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Polícia

Dois homens, de 30 e 44 anos, foram presos em Ribeirão das Neves durante uma ação da Polícia Militar que desarticulou um grupo acusado de invadir a casa de uma idosa e roubar mais de R$ 19 mil via Pix. A prisão no município ocorreu após o primeiro integrante do trio, de 20 anos, ser localizado no bairro Jardim Guanabara, na Região Norte de Belo Horizonte.

Em Ribeirão das Neves, os militares identificaram o paradeiro dos outros dois suspeitos. O homem de 44 anos foi surpreendido e detido em seu local de trabalho, uma fábrica de tijolos onde atua no turno da noite. Já contra o segundo detido na cidade, de 30 anos, constava um mandado de prisão em aberto expedido pelo Distrito Federal por tráfico de drogas, com uma pena pendente de 16 anos de reclusão.

O assalto ocorreu na tarde da última quinta-feira (27), no bairro Madre Gertrudes, Região Oeste de BH. O trio abordou uma idosa de 62 anos simulando interesse na compra de uma cama hospitalar anunciada por R$ 5 mil na plataforma OLX. Armados, os criminosos renderam a vítima e outros dois vizinhos, de 64 e 75 anos, que tentaram socorrê-la.

As vítimas foram forçadas a realizar transferências Pix nos valores de R$ 11 mil e R$ 8,3 mil. Além do dinheiro digital, o grupo roubou cerca de R$ 600 em espécie, roupas e bijuterias.

Os detidos em Ribeirão das Neves e o jovem preso na capital foram encaminhados à Polícia Civil. As investigações apuram a participação de cada integrante no crime e tentam rastrear os valores transferidos, que teriam sido direcionados para contas bancárias no Rio de Janeiro.

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Uma jovem de 25 anos, moradora de Ribeirão das Neves, foi presa pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na noite desta terça-feira (18), na altura de Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ela transportava cerca de 20 quilos de maconha escondidos dentro de uma mala de viagem.

A abordagem ocorreu durante uma fiscalização de rotina da PRF no posto localizado na BR-381. A suspeita viajava como passageira em um veículo particular obtido por meio de um aplicativo de carona solidária.

Motorista e acompanhante liberados
O casal responsável pelo veículo declarou à polícia que não tinha conhecimento sobre o conteúdo transportado na bagagem da passageira. Após prestarem depoimento e serem ouvidos pelas autoridades, ambos foram liberados sem acusações.

De acordo com as investigações preliminares, a mulher viajou até o estado de São Paulo para recolher o carregamento de entorpecentes e tinha como missão fazer a entrega na cidade de Betim.

Motivação e apuração
Sem passagens anteriores pelo sistema penitenciário, a jovem relatou aos policiais que aceitou o transporte da droga em troca do pagamento de R$ 2 mil, quantia que seria utilizada para quitar dívidas pessoais e custear despesas dos filhos pequenos.

A mulher optou por não informar aos agentes a identidade de quem receberia a carga no município. Os materiais apreendidos e a investigada foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos cabíveis.

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O corpo de um homem foi encontrado na manhã de sábado (15), dentro de uma galeria em um córrego na região do bairro Urca em Ribeirão das Neves.
Segundo o Corpo de Bombeiros, a vítima estava em uma área de difícil acesso e em avançado estado de decomposição. Os militares precisaram aguardar a chegada da perícia para iniciar a retirada.

Após a liberação do perito, os bombeiros utilizaram uma linha de vida, escada e cordas para acessar o local e retirar o corpo da galeria. A vítima foi deixada em uma área de fácil acesso, coberta com uma lona, até a chegada do rabecão, que realizou a remoção para o Instituto Médico-Legal (IML).

As circunstâncias da morte e a identidade da vítima não foram informadas no registro. A ocorrência foi acompanhada pela Polícia Militar e deverá ser investigada pelas autoridades competentes.

Crédito: Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais

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Um crime chocou os moradores do bairro Vale da Prata, em Ribeirão das Neves, na noite desta quinta-feira (13). A jovem Gabriela Pereira Fortunato, de 24 anos, foi assassinada a facadas no interior de sua própria residência.

