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Polícia

De dentro da Penitenciária José Martinho Drumond, em Ribeirão das Neves, um detento utilizou uma videochamada para coordenar e monitorar uma sessão de tortura contra sua companheira, de 29 anos, e um vizinho dela, de 18 anos. O crime ocorreu no bairro Vale das Amendoeiras, em Contagem e aconteceu nesta quarta-feira, 22 de abril.
Segundo a Polícia Militar (PM), a tortura foi executada por três comparsas sob as ordens diretas do presidiário. A motivação do crime ainda está sendo apurada. Os militares foram acionados após denúncias de invasão de domicílio.
Ao chegarem à residência, a guarnição deparou-se com os suspeitos tentando fugir pelos fundos. Durante a perseguição:
Um adolescente de 17 anos sacou uma arma contra os policiais.
Houve um disparo de advertência por parte da polícia; ninguém foi atingido.
O menor foi contido e um celular roubado da vítima foi recuperado.
As vítimas, que apresentavam ferimentos graves pelo corpo, foram socorridas e encaminhadas à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Ressaca, em Contagem.
O estado de saúde atualizado não foi divulgado.
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informou que o adolescente foi apreendido e ouvido por meio do Plantão Digital.
Foi lavrado um auto de apreensão por ato infracional análogo ao crime de tortura.
O caso segue sob investigação para identificar os outros dois comparsas que fugiram.
Além disso, as autoridades buscam localizar o aparelho celular utilizado pelo detento dentro da unidade prisional — evidência crucial para confirmar a autoria intelectual do crime e expor as falhas de segurança na penitenciária.

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Um jovem de 23 anos foi autuado pela Polícia Militar na madrugada desta sexta-feira (10/4), em Ribeirão das Neves, após ser flagrado utilizando uma conta de aplicativo em nome de terceiros. A abordagem ocorreu na Avenida Juscelino Kubitschek, durante uma fiscalização de rotina na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Os militares suspeitaram de uma motocicleta que circulava sem placa de identificação. Ao interceptarem o veículo, que transportava um passageiro, os policiais foram informados pelo usuário que o nome e a foto exibidos na plataforma de transporte não correspondiam ao condutor que efetuava a viagem.
Ao ser questionado, o jovem admitiu ter comprado o acesso à conta por R$ 200 para conseguir trabalhar. A prática, além de violar as regras de segurança dos aplicativos, configura crime de falsa identidade.
Além da fraude digital, a Polícia Militar constatou diversas infrações de trânsito na motocicleta, incluindo:

Ausência de placa de identificação;
Escapamento adulterado (ruído excessivo);
Falta de autorização para exercício de atividade remunerada (EAR) na CNH do condutor.
A motocicleta foi apreendida e removida para um pátio credenciado. O suspeito foi encaminhado à sede da companhia da PM, onde foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Por se tratar de uma infração de menor potencial ofensivo, o jovem foi liberado após assumir o compromisso de comparecer em juízo em data agendada.

