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Cidade

Audiência pública na ALMG debate a falta de regularização fundiária na divisa do município; impermeabilização do solo, alagamentos e falta de equipamentos de lazer preocupam a população da região.

A indefinição quanto à regularização fundiária das áreas desapropriadas para a construção da Cidade Administrativa do Governo de Minas voltou a ser pauta na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). O impasse, que já dura quase duas décadas entre o Estado e antigos proprietários de terrenos na região do Vetor Norte, atinge diretamente a rotina e a infraestrutura de bairros limítrofes em Ribeirão das Neves.

A audiência, realizada na Comissão de Participação Popular por solicitação da deputada Andréia de Jesus (PT), discutiu a não implementação completa do Parque Estadual Serra Verde — unidade de conservação criada como contrapartida ambiental e social pelas obras da sede do governo mineiro, iniciadas em 2008.
Moradores e representantes comunitários da divisa de Ribeirão das Neves e Venda Nova apontam que a impermeabilização de grandes áreas para o complexo governamental alterou significativamente o escoamento das águas da chuva na bacia hidrográfica regional.

Segundo lideranças locais e da Associação Mila de Política Cidadã, a ausência do parque estruturado e a criação de aterros irregulares em áreas de várzea têm sobrecarregado os cursos d'água e agravado o problema das inundações e alagamentos que atingem bairros vizinhos em Ribeirão das Neves durante o período chuvoso.

Além dos impactos ambientais, a comunidade local cobra a implementação urgente dos equipamentos sociais do parque. A falta de infraestrutura e de fiscalização na área verde abandonada abriu espaço para o descarte irregular de lixo, uso de drogas e aumento do risco de crimes, privando as famílias e crianças da região de usufruírem de uma área pública de lazer, esporte e preservação.

"Não temos inclusão social, educação e equilíbrio ambiental. Ficamos com essa estrutura incompleta. Precisamos que o parque seja implantado com urgência para que nossas crianças tenham espaço de convivência", reivindicaram representantes comunitários presentes ao debate.

Proposta de acordo e visita técnica


Durante a reunião, o assessor dos proprietários, Márcio Antônio Marques Gomes, apresentou uma proposta de conciliação que envolve a doação e regularização de terrenos, o que viabilizaria a expansão e consolidação do Parque Estadual Serra Verde com uma área de aproximadamente 1,8 milhão de metros quadrados.

Com o objetivo de cobrar celeridade e verificar in loco a situação dos terrenos e os impactos causados às comunidades do entorno em Ribeirão das Neves e Belo Horizonte, a comissão da ALMG agendou uma visita técnica às dependências da Cidade Administrativa e áreas do parque para encaminhar cobranças formais ao Governo de Minas.

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Servidor de 90 anos atuou na saúde do sistema prisional desde 1957, participou da fundação de serviços em diversas unidades de Minas e eternizou sua trajetória em livro publicado em 2026.

Morreu na última segunda-feira, 12 de outubro de 2026, aos 90 anos, Salvador Tomé da Silva. Figura tradicional e marcante na história de Ribeirão das Neves, Salvador dedicou quase sete décadas de sua vida ao trabalho no sistema prisional mineiro e à preservação da memória local.

Servidor lotado na Penitenciária José Maria Alkimin, em Ribeirão das Neves, Salvador teve morte natural. Sua trajetória no sistema prisional teve início em 1957, atuando ininterruptamente em áreas ligadas à saúde. Ao longo de sua carreira, teve papel pioneiro na implantação de serviços de assistência à saúde em diversas unidades prisionais de Minas Gerais, incluindo complexos em Juiz de Fora, Teófilo Otoni e na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem.

