Iniciativa do Projeto Ver Mais em parceria com a Casa Semifusa visa promover a saúde ocular da população local; agendamentos já podem ser feitos via WhatsApp.
No próximo dia 28 de maio, os moradores de Ribeirão das Neves e região terão a oportunidade de cuidar da saúde ocular sem custos. A Casa Semifusa, em uma ação conjunta com o Projeto Ver Mais, promove um mutirão de exames de vista gratuitos voltado para a comunidade.
O evento acontecerá das 9h às 15h30, na sede da Casa Semifusa, localizada no bairro Sevilha B. A iniciativa busca facilitar o acesso a diagnósticos preventivos, reforçando a importância de manter a visão em dia com profissionais especializados.
Como participar
Para evitar aglomerações e garantir o atendimento, a organização informa que é necessário realizar um agendamento prévio. Os interessados devem entrar em contato diretamente pelo WhatsApp (31) 99243-3345.
Sob o lema "Sua visão em primeiro lugar", o Projeto Ver Mais e a Casa Semifusa reforçam seu compromisso social com o bem-estar dos cidadãos nevense, oferecendo um serviço essencial que muitas vezes possui longas filas de espera no sistema público.
Serviço:
Evento: Exame de Vista Gratuito
Data: 28 de maio de 2026
Horário: Das 9:00 às 15:30
Local: Rua Cataguases, nº 73, Bairro Sevilha B – Ribeirão das Neves
Agendamento: (31) 99243-3345 (WhatsApp)
Realização: Casa Semifusa e Projeto Ver Mais
Evento em parceria com a Cool Family Tattoo une música ao vivo, feira de artesanato e tatuagens com preços promocionais.
No próximo sábado, 16 de maio, o Bistrô San Junípero será o ponto de encontro para os amantes da arte na pele e do empreendedorismo local. Em parceria com o coletivo Cool Family Tattoo, o espaço promove um Flash Day Tattoo, evento que oferece desenhos exclusivos (flashes) a preços acessíveis e aplicação rápida.
A programação, que começa às 12h00, vai além das máquinas de tatuar. O público poderá desfrutar de música ao vivo e circular por uma feirinha de artesanato, que reunirá produtores locais, reforçando a proposta de integração comunitária do evento.
Com o lema "Tattoo, Arte, Música e Comunidade", o Flash Day busca criar um ambiente de convivência cultural no coração da cidade, unindo gastronomia e arte urbana em um só lugar.
Serviço
Evento: Flash Day Tattoo
Data: 16 de maio (Sábado)
Horário: A partir das 12h00
Local: Bistrô San Junípero
Atrações: Tattoo, música ao vivo e feira de artesanato.
A manhã desta quarta-feira, 6 de maio de 2026, foi marcada por uma forte movimentação policial em Ribeirão das Neves. O município integra a lista das 13 cidades mineiras onde o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e a Polícia Militar (PMMG) deflagraram a segunda fase da Operação Vulcano, com o objetivo de desmantelar uma organização criminosa especializada na venda ilegal de armamento pesado e munições.
A ofensiva busca sufocar o fornecimento de instrumentos bélicos para o tráfico de drogas e para a prática de crimes violentos na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Embora o balanço individualizado por município ainda não tenha sido divulgado pelas autoridades, Ribeirão das Neves foi listada como ponto estratégico para o cumprimento dos 56 mandados de busca e apreensão expedidos nesta fase. A operação mobilizou um contingente expressivo, contando com:
250 Policiais Militares;
Promotores de Justiça e servidores do Gaeco;
Policiais Penais e corregedoria da Sejusp.
Até o momento, os dados parciais em toda a região indicam a prisão de 11 pessoas (sendo 10 com passagens criminais prévias) e a apreensão de um arsenal que inclui pistolas, revólveres, rifles e cerca de 1.400 munições de diversos calibres. Além do material bélico, os agentes apreenderam crack, cocaína, maconha e aproximadamente R$ 33 mil em espécie.
As investigações, que tiveram início no primeiro semestre de 2025, revelaram um esquema sofisticado e alarmante. O "fio da meada" foi a identificação de um indivíduo com registro de Caçador, Atirador e Colecionador (CAC). Aproveitando-se de sua condição legal, ele desviava munições do comércio regular para abastecer facções criminosas.
