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Economia

Com publicação de texto, governo de Minas está oficialmente autorizado a dar andamento na privatização da companhia de saneamento

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), sancionou a lei que permite a privatização da Copasa. O texto, aprovado na semana passada pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), foi publicado no Diário Oficial do estado nesta terça-feira (23/12). Com isso, o Executivo mineiro está oficialmente autorizado a dar andamento na venda da companhia de saneamento.

A proposta aprovada pelos deputados estaduais, que agora virou lei, assegura a manutenção do contrato de trabalho dos empregados da Copasa por 18 meses, contados a partir da desestatização da empresa. Além disso, após esse prazo, o governo de Minas pode lotar os trabalhadores em outras entidades públicas estaduais.
No processo de privatização da estatal, o adquirente deverá tomar algumas medidas, de acordo com a nova legislação. Entre elas, atender metas de universalização da prestação dos serviços de abastecimento de água e de saneamento em todas as cidades atendidas pela companhia, bem como a aplicação da tarifa social para a população vulnerável.
Foram sete meses de discussões na Assembleia para aprovar a venda da Copasa, processo que teve forte obstrução da oposição de Zema na Casa. Na última quarta-feira (17/12), em uma sessão que durou nove horas, os deputados estaduais colocaram fim aos debates e autorizaram que o governo de Minas privatize a companhia de saneamento.

O texto aprovado determina que os recursos obtidos pela desestatização da Copasa sejam usados para amortização da dívida de Minas com a União, atualmente em cerca de R$ 180 bilhões, ou para cumprir as obrigações previstas no Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag).

A intenção da gestão de Zema é vender a companhia para o segundo ponto. Para aderir ao Propag, são necessárias contrapartidas dos estados, entre elas, investimentos adicionais em áreas específicas. O governo de Minas pretende usar os recursos da privatização para aplicar em educação profissionalizante, infraestrutura e segurança, previstos no programa federal.

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Um levantamento da OLX revelou que os mineiros sofreram um prejuízo de cerca de R$ 2,1 milhões em golpes digitais envolvendo a compra e venda de celulares entre janeiro e junho deste ano. O montante coloca Minas Gerais como o terceiro estado com a maior perda financeira no país por este tipo de fraude, atrás apenas de São Paulo e Rio de Janeiro.
O estudo analisou dados de plataformas online no primeiro semestre de 2024 e 2025, em um universo de 20 milhões de contas. Em Minas, a capital Belo Horizonte concentrou 40% das ocorrências, seguida por Contagem, Uberlândia, Varginha e Ribeirão das Neves.

Apesar do valor elevado, a pesquisa aponta uma redução significativa no prejuízo no estado: uma queda de 61% em relação ao ano anterior. Segundo Camila Braga, gerente de produto da OLX, essa diminuição reflete o avanço dos mecanismos de segurança das plataformas e um comportamento mais cauteloso dos usuários.
As modalidades de fraude mais frequentes foram o falso pagamento e a invasão de conta, ambas representando 44% dos casos. Os anúncios falsos corresponderam a 10% das ocorrências.

Modalidade de Fraude/ Percentual dos Casos/ Descrição
Falso Pagamento,44%
O golpista envia um comprovante fraudulento para convencer o vendedor a liberar o produto antes da confirmação bancária.
Invasão de Conta
44%,"Criminosos usam credenciais vazadas para assumir perfis em plataformas, aplicando golpes como compradores ou vendedores."
Anúncio Falso
10%,Ofertas com preços muito abaixo do mercado são publicadas para induzir pagamentos antecipados.

O iPhone é o aparelho mais visado pelos golpistas em Minas Gerais, presente em 81% dos casos registrados. Os modelos da Samsung e da Xiaomi vêm na sequência, respondendo por 15% e 2% das ocorrências, respectivamente.
Para mitigar os riscos, a OLX reforça a importância de práticas de segurança:

- Vendedores: Entregar o produto somente após a confirmação efetiva do depósito bancário e manter a negociação dentro dos canais oficiais da plataforma.
- Compradores: Verificar a autenticidade de sites e e-mails e pesquisar a reputação de lojas desconhecidas.
- Todos os usuários: Utilizar senhas fortes e ativar a verificação em duas etapas.

