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Polícia

Imóvel no bairro Girassol foi interditado e periciado

Em mais uma operação de combate à produção e armazenamento irregular de bebidas alcoólicas, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) apreendeu na última sexta-feira (17) três tonéis, cada um com 5,5 mil litros de líquido com coloração e odor semelhantes à cachaça, em um imóvel no bairro Girassol, em Ribeirão das Neves.
Durante a ação, os policiais também localizaram bombonas, garrafas de vidro e plástico, tampinhas coloridas, rótulos impressos, um maçarico acoplado a botijão de gás e outros equipamentos utilizados no envase e vedação da bebida.


Devido ao volume expressivo do material e à falta de condições logísticas para transporte imediato, o imóvel foi periciado pela Seção Técnica Regional de Criminalística e posteriormente interditado para preservar a cena e impedir o acesso de terceiros.


A ação teve início a partir de denúncia anônima registrada no Disque-Denúncia Unificado 181, apontando que o imóvel seria utilizado para comercialização e manipulação de cachaça artesanal sem autorização sanitária. Com o apoio da Vigilância Sanitária Municipal, os agentes constataram ausência de licença sanitária e registro de empresa, além de irregularidades no acondicionamento das bebidas.


As investigações, coordenadas pela 1ª Delegacia de Polícia em Ribeirão das Neves, seguem para apurar a origem das bebidas, identificar possíveis pontos de revenda e verificar se há conexão com outros estabelecimentos que possam comercializar ou distribuir bebida adulterada na região metropolitana.

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Uma bebê de apenas 1 mês foi salvo por policiais militares após se engasgar com leite no bairro Nova União, em Ribeirão das Neves, na noite da quinta-feira (9/10).

De acordo com a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), agentes do 40º Batalhão foram acionados pela mãe da bebê, que clamava por socorro. Com a criança desacordada nos braços, um dos militares iniciou as manobras de ressuscitação e, após alguns segundos, um jato de leite saiu pelas narinas da pequena, que recuperou os sinais vitais e teve suas vias aéreas desbloqueadas.

Conforme a PMMG, a criança foi encaminhada ao Hospital Municipal São Judas Tadeu em bom estado de saúde, dormindo e com a respiração reestabelecida.

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O homem foi flagrado no seu local de trabalho que também servia de fachada para o tráfico

Um barbeiro de 27 anos foi preso em flagrante na tarde desta quinta-feira (9/10) com uma grande quantidade de barras de maconha e cocaína.
O homem utilizava sua barbearia para traficar drogas, que ele informou aos policias importar diretamente da Colômbia. O flagrante aconteceu no bairro Rosana, em Ribeirão das Neves.

Segundo a soldado Ana Vitória, da Polícia Militar (PM), que participou da ocorrência, a guarnição do 33º batalhão de Betim fazia patrulhamento de rotina quando recebeu uma denúncia anônima de que um barbeiro usava seu estabelecimento comercial para traficar droga.

"Quando chegamos ao local, encontramos o dono da barbearia sentado, não havia clientes na hora e ao abrir a porta de um cômodo, encontramos as caixas com a droga", explicou Ana Vitória.

Na barbearia foram encontrados 33 barras de maconha e 51 barras de cocaína. Durante a ação policial, o traficante acabou confessando a posse das drogas e revelando sua origem. "Ele falou que importava a cocaína e a maconha diretamente da Colômbia", relatou Ana Vitória. Nas barras estava desenhado a cara de um cavalo, que segundo a militar, revela a origem da droga.

O barbeiro traficante foi levado para a delegacia de plantão prestar depoimento e vai aguardar preso pela audiência de custódia. Ele pode responder por tráfico internacional de drogas, podendo pegar de 3 a 8 anos de prisão.

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Na manhã desta quinta-feira, 2 de outubro, um homem foi baleado e morto durante um tiroteio no bairro Parque Vitória, em Ribeirão das Neves.
O crime aconteceu na Rua Moacir Menezes, próximo ao bairro Sevilha A, e gerou grande mobilização da Polícia Militar.

De acordo com as primeiras informações, a vítima vestia uniforme do sistema prisional no momento em que foi atingida pelos disparos.
Ainda não há confirmação oficial sobre sua identidade nem se ele tinha ligação com o sistema penitenciário.

Moradores relataram que os tiros causaram pânico logo nas primeiras horas da manhã. A Polícia Militar cercou a área em busca de suspeitos e a perícia da Polícia Civil foi acionada para os levantamentos iniciais.

O rabecão do Instituto Médico Legal (IML) removeu o corpo da vítima. A Polícia Civil vai conduzir a investigação para apurar autoria e motivação do crime.

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Um caso de negligência ocorrido na última sexta-feira (26) causou indignação em moradores de Ribeirão das Neves, no bairro Santa martinha.

A criança, de 2 anos, foi esquecida pelos funcionários na unidade de ensino em Ribeirão das Neves, na região Metropolitana de Belo Horizonte, após o fim da aula. Segundo a mãe, a menina foi encontrada trancada em um banheiro, apavorada e com as roupas sujas. Os pais buscam respostas da Secretaria Municipal de Ensino para entender o que aconteceu.

O desaparecimento foi percebido pela responsável pelo transporte escolar. Durante a rota, a motorista percebeu a falta da criança e mandou uma mensagem para a mãe perguntando se já haviam buscado a menina.