A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp-MG) emitiu uma nota de pesar e a Polícia Penal de Minas Gerais (PPMG) fez homenagens ao servidor em seu velório, realizado ontem (13).
Além da marcante atuação profissional e comunitária em Ribeirão das Neves, Salvador Tomé da Silva eternizou suas memórias e sua vivência recente em forma de literatura. No ano de 2026, ele realizou o feito de publicar o livro "A cidade cresce, o homem aparece", obra na qual reuniu relatos, memórias e reflexões sobre as transformações urbanas, sociais e humanas que acompanhou ao longo de nove décadas.

O velório de Salvador Tomé ocorreu na terça-feira (13/10), no Bairro Savassi, em Ribeirão das Neves, e o sepultamento foi realizado no Cemitério Senhor da Paz. Salvador deixa um legado de serviço público, pioneirismo e amor à história nevense.

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O atleta do bairro Santa Martinha, João Marcos Moreira das Medalhas conquistou duas medalhas de ouro durante o campeonato Grand Slam de Jiu Jitsu, realizado no dia 11 de outubro, na Arena Paris, em Belo Horizonte.
A competição foi promovida pela Pacific Federation, ligada à Federação Mundial de Artes Marciais Esportivas (FMAS).
Representando a Prado Team, academia onde treina sob a orientação do professor Maicon, João Marcos participou das disputas e garantiu dois lugares no lugar mais alto do pódio, conquistando duas medalhas de ouro.
O resultado representa o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo atleta nos treinamentos e da preparação realizada com a equipe técnica.
A conquista também destaca a importância do incentivo ao esporte e da dedicação dos atletas que participam de competições e buscam alcançar resultados expressivos em suas modalidades.

Serviço: Campeonato Grand Slam
Data: 11 de outubro de 2026
Local: Arena Paris, Belo Horizonte (MG)
Atleta: João Marcos
Academia: Prado Team
Professor: Maicon
Resultado: Duas medalhas de ouro

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Resolução publicada pela Secretaria de Segurança, Trânsito e Transportes valida equipamentos instalados em vias de grande fluxo como as avenidas Denise Cristina da Rocha, Dionísio Gomes e Eduardo Brandão.

A Secretaria Municipal de Segurança, Trânsito e Transportes oficializou, por meio da Resolução nº 003/2026, a homologação de novos equipamentos de fiscalização eletrônica em Ribeirão das Neves. A medida regulamenta o funcionamento de radares fixos, lombadas eletrônicas e detectores de avanço de sinal vermelho distribuídos por importantes corredores viários do município.
A operação e manutenção dos aparelhos estão a cargo da empresa GCT - Gerenciamento e Controle de Trânsito S/A, contratada pela administração municipal. Todos os equipamentos listados passaram por aferição metrológica no mês de setembro e já estão respaldados para a fiscalização.

Locais e limites de velocidade

A publicação detalha os pontos exatos de instalação e os limites permitidos em cada via para orientar motoristas e pedestres:

Lombadas Eletrônicas (Limite de 30 km/h):

Rua João Lélio Nogueira Filho, nº 2.225: Sentido Ribeirão das Neves / BR-040
Avenida Denise Cristina da Rocha, nº 1.499: Sentido Ribeirão das Neves / Belo Horizonte
Radares com Detector de Avanço de Sinal e Faixa de Pedestres (Limite de 40 km/h):
Avenida Denise Cristina da Rocha, nº 1.534: Ambos os sentidos (BH / Neves e Neves / BH)
Avenida Denise Cristina da Rocha, nº 1.808: Sentido BH / Ribeirão das Neves
Avenida Denise Cristina da Rocha, nº 2.137: Sentido Ribeirão das Neves / BH

Radares Medidores de Velocidade:

Avenida Denise Cristina da Rocha, nº 670: Sentido BH / Ribeirão das Neves (Limite de 40 km/h)
Avenida Dionísio Gomes, nº 453 e nº 1.140: Ambos os sentidos entre Esmeraldas e Ribeirão das Neves (Limite de 40 km/h)
Avenida Eduardo Gustavo Farnese Brandão, nº 09: Sentido BR-040 / Ribeirão das Neves (Limite de 50 km/h)

Vigência e fiscalização

De acordo com o texto assinado pela Secretaria, os efeitos da norma retroagem ao dia 28 de setembro de 2026. A instalação dos dispositivos busca aumentar a segurança viária, coibir o excesso de velocidade e diminuir o risco de acidentes em trechos urbanos de intenso tráfego em Ribeirão das Neves.

