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Um desabafo feito por meio de redes sociais expõe o descontentamento e a indignação de contribuintes em relação aos métodos de cobrança do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) por parte da administração municipal. No registro analisado, uma moradora relata que a prefeitura local tem enviado dívidas do imposto diretamente para protesto em cartório, sem que haja uma notificação prévia aos cidadãos.

De acordo com o relato da munícipe, a falta de aviso pegou os moradores de surpresa, gerando custos adicionais significativos. "A prefeitura não notificou os moradores e mandou a dívida pro cartório. R$ 470,00 de cartório, mais o IPTU, mais o mesmo valor de juros", protesta. "Concordamos em pagar, mas poderia ter sido notificado", desabafa.

Dificuldades no atendimento ao consumidor

Além do problema com o fisco municipal, o relato aponta para falhas nos órgãos de proteção ao consumidor. Na mesma interação exposta a moradora critica o atendimento do Procon na cidade: "Alguém tem que ajudar o povo, o Procon não deixou minha mãe nem sentar pra reclamar".

A denúncia põe em xeque a eficiência dos canais públicos de suporte ao cidadão em momentos de vulnerabilidade financeira ou cobranças indevidas.

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Moradores do bairro Pedra Branca, em Ribeirão das Neves, vivem dias de apreensão devido à presença de um enxame de abelhas instalado em um poste da região. Segundo relatos da comunidade, crianças já foram atacadas pelos insetos, entre elas um bebê e um menino de nove anos, aumentando o medo de novos incidentes.

A população afirma que procurou ajuda junto aos órgãos responsáveis, mas o problema ainda não foi solucionado. De acordo com os moradores, houve contato com o Corpo de Bombeiros e com a Cemig, porém a remoção da colmeia não ocorreu até o momento. Enquanto isso, quem vive nas proximidades teme novos ataques, principalmente por causa da circulação de crianças e idosos na área.

Dados da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais apontam que os registros de ataques de abelhas aumentaram nos últimos anos, com ocorrências graves e até mortes em diferentes regiões do estado. O crescimento dos casos reforça a preocupação dos moradores de Ribeirão das Neves, que cobram uma solução rápida para evitar acidentes mais graves.

O Corpo de Bombeiros orienta que a população não tente remover colmeias por conta própria. Em situações de risco, a recomendação é manter distância do enxame, evitar movimentos bruscos e procurar abrigo caso os insetos se tornem agressivos.

O caso reacende o debate sobre a necessidade de uma atuação mais ágil dos órgãos competentes diante de situações que colocam em risco a segurança dos moradores de Ribeirão das Neves.

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Com o objetivo de garantir mais segurança jurídica, cidadania e dignidade para centenas de famílias, a Prefeitura dará início, nos próximos dias, a um circuito de audiências públicas sobre regularização fundiária. Os encontros acontecerão em pontos estratégicos das regiões do Veneza, Centro e Justinópolis, abrindo um canal direto de diálogo com a população.

As audiências são uma oportunidade crucial para que os moradores entendam detalhadamente o passo a passo do processo de regularização de seus imóveis, esclareçam dúvidas com técnicos do município e acompanhem de perto as ações que prometem transformar a realidade habitacional da cidade.

📅 Programe-se: Cronograma das Audiências Públicas
Para facilitar a participação de todos, as reuniões foram distribuídas por bairros e regionais. Confira as datas, horários e locais:

25/06 (Quinta-feira) — 18h

Local: Praça do Rosaneves (Av. Madressilva)

29/06 (Segunda-feira) — 18h

Local: Escola Municipal Maura Pereira de Andrade

Endereço: Rua Quênia, 101 – Conjunto Henrique Sapori

30/06 (Terça-feira) — 18h

Local: Rua Pedra Azul, Bairro Franciscadriangela

01/07 (Quarta-feira) — 18h

Local: Escola Municipal Pedro Fernandes da Silva Junior

Endereço: Rua Maria Claudina da Rocha Silva, nº 150 – Areias

02/07 (Quinta-feira) — 18h

Local: Regional Justinópolis

Endereço: Nº 1500, Justinópolis

Por que participar?


A regularização fundiária vai muito além da entrega de um documento. Ela assegura o direito à moradia, valoriza o imóvel, permite o acesso a linhas de crédito para reformas e garante que o cidadão seja, de fato e de direito, o dono do seu lote.

A participação da comunidade é fundamental para o sucesso do projeto. Compareça e exerça o seu direito à cidadania!

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