Uma operação policial realizada nesta terça-feira resultou na prisão de Clinton da Silva Hudson em Ribeirão das Neves. Apontado como uma liderança estratégica do Comando Vermelho, Hudson é investigado por coordenar a expansão da facção criminosa carioca no estado de Minas Gerais, com foco principal na cidade de Itabirito, na Região Central.
O histórico criminal do detido impressiona as autoridades pela extensão e recorrência. Clinton soma 42 passagens pela polícia, acumulando registros por crimes diversos ao longo de sua trajetória no sistema prisional e investigativo. A captura em solo nevense é considerada um golpe importante na estrutura logística do grupo, que tentava consolidar novos pontos de influência em municípios mineiros.
A prisão ocorreu após um monitoramento detalhado das movimentações do suspeito. Embora a base de atuação atribuída a ele fosse Itabirito, a presença de Hudson em Ribeirão das Neves acendeu o alerta das forças de segurança sobre possíveis conexões e esconderijos na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Após a detenção, o investigado foi encaminhado para a delegacia, onde permanece à disposição da Justiça. A Polícia Civil segue apurando se a permanência dele em Ribeirão das Neves estava ligada ao estabelecimento de novas rotas para a organização criminosa ou se o município servia apenas como ponto de refúgio temporário para evitar o cerco policial em outras regiões do estado.
O Instituto O Grito consolidou sua posição como uma das grandes referências de gestão no Terceiro Setor brasileiro durante o FIFE 2026 (Fórum Interamericano de Filantropia Estratégica). Considerado o maior evento da área no país, o fórum aconteceu na capital pernambucana entre os dias 14 e 17 de abril, reunindo as principais lideranças e organizações da sociedade civil para debater inovação e sustentabilidade institucional.
O Reconhecimento pela Fundação Dom Cabral
A trajetória do Instituto foi o centro das atenções em um painel conduzido pela Fundação Dom Cabral (FDC), uma das escolas de negócios mais prestigiadas do mundo. A FDC utilizou a organização mineira como um case de sucesso para ilustrar a maturidade organizacional e a evolução da liderança no campo social.
Durante a apresentação, a FDC detalhou a jornada estratégica do Instituto, focando especialmente na transformação do papel de seu fundador e CEO, Léo Martins. O modelo de gestão apresentado baseou-se em quatro pilares fundamentais:
De Executor a Estrategista: A transição essencial da liderança operacional para o campo da estratégia, viabilizando o crescimento da instituição.
Visão de Horizonte: A competência de antecipar tendências e planejar o futuro organizacional com foco no longo prazo.
Gestão Baseada na Confiança: O fortalecimento da equipe interna como elemento central para uma governança eficiente.
Delegação e Impacto: O entendimento de que descentralizar processos é o motor necessário para multiplicar o impacto social no território.
Referência Técnica e Social
O destaque no FIFE 2026 valida o processo de profissionalização das operações do Instituto O Grito em Ribeirão das Neves (MG). Para além do trabalho de campo, o reconhecimento posiciona a entidade como uma referência técnica nacional.
"A eficiência administrativa e o uso estratégico da tecnologia são pilares essenciais para a transformação social e o alcance da dignidade humana".
Com essa validação, o Instituto demonstra que a gestão de excelência não é exclusividade do setor privado, mas uma ferramenta indispensável para organizações que buscam escala e sustentabilidade em suas causas.
A pergunta que dá título a este texto motivou pesquisa realizada pelo Observatório de Ribeirão das Neves, tendo em vista a forte presença, na região de Justinópolis e Areias, de famílias de origem japonesa. Nosso objetivo foi reconstruir os caminhos e descaminhos que levaram os pioneiros da família Takahashi a abandonarem a sua terra natal e migrarem para o Brasil.
Essa saga se inicia no ano de 1926, ou seja, completa 100 anos em 2026, quando os patriarcas dessa família, Motokichi e Kendiro Takahashi, chegaram ao Brasil para trabalhar nas fazendas de café no interior de São Paulo. O contexto em que viviam o Brasil e o Japão é de fundamental importância para compreender a trajetória vivida por essa família. Naquele período, o Japão enfrentava uma crise populacional e incentivava seus cidadãos a irem para outros países adquirir riqueza e retornar, o mais breve possível, trazendo recursos para ajudar a desenvolver o país. Esse incentivo chegava ao ponto de permitir que os cafeicultores paulistas fizessem propaganda para recrutar japoneses a virem para o Brasil, no intuito de trabalharem nas fazendas do “ouro negro”, ou seja, do café.
