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Economia

O mix de conveniência, a busca por locais mais arejados e a reabertura dos setores de comércio e serviços têm impulsionado os street malls. A My Mall, empresa consolidada no mercado de desenvolvimento de áreas comerciais e de entretenimento fundada em 2012, está investindo R$ 8 milhões para inaugurar o 10º empreendimento da empresa, dessa vez na região de Justinópolis, em Ribeirão das Neves.

O empreendimento contará com 26 lojas, sendo três âncoras, incluindo um posto de combustíveis. "Esse é o primeiro empreendimento da My Mall com posto de combustíveis, o que, sem dúvida, além de agregar valor e serviços aos clientes, fomenta o fluxo de pessoas no local", afirma Leonardo Gomes, supervisor comercial da My Mall. O posto será inaugurado neste mês, enquanto todo o complexo tem previsão para o fim de 2021.

Com uma área de aproximadamente 5,4 mil metros quadrados e cerca de 2 mil metros quadrados de Área Bruta Locável (ABL), o empreendimento terá aproximadamente 40 vagas de estacionamento, um diferencial na região. As lojas têm a partir de 31m² e podem superar os 500m². 

A localização do My Mall Justinópolis, segundo os empreendedores, é estratégica, uma vez que o empreendimento está na principal avenida da região: Denise Cristina da Rocha com frente também para a avenida Castelo Branco. Além disso, está ao lado de uma unidade do Supermercados BH e próximo a diversos serviços de Ribeirão das Neves, como a subprefeitura da cidade (regional Justinópolis) e o shopping Justinópolis. "Acreditamos que o empreendimento será um ponto de referência para a região e terá opções de lazer e consumo com comodidade e segurança para os clientes", declarou Gomes.

Inspirados em um modelo norte-americano, os street malls são shoppings de bairro a céu aberto, considerados uma evolução do tradicional comércio de rua. Entre os diferenciais do My Mall Justinópolis, estão lojas com pé-direito duplo, projeto paisagístico e design moderno, disposição para vitrine em vidro, wi-fi nas áreas comuns, área de convivência, iluminação em LED e amplo estacionamento. "O objetivo do empreendimento é reunir, em um só lugar, praticidade, segurança, agilidade e conforto aos clientes. Os street malls são mais acessíveis, menores e mais práticos que grandes shopping centers, representando uma alternativa de compra menos burocrática para as pessoas e uma boa opção para investidores do mercado imobiliário."

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A Câmara de Dirigentes Lojistas de Ribeirão das Neves (CDL Neves) se pronunciou, nesta quarta-feira (1º), em relação aos decretos municipais que restringem o funcionamento dos estabelecimentos comerciais em Ribeirão das Neves. No último decreto, em vigor desde terça-feira (30), a Prefeitura ordenou a regressão para a fase de controle, onde estão autorizados a funcionar apenas os estabelecimentos que comercializam serviços e produtos considerados essenciais.

De acordo com Carlos Antônio Corrêa, presidente da CDL Neves, a entidade recebeu com grande preocupação a notícia da regressão de fase de abertura do comércio por entender que as empresas ainda não conseguiram se recuperar financeiramente de outros decretos de fechamento e lutam para manter o funcionamento a continuidade de suas atividades e os postos de trabalhos.

"É preocupante que várias empresas já estão fechando e outros setores que ficarão fechados por mais 15 dias vão ter uma queda expressiva no faturamento. O setor de comércio e serviços responde por 85% dos empregos na nossa cidade", disse Carlos Antônio.

Segundo o presidente da entidade, a CDL tem feito ações para que as empresas consigam ficar de pé nesse período. "Nesta semana começamos a operar juntamente com o BDMG o PRONAMPE, cujas linhas de financiamento possuem juros nunca vistos e operados no Brasil", revelou.

A CDL esclareceu ainda que, mesmo discordando da decisão tomada pela Prefeitura, não existe qualquer orientação da entidade para que seus associados desrespeitem o decreto que determinou o novo fechamento.

