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Polícia

A Polícia Civil de Minas Gerais, por meio da Delegacia de Polícia Civil de Ibiá, realizou na manhã desta quarta-feira (26) uma operação para investigar um suposto esquema de tráfico de pessoas, envolvendo a adoção ilegal de crianças.

Durante a ação, um casal, de 41 e 38 anos, foi preso em flagrante após buscar um bebê de apenas 11 dias de vida em um hospital de Belo Horizonte e trazê-lo para Ibiá, onde foram detidos.
De acordo com as investigações, a negociação da criança ocorreu por meio do aplicativo WhatsApp, prática que caracteriza a chamada “adoção à brasileira”, quando a guarda da criança é transferida sem seguir os trâmites legais. A mãe biológica, de 22 anos, foi localizada em Ribeirão das Neves e prestou depoimento à Polícia Civil.

Além do bebê, o casal estava com uma segunda criança, de seis anos de idade, que afirmaram ter adotado anteriormente. Ambas foram resgatadas e encaminhadas pelo Conselho Tutelar a um abrigo, onde permanecem sob proteção.

O casal foi levado à Delegacia de Polícia Civil de Ibiá, onde teve a prisão em flagrante formalizada. Após o interrogatório, os suspeitos foram transferidos para o Presídio de Araxá. As investigações continuam.

Fonte: Portal no Foco

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Stefanye Vitória Teixeira Ferreira, uma jovem de 13 anos, foi vista pela última vez no domingo (09) ao sair de sua casa no bairro Metropolitano, em Ribeirão das Neves, para se encontrar com uma amiga. A distância entre as residências era de apenas três quarteirões, mas Stefanye não chegou ao seu destino.
Diante do desaparecimento, a família de Stefanye mobilizou-se em busca de informações. Cartazes com a foto da adolescente foram espalhados pelo bairro,uma testemunha anônima telefonou dizendo que teria visto Stefanye sendo colocada em um carro prata.
Nesta terça-feira (11), o corpo de Stefanye foi encontrado pela Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) na Rua Henrique Sapori, no bairro San Genaro. As primeiras informações indicam que o corpo da jovem apresentava sinais de violência, confirmando a suspeita de homicídio.
As autoridades, incluindo militares do 40º Batalhão de Polícia Militar e a equipe do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), estão investigando o caso para esclarecer as circunstâncias da morte de Stefanye e identificar os responsáveis por esse crime brutal.
Um suspeito foi preso até o momento. Trata-se de um pastor do bairro Metropolitano, em Ribeirão das Neves, detido por policiais civis da Divisão de Desaparecidos do DHPP. A polícia continua a apurar o caso para determinar o envolvimento do suspeito e encontrar possíveis cúmplices.

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A jovem Bianca Larissa Vieira Caldeira, de 22 anos, foi formalmente indiciada pela Polícia Civil sob a suspeita de ter cometido o homicídio de seu namorado, Júnio Pereira Barbosa, de 27 anos. A morte ocorreu no dia 28 de dezembro do ano passado e é investigada como um caso de envenenamento seguido de asfixia.
O delegado Marcus Rios, da Delegacia de Homicídios de Ribeirão das Neves, informou que o inquérito policial foi concluído nesta semana, resultando no indiciamento de Bianca por homicídio qualificado - pelas qualificadoras de motivo fútil e envenenamento - ocultação de cadáver, fraude processual e incêndio do veículo da vítima.
No dia 27 de dezembro, ela teria oferecido uma pizza envenenada ao namorado. Na madrugada seguinte, após a vítima passar mal, ela o asfixiou até a morte. Posteriormente, enrolou o corpo em uma lona e um cobertor, ocultando-o até o momento em que tentaria enterrá-lo. Além disso, ela é acusada de incendiar o carro da vítima no Bairro Monte Verde.

Bianca Larissa Vieira Caldeira foi presa em flagrante pela Polícia Militar no dia 29 de dezembro de 2024, após confessar que matou o namorado no bairro Jardim Colonial. Sua prisão foi convertida de temporária para preventiva.

O relacionamento de seis anos entre eles era marcado por pressões da mulher para oficializar a união. Segundo o delegado Rios, a investigada submetia o namorado a agressões verbais e psicológicas, além de insistir no casamento. Apesar de ela mesma  ter arcado com os custos da cerimônia, Júnio Pereira Barbosa desistiu do casamento dez dias antes da data, embora tenha optado por manter o namoro.
As investigações sugerem que a motivação do crime foi a frustração de Bianca pela não concretização do casamento.
De acordo com o delegado Rios, a suspeita não apenas planejou e executou o crime, mas também tentou ocultar o corpo da vítima.
Há indícios de que a suspeita mantinha um relacionamento extraconjugal e teria buscado informações sobre como adquirir veneno. Entretanto,  a investigação apontou que o homem não tem nenhuma relação com a morte de Júnio.
A defesa da indiciada não foi localizada para comentar o caso.