A vítima foi encontrada sem vida por um primo, de 13 anos. De acordo com relatos da família, o adolescente retornava do mercado quando avistou um homem vestindo uma touca para encobrir o rosto saindo do imóvel. Ao entrar na casa para checar a situação, o jovem se deparou com Gabriela caída no chão, apresentando diversas perfurações pelo corpo.

No momento em que o crime ocorreu, duas das três filhas de Gabriela estavam no imóvel: uma criança de 3 anos e um bebê de apenas 1 mês de vida. A terceira filha da vítima, de 5 anos, não estava no local.

Familiares relataram à polícia que a jovem não mantinha um relacionamento amoroso fixo no momento e desconheciam qualquer vínculo recente dela com os pais das filhas.

O local passou por perícia e o caso segue sob investigação das autoridades policiais. Até o momento, nenhum suspeito foi localizado ou preso.

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A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu, na última quarta-feira (12), um mandado de prisão preventiva contra Dayene Fernanda de Oliveira, de 37 anos, no bairro Landi I, em Ribeirão das Neves. A ação fez parte da Operação "Última Ordem".

Segundo as investigações da corporação, a mulher é apontada como suspeita de atuar na gestão financeira e na intermediação de tarefas de um grupo investigado por crimes no Estado, associado a Daniel Augusto Cypriano, de 42 anos, que cumpre pena no sistema prisional.

Histórico e investigação
A ordem de prisão contra a investigada havia sido expedida em abril de 2026 pelo Tribunal do Júri da Comarca de Nanuque, no Vale do Mucuri. Ela é citada em processos que apuram aparente envolvimento com o tráfico de entorpecentes e a apuração de um homicídio ocorrido naquela região em abril de 2025.

De acordo com o inquérito policial, as apurações indicam que o homicídio na cidade de Nanuque teria sido motivado por desacertos financeiros e desacordos internos relativos a materiais ilícitos. O processo segue em trâmite na Justiça para a devida apuração das responsabilidades individuais dos envolvidos citados no processo.

Operação "Última Ordem"
A Operação "Última Ordem" foi deflagrada pela Polícia Civil com o objetivo de desarticular a cadeia de comando e as atividades financeiras de grupos organizados no interior do estado e na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Com a localização da suspeita em Ribeirão das Neves, ela foi encaminhada ao sistema prisional e permanece à disposição do Poder Judiciário.

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O Tribunal do Júri condenou, nesta quarta-feira (5), o guarda municipal Jardel dos Reis Santos a 18 anos e 8 meses de prisão pelo assassinato da esposa, Alessandra Cristina Vaz, de 50 anos. O crime ocorreu em 4 de abril de 2024, em Ribeirão das Neves.
Segundo a sentença, além da pena de prisão, Jardel perderá o cargo de guarda municipal por incompatibilidade com o exercício da função pública na área de segurança.

A Justiça também determinou que o condenado devolva, com juros e correção monetária, todos os valores recebidos a título de pensão após a morte da vítima, benefício que ele chegou a solicitar. Ele ainda deverá arcar com as custas do processo.

Investigação apontou tentativa de simular suicídio

De acordo com a investigação conduzida pela Delegacia de Homicídios de Ribeirão das Neves, o guarda alegou inicialmente que a esposa havia tirado a própria vida.

Em depoimento, ele afirmou que, na noite anterior ao crime, tomou um refrigerante que teria um gosto diferente e, após ingerir a bebida, passou mal e dormiu. Segundo sua versão, ele só acordou por volta das 14h do dia seguinte, quando encontrou Alessandra morta no sofá da residência com um disparo na cabeça, provocado por sua própria arma de fogo.

O delegado Marcos Rios, responsável pelo caso, informou que essa foi a narrativa apresentada pelo acusado durante a investigação. No entanto, as apurações da Polícia Civil reuniram provas que contrariaram essa versão e apontaram que a cena do crime havia sido montada para simular um suicídio, levando ao indiciamento e, posteriormente, à condenação do guarda municipal.

A prisão de Jardel ocorreu em 12 de julho de 2024, pouco mais de três meses após o homicídio.

A defesa do condenado foi procurada pela imprensa, mas não havia se manifestado até a última atualização do caso. O espaço permanece aberto para eventual posicionamento.

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