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Cidade

Um levantamento recente do IPC Maps 2025, que analisa anualmente o potencial de consumo e o comportamento das famílias brasileiras, revelou um dado importante sobre os hábitos locais: Ribeirão das Neves ocupa a 9ª posição no ranking das cidades mineiras que mais gastam com bebidas alcoólicas.
A marca coloca o município em destaque em um cenário de crescimento generalizado do setor. Em 2025, o segmento de bebidas alcoólicas registrou uma alta de 11,3% no Brasil, saltando de R$ 36,4 bilhões para R$ 40,5 bilhões em gastos familiares.

O Cenário em Minas Gerais

Minas Gerais é o segundo estado brasileiro com maior despesa no setor, movimentando R$ 4,2 bilhões, ficando atrás apenas de São Paulo. Dentro desse montante, Ribeirão das Neves aparece logo atrás de Divinópolis (8º) e à frente de Ipatinga (10º) no "Top 10" estadual.
Confira o ranking das cidades com maior consumo em MG:

Belo Horizonte
Uberlândia
Contagem
Juiz de Fora
Uberaba
Betim
Montes Claros
Divinópolis
Ribeirão das Neves
Ipatinga

Tendência de Consumo e Impacto Econômico

O posicionamento de Ribeirão das Neves no ranking reflete não apenas o tamanho de sua população, mas também uma tendência de mercado observada nos últimos cinco anos. Em cidades vizinhas, como Divinópolis, o gasto acumulado no período ultrapassou a marca dos R$ 300 mil, evidenciando a força desse nicho na economia regional.
Embora os dados do IPC Maps foquem no potencial econômico e na movimentação financeira, especialistas alertam para a importância de equilibrar o consumo com políticas de conscientização em saúde pública, dado o impacto direto que o setor de bebidas possui na rotina das famílias e nos serviços municipais.

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Usuários do sistema de transporte público reclamam da falta de infraestrutura e do número insuficiente de veículos para atender a demanda nos horários de pico.
A rotina de quem depende do transporte público em Ribeirão das Neves tem sido marcada por um desafio diário: a superlotação. Passageiros que utilizam a estação de transferência da cidade denunciam o desconforto e a insegurança causados pelo excesso de pessoas em plataformas estreitas e ônibus que já chegam ao local com a capacidade máxima atingida.
O cenário é crítico especialmente entre as 6h e 8h da manhã e no final da tarde. Segundo relatos de moradores, a espera por uma linha específica pode ultrapassar os 40 minutos, resultando em plataformas lotadas onde o distanciamento físico é inexistente.
Para muitos trabalhadores, a superlotação não é apenas uma questão de conforto, mas de dignidade e pontualidade. "É um descaso total. A gente paga caro na passagem e viaja pendurado. Muitas vezes o ônibus nem para porque já está cheio demais", desabafa um usuário que utiliza o terminal diariamente para trabalhar em Belo Horizonte.
Os principais pontos de reclamação incluem:

Intervalos irregulares: Linhas que demoram a passar, gerando acúmulo de passageiros.
Segurança: O medo de furtos e acidentes em meio ao empurra-empurra das plataformas.
Infraestrutura: Falta de assentos e cobertura adequada para proteger os usuários do sol e da chuva durante a espera.
Especialistas em mobilidade apontam que o crescimento populacional de Ribeirão das Neves não foi acompanhado por um ajuste proporcional na frota de ônibus. A dependência do sistema de integração faz com que qualquer atraso em uma linha alimentadora gere um efeito cascata em todo o terminal.
Até o fechamento desta matéria, os órgãos responsáveis pela gestão do transporte na região não haviam se pronunciado sobre planos de expansão da frota ou melhorias na logística da estação para os próximos meses.

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Uma "brincadeira" fez com que um funcionário de Contagem, conforme já havíamos noticiado, fosse demitido devido a um cartaz colado em uma unidade do Cadastro Único (CadÚnico), em um equipamento da prefeitura, localizado na Região do Ressaca.
No papel dizia a seguinte frase: "Não confiar em gente de Neves".
O caso, que tomou repercussão nas redes sociais, também fez com que funcionários que participaram da "brincadeira" fossem advertidos e "orientados” sobre a conduta esperada no atendimento público.
Diante da situação, foram tomadas providências, incluindo a troca da gerência da unidade. O cartaz foi colocado no local na última quarta-feira (11).
A Secretaria-Geral de Contagem destacou que o município adota tolerância zero para casos de desrespeito, preconceito ou discriminação, especialmente em espaços públicos de atendimento.
Procurada pela reportagem, a Prefeitura de Contagem reconheceu a gravidade do ocorrido, reforçou que o tema não é passível de brincadeiras e reiterou o compromisso com o respeito e a dignidade de todos.
Também foi apresentado um pedido de desculpas à população de Ribeirão das Neves.
A prefeitura de Ribeirão das Neves afirmou que reconhece a resposta dada por Contagem, mas destacou que situações desse tipo não podem ser naturalizadas.
O município ressaltou que a relação entre cidades vizinhas deve ser baseada no respeito, no diálogo e na responsabilidade institucional.
A Substenção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MG), em Ribeirão das Neves, também se manifestou sobre o episódio e o classificou como "discriminatório e incompatível com os princípios constitucionais, como a dignidade da pessoa humana, a igualdade e o respeito".

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A Associação Mineira de Municípios (AMM) encaminha ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG), nesta sexta-feira (13), um pedido formal para a criação de uma instrução normativa sobre a privatização da Copasa. O objetivo da entidade é estabelecer balizas que garantam segurança jurídica às prefeituras e protejam os interesses municipais durante a desestatização.