A investigação apurou ainda fatos graves:
Desvio de munição de alta potência: Milhares de cartuchos para fuzis 5.56 e 7.62 estavam sendo comercializados ilegalmente.
Receptação na Polícia Civil: Parte das armas vendidas pela organização (pistolas e revólveres) era desviada da 1ª Delegacia da Polícia Civil do Barreiro, em Belo Horizonte.
Histórico da Operação
A Operação Vulcano já havia desferido um golpe contra o grupo em dezembro de 2025, quando 17 pessoas foram presas e mais de 7 mil munições foram retiradas de circulação. Com as provas colhidas em celulares, interceptações e movimentações bancárias dos alvos, esta segunda fase visa encerrar as atividades da rede que utiliza cidades como Ribeirão das Neves como pontos de logística ou esconderijo para o material ilícito.
"A retirada dessas armas e munições das ruas de Neves e municípios vizinhos é um passo crucial para a redução dos índices de homicídios e crimes patrimoniais violentos que assolam a nossa região," destacou uma fonte ligada à operação.
Cidades Alvo nesta quarta-feira (06/05): Belo Horizonte, Ribeirão das Neves, Betim, Contagem, Santa Luzia, Ibirité, Sarzedo, São Joaquim de Bicas, Pompéu, Januária, Mário Campos, Capelinha e Montes Claros.
Uma operação policial realizada nesta terça-feira resultou na prisão de Clinton da Silva Hudson em Ribeirão das Neves. Apontado como uma liderança estratégica do Comando Vermelho, Hudson é investigado por coordenar a expansão da facção criminosa carioca no estado de Minas Gerais, com foco principal na cidade de Itabirito, na Região Central.
O histórico criminal do detido impressiona as autoridades pela extensão e recorrência. Clinton soma 42 passagens pela polícia, acumulando registros por crimes diversos ao longo de sua trajetória no sistema prisional e investigativo. A captura em solo nevense é considerada um golpe importante na estrutura logística do grupo, que tentava consolidar novos pontos de influência em municípios mineiros.
A prisão ocorreu após um monitoramento detalhado das movimentações do suspeito. Embora a base de atuação atribuída a ele fosse Itabirito, a presença de Hudson em Ribeirão das Neves acendeu o alerta das forças de segurança sobre possíveis conexões e esconderijos na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Após a detenção, o investigado foi encaminhado para a delegacia, onde permanece à disposição da Justiça. A Polícia Civil segue apurando se a permanência dele em Ribeirão das Neves estava ligada ao estabelecimento de novas rotas para a organização criminosa ou se o município servia apenas como ponto de refúgio temporário para evitar o cerco policial em outras regiões do estado.
O Instituto O Grito consolidou sua posição como uma das grandes referências de gestão no Terceiro Setor brasileiro durante o FIFE 2026 (Fórum Interamericano de Filantropia Estratégica). Considerado o maior evento da área no país, o fórum aconteceu na capital pernambucana entre os dias 14 e 17 de abril, reunindo as principais lideranças e organizações da sociedade civil para debater inovação e sustentabilidade institucional.
O Reconhecimento pela Fundação Dom Cabral
A trajetória do Instituto foi o centro das atenções em um painel conduzido pela Fundação Dom Cabral (FDC), uma das escolas de negócios mais prestigiadas do mundo. A FDC utilizou a organização mineira como um case de sucesso para ilustrar a maturidade organizacional e a evolução da liderança no campo social.
Durante a apresentação, a FDC detalhou a jornada estratégica do Instituto, focando especialmente na transformação do papel de seu fundador e CEO, Léo Martins. O modelo de gestão apresentado baseou-se em quatro pilares fundamentais:
De Executor a Estrategista: A transição essencial da liderança operacional para o campo da estratégia, viabilizando o crescimento da instituição.
Visão de Horizonte: A competência de antecipar tendências e planejar o futuro organizacional com foco no longo prazo.
Gestão Baseada na Confiança: O fortalecimento da equipe interna como elemento central para uma governança eficiente.
Delegação e Impacto: O entendimento de que descentralizar processos é o motor necessário para multiplicar o impacto social no território.
Referência Técnica e Social
O destaque no FIFE 2026 valida o processo de profissionalização das operações do Instituto O Grito em Ribeirão das Neves (MG). Para além do trabalho de campo, o reconhecimento posiciona a entidade como uma referência técnica nacional.