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Tatiana Aparecida Henrique de Souza Santana, de 44 anos, funcionária da Cidade dos Meninos, foi arremessada para fora do veículo e faleceu no local; mãe da vítima está internada em estado grave.

Um grave acidente na rodovia BR-381, próximo ao município de Periquito, resultou na morte de uma moradora de Ribeirão das Neves e deixou outras duas pessoas feridas na manhã desta quarta-feira (7).

Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motorista de um automóvel tentou realizar uma ultrapassagem quando perdeu o controle da direção. O veículo saiu da pista e capotou na margem da rodovia.

Com o impacto do capotamento, a passageira Tatiana Aparecida Henrique de Souza Santana, de 44 anos, foi ejetada para fora do carro. Ela sofreu múltiplos traumas e teve o óbito constatado ainda no local. Tatiana era moradora nevense e funcionária da instituição Cidade dos Meninos São Vicente de Paulo.

Resgate dos feridos e perícia
A mãe de Tatiana, que também viajava como passageira no automóvel, sofreu ferimentos graves. Ela foi socorrida por equipes de resgate e encaminhada a um hospital da região, onde permanece internada sob cuidados médicos. O condutor do veículo teve apenas lesões leves.

A área do acidente foi isolada para os trabalhos da perícia técnica da Polícia Civil. As circunstâncias e as causas exatas que levaram à perda de controle do veículo durante a manobra de ultrapassagem seguem sob investigação das autoridades policiais.

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Sem água nas torneiras desde o último domingo, famílias da Rua Turquesas relatam cenário de desespero para realizar tarefas básicas de higiene e alimentação, e cobram providências imediatas da Copasa.
A rotina dos moradores da Rua Turquesas, localizada no bairro Vale da Prata, em Ribeirão das Neves, transformou-se em um teste diário de resistência. Há quase uma semana, a comunidade enfrenta um desabastecimento severo que deixou os imóveis da região sem absolutamente nenhuma gota d'água nas torneiras.
O desabastecimento teve início no último domingo. De lá para cá, o fornecimento foi interrompido de forma quase ininterrupta. Na noite de segunda-feira, a água chegou a retornar por um breve intervalo de tempo — suficiente apenas para lavar alguns utensílios básicos —, mas logo voltou a secar completamente, sem previsão de regularização.

Impacto direto no cotidiano e na dignidade

A falta de água afeta diretamente as necessidades elementares das famílias locais, comprometendo o preparo de refeições, o banho, a descarga nos banheiros e a higienização de ambientes. Não se trata de uma oscilação na pressão da rede, mas sim do desabastecimento total que impede qualquer planejamento doméstico.
"Não estamos falando de água caindo fraca ou com baixa pressão. Não sai absolutamente nada da torneira. É uma situação inadmissível que passou de todos os limites do razoável", relata um morador da rua.
A comunidade destaca que a escassez de um recurso essencial em plena rotina diária fere a dignidade dos cidadãos, que continuam honrando suas contas sem ter o serviço prestado adequadamente.

Cobrança por respostas e providências imediatas

Diante do cenário crítico, a população do Vale da Prata exige posicionamento oficial e atuação urgente por parte da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). Os moradores pedem a regularização imediata do fornecimento de água, além do envio emergencial de caminhões-pipa para suprir as necessidades básicas do local enquanto o sistema principal não é restabelecido.