Comerciantes também reclamam

Os decretos têm incomodado os comerciantes que atuam na cidade. Muitos questionam a diferença de tratamento entre grandes e pequenos empresários, como Roberto Barcelos, que atua no setor de roupas e calçados há décadas. "As pessoas não entram em contato com o vírus apenas nos pequenos comércios. Assim como o consumidor entra em contato com uma blusa ou uma calça na loja de roupas, ele toca vários produtos no supermercado, por exemplo, e coloca de volta alguns itens para a prateleira", comparou.

Para o empresário, a solução passa por conscientizar a população, e não por penalizar os pequenos. "Há 15 dias foi feito o decreto proibindo calçados e roupas, e não resolveu nada. Se fechar comércio adiantasse, Belo Horizonte, que está ‘fechada’ há 100 dias, já teria resolvido o problema”. Roberto também cobrou da própria CDL uma atitude mais enérgica na defesa dos interesses do pequeno comerciante. “Não é só os pequenos que tem que pagar a conta. Se for pra fechar, fecha pra todos. A CDL tem que sair do muro e ficar do lado do comerciante", finalizou.

Quem também se manifestou foi Leandro Gomes, empresário que atua na região do Veneza. Ele também afirma que o comércio em geral vem sofrendo muito com a pandemia. "Desde o início dessa fase eu já precisei demitir funcionários, renegociar dívidas e aluguel, dentre outras coisas, mas chega uma hora que ninguém consegue mais ter fôlego", destacou.

Leandro também apontou o que considera o maior incômodo da classe com a condução do enfrentamento ao coronavírus no município. "O grande problema que eu percebi foi a falta de critério claro e diálogo que não temos com a prefeitura, tem decreto que abriu quase tudo e deixou poucos de fora e a explicação não convence, é muito subjetivo essa questão de o que é essencial, precisamos entender que essencial é aquilo de onde você tira o sustento de sua família e que você sobrevive", finalizou.

 

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Se antes da pandemia a economia brasileira já não era das melhores, o Coronavírus trouxe ainda mais incertezas e aprofundou a crise no país. Em Ribeirão das Neves, pesquisas indicam que a situação econômica, especialmente no que tange inflação e desemprego, também são preocupantes. O tema foi discutido nessa terça-feira (2) numa live com o professor Márcio Rosa Portes e o diretor da Neves Consultoria Jr, Júnio Cruz.

Com relação à inflação, uma pesquisa feita pelo campus Ribeirão das Neves do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG), coordenada pela professora Maria das Graças de Oliveira, mostrou que o índice médio apurado no município, no período entre novembro de 2019 e fevereiro de 2020, foi de 16%. No Brasil, o IPCA, índice que mede a inflação, foi de apenas 2,13% no mesmo período. Além disso, a pesquisa mostrou ainda que dentro do próprio município o índice varia bastante: -1% na região Central, 20% em Justinópolis, e 18% no distrito do Veneza.

Segundo o professor Márcio, a diferença percebida entre as regiões do município se deve à questão da oferta e demanda. "Existe uma baixa oferta. No Veneza, não temos oferta variada de supermercados. Se melhorar a competição entre as empresas, o preço tende a cair", explicou. Em Justinópolis, segundo o professor, o fenômeno é a proximidade da capital que faz a diferença. "É muito comum o morador de BH comprar na cidade vizinha. O maior poder aquisitivo desse público faz o comerciante elevar seus preços", acrescentou. "No centro você tem a maior oferta e os preços caem", finalizou.

A pesquisa também coletou o preço médio da cesta básica em R$ 367,88 no município. Novamente, existem variações, sendo as mais caras em Justinópolis (R$ 389,40) e Veneza (R$ 375,46), e a mais barata na região Central (R$ 341,56). A título de comparação, o Dieese registrou, em fevereiro deste ano, o gastou mensal de R$ 459,10 em Belo Horizonte.

Desemprego

A pesquisa do desemprego nasceu a partir de um trabalho de conclusão de curso de uma moradora de Justinópolis, Dina Costa, em um curso de gestão pública. Ela foi feita com base num universo de 328 entrevistados, sendo 50% da região Central 37% de Justinópolis e 13% do Veneza.

