandade do Rosário, em Justinópolis.
    O evento prevê a presença do mestre Guaxini do Mar, fundador e mestre da escola de capoeira Angola Bando Maré de Março, diretamente de Itaparica/Salvador (BA).
    Serão dois dias de muita capoeira angola, samba de roda e bate-papo. O evento é gratuito!
    Confira a programação:


    Dia 25/11


    10h: Vivência com Mestre Guaxini do Mar
    12h: Almoço
    14h: Roda de bate papo com mestres e mestras de Belo Horizonte e região metropolitana


    Dia 26/11


    10h: Roda de Capoeira Angola e Samba de Roda

    O Quilombo Nossa Senhora do Rosário está localizado na rua Francisco Labanca, nº 189, centro de Justinópolis.

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  • Neves terá a 1ª edição da Parada LGBT+


    Com o tema “Nós existimos e resistimos” Ribeirão das Neves recebe neste domingo (8) a 1ª edição da Parada do Orgulho LGBTQIAPN+.
    O evento será realizado no Estádio Municipal Ailton de Oliveira, das 9h às 20h e terá barracas com atendimento à saúde para a população em geral, com exames de IST’s, distribuição de preservativos, informações sobre saúde mental e vacinação. Além de apresentações artísticas, como grupos de dança, cantores, DJ’s, apresentações de Drags e outras atrações. Está confirmada a presença do grupo “The family RBD Cover", a cantora Polyana Malta (@polyanamaltacantora) e a drag Priscila Klum (@priscila_klum).

    O tema da 1ª Parada LGBT+ é um protesto a invisibilização da juventude e da comunidade LGBT+, que convoca os representantes a planejar políticas públicas, como emprego, segurança, saúde e lazer para Ribeirão das Neves. O movimento está sendo organizado pela Associação da Diversidade (@diversidade.neves) e pela Aliança Nacional LGBTI+ de Ribeirão das Neves (@aliancalgbtneves). O movimento conta com o apoio da Prefeitura de Ribeirão das Neves, das secretarias de Esporte e Cultura, Segurança e Saúde. Os realizadores estão aguardando cerca de 500 pessoas para o evento.

    Fonte: Ezequias Brito (@ezequias_brito) e Alê Gonçalves (@aledecore88).

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  • Neves terá a 1ª edição da Parada LGBT+


    Com o tema “Nós existimos e resistimos” Ribeirão das Neves recebe neste domingo (8) a 1ª edição da Parada do Orgulho LGBTQIAPN+.
    O evento será realizado no Estádio Municipal Ailton de Oliveira, das 9h às 20h e terá barracas com atendimento à saúde para a população em geral, com exames de IST’s, distribuição de preservativos, informações sobre saúde mental e vacinação. Além de apresentações artísticas, como grupos de dança, cantores, DJ’s, apresentações de Drags e outras atrações. Está confirmada a presença do grupo “The family RBD Cover", a cantora Polyana Malta (@polyanamaltacantora) e a drag Priscila Klum (@priscila_klum).

    O tema da 1ª Parada LGBT+ é um protesto a invisibilização da juventude e da comunidade LGBT+, que convoca os representantes a planejar políticas públicas, como emprego, segurança, saúde e lazer para Ribeirão das Neves. O movimento está sendo organizado pela Associação da Diversidade (@diversidade.neves) e pela Aliança Nacional LGBTI+ de Ribeirão das Neves (@aliancalgbtneves). O movimento conta com o apoio da Prefeitura de Ribeirão das Neves, das secretarias de Esporte e Cultura, Segurança e Saúde. Os realizadores estão aguardando cerca de 500 pessoas para o evento.

    Fonte: Ezequias Brito (@ezequias_brito) e Alê Gonçalves (@aledecore88).

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  • O Rolê Festival movimenta a cena musical de Neves neste próximo final de semana


    Ribeirão das Neves está prestes a viver um marco cultural com a chegada do Rolê Festival, um evento que busca proporcionar uma plataforma para talentos locais, rompendo barreiras e promovendo a diversidade musical na região. O evento visa não apenas dar visibilidade aos artistas, mas também criar um espaço inclusivo para a expressão artística, enfrentando os desafios históricos enfrentados pela cena musical local.
    O Rolê Festival surge como resposta a limitações estruturais da cidade, desafiando a falta de investimento cultural, a escassez de apoio e o preconceito enraizado que por muito tempo silenciou vozes promissoras.
    Organizado pela produção mais underground da região, o Rolê Festival se destaca ao oferecer experiências únicas, desde apresentações cativantes até sorteios, sem esquecer das bebidas e uma deliciosa variedade de comidas. O local escolhido fica situado na Rua Libério Ferreira Guimarães, 196, Várzea Alegre, Ribeirão das Neves. A data marcada para o evento imperdível é 20 de janeiro de 2024 a partir das 18h30.

    Para entrar em contato com o organizador, telefone (31) 9 9182-6594.

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  • Prefeitura pode perder 2 milhões e meio, da Lei Paulo Gustavo, classe artística pressiona o órgão


    Outras cidades já lançaram editais e Neves está atrasada, artistas temem que a Prefeitura possa perder os recursos.