A Copasa informa que o abastecimento de água nos bairros Vale da Prata e Veneza, em Ribeirão das Neves, apresentou intermitências devido aos baixos níveis dos reservatórios, em função do aumento do consumo provocado pelas elevadas temperaturas registradas em decorrência do fenômeno climático.

A Companhia esclarece que o abastecimento nessas localidades já está normalizado nesta sexta-feira (02/10).

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Nova lei complementar garante benefício para famílias da Faixa 1 e inclui contemplados da Faixa 2 indicados pelo município.

A Prefeitura de Ribeirão das Neves publicou a Lei Complementar nº 273/2026, que altera e amplia as regras de isenção do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) para empreendimentos do Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) no município. A medida reformula dispositivos da legislação municipal de 2024 para alinhar as normas locais às diretrizes do governo federal.

Pela nova redação, fica garantida a isenção do imposto nas transferências de imóveis realizadas entre a construtora/empreendedor, o Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e o beneficiário final da moradia. A transição ocorre sem condicionantes, prazos ou exigências vinculadas à quitação de débitos prévios.

Ampliação do público beneficiado
A principal alteração trazida pela lei é o alcance do benefício fiscal:

Faixa Urbano 1: Isenção total assegurada às famílias de menor renda enquadradas na primeira faixa do programa federal.

Faixa Urbano 2: Passam a ter direito à isenção as famílias indicadas diretamente pelo Poder Público municipal, conforme as hipóteses previstas na legislação federal do MCMV.

Fontes de recursos: A isenção abrange operações financiadas pelas diversas fontes de recursos do programa previstas na Lei Federal nº 14.620/2023.

Duração do benefício e procedimentos
A lei estabelece que a isenção do ITBI perdurará enquanto existirem obrigações vinculadas ao Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). Para garantir o abatimento do imposto, o cidadão ou a empresa responsável pelo empreendimento deverá formalizar o pedido junto à administração fazendária do município, seguindo os regulamentos específicos do setor de tributação.

A nova legislação já está em vigor e produz efeitos prévios às contratações dos investimentos habitacionais no município.

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A presença de um lixão a céu aberto na Rua Maria da Luz Silva, nº 273, no Bairro Porto Seguro, vem gerando indignação e graves problemas de saúde para a comunidade local.
Localizado a cerca de 500 metros do Mart Minas, o ponto ilegal de descarte acumula grandes proporções de entulho e resíduos variados no coração da região.

Além do acúmulo desordenado de lixo, moradores relatam que há cerca de quatro dias focos de incêndio têm queimado os resíduos no local.
A fumaça densa e o forte mau cheiro tomam conta dos arredores, afetando diretamente a qualidade de vida das famílias residentes em bairros vizinhos, como o Novo União.

"A gente está acordando e indo dormir com fedor de lixo e fumaça", desabafa o morador que nos enviou o vídeo.
A situação tem prejudicado de forma crônica pessoas com problemas respiratórios, como rinite e sinusite, que precisam recorrer ao uso contínuo de medicamentos anti-inflamatórios para conseguir cumprir suas rotinas diárias.

Não há confirmação se o terreno em questão é uma propriedade pública ou privada. Moradores cobram providências urgentes das autoridades competentes para a remoção dos resíduos, eliminação do foco de queimadas e fiscalização do local.

A Prefeitura de Ribeirão das Neves, por meio da Superintendência de Limpeza Urbana, informa que a limpeza do local já foi inserida no cronograma de serviços para a retirada dos resíduos descartados irregularmente e será realizada nas próximas semanas.

O local já recebeu intervenções anteriores, incluindo a retirada de resíduos, serviços de limpeza, cercamento da área e ações educativas e orientativas junto à comunidade sobre a importância do descarte correto.

Apesar das medidas adotadas pelo município, a área voltou a registrar descarte irregular de lixo e entulho. A Prefeitura reforça que essa prática é proibida e causa prejuízos à comunidade, destacando a importância da colaboração de todos para manutenção do espaço limpo.