Já o contexto brasileiro era marcado pela crise do perverso projeto eugenista brasileiro, que, com o fim da escravidão, tinha o propósito de “clarear a raça” do país, trazendo para o Brasil imigrantes alemães e italianos — nações que, no final do século XIX e início do XX, enfrentavam fortes quadros de pobreza e guerra — para substituir a mão de obra tradicionalmente exercida pelos negros. A questão era que, no início do século, o governo brasileiro enfrentava problemas para trazer novos imigrantes italianos e alemães, pois os governos de seus respectivos países haviam proibido a vinda de seus cidadãos para trabalhar nas fazendas do interior paulista, diante de denúncias de escravidão por dívida. Ou seja, assim como fizeram com a população de origem africana, buscavam escravizar alemães e italianos, dessa vez pela modalidade de escravidão por dívida.
Frente a essa proibição, os cafeicultores paulistas, com incentivo do governo brasileiro, mesmo enfrentando o preconceito dos brasileiros frente à “raça amarela”, resolveram suprir essa lacuna de mão de obra incentivando a imigração japonesa e, em uma dessas levas, os pioneiros da migração japonesa em Neves chegaram ao Brasil.
O cenário que encontraram não foi nada diferente do apresentado aos italianos e alemães. As promessas de prosperidade e riqueza se desfizeram no próprio Porto de Santos. Como haviam contraído dívida referente à viagem e aos próprios custos de se instalarem na fazenda paulista, passaram, desde o primeiro momento, a viver sob o jugo do fazendeiro paulista. Essa realidade fez com que os membros da família Takahashi se mobilizassem para fugir dessa condição, migrando primeiramente para a cidade de Uberlândia e, logo em seguida, vindo para a recém-fundada capital mineira.
Em Belo Horizonte, Motokichi e Kenjiro, os dois heróis dessa saga, junto com outros membros de sua família, instalaram-se na região hoje conhecida como Venda Nova e, ao arrendarem uma grande extensão de terra, fundaram a Fazenda Mikado. Essa propriedade agrícola, devido aos conhecimentos técnicos trazidos do Japão por Motokichi e Kenjiro, no que diz respeito ao cultivo da terra, em poucos anos despontou na produção de hortifrutigranjeiros, suprindo não só a demanda da capital mineira, mas chegando a enviar produtos para a capital nacional, que naquela época era o Rio de Janeiro.
A estabilidade e os tempos de bonança da família Takahashi duraram pouco. Em 1942, a entrada do governo brasileiro na Segunda Guerra Mundial ao lado dos Aliados, declarando o Japão — que compunha, com Alemanha e Itália, as nações do Eixo — como inimigo, fez com que passasse a perseguir todos os cidadãos japoneses que viviam no Brasil. Com isso, a Fazenda Mikado foi desapropriada pelo Estado brasileiro, todos os homens da família Takahashi foram presos e enviados para a Penitenciária Agrícola de Neves, e as mulheres e as crianças da família ficaram à própria sorte, encontrando abrigo no Bairro Areias, onde sobreviveram a duras custas durante anos, chegando a depender da ajuda de fazendeiros locais, que forneciam ossos do gado abatido para a sua alimentação.
Fato importante desse violento processo descrito acima é que a estadia dos homens da família Takahashi na Penitenciária Agrícola de Neves (PAN) ajudou a consolidar o próprio nome da unidade prisional, tendo em vista que, no tempo em que estiveram presos nessa unidade, receberam a permissão e o incentivo dos diretores para ensinarem técnicas de cultivo da terra aos demais detentos. Ao ponto de, após o fim das hostilidades entre Brasil e Japão com o término da guerra, mesmo depois de libertados, alguns membros da família continuarem trabalhando nessa função dentro da Penitenciária Agrícola de Neves.
Após a soltura dos homens da família Takahashi e o reencontro com as mulheres e crianças, com o fim da guerra — que teve como saldo a quase total destruição do Japão, inclusive com seu território sendo atingido por duas bombas atômicas —, o plano de enriquecer e voltar para o Japão não era mais possível, tendo em vista que, nas palavras dos próprios imigrantes, “não havia mais Japão para retornar”.