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O Governo de Minas Gerais concluiu a implantação do Sistema Eletrônico de Informações (Sei!MG) em dez prefeituras, consolidando a digitalização da administração pública estadual.
O município de Ribeirão das Neves é um dos destaques no avanço do projeto, integrando a lista de cidades que já utilizam a plataforma de gestão eletrônica.

O Sei!MG, desenvolvido pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag-MG) em parceria com a Prodemge, substitui o tradicional trâmite de documentos e processos em papel por um formato totalmente digital. A medida visa promover agilidade, economia de recursos e maior sustentabilidade nas rotinas administrativas da prefeitura de Ribeirão das Neves e demais municípios.
O sistema está atualmente em pleno funcionamento em dez prefeituras mineiras, incluindo Ribeirão das Neves.
Juntas, essas cidades já contabilizam mais de seis mil usuários internos, 30 mil processos e 130 mil documentos eletrônicos na plataforma, evidenciando o impacto positivo na eficiência da gestão.
A secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Silvia Listgarten, ressaltou que o Sei!MG Municípios é crucial para garantir serviços mais rápidos, com menos burocracia e mais produtividade para a população.
A iniciativa de digitalização integra a Estratégia Estadual de Governo Digital 2024-2026 e segue em expansão.

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Prefeito, deputado e secretários estiveram no parque fabril da empresa e ressaltaram sua importância para a economia e geração de empregos no município


O prefeito de Ribeirão das Neves, Túlio Raposo, o deputado estadual Vitorio Júnior e o secretário-executivo da Casa Civil de Minas Gerais, Junynho Martins, visitaram nesta sexta-feira (24) a sede da Hypofarma, uma das principais indústrias farmacêuticas de Minas Gerais. Também participaram da visita o vice-prefeito Vanderlei Delei e a secretária municipal de Saúde, Marla Guimarães.

A comitiva foi recebida pelas sócias da empresa Giana Marcellini e Gina Marcellini e pelo CEO Jaeder Morais. Os representantes do poder público conheceram as instalações da companhia, visitaram o parque fabril e conversaram com colaboradores sobre as novas etapas de expansão da empresa.

Fundada em 1948, a Hypofarma é especializada na produção de medicamentos injetáveis e consolidou sua sede industrial em Ribeirão das Neves, onde mantém um parque de aproximadamente 17 mil metros quadrados. A companhia também conta com uma unidade fabril em Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, inaugurada em 2023 como parte do plano de ampliação da capacidade produtiva.

Durante a visita, o prefeito Túlio Raposo destacou a importância da empresa para a economia e o emprego no município. “A Hypofarma é um orgulho para Ribeirão das Neves. Ela gera desenvolvimento, oportunidades e leva o nome da nossa cidade para todo o Brasil. É uma parceira estratégica no fortalecimento da nossa indústria e na geração de empregos de qualidade”, afirmou o prefeito.

A sócia Giana Marcellini ressaltou a trajetória da empresa e o vínculo histórico com o município. “Em todos esses anos, Ribeirão das Neves cresceu junto com a Hypofarma. Temos orgulho da história que construímos aqui ao longo de todas essas décadas e seguimos comprometidos em contribuir para o futuro da cidade, com inovação, tecnologia e responsabilidade social”, afirmou.

Com mais de sete décadas de atuação, a Hypofarma é referência nacional no segmento hospitalar e figura entre as maiores produtoras de medicamentos injetáveis do país. A empresa planeja investir em centro de pesquisa P&D e na modernização de suas linhas de produção e controle de qualidade, consolidando Ribeirão das Neves como um polo estratégico da indústria farmacêutica mineira.

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Trabalhadores denunciam falta de pagamento de direitos trabalhistas
O Grupo Pacaluz, com atuação em Ribeirão das Neves, demitiu cerca de 50 funcionários neste mês e entrou com pedido de recuperação judicial. Os desligamentos causaram revolta entre os trabalhadores, que denunciam o não recebimento de verbas rescisórias, como FGTS, aviso prévio e multa de 40%.
Segundo relatos, a empresa comunicou as demissões sem apresentar garantias quanto ao cumprimento dos direitos trabalhistas. Alguns ex-funcionários afirmam que não houve sequer prazo para regularização das pendências.
A equipe de reportagem tentou contato com o Grupo Pacaluz para obter um posicionamento, mas até o momento da publicação não houve retorno.
A recuperação judicial é um instrumento legal utilizado por empresas em crise financeira para evitar a falência, permitindo a reestruturação de dívidas e negociações com credores — o que pode impactar diretamente os pagamentos trabalhistas.
Funcionários afetados afirmam que buscarão apoio jurídico para garantir seus direitos. Tentamos contato com a empresa, mas ela não respondeu nossas mensagens.