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Sancionada pelo prefeito Túlio Raposo, a Lei nº 4.678/2026 impõe normas severas de segurança e impacto visual, proíbe publicidade em locais centrais e concede perdão de dívidas passadas de TFA para empresas que se regularizarem.
O Executivo municipal de Ribeirão das Neves sancionou a Lei nº 4.678/2026, que cria um novo marco regulatório para a instalação, manutenção e exploração de outdoors, painéis eletrônicos de LED e demais engenhos publicitários no município. A legislação busca conter a poluição visual, garantir a segurança viária e organizar o uso do espaço urbano, além de oferecer um programa de perdão de dívidas antigas para atrair as empresas de publicidade para a legalidade.

Proibições e restrições no centro e vias públicas

A nova norma proíbe categoricamente a instalação de outdoors e estruturas publicitárias em locais estratégicos e de preservação. Fica vedada a colocação de anúncios em canteiros centrais, praças, calçadas, rotatórias, pontes, viadutos, áreas de preservação ambiental e fachadas ou muros. A lei também proíbe o uso de cartazes, faixas, banners e cavaletes em calçadas, postes e topos de prédios.
Para proteger o patrimônio histórico-cultural e garantir o conforto visual, a legislação vetou o uso de painéis eletrônicos com área superior a $1{,}5\text{ m}^2$ nos centros comerciais da cidade — salvo em casos de campanhas institucionais do município. Nas áreas privadas onde o outdoor for permitido, a estrutura deverá respeitar um recuo mínimo de 5 metros em relação ao alinhamento da calçada.

Painéis digitais e regras de conteúdo

Os painéis eletrônicos e de LED passam a ter regramento técnico próprio. Entre as exigências estipuladas estão:

Tempo de exibição: Cada imagem estática deve permanecer na tela por no mínimo 8 segundos, sendo proibidos efeitos piscantes, animações que causem distração aos motoristas e emissão de som.
Luminosidade: As telas de LED devem possuir ajuste automático de brilho para os períodos diurno e noturno, evitando o ofuscamento da visão dos condutores.
Vedações de conteúdo: É proibida a veiculação de anúncios de cigarros e derivados do tabaco, bebidas alcoólicas com graduação superior a 13º GL, mensagens discriminatórias ou que incitem a violência e práticas ilegais.
Espaço público: Todas as estruturas de publicidade exterior deverão reservar obrigatoriamente 10% de sua área ou tempo de exposição para campanhas de utilidade pública do município.

Padrões técnicos e segurança reforçada

Para evitar acidentes e riscos estruturais, a lei proíbe o uso de madeira na confecção das estruturas e exige que todos os projetos contem com a responsabilidade técnica de engenheiros ou arquitetos registrados (via ART ou RRT). Os projetos estruturais devem atender às normas da ABNT sobre forças do vento e resistência de estruturas de aço.
Além disso, o licenciamento prévio será concedido por 1 ano exclusivamente para empresas inscritas no Cadastro Mobiliário de Ribeirão das Neves.

Anistia e remissão de impostos atrasados

Como forma de incentivar a regularização do setor, a Prefeitura autorizou a remissão (perdão) total ou parcial dos débitos da Taxa de Fiscalização de Anúncio (TFA) incidentes sobre outdoors entre os anos de 2020 e 2025, além do cancelamento de multas aplicadas no período.
Para obter o benefício do perdão de débitos, o empresário do setor terá um prazo de até 90 dias após a publicação da lei para protocolar o pedido e deverá cumprir uma série de exigências, incluindo:

Apresentar o cadastro georreferenciado com a localização exata de todas as suas estruturas no município;
Comprovar a regularidade fiscal com a Fazenda Municipal;
Assumir o compromisso de escrituração regular de serviços e emissão de notas fiscais eletrônicas de ISSQN a partir de 2026.