Com isso, as famílias Takahashi, mesmo com muito preconceito enfrentado por elas em contexto pós-guerra — preconceitos inclusive incentivados pelo próprio Estado —, resolveram se estabelecer na região do Bairro Areias e hoje configuram uma grande comunidade que representa um pedaço do Japão em Ribeirão das Neves, e que merece ter sua história valorizada e melhor conhecida.
Por isso, se você faz parte da família Takahashi e/ou sabe de alguma particularidade que possa nos ajudar a contar melhor essa história, pode entrar em contato conosco pelo seguinte endereço: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Na Grande BH, são 2.800 vagas abertas; inscrições acontecem entre os dias 11 e 15 de maio
Em celebração aos 80 anos da Instituição, durante a realização da Semana S, evento criado para mostrar a potência do Sistema Comércio Minas por meio de atividades diversas gratuitas, o Senac ampliará a oferta de cursos gratuitos em todo o estado.
“Queremos que as pessoas possam, de alguma forma, participar da Semana S. O evento acontece em Belo Horizonte, na Praça da Estação, mas nossas unidades também estarão focadas em mostrar um pouco do nosso serviço. Vamos ampliar o acesso gratuito à educação profissional para quem busca aperfeiçoar seus conhecimentos, aumentar seu potencial de empregabilidade ou planeja ter o seu negócio”, resumiu o presidente do Sistema Fecomércio MG, Sesc e Senac, Nadim Donato.
Entre os dias 11 e 15 de maio, as 42 unidades em Minas Gerais vão abrir vagas para formações profissionalizantes gratuitas por meio de cursos livres e técnicos. A iniciativa vai mobilizar a rede do Senac para ampliar o acesso à formação profissional, com foco em empregabilidade, inclusão produtiva e desenvolvimento econômico.
As capacitações contemplam áreas estratégicas como gastronomia, tecnologia, idiomas, moda, saúde, beleza, moda, comércio e gestão, acompanhando as transformações do mercado de trabalho e as demandas do setor de comércio de bens, serviços e turismo - responsável por cerca de um quarto do PIB brasileiro, segundo dados do Sistema Comércio. São cursos como Preparo de Massas, Excel Recursos Básicos, Básico de Costura e Acabamento, Técnicas Avançadas de Maquiagem, Cabeleireiro, Assistente Administrativo, entre outros.
O início dos cursos tem datas variadas, mas as matrículas precisam ser efetivadas durante a ação. As inscrições devem ser feitas na unidade do Senac onde o curso está disponível. As ofertas da Grande BH também estarão disponíveis em um estande na Praça da Estação até o dia 17. É necessário apresentar documento com foto, CPF, comprovantes escolar e de residência. Menores de idade precisam comparecer acompanhados dos responsáveis legais.
Ofertas na Grande BH
Na Grande BH, são 2.800 vagas disponíveis nas cinco unidades. As opções de qualificação são ofertadas por meio dos programas Senac de Gratuidade (PSG) e Senac+. O PSG disponibiliza as vagas para todas as pessoas, cuja renda familiar per capta não ultrapasse dois salários-mínimos. E pelo Senac+, podem participar alunos indicados por empresas do setor de comércio de bens, serviços e turismo; sindicatos empresariais e associações de inclusão social que atendem grupos vulneráveis. Essas instituições devem estar devidamente credenciadas junto ao Senac.
Unidades Senac:
Barro Preto (Rua dos Goitacazes, 1159)
Eixos: Gastronomia, TI, Moda, Gestão, Beleza e Saúde.
Venda Nova (Av. Liége, 213, Europa, Belo Horizonte)
Eixos: Comércio, Comunicação, Gestão, TI, Games, Artes e cursos técnicos.
Guajajaras (Rua dos Guajajaras, 40 - 15º andar, Centro, Belo Horizonte)
Eixos: Idioma, TI, Comércio, Comunicação e Gestão.
Contagem (Rua das Paineiras, 1300 - Jardim Eldorado)
Eixos TI, Gestão e Comunicação .
Betim (Rua Rio de Janeiro, 199, Brasiléia)
Eixos: Beleza, Saúde, TI e cursos técnicos.
Sobre o Sistema Fecomércio MG, Sesc e Senac
O Sistema Fecomércio MG é formado pela Fecomércio MG, pelo Sesc em Minas e pelo Senac em Minas, em parceria com os Sindicatos Empresariais, e integra a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), presidida por José Roberto Tadros. Por meio da cooperação estratégica entre essas instituições, a atuação do Sistema tem o objetivo de fortalecer o comércio mineiro e contribuir com o desenvolvimento social e econômico de Minas Gerais.
