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Vinte e oito animais que foram resgatados ao longo da rodovia aguardam um novo lar em Minas Gerais. A iniciativa, batizada de Patas na Via Cristais, busca incentivar a adoção consciente de cães e gatos que hoje estão sob os cuidados de instituições parceiras da concessionária em Belo Horizonte, Ribeirão das Neves e Paracatu.

Onde adotar


Atualmente, há animais de pequeno, médio e grande porte disponíveis. Confira os pontos de contato:

Belo Horizonte (Gatos): Central Pet | (31) 98303-7285

Ribeirão das Neves: Hotel Matilha Feliz | Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Paracatu: Garras Animais | (38) 99122-0676

Todos os animais disponíveis estão saudáveis, vacinados e vermifugados. No caso dos adultos, o grupo já segue para os novos lares castrado. Caso algum tutor identifique seu animal perdido entre os resgatados, basta apresentar um comprovante de vínculo (como fotos ou carteira de vacinação) para reaver o pet.

Abandono é crime

A concessionária, subsidiária da VINCI Highways, reforça que sua atuação é restrita ao socorro de animais atropelados ou em situação de risco na pista. A empresa alerta que abandonar animais em rodovias é crime, gera riscos graves de acidentes e não é permitido deixar animais nas bases operacionais da via. Denúncias podem ser feitas às autoridades locais.

Sobre a Concessionária


A Via Cristais é responsável pela gestão de 594 quilômetros da BR-040, no trecho que liga Belo Horizonte (MG) a Cristalina (GO). A empresa integra a rede da VINCI Highways, que administra cerca de 1.200 km de estradas no Brasil, incluindo a malha da Entrevias.

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A Prefeitura de Ribeirão das Neves anunciou que, a partir da próxima segunda-feira, 3 de março de 2026, estará proibido estacionar em toda a extensão da Rua Cataguases, em ambos os lados da via.
De acordo com a administração municipal, a medida atende a uma solicitação de comerciantes da região e tem como principal objetivo melhorar a fluidez do trânsito, reduzir pontos de congestionamento e aumentar a segurança para motoristas e pedestres.
A prefeitura informou ainda que a rua estará totalmente sinalizada a partir das 4h da manhã do dia em que a mudança entrar em vigor. A orientação é para que os condutores fiquem atentos às novas placas e respeitem as regras para evitar multas e transtornos.
Segundo o Executivo, a fiscalização será intensificada nos próximos dias, como forma de garantir o cumprimento da determinação e assegurar a organização do tráfego na região. A colaboração da população é considerada fundamental para o sucesso da medida e para a melhoria da mobilidade urbana no local.

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Uma ação realizada pela Polícia Militar, em conjunto com a Guarda Municipal e agentes de trânsito, resultou na remoção de 91 veículos abandonados em vias públicas de Ribeirão das Neves, nesta terça-feira, 24. A iniciativa fez parte da Operação Limpa Via, que percorreu ruas das três regiões do município.


Durante a operação, as forças de segurança recolheram automóveis em situação de abandono que, além de representarem riscos à saúde pública, podem se tornar focos de proliferação de doenças como a dengue. Os veículos também contribuem para a sensação de insegurança e podem ser utilizados para práticas delituosas.


A atuação integrada reforça o compromisso das autoridades com a organização urbana e a proteção da população. As forças de segurança orientam que proprietários de veículos abandonados providenciem a retirada dos automóveis das vias públicas, evitando a adoção de medidas administrativas e outras penalidades previstas em lei.

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De acordo com reportagem da CNN, fundamentada em dados do Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais) e do Censo 2022 (IBGE), coloca Ribeirão das Neves em uma posição crítica no cenário nacional de vulnerabilidade a desastres naturais:
Posição no Ranking: Ribeirão das Neves ocupa a 7ª posição no Brasil entre os municípios com o maior número de pessoas vivendo em áreas de risco.
População Exposta: O município possui 179.314 moradores em locais suscetíveis a deslizamentos, enxurradas e inundações.
Contexto Estadual: A cidade é a segunda com maior número absoluto de pessoas em risco em Minas Gerais, ficando atrás apenas da capital, Belo Horizonte (que ocupa o 4º lugar nacional com 389.218 pessoas).
Destaques Relevantes:

Prioridade de Gestão: Por estar nesta lista, o município é classificado como uma das áreas que devem ser priorizadas pela União em ações de gestão de riscos e resposta a desastres.
Cenário Regional: Minas Gerais é o terceiro estado brasileiro com mais pessoas em áreas de risco (mais de 1,4 milhão), e a concentração dessas populações em cidades como Ribeirão das Neves, BH e Juiz de Fora explica a gravidade dos impactos durante os períodos de chuvas intensas no estado.
A matéria destaca que esses números foram atualizados em 2023 e servem de alerta para a necessidade de planos de contingência e obras de infraestrutura para proteger essas quase 180 mil pessoas no município.

