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Notícias

Ação para coibir a prática ilegal vai reunir 1.400 policiais nas áreas urbanas e rodovias

A Polícia Militar de Minas (PMMG) lançou, na quinta-feira (18/12), em todo estado, a Operação Cavalo de Aço. O objetivo é prevenir e reprimir a prática dos denominados "rolezinhos do grau”, que consistem na execução de manobras perigosas e desordem em via pública, desrespeitando normas do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Entre as ações planejadas pela PM para a operação, há o monitoramento de redes sociais pelo serviço de inteligência e o uso de drones para identificar os locais de possíveis aglomerações para a prática dos "rolezinhos", em apoio às unidades operacionais. A operação tem como foco tanto as áreas urbanas quanto as rodovias estaduais e federais delegadas sob a responsabilidade da PMMG.

Segundo o porta-voz da PMMG, capitão Rafael Veríssimo, nos últimos anos, a população mineira, principalmente nos dias que antecedem o Natal e o Ano Novo, tem se deparado com esses eventos ilegais, nos quais motoqueiros se reúnem em vias públicas para a prática de manobras perigosas, que afetam moradores, pedestre e condutores, além de provocar perturbação de sossego e transtornos urbanos.

Ainda segundo o capitão, o foco da operação não é a pessoa que usa a motocicleta como instrumento de trabalho e, sim, aqueles que a utilizam para transgredir normas e cometer crimes.

“A Polícia Militar está atenta a esse fenômeno e tem realizado operações constantes. Para Operação Cavalo de Aço 2025 serão empregadas 1.400 policiais militares em motos policiais, recurso logístico que permite uma vantagem tática e operacional à instituição, tanto para realização de atividades preventivas quanto para abordagens e capturas dos infratores”, destacou.

Balanço 2024

Na edição da operação Cavalo de Aço de 2024, 1.477 pessoas foram presas e 128 adolescentes apreendidos, além de 1.023 motocicletas apreendidas e outras duas mil removidas.

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O Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG), Campus Ribeirão das Neves, teve seu trabalho sobre sustentabilidade reconhecido internacionalmente. O projeto local "Análise estatística da qualidade das águas superficiais do Ribeirão das Neves" foi um dos seis projetos do IFMG a integrar o e-book “Ações de Sustentabilidade na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica”.

O lançamento da publicação ocorreu no dia 12 de novembro, durante a COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas), realizada na Green Zone, em Belém, no Pará.

A inclusão do projeto nevense no e-book reforça o alinhamento da pesquisa do Campus aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU. A obra reúne um total de 57 projetos de Extensão e Inovação de instituições da Rede Federal de Educação.

Com versões em português e inglês, o material lançado na Conferência Global do Clima destaca como a pesquisa e a extensão desenvolvidas dentro do IFMG Ribeirão das Neves contribuem diretamente para a análise e o monitoramento ambiental da região.

A iniciativa para o e-book é resultado de um edital elaborado pelo IFPE em 2024, em parceria com a Setec/MEC e o Fórum de Desenvolvimento Institucional (FDI) do Conif. O próprio IFMG atuou como coeditor do material, que levou a experiência e o conhecimento técnico de Minas Gerais para o debate global sobre sustentabilidade.

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A crise de superlotação no sistema carcerário de Minas Gerais atinge níveis críticos na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), com um destaque alarmante para o Presídio Antônio Dutra Ladeira, em Ribeirão das Neves. A unidade está operando com 250% da capacidade, ou seja, abriga o dobro e meia o número de detentos para o qual foi projetada.
Esta situação é um reflexo do problema mais amplo da RMBH, onde 11 dos 29 presídios (mais de um terço do total) funcionam acima da lotação máxima, conforme dados obtidos pela TV Globo via Lei de Acesso à Informação.

Minas Gerais possui a segunda maior população carcerária do país, atrás somente de São Paulo, e enfrenta um déficit de quase 26 mil vagas em seu sistema prisional, segundo a Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen). O estado contabilizou 72 mil pessoas cumprindo pena em regime fechado no primeiro semestre do ano.
Na RMBH, além de Ribeirão das Neves, outras unidades também registram ocupações extremas:

Unidade Prisional/ Localização/ Ocupação
Presídio de Santa Luzia/ Santa Luzia/ 277% (Quase o triplo da capacidade)
Presídio Antônio Dutra Ladeira/ Ribeirão das Neves/ 250%
Presídio Municipal/Lagoa Santa/217% (Mais que o dobro da capacidade)
Complexo Penitenciário Estevão Pinto/ Belo Horizonte/ Quase 100 detentas a mais que o limite

Apenas o Presídio de Vespasiano opera dentro do limite, com 94% de ocupação.
Especialistas apontam que a superlotação, evidente em presídios como o de Ribeirão das Neves, é multifatorial. O problema não se restringe à falta de vagas, sendo agravado pela lentidão do sistema judiciário e pela ausência de políticas de ressocialização eficazes, elementos que contribuem para o alto fluxo e reincidência no encarceramento.

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Locação de equipamentos surge como alternativa para ampliar capacidade com agilidade e menor custo fixo


O avanço do comércio eletrônico vem alterando de forma significativa a estrutura logística das empresas brasileiras. Com o aumento do volume de pedidos e a necessidade de operações mais rápidas, centros de distribuição e armazéns têm buscado soluções que permitam expandir sua capacidade sem elevar demasiadamente os custos fixos.