"A eficiência administrativa e o uso estratégico da tecnologia são pilares essenciais para a transformação social e o alcance da dignidade humana".
Com essa validação, o Instituto demonstra que a gestão de excelência não é exclusividade do setor privado, mas uma ferramenta indispensável para organizações que buscam escala e sustentabilidade em suas causas.
A pergunta que dá título a este texto motivou pesquisa realizada pelo Observatório de Ribeirão das Neves, tendo em vista a forte presença, na região de Justinópolis e Areias, de famílias de origem japonesa. Nosso objetivo foi reconstruir os caminhos e descaminhos que levaram os pioneiros da família Takahashi a abandonarem a sua terra natal e migrarem para o Brasil.
Essa saga se inicia no ano de 1926, ou seja, completa 100 anos em 2026, quando os patriarcas dessa família, Motokichi e Kendiro Takahashi, chegaram ao Brasil para trabalhar nas fazendas de café no interior de São Paulo. O contexto em que viviam o Brasil e o Japão é de fundamental importância para compreender a trajetória vivida por essa família. Naquele período, o Japão enfrentava uma crise populacional e incentivava seus cidadãos a irem para outros países adquirir riqueza e retornar, o mais breve possível, trazendo recursos para ajudar a desenvolver o país. Esse incentivo chegava ao ponto de permitir que os cafeicultores paulistas fizessem propaganda para recrutar japoneses a virem para o Brasil, no intuito de trabalharem nas fazendas do “ouro negro”, ou seja, do café.
Já o contexto brasileiro era marcado pela crise do perverso projeto eugenista brasileiro, que, com o fim da escravidão, tinha o propósito de “clarear a raça” do país, trazendo para o Brasil imigrantes alemães e italianos — nações que, no final do século XIX e início do XX, enfrentavam fortes quadros de pobreza e guerra — para substituir a mão de obra tradicionalmente exercida pelos negros. A questão era que, no início do século, o governo brasileiro enfrentava problemas para trazer novos imigrantes italianos e alemães, pois os governos de seus respectivos países haviam proibido a vinda de seus cidadãos para trabalhar nas fazendas do interior paulista, diante de denúncias de escravidão por dívida. Ou seja, assim como fizeram com a população de origem africana, buscavam escravizar alemães e italianos, dessa vez pela modalidade de escravidão por dívida.
Frente a essa proibição, os cafeicultores paulistas, com incentivo do governo brasileiro, mesmo enfrentando o preconceito dos brasileiros frente à “raça amarela”, resolveram suprir essa lacuna de mão de obra incentivando a imigração japonesa e, em uma dessas levas, os pioneiros da migração japonesa em Neves chegaram ao Brasil.
O cenário que encontraram não foi nada diferente do apresentado aos italianos e alemães. As promessas de prosperidade e riqueza se desfizeram no próprio Porto de Santos. Como haviam contraído dívida referente à viagem e aos próprios custos de se instalarem na fazenda paulista, passaram, desde o primeiro momento, a viver sob o jugo do fazendeiro paulista. Essa realidade fez com que os membros da família Takahashi se mobilizassem para fugir dessa condição, migrando primeiramente para a cidade de Uberlândia e, logo em seguida, vindo para a recém-fundada capital mineira.
Em Belo Horizonte, Motokichi e Kenjiro, os dois heróis dessa saga, junto com outros membros de sua família, instalaram-se na região hoje conhecida como Venda Nova e, ao arrendarem uma grande extensão de terra, fundaram a Fazenda Mikado. Essa propriedade agrícola, devido aos conhecimentos técnicos trazidos do Japão por Motokichi e Kenjiro, no que diz respeito ao cultivo da terra, em poucos anos despontou na produção de hortifrutigranjeiros, suprindo não só a demanda da capital mineira, mas chegando a enviar produtos para a capital nacional, que naquela época era o Rio de Janeiro.