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Iniciativa "Moradas Gerais" oferece reformas gratuitas para famílias de baixa renda; pré-cadastro presencial acontece neste sábado (28), em Justinópolis.

O município de Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, recebe nesta semana uma importante ação voltada para a dignidade habitacional. O programa Moradas Gerais Melhorias Habitacionais, uma iniciativa do Governo de Minas Gerais, chega à cidade com o objetivo de reformar moradias de famílias em situação de vulnerabilidade social.
O programa foca em intervenções essenciais que garantem segurança e qualidade de vida, combatendo a precariedade das habitações. Entre os serviços oferecidos estão reparos em telhados, adequação de pisos, pintura, impermeabilização e instalações elétricas e hidráulicas básicas.

Quem pode participar?
Para ter acesso ao benefício, os interessados devem cumprir critérios específicos estabelecidos pelo programa:

Cadastro Social: Estar devidamente inscrito no CadÚnico.
Renda: Possuir renda per capita de até meio salário mínimo.
Propriedade: Morar em imóvel próprio que apresente necessidade real de reparos.

Pré-cadastro em Justinópolis
A primeira etapa para as famílias que desejam transformar seus lares será o pré-cadastro presencial, que acontece no próximo sábado, dia 28 de fevereiro. A mobilização será realizada no distrito de Justinópolis, no Instituto O GRITO, entre 10h e 15h.

A equipe do programa orienta que os moradores compareçam portando documentos pessoais e comprovantes que atestem os requisitos exigidos.
Serviço: Pré-cadastro Moradas Gerais em Ribeirão das Neves
Data: 28 de fevereiro (sábado)
Horário: Das 10h às 15h
Local: Instituto O GRITO – Justinópolis
Informações oficiais: social.mg.gov.br
A chegada do Moradas Gerais a Ribeirão das Neves representa um passo significativo para fortalecer os núcleos familiares da região, transformando estruturas físicas em lares mais seguros e saudáveis para a população nevense.

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A divulgação de um novo levantamento nacional sobre populações em áreas de risco acendeu o alerta em diversas cidades mineiras. Embora Juiz de Fora tenha ganhado destaque como a 9ª cidade do país com maior número de pessoas em locais vulneráveis, a realidade de Ribeirão das Neves também exige atenção redobrada das autoridades e da população local.

Em Minas Gerais, o cenário é crítico: o estado possui o maior número de municípios monitorados pelo governo federal. Para Ribeirão das Neves, uma cidade marcada por um crescimento urbano acelerado e topografia acidentada, os dados reforçam a urgência de investimentos em drenagem e contenção de encostas.

O Cenário em Neves: Encostas e Inundações

Diferente de cidades com grandes bacias hidrográficas, o risco em Ribeirão das Neves divide-se em dois principais eixos:

Deslizamentos: Devido à ocupação de morros em bairros com relevo íngreme, especialmente nas regiões de Justinópolis e do Centro, onde a autoconstrução sem acompanhamento técnico eleva o risco geológico em períodos de chuva intensa.

Inundações: Problemas históricos em áreas próximas a córregos que cortam a cidade, onde o transbordamento atinge residências e comércios de forma recorrente durante o verão.

Conexão com as Prioridades Políticas

O debate ganha força diante do Projeto de Lei nº 005/2026, que propõe a venda de terrenos públicos na cidade. Especialistas em urbanismo questionam se parte desses recursos — ou das próprias áreas — não deveria ser destinada à realocação de famílias que hoje vivem em áreas de "risco muito alto" (R4), onde a intervenção de engenharia já não é mais suficiente.

Recentemente, a prefeitura justificou a venda de imóveis públicos como forma de arrecadar para "infraestrutura urbana". A população agora cobra que essa infraestrutura priorize a segurança habitacional, evitando tragédias como as que ocorrem anualmente em Minas Gerais.

