All for Joomla All for Webmasters

Polícia

A cidade de Ribeirão das Neves foi um dos focos de atuação da Operação Baco, uma grande ação integrada entre 12 instituições estaduais e federais de Minas Gerais, que combateu o contrabando, a adulteração e a falsificação de bebidas alcoólicas.

A operação, que mobilizou 793 agentes entre 9 de outubro e 19 de novembro, teve reflexos diretos no município. Ribeirão das Neves foi listada entre as cidades onde ocorreram prisões em flagrante relacionadas a fraudes de bebidas.

No total, foram 18 prisões em flagrante em todo o estado, com Neves se juntando a Belo Horizonte, Betim, São José da Lapa e outras cidades na lista de locais onde a Polícia Civil e demais forças de segurança atuaram.

A ação visa não apenas coibir crimes fiscais e de propriedade industrial, mas principalmente proteger a população dos riscos de saúde pública.

"A fraude em bebida [...] tem uma questão muito séria de saúde pública, igual nós vimos em outros lugares acontecendo, até mesmo com substâncias altamente letais," alertou a delegada Elyenni Célida.

Como resultado da Operação Baco em Minas Gerais, foram apreendidos mais de 182 mil litros e 3,9 mil unidades de produtos impróprios para consumo. A Polícia Civil instaurou 17 inquéritos relacionados às fraudes de bebidas no mesmo período.

A presença de Ribeirão das Neves na lista das cidades com prisões em flagrante reforça a atuação das forças de segurança para garantir o controle e a segurança dos produtos consumidos pela população local.

0
0
0
s2smodern

Mulher de 40 anos foi presa em 29 de outubro, mas a família só soube do paradeiro após registrar um boletim de ocorrência de desaparecimento em Ribeirão das Neves.

De acordo com o G1, uma mulher de 40 anos identificada como Josiane Maria Faustino de Jesus foi dada como desaparecida pela própria família em 5 de novembro. No entanto, após iniciar uma investigação para encontrar a mulher, a polícia descobriu que Josiane de Jesus está presa desde 29 de outubro.
Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), a suspeita preferiu não comunicar à família sobre a prisão, e avisou apenas para um amigo.

Josiane está presa no Presídio José Abranches Gonçalves, em Ribeirão das Neves, na Grande BH, pelos crimes de ameaça e coação, conforme informou a instituição.

Quem registrou o desaparecimento da mulher, no último dia 5, foi a filha dela, uma jovem de 20 anos. Segundo o histórico da ocorrência, a família não conseguia contato com Josiane desde 27 de outubro. Naquela data, a mulher se mudou de casa por conta do término de um relacionamento e informou que passaria a morar no bairro Venda Nova, em Belo Horizonte.

Em nota de atualização, a Polícia Civil esclareceu que a falta de comunicação com a família se deu por uma escolha da própria investigada no momento da prisão.
"A PCMG esclarece que, no ato de sua prisão, a investigada teve seu direito constitucional assegurado de comunicar o fato à família, e optou por fazê-lo a amigo sob a alegação de não possuir familiares próximos," informou.
Nesta terça-feira (11), a Polícia Civil registrou a ocorrência de pessoa localizada, e encerrou o caso de desaparecimento após confirmar que Josiane se encontra no sistema prisional.

0
0
0
s2smodern

Criança de 5 meses teve ferimentos na cabeça e no tórax; mãe apresentava sinais de embriaguez e uso de drogas

Uma mulher de 39 anos foi presa na manhã deste domingo (9/11) após agredir os próprios filhos e arremessar ao chão o bebê de 5 meses, no Centro de Ribeirão das Neves.
De acordo com o boletim de ocorrência, o caso começou quando vizinhos viram a mulher abandonar dois filhos, de 8 e 2 anos, na rua, após agredir o mais velho com tapas.
Testemunhas informaram à Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) que ela apresentava olhos vermelhos, hálito etílico, fala desconexa e andar cambaleante, além de sinais de uso de entorpecentes, como pupilas dilatadas e comportamento eufórico.
No local, os vizinhos relataram que a mulher arremessou o bebê ao solo, provocando lesões na cabeça, no rosto e no tórax da criança. A bebê foi socorrida por militares do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais e levada primeiro ao Hospital São Judas Tadeu, sendo depois transferida para a UPA Acrízio Menezes, em Justinópolis, onde permanece em observação médica.
Ainda conforme a PMMG, a mulher tentou novamente jogar a criança ao chão diante dos militares, mas foi impedida e contida por uma policial, que segurou o bebê nos braços. A suspeita precisou ser algemada para garantir a segurança da criança.
O Conselho Tutelar acompanhou a ocorrência e confirmou que a mulher já era monitorada pelo órgão devido ao uso abusivo de álcool e drogas. As outras duas crianças ficaram sob responsabilidade dos pais.

