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Polícia

Uma jovem de 25 anos, moradora de Ribeirão das Neves, foi presa pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na noite desta terça-feira (18), na altura de Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ela transportava cerca de 20 quilos de maconha escondidos dentro de uma mala de viagem.

A abordagem ocorreu durante uma fiscalização de rotina da PRF no posto localizado na BR-381. A suspeita viajava como passageira em um veículo particular obtido por meio de um aplicativo de carona solidária.

Motorista e acompanhante liberados
O casal responsável pelo veículo declarou à polícia que não tinha conhecimento sobre o conteúdo transportado na bagagem da passageira. Após prestarem depoimento e serem ouvidos pelas autoridades, ambos foram liberados sem acusações.

De acordo com as investigações preliminares, a mulher viajou até o estado de São Paulo para recolher o carregamento de entorpecentes e tinha como missão fazer a entrega na cidade de Betim.

Motivação e apuração
Sem passagens anteriores pelo sistema penitenciário, a jovem relatou aos policiais que aceitou o transporte da droga em troca do pagamento de R$ 2 mil, quantia que seria utilizada para quitar dívidas pessoais e custear despesas dos filhos pequenos.

A mulher optou por não informar aos agentes a identidade de quem receberia a carga no município. Os materiais apreendidos e a investigada foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos cabíveis.

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Paola Stefany é acusada de dopar e esfaquear casal no Bairro São Pedro, em Belo Horizonte; empresário do Centro da capital teria permitido transações com as máquinas de cartão do seu restaurante após o crime.

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) denunciou a diarista Paola Stefany Neto Cirino, de 30 anos, pelo assassinato do casal de idosos ocorrido no dia 29 de junho, dentro do apartamento onde moravam no bairro São Pedro, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. O advogado Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e a empresária Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76, foram mortos a golpes de faca.

Além da diarista, o MPMG denunciou um homem de 41 anos, proprietário de um restaurante na Rua Carijós, no Centro da capital. Ele é acusado de furto mediante fraude por ceder as máquinas de cartão do seu estabelecimento para que a mulher movimentasse os valores das contas das vítimas após o duplo homicídio, dividindo o dinheiro com ela.

O crime e a tentativa de apagar vestígios
Segundo a denúncia do MPMG, assinada pelo promotor de Justiça Mauro Fonseca Ellovitch, a ação foi planejada. Paola levou para o imóvel comprimidos de clonazepam, que foram misturados em um suco servido aos idosos. Enquanto recolhia pertences da residência, o advogado acabou acordando e tentou reagir. A diarista então atacou o idoso com uma faca de cozinha e também tirou a vida da empresária.

Após o ataque, a mulher subtraiu joias, relógios, celulares, perfumes, bolsas, roupas, cartões bancários e mais de R$ 19 mil em espécie. Para dificultar o trabalho da perícia e ocultar provas, ela lavou a faca usada no crime, limpou vestígios no apartamento e descartou as roupas sujas de sangue.

Movimentações financeiras e fuga
Ao deixar o local do crime, a investigada seguiu para o Centro de Belo Horizonte, onde vendeu parte dos bens roubados em poucas horas. Ela tentou realizar uma transferência bancária no valor de R$ 5 mil, que acabou bloqueada por suspeita de fraude. Em seguida, contou com o apoio do dono do restaurante para passar os cartões das vítimas em suas maquininhas, registrando duas operações que somaram R$ 3,1 mil (uma de R$ 1,3 mil e outra de R$ 1,8 mil).

Com o dinheiro obtido, Paola comprou um novo celular, passou em sua residência, em Ribeirão das Neves, buscou o filho e seguiu para um hotel em Itabira. Ela foi localizada e presa pela Polícia Civil antes que conseguisse deixar o estado.

Acusações e desdobramentos
A denúncia do Ministério Público enquadra Paola Stefany nos crimes de dois latrocínios (roubo seguido de morte), fraude processual e furto mediante fraude. O comerciante responde por furto mediante fraude. O MPMG solicitou que a Justiça fixe um valor mínimo de reparação por danos morais e materiais aos familiares das vítimas.

A Polícia Civil e o Ministério Público mantêm apurações paralelas para identificar outras três pessoas suspeitas de terem receptado os objetos roubados do apartamento. Segundo o MPMG, não há indícios de que os compradores das mercadorias tenham participado das mortes.