A estabilidade e os tempos de bonança da família Takahashi duraram pouco. Em 1942, a entrada do governo brasileiro na Segunda Guerra Mundial ao lado dos Aliados, declarando o Japão — que compunha, com Alemanha e Itália, as nações do Eixo — como inimigo, fez com que passasse a perseguir todos os cidadãos japoneses que viviam no Brasil. Com isso, a Fazenda Mikado foi desapropriada pelo Estado brasileiro, todos os homens da família Takahashi foram presos e enviados para a Penitenciária Agrícola de Neves, e as mulheres e as crianças da família ficaram à própria sorte, encontrando abrigo no Bairro Areias, onde sobreviveram a duras custas durante anos, chegando a depender da ajuda de fazendeiros locais, que forneciam ossos do gado abatido para a sua alimentação.
Fato importante desse violento processo descrito acima é que a estadia dos homens da família Takahashi na Penitenciária Agrícola de Neves (PAN) ajudou a consolidar o próprio nome da unidade prisional, tendo em vista que, no tempo em que estiveram presos nessa unidade, receberam a permissão e o incentivo dos diretores para ensinarem técnicas de cultivo da terra aos demais detentos. Ao ponto de, após o fim das hostilidades entre Brasil e Japão com o término da guerra, mesmo depois de libertados, alguns membros da família continuarem trabalhando nessa função dentro da Penitenciária Agrícola de Neves.
Após a soltura dos homens da família Takahashi e o reencontro com as mulheres e crianças, com o fim da guerra — que teve como saldo a quase total destruição do Japão, inclusive com seu território sendo atingido por duas bombas atômicas —, o plano de enriquecer e voltar para o Japão não era mais possível, tendo em vista que, nas palavras dos próprios imigrantes, “não havia mais Japão para retornar”.
Com isso, as famílias Takahashi, mesmo com muito preconceito enfrentado por elas em contexto pós-guerra — preconceitos inclusive incentivados pelo próprio Estado —, resolveram se estabelecer na região do Bairro Areias e hoje configuram uma grande comunidade que representa um pedaço do Japão em Ribeirão das Neves, e que merece ter sua história valorizada e melhor conhecida.
Por isso, se você faz parte da família Takahashi e/ou sabe de alguma particularidade que possa nos ajudar a contar melhor essa história, pode entrar em contato conosco pelo seguinte endereço: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Na Grande BH, são 2.800 vagas abertas; inscrições acontecem entre os dias 11 e 15 de maio
Em celebração aos 80 anos da Instituição, durante a realização da Semana S, evento criado para mostrar a potência do Sistema Comércio Minas por meio de atividades diversas gratuitas, o Senac ampliará a oferta de cursos gratuitos em todo o estado.
“Queremos que as pessoas possam, de alguma forma, participar da Semana S. O evento acontece em Belo Horizonte, na Praça da Estação, mas nossas unidades também estarão focadas em mostrar um pouco do nosso serviço. Vamos ampliar o acesso gratuito à educação profissional para quem busca aperfeiçoar seus conhecimentos, aumentar seu potencial de empregabilidade ou planeja ter o seu negócio”, resumiu o presidente do Sistema Fecomércio MG, Sesc e Senac, Nadim Donato.
Entre os dias 11 e 15 de maio, as 42 unidades em Minas Gerais vão abrir vagas para formações profissionalizantes gratuitas por meio de cursos livres e técnicos. A iniciativa vai mobilizar a rede do Senac para ampliar o acesso à formação profissional, com foco em empregabilidade, inclusão produtiva e desenvolvimento econômico.
As capacitações contemplam áreas estratégicas como gastronomia, tecnologia, idiomas, moda, saúde, beleza, moda, comércio e gestão, acompanhando as transformações do mercado de trabalho e as demandas do setor de comércio de bens, serviços e turismo - responsável por cerca de um quarto do PIB brasileiro, segundo dados do Sistema Comércio. São cursos como Preparo de Massas, Excel Recursos Básicos, Básico de Costura e Acabamento, Técnicas Avançadas de Maquiagem, Cabeleireiro, Assistente Administrativo, entre outros.
O início dos cursos tem datas variadas, mas as matrículas precisam ser efetivadas durante a ação. As inscrições devem ser feitas na unidade do Senac onde o curso está disponível. As ofertas da Grande BH também estarão disponíveis em um estande na Praça da Estação até o dia 17. É necessário apresentar documento com foto, CPF, comprovantes escolar e de residência. Menores de idade precisam comparecer acompanhados dos responsáveis legais.