Como nenhum familiar buscou a menina, a mãe ligou para a escola. Na ligação, a secretária informou que a criança havia sido entregue ao transporte escolar. Diante da divergência de versões, o pai foi à unidade de ensino em busca de notícias. Ao chegar na Escola Municipal Professora Thaís Aparecida de Souza Freitas, no bairro Santa Martinha, a família encontrou os portões fechados.

“Eu fiquei sem rumo, me senti culpada. Eu me sinto culpada até agora. Meu marido veio pra escola. Eu liguei para a secretária e pedi a ela que alguém abrisse a escola para o meu marido olhar. Quando a diretora chegou, ela pegou o telefone do meu marido, me ligou, me garantiu que tinha entregado a minha filha no escolar. Eu falei que não tava porque já tinha entrado em contato com eles também”, descreveu a mulher.

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Uma complexa e delicada disputa tem se desenrolado em Ribeirão das Neves envolvendo uma vizinha portadora de Epilepsia Refratária e problemas cognitivos (semelhantes ao autismo) e a proprietária de um estabelecimento comercial, o "Bar da Nilce". A vizinha alega estar sofrendo com som alto excessivo vindo do bar, o que agrava sua condição de saúde, e acusa a proprietária de agressão física e verbal, incluindo falas preconceituosas relacionadas à sua deficiência. Por sua vez, a direção do bar nega as acusações de barulho e agressão, alegando que a vizinha tem criado atritos constantes e que a confusão mais recente foi iniciada por ela.
Ambas as partes afirmam que buscarão soluções na Justiça e no Ministério Público.

Versão da vizinha: barulho intolerável, crises de epilepsia e agressão

A vizinha, que preferiu não ter seu nome divulgado, relata que sua condição de sensibilidade a som alto devido à epilepsia e problemas cognitivos tem sido severamente impactada pelo barulho do estabelecimento em frente à sua residência. Ela afirma que, apesar de diversas tentativas amigáveis de solução, o problema persiste e se intensifica.
"Já chamei a PM diversas vezes, fiz Boletim de Ocorrência e nada foi resolvido," desabafa a vizinha, indicando que o volume do som, em certos momentos, parece ser ajustado "apenas para causar tumulto."
O estopim da situação ocorreu na última terça-feira, quando o som alto teria desencadeado uma crise de epilepsia. Após a intervenção da Polícia Militar, que solicitou a diminuição do volume, a vizinha relata que a situação se agravou. Ao fechar o bar, a proprietária teria ligado o som "no último volume para provocar," o que gerou outra crise.
Ao tentar conversar, munida de seu certificado de deficiência, a vizinha alega ter sido agredida física e verbalmente. As falas preconceituosas da proprietária, segundo a vizinha, incluíam: "se eu era deficiente que eu teria que me tratar," "isso era falta de serviço," e que a condição "não era problema dela." Ela ressalta que "nem todas as deficiências são físicas" e que o preconceito social a deixou com pensamentos suicidas e diversas crises.
Após o ocorrido, um novo Boletim de Ocorrência foi registrado e a vizinha planeja levar o caso ao Ministério Público.

Versão do "Bar da Nilce": Negação de barulho e alegação de atitude hostil da vizinha

Em uma Nota de Esclarecimento divulgada, a direção do "Bar da Nilce" contrapõe a versão da vizinha. O estabelecimento, que afirma estar instalado no local há mais de 15 anos, nega ser um gerador de som alto e garante que possui regularidade junto aos órgãos de fiscalização, nunca tendo recebido sequer uma advertência ou multa.
A nota alega que a "lamentável confusão foi causada pela própria vizinha que, se deslocou ao local pela segunda vez naquela data para criar atritos e atrapalha o funcionamento do estabelecimento." O bar afirma que a vizinha tem criado atritos e "tentando denegrir a imagem do estabelecimento comercial por alguns anos," intensificando as ações nos últimos meses, e que ela inclusive "vem adentrando sem autorização em locais privados a funcionários."
Sobre o incidente de terça-feira, a direção do bar afirma que o ocorrido foi já após a meia-noite, com o bar "encerrando suas atividades," quando a vizinha chegou "proferindo ofensas e ameaçando a proprietária que uma senhora com mais de 60 (sessenta anos) de idade."
O bar sustenta que a proprietária "somente se defendeu dos ataques" e que a vizinha, ao persegui-la, "adentrou ao seu imóvel e tentou atacá-la," só deixando o local após ser retirada "a força pelo seu genitor."
A nota do bar repudia veementemente qualquer ato de violência e discriminação, seja por condição de saúde ou qualquer outro motivo.
Além disso, afirma que as alegações de agressão da vizinha "beiram a má-fé uma vez que utiliza tal discurso como razão para seu incontrolável comportamento." O estabelecimento ressalta possuir registros em vídeos para apoiar as autoridades na elucidação dos fatos e informa que está providenciando as medidas judiciais necessárias.

Próximos Passos

Com registros policiais e versões conflitantes, a situação deverá ser analisada pelo Ministério Público e, possivelmente, pelo Poder Judiciário.
O embate coloca em lados opostos a preocupação com o direito ao sossego e a saúde de uma pessoa com deficiência versus o direito ao trabalho e a alegação de conduta indevida por parte de uma vizinha.
Ambos os lados buscam agora a intervenção das autoridades competentes para resolver o impasse.

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