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Professores e estudantes do Campus Ribeirão das Neves do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG) manifestaram repúdio à atuação da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) durante uma ocorrência registrada na última sexta-feira (9). A ação aconteceu após a direção da instituição acionar a corporação diante de denúncias de que alunos estariam com bebidas alcoólicas nas mochilas.
Segundo um professor ouvido pela Itatiaia, que preferiu não se identificar, a entrada dos militares foi autorizada pela direção do campus. Durante a operação, policiais entraram nas salas de aula, revistaram mochilas e pertences dos estudantes e conduziram quatro alunos para o pátio da escola.
De acordo com o docente, a forma como a abordagem foi realizada causou constrangimento aos adolescentes, muitos deles menores de idade.

"Nós ficamos absolutamente contra a forma como a situação foi conduzida. Eram menores de idade sendo expostos, enquanto toda a escola assistia e apontava para eles", afirmou.

Após o episódio, professores divulgaram uma nota de repúdio, na qual defendem que o ambiente escolar deve priorizar medidas pedagógicas em vez de ações que possam criminalizar os estudantes.
No documento, os docentes ressaltam que adolescentes estão em processo de formação e que eventuais transgressões devem ser tratadas com diálogo, orientação, acolhimento e responsabilização, sem exposição pública ou intervenções consideradas incompatíveis com o ambiente educacional.
Até o momento, a direção do IFMG Campus Ribeirão das Neves e a Polícia Militar de Minas Gerais não haviam se manifestado oficialmente sobre o conteúdo da nota de repúdio e os procedimentos adotados durante a ocorrência.

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A atuação de organizações de agiotagem formadas por brasileiros e colombianos tem mobilizado as autoridades na Região Metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com a Polícia Civil, além da cobrança de juros abusivos, as redes criminosas recorrem a ameaças, espancamentos, tortura e intimidação contra devedores em atraso.

Os levantamentos apontam que os suspeitos costumavam registrar as agressões em vídeo, compartilhando as imagens para disseminar o medo e coagir outros clientes inadimplentes. Em operação recente realizada na Grande BH, as forças de segurança prenderam 14 integrantes do esquema, incluindo cidadãos nacionais e estrangeiros.

Especialistas alertam que o recurso ao mercado ilegal de crédito costuma ocorrer quando as alternativas financeiras formais já se esgotaram. Como a prática de agiotagem configura crime, a Polícia Civil reforça a importância de que os lesados denunciem os casos, permitindo o avanço dos inquéritos e o desmonte de novas células criminosas.

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Irmã da vítima relatou ter visto a cunhada entregar uma arma a um desconhecido após os disparos

Um homem de 34 anos foi morto a tiros na madrugada desta sexta-feira (10/7), no Bairro Belo Vale, em Ribeirão das Neves.
Segundo a Polícia Militar, o crime ocorreu por volta das 0h20, na Avenida Vinte e Um de Abril. A irmã da vítima, de 38 anos, contou aos policiais que ouviu diversos disparos de arma de fogo e, em seguida, percebeu pessoas correndo em direção a um beco. Ao sair de casa, encontrou o irmão caído na rua.

Ainda conforme o relato da mulher, ela viu a namorada da vítima entregando uma arma para uma pessoa desconhecida. A testemunha afirmou ainda que a companheira do irmão é envolvida com o tráfico de drogas em outro aglomerado da região.
De acordo com a PM, o homem já havia sobrevivido a uma tentativa de homicídio anteriormente. Durante os levantamentos, os militares localizaram um veículo abandonado em uma área de mata nos fundos da rua onde ocorreu o assassinato.

Pouco depois, uma equipe abordou um homem que conduzia uma motocicleta em uma estrada de terra próxima ao local. Aos policiais, ele afirmou que havia recebido mensagens para buscar os suspeitos do crime nesta mata e levá-los até o Bairro São Judas Tadeu.

A perícia da Polícia Civil constatou que a vítima foi atingida por três disparos no tórax e por vários tiros na cabeça e no rosto. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML), e a motocicleta foi apreendida.

A ocorrência não informa se o motociclista foi preso. O caso será investigado pela Polícia Civil.

