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Cidade


A suspeita é de que o incêndio tenha sido provocado por um curto-circuito

Um incêndio atingiu um apartamento na manhã da terça-feira (29/4), na rua João Bento Rodrigues, bairro Alterosa, em Ribeirão das Neves.
Segundo o Corpo de bombeiros, o quarto onde o fogo teve início ficou completamente destruído. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.
De acordo com a corporação, o fogo começou em um dos quartos do imóvel. Moradores e vizinhos tentaram conter as chamas antes da chegada das equipes. O quarto onde o fogo teve início ficou completamente destruído, assim como os móveis do cômodo.

As guarnições do Corpo de Bombeiros atuaram no combate ao incêndio, eliminaram focos remanescentes, realizaram ventilação forçada e trabalhos de rescaldo.

Segundo relatos dos moradores, a suspeita é de que o incêndio tenha sido causado por um curto-circuito.

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Em um movimento estratégico para consolidar sua base de concessões, a Copasa anunciou nesta quinta-feira (23/4) um acordo que prevê o repasse antecipado de aproximadamente R$ 350 milhões a prefeituras mineiras. A medida é um passo decisivo para a extensão dos contratos de água e esgoto até 2073, garantindo a segurança jurídica necessária para os planos de desestatização do Governo de Minas.

O montante corresponde à antecipação de receitas que seriam originalmente distribuídas entre os anos de 2026 e 2028. Para acessar o recurso, os municípios devem aderir ao novo modelo de contrato proposto pela estatal. De acordo com o cronograma estabelecido, o pagamento será dividido em duas etapas:

Primeira parcela: Outubro de 2026.

Segunda parcela: Março de 2027.

Alívio Tarifário e expansão
O acordo, costurado junto à Associação Mineira de Municípios (AMM), traz um benefício direto aos usuários de cidades onde a Copasa iniciará novos serviços de esgoto: a cobrança da tarifa sobre esses novos serviços foi adiada para 2029.

Nota: Esta regra de adiamento tarifário não abrange a capital, Belo Horizonte, que possui regramento contratual próprio e independente.

Cenário atual
Atualmente, a Copasa opera em 636 municípios. A renovação em massa desses contratos é vista por analistas de mercado como o "pedágio" necessário para tornar a empresa atraente à iniciativa privada, uma vez que contratos de longo prazo e devidamente regulados elevam o valuation da companhia.

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A irregularidade no serviço de coleta de lixo tem se tornado um desafio diário para quem reside em Ribeirão das Neves, na Grande BH. Em diversos bairros da cidade, o acúmulo de resíduos nas calçadas já faz parte do cenário urbano, gerando reclamações constantes sobre o mau cheiro e o surgimento de animais peçonhentos e insetos.
Segundo relatos da vizinhança, os caminhões coletores não seguem um cronograma fixo, o que obriga os moradores a manterem os sacos de lixo expostos por longos períodos. Com a demora, animais de rua acabam rasgando as embalagens, espalhando os detritos pelas vias e agravando o entupimento de bueiros, o que eleva o risco de alagamentos durante períodos de chuva.


A situação é ainda mais crítica em ruas de topografia acidentada ou de difícil acesso, onde o serviço parece ter sido interrompido por completo nas últimas semanas. Além do prejuízo estético e ambiental, a população expressa preocupação com a saúde pública, temendo o aumento de casos de doenças transmitidas por vetores atraídos pela sujeira acumulada.

Procurada para prestar esclarecimentos, a administração municipal informou que está ciente dos pontos de acúmulo e que trabalha junto à empresa concessionária para normalizar os itinerários.

A prefeitura justifica que problemas operacionais na frota e ajustes na logística de transbordo causaram os atrasos pontuais, mas garante que equipes de reforço serão enviadas aos locais mais afetados para realizar mutirões de limpeza e restabelecer a regularidade do serviço essencial.

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Moradores de Ribeirão das Neves, denunciam o estado de abandono de uma estrutura de telefonia que tem causado transtornos e sensação de insegurança na região. O equipamento, pertencente a uma concessionária de telecomunicações, está desativado e sem manutenção há meses, tornando-se um foco de problemas urbanos.
De acordo com relatos de vizinhos, a estrutura tornou-se alvo frequente de vandalismo. Partes metálicas e fiações estão sendo subtraídas, o que deixa componentes expostos e oferece riscos de acidentes para pedestres que circulam pelas calçadas. Além da deterioração física, o local passou a ser utilizado de forma improvisada como abrigo e ponto de descarte irregular de lixo, agravando a situação sanitária e visual do bairro.


A falta de iluminação adequada e o isolamento gerado pelo tamanho do equipamento também preocupam quem precisa passar pelo trecho durante a noite. Moradores afirmam que a estrutura facilita a ação de criminosos, que se escondem atrás do mobiliário ocioso para realizar assaltos.
Em resposta às reclamações, a Prefeitura de Ribeirão das Neves informou que uma equipe técnica realizará uma vistoria no local ainda esta semana. O objetivo é avaliar a extensão dos danos e identificar a empresa responsável para que a remoção ou a devida manutenção seja feita de forma imediata.

Órgãos de fiscalização municipal destacaram que o abandono de equipamentos em via pública fere o código de posturas e que as empresas podem ser multadas caso não cumpram os prazos de regularização. Enquanto o problema não é resolvido, a recomendação para os moradores é que mantenham as denúncias junto aos canais oficiais da prefeitura e da Polícia Militar, visando reforçar o patrulhamento preventivo na área afetada.

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