0
0
0
s2smodern

A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) anunciou a prisão do segundo suspeito de envolvimento no ataque a tiros que vitimou a menina Ágata Yasmin Moreira de Paula, de 9 anos, em Ribeirão das Neves. O crime, que ocorreu no dia 7 de setembro em um bar na Rua Gilberto Nunes de Oliveira, no bairro Bom Jesus, deixou ainda três mulheres feridas.

O suspeito, um homem de 30 anos, foi detido na noite desta quinta-feira (6) em um condomínio no bairro Luxemburgo, em Santa Luzia, na Grande BH. A PM o identifica como o motorista do carro usado na ação criminosa e informa que ele possui histórico por porte ilegal de arma de fogo.

Durante a operação policial, o veículo utilizado no ataque, um Palio cinza, foi apreendido, junto com dois celulares. Segundo a PM, a mãe do suspeito revelou que a família planejava se mudar devido à repercussão do caso.

Outro Envolvido Já Estava Preso

O homem apontado como o atirador, de 22 anos, que desceu do carro e disparou contra o grupo, já havia sido detido na última terça-feira (4), na cidade de Nanuque, no Vale do Mucuri.

Vítimas de Ribeirão das Neves

A pequena Ágata Yasmin foi atingida no tórax e veio a falecer durante o atendimento médico na UPA Ressaca. As outras três vítimas baleadas são parentes da criança, com idades de 23, 26 e 45 anos. Elas sofreram ferimentos em diferentes partes do corpo e, em um dos casos, foi necessária a transferência para o Hospital Odilon Behrens, em Belo Horizonte.

A Polícia Civil, responsável pela investigação, indicou que a motivação do ataque foi um desentendimento fútil. O crime teria origem em uma briga entre mulheres da família e uma adolescente de 16 anos, irmã do atirador, que as acusava de furtarem um celular e peças íntimas.

O caso segue em investigação na 10ª Delegacia de Polícia de Homicídios de Ribeirão das Neves.

0
0
0
s2smodern

Um homem de 27 anos, que havia acabado de ser liberado da Penitenciária Público-Privada (PPP) de Ribeirão das Neves para a saída temporária, foi alvo de uma tentativa de homicídio nesta quinta-feira (6).
A ação aconteceu logo após ele deixar o complexo prisional. O detento foi buscado pela esposa, mãe e filha em um carro de aplicativo, com destino a Nova Serrana.
Poucos minutos após iniciar a viagem pela estrada de acesso à BR-040, o veículo foi fechado por um Renault Sandero prata.

Segundo relatos à Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), um homem encapuzado desceu do Sandero e efetuou vários disparos. A tragédia foi evitada por uma manobra rápida do motorista de aplicativo, que conseguiu retornar imediatamente ao complexo prisional de Ribeirão das Neves.
O detento e a esposa foram atingidos pelos tiros, mas socorridos por uma viatura da Polícia Penal e levados ao Hospital São Judas Tadeu, onde receberam atendimento e tiveram alta médica no mesmo dia.

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) realizou a perícia no local, recolhendo dez cápsulas deflagradas. As investigações apontam que o veículo dos atiradores utilizava placa clonada.

O preso, que cumpre pena por tráfico de drogas e possui um histórico de mais de 30 passagens policiais por crimes como porte ilegal de arma, receptação, ameaça e lesão corporal, afirmou não saber o motivo do ataque. Esta era a primeira vez que ele usufruía do benefício da saída temporária.
O caso está sendo investigado como tentativa de homicídio e a principal linha de apuração é um possível acerto de contas.

0
0
0
s2smodern

Três pessoas foram presas pela Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) suspeitas de envolvimento no incêndio a um ônibus no bairro Nova York, na Região de Venda Nova, em Belo Horizonte. A prisão, realizada pela equipe do Batalhão de Rondas Táticas Metropolitanas (Rotam), ocorreu em uma casa de festas na cidade de Ribeirão das Neves.

Entre os detidos, estão dois homens, de 26 e 20 anos, apontados pela PMMG como supostos autores do ataque ao veículo de transporte coletivo. Ambos estavam armados e possuem passagens anteriores por tráfico de drogas e roubos; o mais velho também já foi autuado por homicídio.
A terceira pessoa presa é uma mulher, de 22 anos, sem histórico criminal. Ela foi encontrada portando uma arma calibre .38.
Na versão dos suspeitos em uma entrevista da Rádio Itatiaia, os suspeitos negaram qualquer participação no incêndio do coletivo.
"É sacanagem tirar o ônibus da galera, ainda mais das pessoas que usam para trabalhar. Alguns policiais recebem informações erradas e, como a gente tem certos BOs, acaba caindo sobre a gente. Os ônibus têm câmeras de segurança e vamos provar que não foi nenhum de nós”, afirmou um dos detidos.

0
0
0
s2smodern

Os artigos publicados são de inteira responsabilidade de seus autores. As opiniões neles emitidas não exprimem, necessariamente, o ponto de vista do RibeiraoDasNeves.net.

bg contorno