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O jovem de 18 anos morreu afogado na tarde desta quinta-feira (6 de fevereiro) em uma lagoa localizada na Avenida Antônio Souza Glória, no bairro Belvedere. Ele estava com o irmão menor de idade e amigos no momento do acidente.
As testemunhas relataram que o jovem mergulhou na lagoa e, de repente, entrou em pânico, começando a se afogar. O irmão e amigos tentaram ajudá-lo, mas não conseguiram resgatá-lo a tempo.
O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 17h e iniciou as buscas. Após 15 minutos, o jovem foi localizado e retirado da água. Socorristas do Samu e do Corpo de Bombeiros tentaram reanimá-lo por cerca de 30 minutos, mas ele não respondeu aos estímulos. A médica do Samu confirmou o óbito no local.
A perícia da Polícia Civil foi acionada para investigar o caso. A dinâmica do afogamento ainda não foi divulgada e o corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) para determinar a causa da morte.

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Um homem, de 45 anos, foi assassinado com dois tiros no rosto na noite desta quarta-feira (6), no bairro Santa Fé. A Polícia Militar foi acionada para a ocorrência de homicídio na rua Edson Batista dos Santos. Quando a equipe chegou ao local, já encontrou a vítima caída e com o óbito constatado pelo Samu.
Testemunhas relataram que o homem andava pela rua quando dois indivíduos em uma moto se aproximaram, um deles desembarcou e efetuou disparos de arma de fogo contra a vítima. Após o crime, a dupla fugiu.


Familiares do homem morto foram ao local e afirmaram que ele era viciado em crack e que já teria trabalhado em um ponto de tráfico próximo ao local do crime. Eles também afirmaram que o gerente de tal ponto de droga, de 23 anos, era o suspeito do crime.
A perícia foi acionada e constatou dois disparos de arma de fogo na região do rosto da vítima. Seis cartuchos deflagrados de calibre .380 foram recolhidos do local.
De acordo com informações, há um tempo atrás, o ponto de drogas teve um prejuízo depois de um tempo, foi desativado e o gerente do tráfico passou a cobrar o valor da vítima. Os parentes do homem ainda afirmaram que ele ameaçou a vítima de morte caso ela não quitasse o valor.
A Polícia Militar foi até a casa do suspeito indicado, que já é conhecido no meio policial. O boletim de ocorrência narra que, ao abrir a porta, o suspeito disse “perdi, senhor”.


Durante conversa com os policiais, o suspeito assumiu ser o autor do crime e apontou que o homem executado tinha uma dívida com ele de R$ 800. Ele ainda afirmou que chegou a cobrá-lo anteriormente , mas que ele estava, aparentemente, sob efeitos de entorpecentes e o ameaçou com uma faca.
A arma usada no homicídio, o indivíduo que pilotava a motocicleta e o veículo não foram localizados. O suspeito do assassinato, foi encaminhado para a delegacia.

 

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Uma investigação da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) revelou um esquema de sonegação fiscal que causou um prejuízo milionário aos cofres públicos. Seis pessoas, residentes em Ribeirão das Neves, foram indiciadas por crimes tributários, incluindo sonegação fiscal, associação criminosa e uso de documento falso.


As investigações, que se iniciaram em 2020, apontam que o grupo atuava em um esquema de fraudes tributárias com empresas localizadas no Distrito Industrial João de Almeida, em Ribeirão das Neves, e também em Belo Horizonte. Os investigados utilizavam falsificação de assinaturas e fraudes em processos administrativos para conseguir parcelamentos tributários vantajosos de forma irregular.


De acordo com a PCMG, o esquema causou um prejuízo milionário aos cofres públicos. No entanto, os valores exatos não foram informados. A investigação continua para apurar a extensão total do prejuízo.
Durante a operação, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão. A PCMG apreendeu celulares, notebooks, HDs externos, pen drives, cartões bancários, cheques e diversos documentos que serão analisados para fortalecer as investigações. Um carro registrado em nome de um dos investigados também foi recolhido e será colocado à disposição da Justiça.


Os investigados foram indiciados pelos crimes de sonegação fiscal, associação criminosa e uso de documento falso. As investigações agora se concentram na análise do material apreendido e na obtenção de novas provas que possam levar à identificação de outros envolvidos no esquema.

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