Ofertas na Grande BH
Na Grande BH, são 2.800 vagas disponíveis nas cinco unidades. As opções de qualificação são ofertadas por meio dos programas Senac de Gratuidade (PSG) e Senac+. O PSG disponibiliza as vagas para todas as pessoas, cuja renda familiar per capta não ultrapasse dois salários-mínimos. E pelo Senac+, podem participar alunos indicados por empresas do setor de comércio de bens, serviços e turismo; sindicatos empresariais e associações de inclusão social que atendem grupos vulneráveis. Essas instituições devem estar devidamente credenciadas junto ao Senac.
Unidades Senac:
Barro Preto (Rua dos Goitacazes, 1159)
Eixos: Gastronomia, TI, Moda, Gestão, Beleza e Saúde.
Venda Nova (Av. Liége, 213, Europa, Belo Horizonte)
Eixos: Comércio, Comunicação, Gestão, TI, Games, Artes e cursos técnicos.
Guajajaras (Rua dos Guajajaras, 40 - 15º andar, Centro, Belo Horizonte)
Eixos: Idioma, TI, Comércio, Comunicação e Gestão.
Contagem (Rua das Paineiras, 1300 - Jardim Eldorado)
Eixos TI, Gestão e Comunicação .
Betim (Rua Rio de Janeiro, 199, Brasiléia)
Eixos: Beleza, Saúde, TI e cursos técnicos.
Sobre o Sistema Fecomércio MG, Sesc e Senac
O Sistema Fecomércio MG é formado pela Fecomércio MG, pelo Sesc em Minas e pelo Senac em Minas, em parceria com os Sindicatos Empresariais, e integra a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), presidida por José Roberto Tadros. Por meio da cooperação estratégica entre essas instituições, a atuação do Sistema tem o objetivo de fortalecer o comércio mineiro e contribuir com o desenvolvimento social e econômico de Minas Gerais.
Seu escopo de atividades ainda inclui a capacitação profissional e a promoção da qualidade de vida dos trabalhadores e das trabalhadoras do comércio de bens, serviços e turismo, incluindo dependentes, por meio de serviços de Saúde, Educação, Cultura, Esporte, Lazer e Ação Social.
O Sistema Fecomércio MG, Sesc e Senac defende os interesses de empresas e de trabalhadores e trabalhadoras do comércio de bens, serviços e turismo de Minas Gerais. As três instituições oferecem soluções que ajudam no desenvolvimento, na redução de custos, na capacitação e na qualidade de vida, melhorando a performance e a competitividade das empresas parceiras.
Com entrada gratuita e fomento da PNAB, evento promove oficinas, batalhas de dança e graffiti no Ginásio Poliesportivo Henfil no dia 17 de maio.
No próximo dia 17 de maio, o Ginásio Poliesportivo Henrique de Souza Filho (Henfil) se tornará o epicentro da cultura urbana mineira. O Encontro RUA: Identidades chega à cidade com uma programação intensa dedicada à valorização e à prática do Hip Hop, reunindo artistas locais e da região metropolitana em um intercâmbio de ritmos, cores e vivências.
O projeto é realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB - Lei 14.399/2022), via Edital 11/2024 da Secult, e conta com a produção assinada por Breno Gestos em parceria com o coletivo Projeto RUA. Sob o tema "Identidades", esta edição busca jogar luz sobre as trajetórias individuais e os estilos únicos que compõem a cena artística de Ribeirão das Neves.
A programação do evento foi pensada para abranger desde o aprendizado técnico até o ápice da performance. O dia começa às 08h30 com workshops gratuitos de danças urbanas, oferecendo ao público a oportunidade de aprender com profissionais do setor.
A partir das 14h00, o clima de competição toma conta do ginásio com o início das seletivas e batalhas de Estilo Livre e Hip Hop. A tarde ainda reserva apresentações de grupos convidados e a aguardada Batalha Show Break, prometendo elevar o nível técnico no tablado. O encerramento está previsto para as 18h00, logo após a finalíssima das batalhas e a apresentação do corpo de jurados, marcada para as 17h00.
Para além dos movimentos corporais, o Hip Hop será celebrado em suas múltiplas vertentes. Durante todo o dia, artistas plásticos realizarão a pintura ao vivo de painéis de graffiti, transformando o ambiente em uma galeria a céu aberto.
Simultaneamente, os visitantes poderão conferir a exposição fotográfica "Identidades". A mostra apresenta registros históricos de edições passadas, conectando o presente do evento com a memória de quem constrói a cultura urbana na região há anos.
