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infraestrutura

  • Abandono de construção escolar gera indignação no Bairro Florença


    O que deveria ser um canteiro de esperança para centenas de famílias no Bairro Florença transformou-se em um símbolo de descaso público.

    A interrupção das obras de ampliação da rede municipal de ensino — que engloba a Escola Carlos Drummond e a expansão da Creche Ana Sapori — tem mobilizado mães e lideranças comunitárias que exigem respostas sobre o destino do dinheiro público e o futuro educacional de seus filhos.
    O projeto, iniciado durante a gestão de Junynho Martins, surgiu com a promessa de desafogar a alta demanda por vagas na região.

    Atualmente, a Creche Ana Sapori, embora reconhecida pelo trabalho de excelência, opera no limite de sua capacidade física, deixando muitas crianças da comunidade sem assistência.
    Segundo relatos de moradores, o cronograma da obra seguia em ritmo acelerado e constante. No entanto, o cenário mudou drasticamente após mudanças na gestão responsável pelo projeto. Hoje, o silêncio das máquinas e a ausência de operários confirmam o que a comunidade mais temia: a paralisia total das atividades.

    Para as mães do Bairro Florença, a obra parada não é apenas uma questão estética ou logística, mas um obstáculo direto ao desenvolvimento das crianças e à rotina de trabalho das famílias.
    "Nós pagamos nossos impostos e o que recebemos em troca é uma construção abandonada. Nossos filhos precisam de escola perto de casa, é um direito básico que está sendo negado", desabafa uma das moradoras que lidera o movimento por transparência.

    Além do impacto social, a paralisação levanta o alerta para o desperdício de recursos. Construções paradas tendem a sofrer com a ação do tempo, vandalismo e degradação dos materiais já instalados, o que pode elevar drasticamente o custo de uma futura retomada.
    Solicitamos uma resposta da Prefeitura, mas ainda não obtivemos respostas.

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  • Avenida Perimetral em Ribeirão das Neves vira depósito irregular de entulho e ameaça saúde pública


    Reportagem do Balanço Geral MG flagra montanhas de detritos em importante via da cidade; moradores reclamam da falta de fiscalização e do risco de doenças.
    O que deveria ser uma via de escoamento e trânsito para os moradores de Ribeirão das Neves transformou-se em um cenário de descaso ambiental. A Avenida Perimetral tornou-se alvo preferencial de descarte irregular de lixo e entulho, gerando uma série de transtornos para quem vive ou trafega pela região.

    A denúncia, exibida nesta quarta-feira (18) pelo programa Balanço Geral MG, da Record Minas, revela a gravidade da situação. Ao longo da avenida, é possível encontrar de tudo: restos de materiais de construção, móveis velhos, lixo doméstico e até carcaças que atraem urubus e animais peçonhentos.

    Um problema crônico
    De acordo com a reportagem, o acúmulo de lixo não é um fato isolado, mas um problema recorrente que parece desafiar o poder público. Moradores locais relatam que, mesmo quando a prefeitura realiza a limpeza, em poucos dias o local volta a ser utilizado como "bota-fora" por pessoas e empresas que agem na calada da noite.

    A situação é agravada pelo período chuvoso. O lixo acumulado obstrui bueiros e canaletas, aumentando o risco de alagamentos e transformando os focos de entulho em criadouros ideais para o mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya.

    Insegurança e mobilidade reduzida
    Além do mau cheiro insuportável e do risco sanitário, o descarte irregular invade a pista e as calçadas, forçando pedestres a caminharem pelo meio da rua, dividindo espaço com carros e ônibus. "É um desrespeito total. A gente paga imposto e tem que conviver com esse lixão na porta de casa", desabafou um morador à equipe de reportagem.

    O que dizem as autoridades
    Historicamente, situações como a da Avenida Perimetral em Ribeirão das Neves esbarram na dificuldade de fiscalização. A prefeitura costuma alegar que mantém cronogramas de limpeza, mas reforça que o descarte irregular é crime ambiental passível de multa.

    No entanto, para a população, as medidas educativas não têm surtido efeito. Eles cobram a instalação de câmeras de monitoramento, cercamento de áreas críticas e uma punição mais severa para quem utiliza a via pública como depósito de lixo.