    A cultura foi uma das áreas mais afetadas durante a pandemia, em virtude da não realização de eventos. Para minimizar os estragos, o Governo Federal criou a Lei Paulo Gustavo com intuito de destinar recursos para a classe artística, porém em Neves a situação é preocupante e o município pode perder mais de 2,5 milhões de reais em investimentos para a cultura em 2023. Os recursos oriundos da Lei Paulo Gustavo foram repassados ao município e ainda não foram executados.
    A Secretaria Municipal de Esporte e Cultura realizou algumas audiências públicas com o setor nos últimos meses e a informação oficial era que os editais seriam lançados no dia 23 de outubro, mas isso não ocorreu. Desde então, artistas, gestores e produtores culturais cobram uma previsão do órgão sobre a utilização dos recursos no município em um canal de comunicação criado pela própria secretaria pelo aplicativo WhatsApp, mas até o momento nenhuma resposta sobre prazos e o andamento do processo foi fornecida aos interessados.
    Artistas, produtores e movimentos sociais organizam um encontro para o próximo dia 09 de novembro (quinta-feira) no Quilombo da Irmandade Nossa Senhora do Rosário em Justinópolis, para debater sobre o caso e pensar formas de obter respostas do poder público sobre a utilização do recurso na cidade.
    O município precisa lançar alguns editais de financiamento à cultura, avaliar as propostas e efetuar os repasses ainda este ano, caso contrário a cidade perderá a verba e terá que devolver o recurso ao ministério da cultura. Especialistas temem que o pouco tempo até o final do ano pode comprometer o processo e a sua devida transparência.

    A Prefeitura foi procurada para responder a respeito, mas ainda não nos retornou.

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  • Rapper nevense, Tamara Franklin lança novo EP


    As três faixas dão início ao novo ciclo de lançamento da artista


    Três anos após o seu último álbum “Fugio”, a rapper nevense Tamara Franklin volta com tudo no seu novo lançamento intitulado “Guia Rápido para Gostosas Orgulhosas Rimarem Sofrência”. O EP lançado no mês da consciência negra, apresenta três faixas e visualizers que contam sobre autoamor, independência emocional e rompimento de amores tóxicos. Diferente dos álbuns anteriores que exploravam a questão política da negritude, o EP explora a temática racial dentro do âmbito amoroso, além de brincar com o termo “sofrência” a fim de ressignificar o prazer e o recado de que é possível sim ser feliz sozinha.
    O trabalho dá início ao lançamento da trilogia “Guia Rápido para Gostosas Orgulhosas”, no qual são apresentados três facetas diferentes da rapper, além de se tratar de um breve recado para todas as gostosas, orgulhosas demais para chorarem por amores que não valem a pena. O primeiro lançamento, no dia 24 de novembro, apresenta três faixas com diferentes histórias, “Já era”, “Na minha mão” e “Dia de Sorte” , em que todas apresentam um histórico em comum, a necessidade de se desprender de relações tóxicas e de praticarem o autoamor.
    Todas as faixas do EP contam com batidas produzidas pelo beatmaker EricBeatz, da Baixada Fluminense, e está sendo lançado pelo selo Xifuta Records, de Belo Horizonte/MG.


    Ouça:https://tratore.ffm.to/grpgors

    Fonte: Jornal do Rap

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  • Rapper Tamara Franklin apresenta show ‘Ecdise’ no Centro Cultural UFMG


    O evento integra a programação da 6ª edição do Novembro Negro UFMG, que este ano traz a temática ‘Ancestralidade e coletividade: aquilombar para permanecer’

    Na quinta-feira, dia 30 de novembro de 2023, às 19 horas, o Centro Cultural UFMG recebe a artista Tamara Franklin para a apresentação do show ‘Ecdise’. O evento integra a programação da 6ª edição do Novembro Negro UFMG, que este ano traz a temática ‘Ancestralidade e coletividade: aquilombar para permanecer’. A entrada é gratuita, com classificação livre.

    O show

    Ecdise é o nome dado ao fenômeno de troca de pele das cobras, um processo necessário para o crescimento desse animal que simboliza transformação. O show faz menção ao atual momento da carreira de Tamara Franklin, em que a artista se prepara para uma nova fase, novos lançamentos e novas linguagens.

    Acompanhada pelo DJ Pooh, a rapper interpreta canções que influenciaram seu empreendimento na arte, rememora músicas de seu primeiro álbum (Anônima, 2015), celebra o fechamento do ciclo de seu último álbum (Fugio, 2020) e experimenta algumas das faixas que irão compor seu novo repertório.

    Sobre a artista

    Mineira de Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte, Tamara Franklin é Mc e compositora desde a infância. Em 2008, fundou o grupo H2S2, com o qual participou de importantes festivais, como o Hutuz (RJ/2009) e Hip Hop na Veia (Betim/2010). Em 2016, foi a segunda rapper do seu estado a lançar um disco solo, intitulado ‘Anônima’. Em 2020, lançou o disco ‘Fugio – rotas de fuga pro aquilombamento’, resultado de uma pesquisa sobre o Reinado de Nossa Senhora do Rosário. No ano seguinte, a artista venceu a 8ª Edição do Prêmio da Música de Minas Gerais. Prova da força entre as mulheres da cultura hip hop, a artista se destaca pela imagem marcante, escrita audaz e ‘flow’ versátil. É no rap que ela dialoga com as mais diversas texturas e ritmos da arte e cultura negra.

     

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