Veja a nota oficial da empresa: 

"A Pacaluz está comprometida em cumprir rigorosamente a legislação brasileira, incluindo a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Prezando pela transparência, disponibilizamos o whatsapp do RH para esclarecer as dúvidas dos nossos colaboradores e ex-colaboradores.

Em relação ao processo de recuperação judicial, estamos utilizando um instrumento legal adequado para reestruturar nossas finanças e garantir a sustentabilidade do negócio a longo prazo."

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Mulheres relatam perdas que passam de R$ 21 mil e afirmam que contrataram o responsável pela empresa Willian Festas para casamentos e festas de 15 anos — alguns marcados para este fim de semana

De acordo com reportagem da Rádio Itatiaia, o responsável pela empresa Willian Festas, com sede em Ribeirão das Neves, é investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) após deixar ao menos 24 clientes no prejuízo.
Somando apenas o valor pago por três das vítimas ouvidas pela Itatiaia, o montante supera R$ 21 mil. As clientes se uniram em um grupo de mensagens para denunciar o caso e relatar que haviam contratado o homem para organizar festas de 15 anos e casamentos — alguns marcados, inclusive, para este fim de semana.

Uma noiva, que preferiu não se identificar, contou que conheceu o decorador por meio de uma indicação do espaço onde realizaria o casamento. “Estava procurando fornecedores e o pessoal me passou o contato dele. Fui até a loja com minha mãe e fechei a decoração da cerimônia e da recepção, além do tapete de LED para a boate. Ele também ofereceu cerimonialista e bar de drinques, tudo no valor de R$ 10,3 mil, que paguei no cartão do meu pai, parcelado em dez vezes”, relatou.
Depois disso, ela conta que ele não respondeu mais. “Minha mãe tentou falar com ele, mas as mensagens nem chegavam. No dia 16, a cerimonialista me mandou uma mensagem cancelando o serviço porque não tinha recebido o pagamento, dizendo ainda que o responsável estava desaparecido.”

Outra cliente contou que jamais imaginou que seria vítima de um golpe. “Ele havia feito o aniversário da minha irmã, que ficou muito bem feito. Firmei o contrato em maio de 2025, no valor de R$ 6 mil, e paguei tudo no cartão”, afirmou. “Quando soube que ele havia sumido, não acreditei. Eu o conhecia e confiava nele. Mas, ao enviar uma mensagem, recebi uma resposta automática dizendo que ele não cumpriria os contratos firmados nem os compromissos agendados.”

Mulher, que também não quis se identificar, relatou que descobriu o golpe poucos dias antes da festa de 15 anos da filha, marcada para este sábado (25). “Fechei minha festa em janeiro. Combinei decoração, mobília, pista de LED e plataforma 360, tudo no valor de R$ 5,6 mil. Depois, pelo WhatsApp, fechei também o DJ e a cerimonialista, pagando mais R$ 2,6 mil via Pix”, contou.

Preocupada, uma delas s foi até a loja do produtor e encontrou uma das irmãs dele. “Ela me disse que o William tinha tentado suicídio e que estava desaparecido desde então. Mas no grupo de vítimas ninguém encontrou esse registro”, afirmou.

Fui vítima, o que fazer?

A PCMG informou que o caso é tratado como crime de ação penal pública condicionada à representação criminal das vítimas. A corporação orienta que “todo o cidadão lesado procure uma delegacia mais próxima de sua residência para formalizar a representação criminal e, na ocasião, apresente as provas e documentos que poderão subsidiar a investigação”. 

O órgão ressalta ainda que “não basta o mero registro de ocorrência policial — a representação criminal é condição necessária para a devida investigação, conforme determina a legislação vigente”.
O decorador não retornou a reportagem e o espaço permanece aberto

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