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A manhã desta segunda-feira é marcada por dor e indignação em Ribeirão das Neves. Amigos e familiares se reuniram na Igreja Quadrangular do bairro Santinho para se despedir de Danilo Pereira Marinho, de 25 anos. O jovem motociclista de aplicativo perdeu a vida em um grave acidente na BR-356, em Belo Horizonte, causado por um motorista com sinais de embriaguez.
O sepultamento está marcado para as 10h30 no Cemitério Porto Seguro, também em Ribeirão das Neves. O clima na cidade é de profunda tristeza, especialmente porque Danilo completaria aniversário no último domingo.
A tragédia ocorreu na altura do bairro Belvedere. Danilo conduzia sua motocicleta quando foi atingido por uma caminhonete Ford Ranger. Na garupa da moto estava um adolescente de 16 anos, que foi socorrido em estado grave e encaminhado ao Hospital João XXIII.
Segundo o boletim de ocorrência da Polícia Militar, a caminhonete era conduzida pelo empresário Luís Henrique Rodrigues Pierazolli, de 45 anos. Os policiais registraram que o condutor apresentava sinais visíveis de embriaguez — como hálito etílico e andar cambaleante —, mas ele se recusou a realizar o teste do bafômetro. Além do empresário, outros dois passageiros estavam no veículo, entre eles o ex-jogador Renato Ribeiro, revelado pelo Atlético.
Em Ribeirão das Neves, a família de Danilo vive o pesadelo de trocar uma celebração por um funeral. O pai do jovem, Vander Alípio Marinho, de 53 anos, relatou emocionado que a carne para o churrasco de aniversário do filho já havia sido comprada. "Em vez disso, tive que escolher o caixão do meu filho", lamentou.
A mãe, Paris Pereira, reforçou o perfil trabalhador do jovem e fez um apelo por justiça. "Meu filho queria vencer na vida. Os sonhos dele acabaram", desabafou à imprensa durante o velório.
O empresário foi conduzido à delegacia pela Polícia Civil de Minas Gerais, que informou estar investigando o caso. A comunidade de Ribeirão das Neves agora se une em correntes de orações pela recuperação do adolescente ferido e por justiça para a família Marinho.
O portal Ribeirão das Neves.net seguirá acompanhando os desdobramentos do caso e presta suas sinceras condolências aos familiares e amigos.

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Investigações revelam que o suspeito, de 33 anos, utilizava o disfarce de comerciante para ganhar a confiança das vítimas antes de iniciar as agressões.

Uma operação da Polícia Civil resultou na prisão de um homem de 33 anos nesta quinta-feira (9), em Ribeirão das Neves. O indivíduo é acusado de cometer crimes de estupro e importunação sexual contra, pelo menos, duas adolescentes e uma jovem da cidade.


De acordo com as autoridades, o suspeito agia de forma calculada. Ele apresentava-se inicialmente como um comerciante local, utilizando essa fachada para se aproximar das vítimas sem despertar suspeitas. O que começava com diálogos aparentemente profissionais ou inofensivos evoluía rapidamente para o envio de mensagens de cariz sexual e ameaças graves.
As investigações apontam que o assédio escalava para atos de violência física e psicológica, criando um ambiente de medo e constante sofrimento para as vítimas e seus familiares.
O homem já é um velho conhecido das forças de segurança. Segundo a Polícia Civil, ele possui um extenso histórico criminal, com passagens por tráfico de drogas e roubo. Além disso, o suspeito já tinha sido alvo de uma denúncia anterior por estupro, o que reforça a sua periculosidade.
A notícia da prisão foi recebida com alívio pelos moradores de Ribeirão das Neves, mas as autoridades locais mantêm o alerta. A orientação da Polícia Civil é que mulheres e jovens da região procurem imediatamente a delegacia caso identifiquem abordagens semelhantes ou comportamentos suspeitos.
O acusado encontra-se detido e permanece à disposição da Justiça, onde responderá pelos crimes de estupro e importunação sexual.

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A lei não existe dentro da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG)." O desabafo é da investigadora aposentada Jaqueline Rodrigues, de 50 anos, que relata ter se tornado alvo de retaliações institucionais após denunciar crimes de assédio sexual ocorridos há seis anos. Enquanto o acusado segue na ativa, Jaqueline foi afastada sob diagnósticos psiquiátricos que ela classifica como estratégia de silenciamento.

Condenação e Impunidade
O investigador Geraldo Modesto Brum foi condenado em duas instâncias a um ano e dois meses de reclusão, em regime aberto, por importunação sexual. No entanto, enquanto recorre ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), ele permanece exercendo suas funções na instituição.

