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Polícia

Vítima levou cerca de 20 facadas e morreu no Hospital Risoleta Neves; discussão teria começado por conta de um chip de celular

O homem de 54 anos suspeito de matar a companheira, de 39 anos, foi autuado por feminicídio após desferir cerca de 20 golpes de faca contra ela na noite dessa segunda-feira (24), no bairro Urca, em Ribeirão das Neves. A informação é da Polícia Civil de Minas Gerais.

De acordo com a Polícia Militar (PM), a mulher chegou a ser socorrida, mas morreu durante a madrugada no Hospital Risoleta Neves, na capital. O filho do casal, de 9 anos, presenciou o ataque dentro do apartamento onde a família morava. Uma mulher que estava no hospital e conversou com a Itatiaia relatou que esteve com o menino e que todos ficaram perplexos com o sofrimento da criança.

O filho dela chegou com o tio. Esse menino chorava muito e dizia que viveu grandes momentos com a mãe e ainda tinha muita coisa para viver com ela”, relatou.

Segundo a testemunha, o menino afirmou que o pai já havia ameaçado a mãe. “Ele chorava dizendo que o pai falava que tinha intenção de fazer isso, que ameaçava a mãe".
De acordo com o que a criança relatou, a discussão teria começado por causa de um chip de celular. “O sofrimento do menino era muito grande. Todos que estavam lá, inclusive enfermeiras, ficaram perplexos”, disse.

À polícia, o homem afirmou que foi acordado pela esposa com cobranças, ofensas e um tapa no rosto. Os militares foram acionados à Rua Botafogo. No apartamento, encontraram a vítima no banheiro, com sangramento intenso e dificuldade para falar. O suspeito estava no local, sujo de sangue.

A mulher foi levada inicialmente para um pronto-atendimento de Ribeirão das Neves e transferida em seguida para o Hospital Risoleta Neves, onde morreu. O homem foi preso em flagrante.

Segundo a Polícia Civil, a perícia oficial esteve na cena do crime e realizou a coleta de vestígios e informações que irão subsidiar a investigação. O suspeito foi conduzido à delegacia, onde foi autuado por feminicídio tentado e permanece à disposição da Justiça.

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A cidade de Ribeirão das Neves foi um dos focos de atuação da Operação Baco, uma grande ação integrada entre 12 instituições estaduais e federais de Minas Gerais, que combateu o contrabando, a adulteração e a falsificação de bebidas alcoólicas.

A operação, que mobilizou 793 agentes entre 9 de outubro e 19 de novembro, teve reflexos diretos no município. Ribeirão das Neves foi listada entre as cidades onde ocorreram prisões em flagrante relacionadas a fraudes de bebidas.

No total, foram 18 prisões em flagrante em todo o estado, com Neves se juntando a Belo Horizonte, Betim, São José da Lapa e outras cidades na lista de locais onde a Polícia Civil e demais forças de segurança atuaram.

A ação visa não apenas coibir crimes fiscais e de propriedade industrial, mas principalmente proteger a população dos riscos de saúde pública.

"A fraude em bebida [...] tem uma questão muito séria de saúde pública, igual nós vimos em outros lugares acontecendo, até mesmo com substâncias altamente letais," alertou a delegada Elyenni Célida.

Como resultado da Operação Baco em Minas Gerais, foram apreendidos mais de 182 mil litros e 3,9 mil unidades de produtos impróprios para consumo. A Polícia Civil instaurou 17 inquéritos relacionados às fraudes de bebidas no mesmo período.

A presença de Ribeirão das Neves na lista das cidades com prisões em flagrante reforça a atuação das forças de segurança para garantir o controle e a segurança dos produtos consumidos pela população local.

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A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) está cumprindo, nesta quarta-feira (19), a segunda fase da Operação Amparo, uma ação de grande escala voltada ao enfrentamento da violência doméstica e familiar.
Ribeirão das Neves é um dos municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) que integra o alvo desta operação.

Na Grande BH, a operação prevê o cumprimento de:

50 mandados de prisão
18 de busca e apreensão
148 visitas tranquilizadoras

Até as 7h da manhã, seis pessoas já haviam sido presas na Região Metropolitana. As ordens judiciais estão sendo cumpridas em diversas cidades, incluindo Ribeirão das Neves, além de Belo Horizonte, Contagem, Betim, Sabará, Ibirité, Santa Luzia e Vespasiano.
A inclusão de Ribeirão das Neves nesta etapa da Operação Amparo reforça o esforço da PCMG em garantir a segurança das mulheres na cidade. A ação visa, sobretudo, a prisão de agressores e a fiscalização do cumprimento de medidas protetivas de urgência.
A chefe da Polícia Civil de Minas Gerais, delegada Letícia Gamboge, enfatizou a importância da ação:

"Esses presos são todos agressores de mulheres em MG. Nós não vamos tolerar qualquer forma de violência contra a mulher. Vários desses autores descumpriram medidas protetivas, e esse descumprimento também implicou na expedição de mandato de prisão preventiva."