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O filho de 6 anos de Paola Stephanie Neto Cirino, de 30 anos, diarista presa pelo assassinato de um casal de idosos em Belo Horizonte, passará por tratamento e acompanhamento psicológico. A informação foi confirmada por familiares da criança, que ressaltaram que, apesar do forte abalo e da complexidade da situação, o menino está sob os cuidados da família e passa bem.
A criança estava com a mãe em um quarto de hotel quando os policiais civis efetuaram a prisão da investigada. Diante do cenário hostil e do impacto emocional sofrido pelo menor, parentes decidiram agir rapidamente para iniciar o suporte profissional de saúde mental.

Paola Stephanie foi detida sob a suspeita de matar a facadas o advogado Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e a empresária Maria Clotilde Moreira Maciel, de 76, dentro do apartamento onde as vítimas moravam, no bairro Santo Agostinho, região Centro-Sul de Belo Horizonte.
Em conversas informais com as autoridades logo após ser capturada, a diarista alegou ter agido sob um "surto psicótico" e afirmou que ouvia vozes que a orientavam a cometer o crime. Contudo, em depoimento formal durante o auto de prisão em flagrante, ela optou por permanecer em silêncio por orientação de sua defesa.
A Polícia Civil descobriu que a investigada permaneceu cerca de oito horas no apartamento do casal, de onde levou relógios, bolsas e celulares, posteriormente vendidos por R$ 3 mil. A perícia técnica da polícia confirmou, ainda, que as vítimas haviam sido dopadas com clonazepam antes do ataque fatal. A defesa da suspeita informou que aguardará o avanço do processo para apresentar formalmente as teses defensivas perante o Judiciário.

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Uma grande operação da Polícia Civil de Minas Gerais desarticulou uma organização criminosa com forte atuação no tráfico de drogas e lavagem de dinheiro na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
A ação teve como um dos focos principais o município de Ribeirão das Neves, onde os líderes do grupo concentravam o controle da distribuição de entorpecentes, além de Belo Horizonte, Betim, Contagem e Santa Luzia.
No total, a Justiça determinou o bloqueio de mais de R$ 7,7 milhões em bens e contas bancárias ligadas aos suspeitos.

Os irmãos Thiago da Silva Cabral e Paulo Henrique da Silva foram presos e apontados pelas investigações como os chefes do esquema.
Segundo a polícia, a dupla comandava diretamente as atividades ilícitas em Ribeirão das Neves e na região Norte da capital, utilizando o lucro do tráfico para financiar uma vida de ostentação.
Os suspeitos agiam como influenciadores digitais nas redes sociais, exibindo carros de luxo, viagens e maços de dinheiro. Essa exposição chamou a atenção das autoridades, que iniciaram uma investigação de três meses.
De acordo com o delegado Domiciano Monteiro, os irmãos utilizavam uma rede de laranjas — incluindo familiares e companheiras — e empresas de fachada para lavar o dinheiro de origem criminosa. Cerca de 20 pessoas são investigadas por participação no esquema.
Além do tráfico, a organização é suspeita de praticar agiotagem e extorsão na região. Mensagens interceptadas revelaram cobranças de juros abusivos e ameaças. Diversos veículos apreendidos pertenciam a vítimas que entregaram os bens por não conseguirem quitar as dívidas com os criminosos.
A ofensiva mobilizou 60 policiais civis e contou com o apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e de aeronaves.
Foram apreendidos seis carros de luxo, uma moto e duas motos aquáticas.
Os líderes presos já tinham um extenso histórico criminal, com passagens por homicídio, roubo, receptação, porte ilegal de arma e sequestro.

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A diarista Paola Stefany Neto Cirino, de 30 anos, deu entrada no Presídio José Abranches Gonçalves, em Ribeirão das Neves, nesta quinta-feira (2). Ela é suspeita de dopar, roubar e matar o advogado Cláudio Atala Inácio e a esposa, Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, na última segunda-feira (29).

A mulher foi presa na noite de quarta-feira (1º), em Itabira, na Região Central de Minas Gerais, após investigações da Polícia Civil.