Em contrapartida, Jaqueline Rodrigues não faz mais parte do quadro ativo. Após denunciar os episódios ocorridos em 2020 — que incluíram manobras perigosas em viatura e agressões físicas de cunho sexual em delegacias —, ela afirma ter passado a sofrer perseguição interna. O desgaste culminou em uma aposentadoria por invalidez em 2025, sob o diagnóstico de “transtorno de personalidade delirante”.

"Me aposentaram como se tudo fosse um delírio, como se os crimes que denunciei — e que geraram condenação — não tivessem acontecido", afirma a ex-policial. Atualmente, ela responde a mais de 30 procedimentos administrativos e criminais, incluindo um processo para sua expulsão definitiva (PAD).

Laudos e Histórico de Abusos
Um laudo do Centro de Referência Municipal em Saúde do Trabalhador (Cerest), emitido em março de 2026, contradiz a tese de "delírio". O documento confirma que Jaqueline sofre de depressão, ansiedade e estresse pós-traumático diretamente relacionados ao ambiente de trabalho.

A investigação interna da Corregedoria revelou que o acusado era conhecido pelo apelido de "touch screen", devido ao hábito de tocar e abraçar colegas de forma indesejada. Relatos de outras servidoras indicam que ele já havia sido alvo de queixas semelhantes em Ribeirão das Neves, mas, na ocasião, teria sido apenas transferido para Belo Horizonte sem registros formais de punição.

O "Efeito Rafaela Drummond"
O caso de Jaqueline ecoa a tragédia de Rafaela Drummond, escrivã que tirou a própria vida em 2023 após denunciar assédios e sobrecarga. Embora a "Lei Rafaela Drummond" tenha sido sancionada para proteger servidores, o Sindicato dos Servidores da Polícia Civil (Sindipol) alerta para a subnotificação. Segundo a entidade, apenas 40% dos casos são formalizados devido ao medo de retaliação.

Posicionamento das Partes
Polícia Civil: Em nota, a instituição afirmou que a Corregedoria atua com autonomia e legalidade. Informou que a aposentadoria seguiu critérios médicos e que não comenta processos administrativos em andamento.

Defesa de Geraldo Brum: O advogado Thiago Sellera confirmou que seu cliente segue em exercício, destacando que não há decisão definitiva (trânsito em julgado). A defesa nega condenações relativas ao período em que o policial atuou em Ribeirão das Neves e acredita na reversão da sentença atual no STJ.

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Um caso de violência familiar chocou moradores de Ribeirão das Neves, na noite desta sexta-feira (3). Um homem de 32 anos é suspeito de atacar o próprio pai, de 55, com sete facadas, após vender uma motocicleta elétrica que havia recebido de presente da família.
Segundo informações da Polícia Militar, o presente havia sido dado como uma tentativa de incentivo ao suspeito, que, conforme relatos dos familiares, enfrenta problemas psicológicos e faz uso frequente de drogas. Horas depois de sair com a moto, ele retornou para casa sem o veículo, exaltado e sob suspeita de estar sob efeito de entorpecentes. Ao ser questionado, respondeu de forma agressiva, afirmando que poderia fazer o que quisesse com o bem.
Na tentativa de entender onde a motocicleta havia sido deixada, pai, mãe e filho seguiram de carro até o local indicado pelo suspeito. Durante o trajeto, enquanto estava no banco traseiro, o homem sacou uma faca e passou a golpear o pai repentinamente dentro do veículo. A mãe conseguiu intervir e retirar o agressor do carro, enquanto a vítima, mesmo gravemente ferida, conseguiu dirigir até buscar socorro.
O homem foi levado inicialmente para a UPA de Justinópolis com perfurações no tórax, abdômen e braço esquerdo. Uma das facadas atingiu o pulmão, sendo necessária drenagem de urgência. Em seguida, ele foi transferido em estado grave para o Hospital Risoleta Neves, em Belo Horizonte, mas permaneceu consciente durante o atendimento.
O suspeito fugiu após o crime e, até o momento, não havia sido localizado. O caso deve ser investigado pela Polícia Civil.

 

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