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Uma grande ação de combate aos crimes de agiotagem e extorsão na Região Metropolitana de Belo Horizonte teve como um dos principais alvos o município de Ribeirão das Neves. A 2ª fase da Operação Bola de Neve, deflagrada nesta sexta-feira (24/07) pela Polícia Civil de Minas Gerais, resultou na prisão de dez suspeitos e no cumprimento de 20 mandados de busca e apreensão.

A investida policial apura a atuação de uma organização criminosa investigada por movimentar mais de R$ 500 mil com a concessão de empréstimos a juros abusivos. Os investigados utilizavam táticas violentas e ameaças diretas para coagir os devedores no município nevense e em cidades vizinhas.

Entre os detidos estão nove homens e uma mulher de 23 anos apontada pelas investigações como suposta "laranja" do esquema, além de um colombiano e um policial militar reformado de 58 anos, preso acompanhado de seus dois filhos. Durante as diligências na Grande BH, as equipes apreenderam duas armas de fogo, munições, dinheiro em espécie, computadores e celulares.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outras vítimas na região e capturar suspeitos que seguem foragidos.

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Uma operação da Polícia Militar Rodoviária (PMRv) interceptou, na manhã desta sexta-feira (24/07), um carregamento de armas e drogas que tinha como destino final o bairro Veneza, em Ribeirão das Neves. A apreensão ocorreu durante a fiscalização de um ônibus no Anel Rodoviário de Belo Horizonte, conforme apurado pelo portal Metrópoles.

Uma mulher de 34 anos foi presa em flagrante transportando duas barras de cloridrato de cocaína, seis pistolas Glock calibre 9 mm com numeração suprimida e 12 carregadores em sua bagagem. Segundo a PMRv, a suspeita confessou que faria a entrega da carga na capital mineira para que o material fosse repassado ao município nevense, recebendo R$ 700 pelo transporte.

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Um homem de 44 anos, condenado por um homicídio cometido dentro da cadeia pública de Rio Casca, na Zona da Mata mineira, foi preso em Ribeirão das Neves após permanecer foragido da Justiça por quase 19 anos. A captura foi realizada em uma ação conjunta do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG).

O crime ocorreu em 2007, quando a vítima, também detenta, foi brutalmente agredida por três presos com socos, chutes e choques elétricos. De acordo com as investigações, os autores ainda tentaram impedir os pedidos de socorro da vítima. O homem chegou a receber atendimento médico, mas morreu no dia seguinte em decorrência dos ferimentos.

O suspeito foi julgado em maio deste ano e condenado a 18 anos de prisão, em regime inicialmente fechado. Além da condenação pelo homicídio, ele já possuía antecedentes por crimes como latrocínio e feminicídio.

A prisão ocorreu em Ribeirão das Neves, onde o condenado foi localizado após trabalho integrado entre o MPMG e a Polícia Civil. Dos três condenados pelo assassinato, um continua foragido.

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Professores e estudantes do Campus Ribeirão das Neves do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG) manifestaram repúdio à atuação da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) durante uma ocorrência registrada na última sexta-feira (9). A ação aconteceu após a direção da instituição acionar a corporação diante de denúncias de que alunos estariam com bebidas alcoólicas nas mochilas.
Segundo um professor ouvido pela Itatiaia, que preferiu não se identificar, a entrada dos militares foi autorizada pela direção do campus. Durante a operação, policiais entraram nas salas de aula, revistaram mochilas e pertences dos estudantes e conduziram quatro alunos para o pátio da escola.
De acordo com o docente, a forma como a abordagem foi realizada causou constrangimento aos adolescentes, muitos deles menores de idade.

"Nós ficamos absolutamente contra a forma como a situação foi conduzida. Eram menores de idade sendo expostos, enquanto toda a escola assistia e apontava para eles", afirmou.

Após o episódio, professores divulgaram uma nota de repúdio, na qual defendem que o ambiente escolar deve priorizar medidas pedagógicas em vez de ações que possam criminalizar os estudantes.
No documento, os docentes ressaltam que adolescentes estão em processo de formação e que eventuais transgressões devem ser tratadas com diálogo, orientação, acolhimento e responsabilização, sem exposição pública ou intervenções consideradas incompatíveis com o ambiente educacional.
Até o momento, a direção do IFMG Campus Ribeirão das Neves e a Polícia Militar de Minas Gerais não haviam se manifestado oficialmente sobre o conteúdo da nota de repúdio e os procedimentos adotados durante a ocorrência.

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