Nesse contexto, o aluguel de empilhadeiras em Minas e em outros estados com polos logísticos consolidados vem ganhando força como alternativa prática e econômica para atender à crescente demanda.


A locação desses equipamentos possibilita que empresas ajustem seu parque operacional de acordo com a sazonalidade do mercado, algo especialmente importante em períodos de grande movimentação, como Black Friday, Natal e campanhas promocionais. Além disso, a modalidade elimina parte dos custos de manutenção e depreciação, permitindo que os gestores logísticos concentrem investimentos no core da operação.


Logística sob pressão do comércio digital

O aumento das compras pela internet trouxe novos desafios para o setor logístico. Armazéns que antes operavam com volumes previsíveis agora lidam com picos repentinos e múltiplas janelas de entrega. Essa variação exige flexibilidade e capacidade de resposta rápida, o que tem levado empresas a repensar suas estratégias de movimentação interna.

Nesse cenário, o uso de empilhadeiras alugadas representa uma solução imediata para equilibrar o fluxo de trabalho. Enquanto a aquisição de novos equipamentos demanda investimento elevado e tempo de entrega, o aluguel permite suprir a necessidade em questão de dias.
Para empresas que atuam em e-commerce, a agilidade no cumprimento de prazos é determinante. Portanto, essa possibilidade se torna um diferencial operacional relevante.
Outro fator que impulsiona essa tendência é a expansão dos marketplaces e da logística de última milha. Com centros de distribuição cada vez mais próximos das áreas urbanas, o aproveitamento do espaço e o controle sobre a movimentação interna ficam essenciais. Nesse tipo de operação, empilhadeiras elétricas compactas, facilmente disponíveis para locação, ajudam a manter a eficiência em ambientes reduzidos e de alta rotatividade.

Custos sob controle e manutenção inclusa

O modelo de locação traz benefícios financeiros imediatos. Em vez de imobilizar capital na compra de empilhadeiras, as empresas optam por contratos mensais ou sazonais, ajustando o número de máquinas conforme a necessidade. Essa flexibilidade permite um melhor controle de caixa e reduz o impacto da ociosidade em períodos de menor demanda.
Além disso, os contratos de aluguel geralmente incluem manutenção preventiva e corretiva, o que evita paradas inesperadas e simplifica o controle técnico dos equipamentos. Para gestores de armazéns, isso representa menos tempo dedicado a reparos e mais foco nas operações de movimentação e separação de pedidos.
Outro ponto relevante é o acesso a tecnologias mais modernas. As locadoras costumam atualizar frequentemente suas frotas, oferecendo empilhadeiras com maior eficiência energética e sistemas de segurança aprimorados. Assim, mesmo sem grandes investimentos, as empresas conseguem operar com equipamentos atualizados e de alto desempenho.

Sustentabilidade e renovação operacional

A locação de empilhadeiras também acompanha uma tendência de sustentabilidade no setor logístico. Equipamentos elétricos e híbridos, disponíveis em grande parte das locadoras, reduzem emissões e ruído, tornando-se ideais para centros urbanos e operações internas de longa duração.
Além dos benefícios ambientais, a prática contribui para a renovação constante da frota. Em vez de manter empilhadeiras antigas e menos eficientes, as empresas podem substituir os modelos com frequência, sem os custos associados à revenda ou descarte.
Essa rotatividade favorece não apenas a produtividade, mas também a segurança dos operadores e o cumprimento das normas de trabalho.

Flexibilidade que acompanha o ritmo do mercado

O aluguel de empilhadeiras se consolida como uma alternativa que acompanha o dinamismo do e-commerce. Ao possibilitar que as empresas ajustem sua estrutura logística rapidamente, a modalidade contribui para que os pedidos sejam processados com maior agilidade e menor custo operacional.
Em um mercado em que o comportamento do consumidor muda de forma acelerada e as demandas variam de um mês para outro, a flexibilidade passa a ser um ativo estratégico. A locação de empilhadeiras oferece exatamente isso: a capacidade de crescer, adaptar e responder sem comprometer a saúde financeira da operação.
Mais do que uma tendência pontual, o avanço desse modelo de contratação indica uma transformação na forma como o setor logístico enxerga seus recursos, não como bens fixos, mas como serviços ajustáveis ao ritmo do mercado digital.

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A direção do Presídio Antônio Dutra Ladeira, em Ribeirão das Neves, confirmou a morte de Yuri Gustavo Martins, de 22 anos, na manhã do último sábado (8). O detento foi encontrado sem sinais vitais durante o horário de entrega do café da manhã.
Segundo informações da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), policiais penais foram acionados por outros presos, que perceberam que Yuri não respondia ao chamado. Ao chegar à cela, os agentes constataram o óbito e acionaram a Polícia Civil, que esteve no local para os procedimentos de praxe.
A direção do presídio instaurou um procedimento interno para apurar administrativamente as circunstâncias da morte. As investigações criminais ficam a cargo da Polícia Civil.
Yuri estava custodiado na unidade desde o dia 23 de outubro de 2025. O enterro do jovem foi hoje, em Ribeirão das Neves.

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