O que diz a Defesa Civil Local

A Defesa Civil de Ribeirão das Neves mantém o monitoramento constante das manchas de inundação e áreas de instabilidade. A recomendação para os moradores de áreas críticas permanece a mesma:

Observar o surgimento de fendas, trincas ou estalos nas paredes;

Ficar atento ao aparecimento de águas barrentas na base de encostas;

Em caso de emergência, acionar imediatamente o 199.

Números que Assustam

Embora Neves não figure no "Top 10" nacional como Juiz de Fora ou Belo Horizonte, a cidade faz parte do cinturão metropolitano que sofre com a precariedade do solo. Minas Gerais concentra quase 15% de toda a população brasileira que vive em áreas de risco, o que coloca a gestão de desastres no centro do planejamento de qualquer gestor público nevense para 2026.

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Um relatório enviado pela Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais (SEF-MG) ao Tesouro Nacional aponta que Minas Gerais iniciou o ano de 2026 sem recursos em caixa, ocupando a pior posição fiscal entre todas as unidades da federação do país.

De acordo com o documento, que reúne o balanço consolidado das contas públicas de 2025, a disponibilidade de caixa líquida do estado é negativa em mais de R$ 11 bilhões. O indicador considera o dinheiro disponível após o desconto das obrigações financeiras já assumidas pelo governo.

Além disso, o relatório apresenta outros dados relevantes sobre a saúde fiscal de Minas, como despesas com pessoal, dívida consolidada e capacidade de pagamento. Para 2026, o déficit previsto é de aproximadamente R$ 5 bilhões.

Outro fator de pressão é a dívida de Minas Gerais com a União, que chega a R$ 187 bilhões. Com a adesão ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), o estado poderá parcelar o débito em até 30 anos, com possibilidade de redução de juros mediante investimentos em áreas estratégicas, como segurança pública e educação.

Em nota, o governo de Minas Gerais afirmou que a indisponibilidade de caixa líquida se refere especificamente aos recursos não vinculados, ou seja, receitas livres, sem destinação obrigatória. O Executivo também destacou que o cálculo considera passivos herdados de gestões anteriores, que foram renegociados e impactam diretamente o indicador fiscal atual.

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Em relatos contundentes, a comunidade denuncia o estado de calamidade da via na rua 3 do bairro Landi (2ª seção), que hoje se encontra praticamente intransitável, impedindo o acesso de veículos e serviços essenciais. A situação da Rua 3 ultrapassa o problema estético ou de infraestrutura básica; trata-se de um isolamento forçado. Segundo os moradores, a via está em condições tão precárias que:
Serviços de entrega e aplicativos não conseguem acessar as residências.

Motoboys e motoristas de carros evitam o local pelo risco de danos ou atolamentos.

A coleta de lixo é inexistente, obrigando a comunidade a buscar alternativas improvisadas para o descarte de resíduos.

O agravante humano torna o quadro ainda mais urgente: estima-se que 90% da população local seja composta por idosos e crianças. Em caso de emergência médica, a dificuldade de acesso de uma ambulância pode ser a diferença entre a vida e a morte.

De acordo com os relatos, a via existe há quatro décadas sem nunca ter recebido pavimentação ou melhorias significativas. O sentimento predominante é de injustiça tributária. "Nossos impostos estão pagos", afirma uma moradora, questionando por que vias que já possuem calçamento recebem novo asfalto enquanto as ruas de terra do Landi permanecem esquecidas.

A indignação também se volta contra a Câmara Municipal. Moradores afirmam que vereadores e assessores têm pleno conhecimento do problema. No entanto, as cobranças presenciais e digitais são respondidas com promessas vagas de que "vão olhar", sem que nenhuma máquina ou equipe de obras tenha sido enviada ao local.

A Prefeitura de Ribeirão das Neves, por meio da Secretaria Municipal de Obras, informa que a rua 3, no bairro Landi - 2ª na região de Justinópolis, foi incluída no planejamento de serviços para a realização de ações paliativas, visando melhorar as condições do local e facilitar o acesso da população.

Além das ações emergenciais, o município realiza continuamente estudos técnicos para a inclusão de vias em futuros projetos de pavimentação, considerando critérios técnicos e a necessidade de intervenções estruturais mais complexas, como obras de drenagem.