Segundo a apuração, o crime ocorreu no apartamento do casal, no bairro São Pedro, em Belo Horizonte. A suspeita estava no primeiro dia de trabalho como diarista, após ter sido indicada por um familiar de uma das vítimas.

De acordo com a investigação, ela matou o casal com cerca de 50 facadas, tomou banho no imóvel, vestiu roupas da vítima e deixou o local levando joias, relógios e outros bens, que teriam sido negociados posteriormente no Centro da capital.

A suspeita permanece presa em Ribeirão das Neves e deve passar por audiência de custódia nesta sexta-feira (3), quando a Justiça decidirá sobre a manutenção da prisão.

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Um jovem de 26 anos sobreviveu a uma tentativa de homicídio na noite dessa quinta-feira (2/7), no bairro Jardim de Alá, em Ribeirão das Neves. A vítima caminhava acompanhada da mãe, de 46 anos, pela Avenida Ouro Verde, quando foi surpreendida pelo atirador.

Segundo o boletim de ocorrência da Polícia Militar, um motociclista se aproximou da dupla, desembarcou do veículo e disparou diversas vezes contra o homem, fugindo logo em seguida.

A vítima foi atingida por seis projéteis, que perfuraram o braço, a perna, as costas e o abdômen. O primeiro atendimento de emergência foi realizado na UPA Justinópolis, em Ribeirão das Neves. Devido à gravidade das lesões, o paciente precisou ser transferido para o Hospital Risoleta Tolentino Neves, na capital mineira, onde permanece sob cuidados médicos.

Em depoimento aos militares, o jovem afirmou não ter reconhecido o executor, mas apontou que possui desavenças antigas com um traficante do Aglomerado da Mina, localizado no bairro Sônia, também em Ribeirão das Neves.

A PM montou uma operação de rastreamento por toda a região e recolheu imagens de circuitos de segurança de comércios locais para tentar identificar a rota de fuga do criminoso. Até o momento, nenhum suspeito foi preso. O caso segue sob investigação da Polícia Civil do município.

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Uma operação da Polícia Militar resultou na prisão de um homem suspeito de tráfico de drogas em Justinópolis, distrito de Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Com ele, os militares apreenderam mais de mil comprimidos de ecstasy, uma barra de maconha, além de uma balança de precisão e um aparelho celular.

A ocorrência teve início após denúncias apontarem que o suspeito teria recebido uma grande quantidade de entorpecentes. Durante as diligências, os policiais localizaram o homem e realizaram a abordagem. Segundo a PM, o material apreendido reforça a suspeita de que a droga seria destinada à comercialização na região.

De acordo com as informações divulgadas, o suspeito possui antecedentes por roubo e posse ilegal de arma de fogo. Durante a ação, ele teria admitido aos militares que havia mais drogas armazenadas em sua residência, o que levou à continuidade das buscas e à apreensão dos entorpecentes.

Apreensão chama atenção pelo volume

A quantidade de ecstasy encontrada é considerada expressiva para uma única ocorrência em Ribeirão das Neves. O ecstasy é uma droga sintética frequentemente associada ao tráfico em festas e eventos, e apreensões desse porte costumam indicar uma estrutura de distribuição mais ampla do que a venda direta ao consumidor.

Além dos comprimidos, a apreensão de uma barra de maconha e de uma balança de precisão reforça a hipótese de que o imóvel era utilizado para armazenamento e preparação dos entorpecentes para comercialização.

O suspeito foi encaminhado à delegacia juntamente com todo o material apreendido. A investigação seguirá para identificar a origem da droga e verificar se há outros envolvidos no esquema de distribuição.

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Investigado é suspeito de invadir a casa da vítima durante a madrugada e cometer violência doméstica e sexual em Ribeirão das Neves

Um homem de 28 anos foi preso preventivamente suspeito de descumprir medida protetiva contra a ex-companheira, de 29 anos, em Ribeirão das Neves.
O mandado de prisão foi cumprido pela Polícia Civil de Minas Gerais na segunda-feira (15), e o inquérito foi concluído na quinta-feira (18).