No quesito ocupação, 24% das pessoas se declararam desempregados, 22% empregados da iniciativa privada e 18% do setor público. Empreendedores e empresários somaram 11%, mesmo percentual de estudantes. Dos ocupados, 64% afirmaram exercer suas atividades na cidade e 36% em outros municípios. "Se considerarmos que Ribeirão das Neves tem aproximadamente 200 mil habitantes na população economicamente ativa, o percentual corresponde a 48 mil pessoas desempregadas", alertou o professor Márcio.

A taxa de desemprego do Brasil subiu para 12,6% no trimestre encerrado em abril, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (PNAD Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ou seja, o desemprego em Ribeirão das Neves é, conforme aponta a pesquisa, praticamente o dobro do índice verificado no país.

Para Dina, responsável pela condução da pesquisa, a explicação de tal diferença pode ter resposta na escolaridade média da população nevense. "Baixa escolaridade é igual a alto desemprego, o que indica que a cidade carece de treinamento profissional para dirimir essa diferença entre as taxas", avaliou.

O bate papo sobre inflação e desemprego está disponível no Facebook e no Youtube. Veja abaixo:

 

 

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Ribeirão das Neves fechou 296 vagas de emprego com carteira assinada de janeiro até abril deste ano, conforme dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados nesta quarta-feira (27) pelo Ministério da Economia. 

O desempenho, segundo a pasta, é reflexo da crise do Coronavírus, que provocou a paralisação de diversos setores da economia no país. A título de comparação, no ano passado, o município havia registrado um saldo positivo de 235 postos de trabalhos gerados ao longo de 2019.

O resultado do emprego formal é a diferença entre contratações e demissões. O estoque de empregos no município no início de 2020 era de 23.585 postos de trabalho.

Janeiro: 95 vagas criadas
Fevereiro: 126 vagas criadas
Março: 183 vagas fechadas
Abril: 334 vagas fechadas

Saldo: -296 vagas

 

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A Prefeitura de Ribeirão das Neves decidiu, neste momento de enfrentamento à pandemia do Coronavírus, cancelar o IPTU Premiado neste ano. O anúncio foi feito pelo prefeito Junynho Martins (DEM) pelas redes sociais.

De acordo com o chefe do Poder Executivo, os recursos previstos para aquisição dos prêmios serão destinados à saúde para a compra de insumos, EPI’s e equipamentos hospitalares. "Dessa forma, neste ano não haverá o tradicional sorteio de prêmios. Momento de união e compreensão para vencer a guerra contra a Covid-19", disse.

A administração municipal já havia prorrogado o pagamento da primeira parcela do IPTU, que poderá ser feito até o dia 16 de novembro. O desconto de 10% para o pagamento integral ser feito até a data de 15 de maio, que é o vencimento da segunda parcela. "Passando a pandemia, é importante, assim que você puder, estar em dia com o IPTU, que é o recurso que eu vou estar usando para continuar fazendo obras para melhorar a qualidade de vida dos nossos munícipes", finalizou.

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A Prefeitura de Ribeirão das Neves publicou, em janeiro, no Diário Oficial dos Municípios Mineiros (DOMM), a Lei nº 4.067/2020 com estimativa do Orçamento Fiscal para o exercício de 2020, último ano de mandato do prefeito Junynho Martins (PSC).

De acordo com o texto, o município deve arrecadar R$740.118.324,84 de janeiro a dezembro deste ano. As despesas também foram fixadas em igual valor.

O montante é bem próximo ao previsto no exercício anterior, quando o orçamento foi estimado em R$ 736 milhões para o ano de 2019.

A Lei prevê ainda que o prefeito Junynho Martins (PSC) poderá abrir créditos suplementares até o limite de 15% da despesa fixada neste ano. Em 2019, esse limite foi de 20%.

Trecho da Lei nº 4.067/2020
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Os artigos publicados são de inteira responsabilidade de seus autores. As opiniões neles emitidas não exprimem, necessariamente, o ponto de vista do RibeiraoDasNeves.net.

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