A Prefeitura em nota, respondeu: "em relação à limpeza urbana, a coleta de lixo domiciliar é realizada na região. Nos locais onde o caminhão não tem acesso, caçambas são disponibilizadas em pontos estratégicos, garantindo que os moradores possam fazer o descarte adequado dos resíduos.

A Prefeitura reforça que está sempre em busca de recursos e parcerias para viabilizar obras estruturantes, garantindo soluções e melhorias na mobilidade e na qualidade de vida da população nevense".

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Trabalhadores que ganham até R$ 5 mil por mês receberão alertas oficiais sobre atualização da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) por meio da caixa postal individual da plataforma de serviços digitais do governo federal, Gov.Br, e pelo WhatsApp cadastrado pelo usuário.
A mensagem personalizada orienta o cidadão a consultar o contracheque de fevereiro. Isto porque a mudança nos limites de isenção ou nas faixas de desconto impactam no salário líquido recebido.

Desta forma, o trabalhador deve observar no próprio demonstrativo de pagamento mensal se o valor descontado sob o título IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte) diminuiu ou não.
Desde 1º de janeiro, a incidência do imposto é zero para quem tem rendimentos mensais até R$ 5 mil. Para os ganhos de R$ 5.000,01 a R$ 7.350 por mês, houve uma redução da cobrança do imposto de forma decrescente.

Já os rendimentos acima de R$ 7.350 continuam seguindo a tabela progressiva de descontos do IR atual (até 27,5%).
Além da informação sobre a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física, o aviso da caixa postal Gov.br também explica sobre ajustes na tributação de altas rendas como forma de garantir o equilíbrio fiscal no país.

Pela nova legislação (Lei nº 15.270/2025), os contribuintes que recebem rendimentos superiores a R$ 600 mil por ano (R$ 50 mil/mês), a alíquota é progressiva até 10%. Para rendas acima de R$ 1,2 milhão por ano, a alíquota mínima efetiva é de 10%.
As alterações válidas têm reflexo a partir do pagamento de fevereiro de 2026 e também será aplicada no cálculo do imposto cobrado exclusivamente na fonte no pagamento do 13º salário anual.

✍️ Fonte: Agência Brasil

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Reportagem do Balanço Geral MG flagra montanhas de detritos em importante via da cidade; moradores reclamam da falta de fiscalização e do risco de doenças.
O que deveria ser uma via de escoamento e trânsito para os moradores de Ribeirão das Neves transformou-se em um cenário de descaso ambiental. A Avenida Perimetral tornou-se alvo preferencial de descarte irregular de lixo e entulho, gerando uma série de transtornos para quem vive ou trafega pela região.

A denúncia, exibida nesta quarta-feira (18) pelo programa Balanço Geral MG, da Record Minas, revela a gravidade da situação. Ao longo da avenida, é possível encontrar de tudo: restos de materiais de construção, móveis velhos, lixo doméstico e até carcaças que atraem urubus e animais peçonhentos.

Um problema crônico
De acordo com a reportagem, o acúmulo de lixo não é um fato isolado, mas um problema recorrente que parece desafiar o poder público. Moradores locais relatam que, mesmo quando a prefeitura realiza a limpeza, em poucos dias o local volta a ser utilizado como "bota-fora" por pessoas e empresas que agem na calada da noite.

A situação é agravada pelo período chuvoso. O lixo acumulado obstrui bueiros e canaletas, aumentando o risco de alagamentos e transformando os focos de entulho em criadouros ideais para o mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya.

Insegurança e mobilidade reduzida
Além do mau cheiro insuportável e do risco sanitário, o descarte irregular invade a pista e as calçadas, forçando pedestres a caminharem pelo meio da rua, dividindo espaço com carros e ônibus. "É um desrespeito total. A gente paga imposto e tem que conviver com esse lixão na porta de casa", desabafou um morador à equipe de reportagem.

O que dizem as autoridades
Historicamente, situações como a da Avenida Perimetral em Ribeirão das Neves esbarram na dificuldade de fiscalização. A prefeitura costuma alegar que mantém cronogramas de limpeza, mas reforça que o descarte irregular é crime ambiental passível de multa.

No entanto, para a população, as medidas educativas não têm surtido efeito. Eles cobram a instalação de câmeras de monitoramento, cercamento de áreas críticas e uma punição mais severa para quem utiliza a via pública como depósito de lixo.

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