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  • Caos no transporte: Passageiros relatam superlotação e longas esperas em estação de Ribeirão das Neves


    Usuários do sistema de transporte público reclamam da falta de infraestrutura e do número insuficiente de veículos para atender a demanda nos horários de pico.
    A rotina de quem depende do transporte público em Ribeirão das Neves tem sido marcada por um desafio diário: a superlotação. Passageiros que utilizam a estação de transferência da cidade denunciam o desconforto e a insegurança causados pelo excesso de pessoas em plataformas estreitas e ônibus que já chegam ao local com a capacidade máxima atingida.
    O cenário é crítico especialmente entre as 6h e 8h da manhã e no final da tarde. Segundo relatos de moradores, a espera por uma linha específica pode ultrapassar os 40 minutos, resultando em plataformas lotadas onde o distanciamento físico é inexistente.
    Para muitos trabalhadores, a superlotação não é apenas uma questão de conforto, mas de dignidade e pontualidade. "É um descaso total. A gente paga caro na passagem e viaja pendurado. Muitas vezes o ônibus nem para porque já está cheio demais", desabafa um usuário que utiliza o terminal diariamente para trabalhar em Belo Horizonte.
    Os principais pontos de reclamação incluem:

    Intervalos irregulares: Linhas que demoram a passar, gerando acúmulo de passageiros.
    Segurança: O medo de furtos e acidentes em meio ao empurra-empurra das plataformas.
    Infraestrutura: Falta de assentos e cobertura adequada para proteger os usuários do sol e da chuva durante a espera.
    Especialistas em mobilidade apontam que o crescimento populacional de Ribeirão das Neves não foi acompanhado por um ajuste proporcional na frota de ônibus. A dependência do sistema de integração faz com que qualquer atraso em uma linha alimentadora gere um efeito cascata em todo o terminal.
    Até o fechamento desta matéria, os órgãos responsáveis pela gestão do transporte na região não haviam se pronunciado sobre planos de expansão da frota ou melhorias na logística da estação para os próximos meses.

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  • Inauguração de escola em Ribeirão das Neves marcada por problemas e riscos de acordo com denúncia


    A inauguração da Escola Municipal Clemência Alves Dias, está envolta em polêmica.
    Apesar do investimento em infraestrutura, a escola apresenta uma série de problemas que comprometem a segurança e a saúde de alunos e funcionários, de acordo com denúncia recebida pelo portal.
    De acordo com a denúncia, a escola ainda não possui caixa d'água, as descargas dos banheiros disparam sozinhas, diversas salas de aula estão interditadas devido ao retorno de esgoto e as salas não possuem nichos para guardar os pertences dos alunos, além da falta de películas protetoras e cortinas nas janelas.
    Devido à interdição de um dos blocos, foi necessário agrupar turmas, sobrecarregando os espaços disponíveis. Há insuficiência de colchonetes para os berçários e a escola está funcionando em meio a um canteiro de obras aberto, com funcionários da empreiteira utilizando salas de aula para armazenar ferramentas e materiais de construção.
    Um dos pontos da escola não possui muro ou portão, permitindo que as crianças tenham acesso a áreas com vergalhões, betoneiras e fiações elétricas expostas, além do risco de que pessoas que não são funcionários adentrem a escola pelas laterais.
    Apesar dos esforços da equipe da manhã e da tarde, que realizaram faxinas para deixar a escola visualmente limpa para fotos, a poeira gerada pela construção suja rapidamente o ambiente, podendo causar problemas de saúde, principalmente em alunos e funcionários com alergias ou problemas respiratórios.
    Tanto a equipe da manhã quanto da tarde solicitaram o adiamento do início das aulas para garantir condições adequadas de acolhimento aos alunos.
    A Prefeitura respondeu por meio da seguinte nota: "A Prefeitura de Ribeirão das Neves, por meio da Secretaria Municipal de Educação, informa que já está ciente dos apontamentos realizados pelas educadoras infantis da Escola Municipal Clemência Alves Dias e desde ontem, está se dedicando à verificação das questões levantadas. É importante ressaltar que o início do ano letivo na nova sede da unidade, em 5 de fevereiro, ocorreu sem transtornos, estando a escola em plenas condições de desenvolvimento de suas atividades educacionais."

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  • Obras do Rodoanel Metropolitano serão iniciadas por Santa Luzia e Sabará


    As obras do Rodoanel Metropolitano de Belo Horizonte serão iniciadas pelos municípios de Sabará e Santa Luzia. O cronograma original previa o começo dos trabalhos agora no segundo semestre, o que, não deve ocorrer. A estimativa é para o segundo trimestre de 2025, mas o governo de Minas Gerais e a INC S.P.A, empresa responsável pelo projeto, tentam antecipar a data.