Multas e penalidades

As empresas que descumprirem as novas regras estarão sujeitas a sanções administrativas que variam conforme a gravidade da infração:

Infrações leves (como falta de identificação da licença na estrutura): multa de 100 UFM (Unidade Fiscal do Município);
Infrações médias (como descumprimento de dimensões, recuos ou regras de brilho em LED): multa de 300 UFM;
Infrações graves (como instalação sem licença, em locais proibidos ou gerando risco de desabamento): multa de 400 UFM.

Em casos de reincidência, a multa pode ser cobrada em dobro e acrescida de valor diário. A fiscalização municipal também poderá realizar a interdição ou a remoção compulsória da estrutura em casos de risco iminente à segurança pública.

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Medida sancionada pelo Decreto nº 170/2026 prevê "Tarifa Zero" em todos os ônibus municipais ao longo deste domingo (4 de outubro) para facilitar o acesso dos eleitores aos locais de votação.

Os moradores de Ribeirão das Neves contarão com passe livre no transporte público municipal no próximo domingo, 4 de outubro, data em que será realizado o primeiro turno das Eleições 2026. A concessão da "Tarifa Zero" foi oficializada pelo Decreto Municipal nº 170/2026.

A gratuidade vale das 00h às 23h59 em toda a rede de transporte coletivo municipal. Além de isentar a tarifa para todos os passageiros, o município determinou que as empresas concessionárias operem com a tabela horária praticada nos dias úteis, garantindo maior frequência de viagens para atender ao fluxo de eleitores ao longo do dia.

Cumprimento a diretrizes do STF e TSE


A implementação do passe livre atende a recomendações do Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG) e segue diretrizes do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As decisões judiciais estabelecem o dever do Poder Público de garantir mobilidade urbana nos dias de pleito para assegurar o exercício do direito ao voto e combater o abstencionismo.

Compensação às concessionárias


As despesas decorrentes da gratuidade serão custeadas pelo Tesouro Municipal por meio de subsídio. A Prefeitura ressarcirá as concessionárias com o valor fixado em R$ 12,50 por quilômetro rodado. Para receber a compensação, as empresas deverão apresentar a medição oficial do Quadro Operacional de Controle (QCO) e os registros do Sistema de Gestão Eletrônica referentes ao dia da votação.

A Secretaria Municipal de Segurança, Trânsito e Transportes será a responsável por supervisionar a operação dos ônibus e expedir normas complementares, se necessário.

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O calorão sufocante dos últimos dias finalmente tem data para acabar em Belo Horizonte e nas cidades vizinhas. Com a chegada de uma frente fria vinda do Sul, impulsionada por um ciclone extratropical, o tempo vai virar bruscamente na Região Metropolitana, trazendo uma queda de até 12°C nas temperaturas em apenas três dias.
A mudança encerra uma sequência de marcas históricas, após os termômetros da capital baterem 36,6°C na última terça-feira (29) e chegarem perto dos 37°C na quarta (30).
A virada ocorre com o avanço de uma massa de ar instável que já começa a formar um verdadeiro corredor de umidade sobre Minas Gerais. Na prática, isso significa mais nuvens, chuva e o tão esperado alívio para a seca e a baixa umidade que vinham castigando a população.

Quando o alívio chega?

O refresco mais pesado começa a ser sentido entre a próxima sexta-feira (2/10) e o sábado (3/10). Nesses dias, a expectativa é de céu bastante encoberto e chuva contínua ao longo do dia, impedindo que a máxima passe dos 25°C em BH e municípios vizinhos.
No domingo (4/10), o sol até pode dar as caras em curtos períodos, mas o tempo continua abafado e instável, com risco de novas pancadas a qualquer momento.
A boa notícia para quem não aguenta mais o abafamento: segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o calorão extremo dá uma trégua prolongada. Pelo menos nos próximos 15 dias, as temperaturas não devem subir de forma exagerada, mantendo-se abaixo dos 30°C até o início da próxima semana.

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