O Papel das Visitas Tranquilizadoras

As visitas tranquilizadoras são um componente-chave da operação. Conduzidas por policiais, elas têm o objetivo de:
Verificar o cumprimento das medidas protetivas de urgência.
Oferecer suporte e tranquilidade às vítimas após incidentes de violência.
Essa iniciativa faz parte de uma série de ações contínuas de fiscalização e acompanhamento para proteger mulheres em situação de vulnerabilidade.

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Crime foi registrado no ano de 2022; réu foi preso em Ribeirão das Neves

Um homem de 59 anos, foragido da Justiça e condenado a nove anos de prisão por estuprar uma menina, de 7, foi preso no bairro Veneza, em Ribeirão das Neves, na noite da segunda-feira (17/11). O crime foi registrado no ano de 2022, na capital mineira.
De acordo com o Sargento Aramis, do Grupamento Especializado em Recobrimento (GER) da Polícia Militar (PMMG), a sentença foi expedida pela Justiça na semana passada, e o mandado foi cumprido nesta segunda (17).
Aramis afirmou que o réu recebeu os militares em sua casa e não ofereceu resistência durante a prisão. Ele foi conduzido para uma delegacia da Polícia Civil (PCMG) em Ribeirão das Neves após a ação.

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Uma operação conjunta da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) desmantelou, na última sexta-feira (14/11), um esquema de falsificação e venda de anilhas usadas ilegalmente em aves silvestres.
A ação, denominada "Voo Rastreado", concentrou-se na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).

O principal suspeito da fabricação e um segundo indivíduo, identificado como "laranja", foram presos em flagrante. A operação resultou na apreensão de um vasto material ligado à atividade criminosa, incluindo equipamentos de falsificação, pássaros mantidos ilegalmente e armamento irregular. A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) também prestou apoio à investigação.
As investigações, que duraram mais de oito meses, revelaram que a produção das anilhas ocorria na RMBH. O monitoramento identificou uma intensa movimentação de mais de 2 mil remessas por meio dos Correios em apenas dois anos, com destino a praticamente todos os estados brasileiros. O falsificador utilizava dados falsos de conteúdo e remetente para tentar evitar a descoberta.

A partir desses levantamentos, a Justiça em Ribeirão das Neves expediu mandados de busca e apreensão e autorizou a interceptação de correspondências. Suspeitas foram confirmadas em 12/11, durante uma das interceptações, e o envio de diversos pacotes foi interrompido em 14/11.
No endereço do principal suspeito, foram encontrados insumos e instrumentos específicos para a produção das anilhas irregulares, como:

Maquinário a laser e de prensa manual.
Anilhas em branco.
Marcadores contendo números, logotipos, siglas e marcas exclusivas de órgãos públicos, incluindo o código único do SisPass/Ibama.
No local, a polícia também encontrou dois canários-chapinha sem autorização legal. O investigado foi autuado por crimes ambientais (Lei nº 9.605/1998, art. 29, § 1º, III), falsificação de selo ou sinal público (Código Penal, art. 296) e falsidade ideológica (Código Penal, art. 299) devido aos dados falsos fornecidos aos Correios.
Na residência do "laranja", que cedeu sua conta bancária para o falsificador, as equipes localizaram armas e munições de diversos calibres em situação irregular. Ele foi preso por posse e porte ilegal de arma de fogo (Lei nº 10.826/2003, arts. 12 e 16).

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Um jovem de 19 anos foi brutalmente assassinado na noite de quinta-feira (13/11), em Ribeirão das Neves. A vítima foi atingida por, pelo menos, dez disparos de arma de fogo. Até o momento, a Polícia Militar (PM) não prendeu nenhum suspeito.

A ocorrência foi registrada no bairro Cruzeiro após a PM ser acionada por populares. No local, a equipe encontrou o jovem já caído. O Serviço de Atendimento de Urgência Móvel (Samu) confirmou o óbito. O corpo, que apresentava dez perfurações, foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Belo Horizonte. A perícia técnica recolheu cinco cápsulas deflagradas de calibre .380 na cena do crime.

A investigação inicial foi auxiliada por câmeras de segurança de um estabelecimento vizinho. As imagens flagraram a chegada de duas motocicletas, cada uma com dois ocupantes, ao local. Os veículos foram identificados como uma Honda Titan vermelha e uma Yamaha Crosser, também vermelha.

Até o fechamento desta reportagem, os autores do homicídio permanecem desconhecidos e seu trajeto de fuga não foi identificado. O caso foi formalmente encaminhado e será investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais.

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