Serviço
O evento é totalmente gratuito e aberto a todas as idades, reforçando o compromisso com a democratização do acesso à cultura.
Evento: Encontro RUA: Identidades
Data: 17 de maio de 2026 (domingo)
Horário: Das 08h30 às 18h00
Local: Ginásio Poliesportivo Henfil
Endereço: R. Artur José Alves, 100 - Savassi, Ribeirão das Neves - MG
Entrada: Gratuita
A sociedade está adormecida, talvez, imunizada cognitivamente por imposição de um sistema autoritarista que vem usando as mesmas técnicas das Big Techs, ofertando a todo momento nas emissoras de TV, Rádios e redes sociais, produtos de cunho
psicológico, fabricados por eles para moldar o comportamento do povo brasileiro tipo estes medicamentos milagrosos que são ofertados a todo momento.
Estamos sendo levados exatamente para onde eles querem que estejamos. Reféns!
O político fala exatamente o que sabe que queremos ouvir, mas agem completamente oposto do que expõem em seus discursos.
“Não fazem o que falam!” “Não falam o que fazem!”
A sociedade aos poucos vai perdendo sua identidade, vai se dispersando, perdendo o senso e a força da coletividade, e com isto esta mudança comportamental vai a cada dia empobrecendo a ação do cidadão e atendendo ao propósito do sistema político, que é construir uma sociedade cada vez mais fragilizada, mais dependente possível, e sobretudo sem ânimo para contrapor.
Enquanto isso o sistema político vem se fortalecendo na mesma medida em que a sociedade se enfraquece, se empoderando cada vez mais do intelecto social, que tem preferido ganhar o peixe sem a necessidade de precisar pesca-lo.
Quando alguém se atreve a tentar abrir os olhos da sociedade, imediatamente receberá a intervenção do STF que irá castiga-lo com severas punições, longe do entendimento lógico.
Da mesma forma, grandes empresários, patrocinadores de campanha ligados às
autoridades políticas, (dando como exemplo recente o rombo dos correios, do INSS e do Banco Master), recebem proteção incondicional do STF que usa de todos os recursos para minar a ação da Polícia Federal, como forma de blindar a inclusão de renomadas autoridades políticas e/ou de pessoas diretamente ligadas a cúpula.
Hoje, não se julga mais as “CAUSAS”, se julga “PESSOAS”!
E o mais grave é vermos a olho nu, os órgãos que deveriam fiscalizar, andarem
abraçados com os órgãos que deveriam ser fiscalizados. Tomam água no mesmo copo! Hoje não temos mais divisão de poderes, é tudo uma coisa só.
Nada mais é investigado. Tudo é combinado, ou melhor... Negociado!!! Se pertencer, é inocentado. Se for oposição, será condenado.
Justiça não faz mais parte do dicionário brasileiro, principalmente quando tem algum político envolvido.
Como estamos em ano de eleições, seria uma ótima oportunidade para dar o recado nas urnas. Mas como eu disse acima que talvez estejamos imunizados cognitivamente, nada nos fará enxergar que tudo está fora da ordem, e iremos abastecer as urnas como se tudo tivesse a mil maravilhas.
Minha certeza, é que temos milhares de candidatos, mas não temos REPRESENTANTES.
As candidaturas de quase a totalidade, são voltadas para projetos pessoais, e não inclui as causas sociais. Estas são apenas usadas como estratégia de campanha.
A grande maioria, se candidata a busca do empreguismo, oportunidade para enriquecimento ilícito.
O Brasil tem sido conduzido por pessoas eleitas, tendo como características distribuir pobrezas, quando deveriam lutar para construir riquezas.
Fazem com que pessoas mais vulneráveis, de menor poder de discernimento aos poucos, vão desaprendendo a sonhar. Com o agravante destas pessoas repassarem este comportamento para a prole.
É dado o peixe, mas sem ensinar como criar ou pescar.
Tudo isso são estratégias para despotencializar a força da coletividade.
Com isso, vão vitimando estas famílias com programas assistencialistas, longe de serem assistenciais.
Somos um País de milhões de cidadãos sem forças, conduzidos e reféns do poder de uma pequena minoria, mas fortes manipuladores.
Estamos diante de “um apagão social!” Caos total!


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