    Segundo informações da Secretaria de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias (Seinfra), neste momento, ocorre a primeira fase de planejamento do Projeto Executivo, que inclui a análise da documentação necessária para o licenciamento ambiental, junto ao órgão ambiental estadual.
    O contrato, assinado em 31 de março de 2023, prevê prazos de aproximadamente 18 meses para os estudos e licenciamento prévio e 12 meses para o licenciamento de instalação e operação.
    “O governo de Minas, em acordo com a concessionária, está empenhado em antecipar o início das obras, em relação aos prazos contratuais estabelecidos. Os trabalhos serão iniciados pelos municípios de Sabará e Santa Luzia”, informou a Secretaria, diante dos questionamentos do Diário do Comércio quanto ao cumprimento dos prazos.
    De acordo com a Pasta, o documento foi formalizado junto à Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) em março de 2024, e a análise dos documentos solicitados, via Sistema de Licenciamento Ambiental (SLA), está em andamento.
    Leia também: Anel Rodoviário: história, acidentes, trânsito agora e obras da via
    Sobre o cronograma, em maio, em encontro com jornalistas, o governador Romeu Zema (Novo) comentou que a obra será entregue pelo próximo líder do Executivo estadual.
    Governo e concessionária querem antecipar entrega do Rodoanel Metropolitano
    De toda maneira, sua equipe também tenta que, ao invés de 2029, prazo de conclusão projetado em contrato, o Rodoanel Metropolitano seja entregue em 2028. “Esperamos que, ao invés de 2029, quando é o prazo de conclusão, o Rodoanel Metropolitano seja concluído em 2028. Nossa meta é ver essa rodovia, que vai começar do zero, em pleno funcionamento”, disse o secretário de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias, Pedro Bruno Barros de Souza, durante evento na Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas) também em maio.
    O projeto, orçado em cerca de R$ 5 bilhões, promete desafogar o trânsito da Grande Belo Horizonte e diminuir o número de acidentes na região. Além disso, existe uma estimativa de redução do tempo de viagem entre 30 e 50 minutos e uma queda de aproximadamente mil ocorrências por ano, ao dar vazão ao intenso fluxo atual do Anel Rodoviário da Capital.
    Do total a ser investido no Rodoanel Metropolitano, R$ 3,072 bilhões são recursos provenientes do acordo de reparação pelo rompimento da barragem da Vale, em Brumadinho, ocorrido em 2019. Além disso, a concessionária deverá investir cerca de R$ 2 bilhões para financiar a implantação, manutenção e operação da via, que vai passar por Sabará, Santa Luzia, Vespasiano, São José da Lapa, Pedro Leopoldo, Ribeirão das Neves, Contagem e Betim.
    Ao todo, serão implantados aproximadamente 70 quilômetros de rodovia em pista dupla classe 0, cerca de 49 obras de artes especiais como viadutos e túneis, 100% free flow – com sistema de pagamento automático de pedágio, serviço de atendimento ao usuário, controle total de acessos /alta mobilidade e 8 interseções e dois acessos simples.

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  • Sem Drenagem e Sob Medo: Moradores de Ribeirão das Neves relatam angústia com as chuvas


    A rotina de quem vive no Conjunto Henrique Sapori, em Ribeirão das Neves, tem sido marcada pela insegurança. Com a chegada do período chuvoso, moradores denunciam que a falta de infraestrutura básica, especialmente de sistemas de drenagem adequados, transformou o medo em um vizinho constante.
    Registros feitos pela comunidade mostram a força das águas. Em episódios recentes, a enxurrada que desce pelas ruas íngremes do bairro atingiu o nível de derrubar muros de arrimo e comprometer a estrutura de residências. Em um dos casos mais graves, a força da água rompeu redes de esgoto e afetou a estabilidade de uma ponte que serve de ligação para os moradores.

    A reportagem acompanhou o drama de famílias que perderam móveis e eletrodomésticos. "A gente não consegue dormir. Fico o tempo todo monitorando a previsão do tempo no celular. Se começa a fechar o tempo, o coração já acelera", desabafou uma moradora à equipe do MG1.

    O Problema da Drenagem


    A principal reclamação recai sobre a ausência de bocas de lobo e galerias pluviais capazes de suportar o volume de água que desce das partes mais altas da região. Sem ter para onde escoar, a água invade as casas, trazendo lama e mau cheiro. Em alguns pontos, a erosão já começou a "comer" o asfalto, criando crateras que dificultam o acesso de veículos de emergência e do transporte público.

    Resposta das Autoridades


    A Defesa Civil do município tem sido acionada para realizar vistorias e interditar imóveis que apresentam risco iminente de desabamento. No entanto, os moradores cobram uma solução definitiva por parte da Prefeitura de Ribeirão das Neves, alegando que intervenções paliativas não são suficientes para garantir a segurança no longo prazo.

    Até o momento, o poder público municipal tem sido questionado sobre o cronograma de obras de drenagem para o Conjunto Henrique Sapori. Enquanto os investimentos não chegam, a orientação para quem vive em áreas de risco é manter a vigilância e, ao menor sinal de rachaduras ou movimentação de terra, abandonar o imóvel imediatamente e acionar o Corpo de Bombeiros (193).

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