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Segurança

A madrugada do último sábado (14) foi marcada por mais um episódio trágico no sistema prisional de Ribeirão das Neves.
Rafael Rodrigues dos Santos, de 28 anos, foi encontrado morto em uma das celas do Presídio Antônio Dutra Ladeira.
Este é o caso mais recente de uma série de óbitos registrados em unidades da Região Metropolitana, somando cinco mortes em menos de 30 dias.
De acordo com informações confirmadas pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) nesta segunda-feira (16), o corpo de Rafael foi localizado por volta de 1h30. Policiais penais foram acionados pelos próprios colegas de cela do detento, que perceberam que ele estava sem sinais vitais.
O Samu chegou a ser chamado ao local, mas apenas pôde constatar o óbito.
A unidade de Ribeirão das Neves, uma das maiores do estado, agora está sob os holofotes da perícia técnica. A Polícia Civil esteve no presídio para coletar vestígios que ajudarão a determinar a causa da morte. Rafael Rodrigues dos Santos possuía passagens pelo sistema prisional desde 2019.
Em nota, a direção do presídio informou que:
"Foi instaurado um procedimento interno para apurar administrativamente as circunstâncias do óbito, enquanto aguarda-se a conclusão do laudo pericial da Polícia Civil."
A recorrência de mortes em unidades prisionais da Grande BH nas últimas semanas tem gerado debates sobre as condições de custódia e a segurança interna dos estabelecimentos penais que compõem o complexo penitenciário de Neves.

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Um desentendimento entre vizinhos terminou em tragédia na noite deste domingo (7), no bairro Lídice. Miguel Gomes da Costa, de 65 anos, foi morto a facadas dentro de sua própria residência. O suspeito do crime, José Luiz da Silva, de 69 anos, foi preso em flagrante.


Ao chegarem ao local, policiais militares encontraram o suspeito com as mãos e roupas sujas de sangue. De acordo com o boletim de ocorrência, José Luiz apresentava sinais visíveis de embriaguez no momento da abordagem. A arma utilizada no crime, uma faca, foi apreendida.


A Polícia Militar informou que o conflito teria sido motivado por danos que a vítima supostamente causou a pertences do autor. Incomodado com a situação, o suspeito teria invadido a casa de Miguel e desferido os golpes fatais.
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) e o suspeito levado à Delegacia de Plantão de Ribeirão das Neves. José Luiz permanece à disposição da Justiça e o caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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Uma operação da Polícia Militar resultou, neste domingo (1º), na prisão de um dos criminosos mais procurados do estado. O homem de 52 anos, condenado a quase um século de reclusão, foi localizado no bairro Quintas São José, encerrando uma fuga que já durava quase duas décadas.

A ação foi coordenada por militares da 203ª Companhia do 40º Batalhão. O alvo era um integrante de uma quadrilha responsável por um dos crimes mais violentos da história recente de Minas Gerais, ocorrido em São Gotardo, no Alto Paranaíba.

O histórico do crime
O detido participou de um assalto coordenado em 2007, que visou agências bancárias e o comércio local. Na ocasião, o bando sitiou a cidade e utilizou autoridades como escudos humanos, incluindo um juiz de direito e sete policiais militares. O confronto terminou em tragédia, com a morte de um cabo da PM e outro militar ferido.

Desfecho em Neves
Apesar de os crimes terem ocorrido no interior do estado, o foragido utilizava a Região Metropolitana de Belo Horizonte como esconderijo.

Local da prisão: Bairro Quintas São José, Ribeirão das Neves.

Pena a cumprir: Aproximadamente 100 anos de detenção.

Próximos passos: Após o registro na delegacia de plantão do município, o condenado foi transferido para o sistema prisional, onde iniciará o cumprimento imediato da sentença.

A prisão reforça o monitoramento de inteligência na cidade, que tem sido palco de operações para retirar de circulação indivíduos com mandados de prisão em aberto por crimes de alta complexidade.

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Pelo terceiro ano consecutivo, os detentos do sistema prisional de Minas Gerais não terão direito à saída temporária durante o período carnavalesco. O anúncio foi feito pelo Secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Rogério Greco, nesta terça-feira (27/1), durante o lançamento do programa Carnaval da Liberdade 2026.

A restrição, adotada pela Sejusp desde 2024, baseia-se no argumento de que o ambiente festivo desvirtua a finalidade do benefício.

"A saída temporária não é para o preso se divertir, ficar embriagado ou pular Carnaval. A função é completamente diferente: visa à visita familiar e ao convívio em sociedade. Este período não é apropriado para a saída", afirmou Greco.

Entenda o benefício
A saída temporária é um direito previsto na Lei de Execução Penal, aplicado pelo Poder Judiciário a detentos que cumprem requisitos específicos de bom comportamento e regime semiaberto. O benefício soma 35 dias anuais, divididos em cinco períodos de sete dias, geralmente em datas que favorecem a ressocialização.

Decisões judiciais
Embora a suspensão seja uma diretriz da Sejusp em conjunto com órgãos de Justiça, a medida não é absoluta. Por ser uma concessão do Poder Judiciário, decisões individuais de juízes ou comarcas específicas ainda podem autorizar a saída de detentos em datas que coincidam com a folia, prevalecendo a ordem judicial sobre a orientação do Estado.

 

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A Polícia Civil de Minas Gerais deu início às investigações sobre a morte de um detento ocorrida no último sábado (17/1) dentro da Penitenciária José Maria Alkimin, a unidade prisional mais antiga de Ribeirão das Neves.

O detento, identificado como Alex Willian de Paula, de 31 anos, foi encontrado inconsciente pelos policiais penais durante a noite de sábado. De acordo com informações da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado imediatamente, mas os médicos apenas puderam confirmar o óbito no local.

Alex Willian tinha registros no sistema prisional desde 2014 e havia sido transferido para a Penitenciária José Maria Alkimin recentemente, em novembro de 2024.

A direção da unidade agiu prontamente para isolar o local e instaurou um procedimento administrativo interno para apurar as circunstâncias do ocorrido e verificar se houve qualquer falha nos protocolos de segurança ou monitoramento da cela.

Diferente de casos onde há flagrante de violência, as causas da morte de Alex ainda dependem de laudos técnicos.

Perícia: O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames complementares.

Investigação: A Polícia Civil aguarda o laudo de necropsia para determinar se a morte foi de causas naturais ou se há indícios de criminalidade.

A comunidade carcerária e os familiares aguardam o posicionamento oficial da perícia, que deve sair nos próximos 30 dias. O caso segue sob responsabilidade da delegacia local.

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