O movimento ocorre após uma mesa de conciliação realizada na manhã de quinta-feira (12), que reuniu representantes da Copasa, da Advocacia-Geral do Estado (AGE) e do Ministério Público de Contas (MPC-MG). Embora a pauta oficial fosse a adequação da companhia ao Novo Marco Legal do Saneamento, o futuro das concessões e os contratos vigentes dominaram o debate.

Segurança Jurídica e Transparência
A proposta de uma norma específica foi discutida em reunião reservada entre o presidente da AMM e prefeito de Patos de Minas, Luís Eduardo Falcão (Republicanos), e o presidente do tribunal, Durval Ângelo. A AMM defende que o TCE-MG defina etapas obrigatórias para o governo estadual, tais como:

Realização de audiências públicas específicas;

Elaboração detalhada do Plano Estadual de Saneamento Básico;

Garantias para a manutenção de serviços em municípios de menor rentabilidade.

A expectativa da associação é que a intervenção da Corte de Contas reduza as incertezas jurídicas que cercam o rompimento ou a transferência dos contratos de água e esgoto em caso de venda da estatal. Durante a mediação, os prefeitos reforçaram a preocupação com a continuidade dos investimentos e o cumprimento das metas de universalização do saneamento previstas na legislação federal.

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O cronograma do Rodoanel da Grande Belo Horizonte foi o tema central de uma reunião técnica na sede da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), nesta quarta-feira (11/03). Segundo o secretário de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias, Pedro Bruno, a expectativa é que as intervenções comecem já na segunda metade deste ano, dependendo apenas do desfecho de um processo conciliatório judicial.

Conciliação e Licenciamento
Atualmente, o principal entrave não é mais político — superadas as divergências com a prefeitura de Contagem —, mas jurídico. A Federação das Comunidades Quilombolas de Minas Gerais questiona o impacto do traçado em seis territórios.

“Uma nova audiência está prevista para o fim de março. Esperamos chegar a um entendimento; caso contrário, aguardaremos a decisão judicial para obter as licenças prévias e de instalação”, explicou o secretário.

Detalhes do Projeto e Logística
O projeto, orçado em R$ 5 bilhões (R$ 3 bilhões provenientes do acordo de reparação de Brumadinho e R$ 2 bilhões da concessionária), terá as seguintes características:

Extensão: Cerca de 70 km;

Cidades atendidas: Oito municípios, incluindo Betim, Contagem, Santa Luzia e Ribeirão das Neves;

Estratégia de obra: Início por múltiplas frentes simultâneas, focando em estruturas complexas como viadutos, pontes e grandes terraplenagens.

O gerente de engenharia do Rodoanel BH, Thiago Valandro, garantiu que, apesar da proximidade com áreas povoadas, não haverá necessidade de realocar nenhuma das comunidades quilombolas vizinhas ao traçado.

Impacto Econômico e Mobilidade
Para o setor produtivo, a obra é considerada vital. O presidente da Fiemg, Flávio Roscoe, revelou que grandes indústrias da região chegaram a condicionar a permanência de suas plantas em Minas à execução do projeto.

Os benefícios esperados incluem:

Trânsito: Retirada de 5 mil caminhões por dia do anel rodoviário de BH;

Tempo: Redução de 30 a 50 minutos no tempo de viagem;

PIB Regional: Estimativa de crescimento entre 7% e 13% em dez anos;

Empregos: Geração de 10 mil postos de trabalho durante a fase de implantação

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O Governo de Minas Gerais formalizou, nesta segunda-feira (9), um Acordo de Cooperação Técnica com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para expandir o sistema de transporte sobre trilhos na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). A parceria visa o aperfeiçoamento de projetos técnicos, a definição de métodos construtivos e a elaboração do Termo de Referência para as futuras Linhas 3 e 4.
Viabilizado pela Secretaria de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias (Seinfra) e pela Codemge, o acordo prevê um aporte de R$ 500 mil. O montante será gerido pelo BID para a contratação de consultorias especializadas que irão consolidar estudos anteriores, definir a localização das estações e avaliar os impactos socioambientais e de mobilidade.

Detalhes dos Projetos

As novas frentes de expansão buscam conectar pontos estratégicos da capital e cidades vizinhas:
Linha 3 (Savassi–Lagoinha): Com investimento estimado em R$ 4,8 bilhões, o trecho terá 4,23 km de extensão e seis estações. A expectativa é atender 93 mil passageiros diariamente até 2035, com possibilidade de futuras expansões para os bairros Sion e Belvedere (Sul) ou Caiçara (Norte).
Linha 4 (Contagem–Betim): O projeto prevê 22,6 km de extensão e 18 estações, ligando Contagem ao Terminal Betim via Avenida Marco Túlio Isaac. Orçada em R$ 4,5 bilhões, a linha deve integrar os sistemas de Trem Metropolitano e Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

Ribeirão das Neves de fora do planejamento

Apesar do avanço no eixo Oeste e na região central da capital, o atual pacote de estudos não contempla o atendimento a Ribeirão das Neves. O município, que possui uma das maiores demandas de transporte pendular da RMBH, permanece fora do traçado ferroviário prioritário desta nova fase de expansão.
De acordo com o vice-governador Mateus Simões, a estruturação destas novas linhas ocorre simultaneamente à execução dos contratos das Linhas 1 e 2. O secretário de Infraestrutura, Pedro Bruno, destacou que a experiência internacional do BID será fundamental para garantir a viabilidade técnica e atrair futuros investidores no processo de concessão.
A reunião de oficialização contou com prefeitos de Belo Horizonte, Contagem, Betim e Nova Lima, além de representantes da Agência de Desenvolvimento da RMBH, consolidando o alinhamento político para o transporte metropolitano.

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