A investigação foi conduzida pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher em Ribeirão das Neves, após denúncias apresentadas pela vítima. Segundo a Polícia Civil, ela relatou que o ex-companheiro entrava na casa dela durante a madrugada, mesmo com a medida protetiva em vigor, e cometia agressões e violência sexual.

De acordo com o relato da mulher aos investigadores, as violações ocorriam em mais de uma ocasião e estariam relacionadas ao fato de o suspeito não aceitar o fim do relacionamento. O homem foi ouvido durante a apuração e negou as acusações.

A Polícia Civil também colheu o depoimento de uma prima da vítima. Conforme a investigação, a testemunha afirmou que recebeu ligações da mulher chorando e relatando episódios de violência verbal e sexual praticados pelo ex-companheiro.

Com base nos elementos reunidos, o suspeito foi indiciado por crimes relacionados à violência doméstica e familiar. A prisão preventiva foi solicitada durante a apuração e cumprida antes da conclusão do inquérito. O procedimento será encaminhado ao Poder Judiciário, que ficará responsável pelos próximos atos do caso.

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Ribeirão das Neves foi um dos municípios alvo da Operação Leyenda, deflagrada pela Polícia Civil de Minas Gerais nesta quarta-feira (17), para combater uma organização criminosa investigada por tráfico interestadual de drogas, associação criminosa e lavagem de dinheiro. A ação resultou na prisão de sete suspeitos.

Coordenada pela 4ª Delegacia Regional de Polícia Civil de São Sebastião do Paraíso, a operação cumpriu oito mandados de prisão e sete de busca e apreensão em cidades de Minas Gerais e São Paulo. Em território mineiro, as diligências ocorreram em Ribeirão das Neves, Passos e Santa Rita do Sapucaí. Já no estado paulista, os alvos foram localizados em Casa Branca e Franca.

De acordo com a Polícia Civil, sete investigados foram capturados durante a ofensiva. Um dos alvos não foi encontrado e passou a ser considerado foragido da Justiça.

Além das prisões, equipes recolheram documentos e outros materiais em imóveis ligados aos investigados. O material apreendido será submetido à perícia para auxiliar o andamento das investigações, especialmente na apuração de possíveis esquemas de lavagem de dinheiro vinculados ao grupo criminoso.

Após os procedimentos de polícia judiciária, os detidos foram encaminhados ao sistema prisional e permanecem à disposição da Justiça. As investigações seguem em andamento.

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Até o momento, nenhum suspeito de envolvimento na ocorrência foi preso

Um homem de 39 anos foi morto com um tiro na cabeça no bairro São José, em Ribeirão das Neves, nessa segunda-feira (15/6).
O crime ocorreu após o homem intervir em uma discussão familiar e chamar um dos suspeitos de "bocó". Até o momento, ninguém foi preso.
De acordo com o boletim de ocorrência da Polícia Militar (PM), a dinâmica do crime começou horas antes, com um acionamento para atender a uma denúncia de violência doméstica. Uma mulher grávida relatou que havia sido agredida pelo ex-companheiro com um golpe no rosto. Quando os militares chegaram ao endereço inicial, não localizaram os envolvidos.
Algumas horas depois, familiares do suspeito da agressão relataram que ele havia ido para a casa de parentes. Pouco depois, um grupo composto por amigos e pelo irmão da gestante foi até o local para tirar satisfações sobre o desentendimento anterior. O homem apontado como agressor fugiu assim que percebeu a chegada do grupo.
Testemunhas informaram que dois dos homens que procuravam pelo agressor vestiam roupas pretas, faziam ameaças e simulavam estar armados na rua. Diante da confusão, moradores saíram para verificar o que estava acontecendo.
Em dado momento, um homem de 39 anos que tentava intervir na situação, chamou uma das pessoas presentes de "bocó". Então, um dos indivíduos reagiu à fala, sacou uma arma e atirou na cabeça da vítima. Os autores fugiram em seguida.

Os policiais encontraram a vítima já morta. A perícia da Polícia Civil e o rabecão foram acionados para os trabalhos de praxe no local. Rastreamentos seguem em andamento para localizar os envolvidos.

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