Seu escopo de atividades ainda inclui a capacitação profissional e a promoção da qualidade de vida dos trabalhadores e das trabalhadoras do comércio de bens, serviços e turismo, incluindo dependentes, por meio de serviços de Saúde, Educação, Cultura, Esporte, Lazer e Ação Social.
O Sistema Fecomércio MG, Sesc e Senac defende os interesses de empresas e de trabalhadores e trabalhadoras do comércio de bens, serviços e turismo de Minas Gerais. As três instituições oferecem soluções que ajudam no desenvolvimento, na redução de custos, na capacitação e na qualidade de vida, melhorando a performance e a competitividade das empresas parceiras.
Com entrada gratuita e fomento da PNAB, evento promove oficinas, batalhas de dança e graffiti no Ginásio Poliesportivo Henfil no dia 17 de maio.
No próximo dia 17 de maio, o Ginásio Poliesportivo Henrique de Souza Filho (Henfil) se tornará o epicentro da cultura urbana mineira. O Encontro RUA: Identidades chega à cidade com uma programação intensa dedicada à valorização e à prática do Hip Hop, reunindo artistas locais e da região metropolitana em um intercâmbio de ritmos, cores e vivências.
O projeto é realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB - Lei 14.399/2022), via Edital 11/2024 da Secult, e conta com a produção assinada por Breno Gestos em parceria com o coletivo Projeto RUA. Sob o tema "Identidades", esta edição busca jogar luz sobre as trajetórias individuais e os estilos únicos que compõem a cena artística de Ribeirão das Neves.
A programação do evento foi pensada para abranger desde o aprendizado técnico até o ápice da performance. O dia começa às 08h30 com workshops gratuitos de danças urbanas, oferecendo ao público a oportunidade de aprender com profissionais do setor.
A partir das 14h00, o clima de competição toma conta do ginásio com o início das seletivas e batalhas de Estilo Livre e Hip Hop. A tarde ainda reserva apresentações de grupos convidados e a aguardada Batalha Show Break, prometendo elevar o nível técnico no tablado. O encerramento está previsto para as 18h00, logo após a finalíssima das batalhas e a apresentação do corpo de jurados, marcada para as 17h00.
Para além dos movimentos corporais, o Hip Hop será celebrado em suas múltiplas vertentes. Durante todo o dia, artistas plásticos realizarão a pintura ao vivo de painéis de graffiti, transformando o ambiente em uma galeria a céu aberto.
Simultaneamente, os visitantes poderão conferir a exposição fotográfica "Identidades". A mostra apresenta registros históricos de edições passadas, conectando o presente do evento com a memória de quem constrói a cultura urbana na região há anos.
Serviço
O evento é totalmente gratuito e aberto a todas as idades, reforçando o compromisso com a democratização do acesso à cultura.
Evento: Encontro RUA: Identidades
Data: 17 de maio de 2026 (domingo)
Horário: Das 08h30 às 18h00
Local: Ginásio Poliesportivo Henfil
Endereço: R. Artur José Alves, 100 - Savassi, Ribeirão das Neves - MG
Entrada: Gratuita
A tarde desta terça-feira (5) foi marcada por momentos de tensão no plenário da Câmara Municipal de Ribeirão das Neves.
O que deveria ser uma sessão ordinária transformou-se em um caso de polícia, resultando na detenção de um cidadão após um intenso bate-boca com o vereador Ramon Filho do Girico.
A confusão teve início durante o uso da palavra pelo parlamentar. O morador, Douglas Lima, que acompanhava a sessão, interrompeu o discurso de Ramon para questionar a atuação do Legislativo em relação à saúde pública na cidade.
Segundo o relato do denunciante, ele teria chamado o vereador de "moleque" e o acusado de omissão na fiscalização das unidades de saúde.
Diante das ofensas, o vereador Ramon Filho do Girico deu voz de prisão ao morador por segundo ele "desacato à autoridade".
O parlamentar acionou a Polícia Militar e conduziu o homem pessoalmente à delegacia para a formalização da ocorrência.
Ramon justificou a medida como necessária para manter a ordem e o respeito ao regimento interno da Casa e à Constituição Federal.
Divergências: O que aconteceu na UPA Justinópolis?
O conflito entre as partes teve origem no dia anterior, segunda-feira (4), na UPA Justinópolis, mas as versões sobre o que ocorreu na unidade de saúde são conflitantes:
De acordo com o vereador o homem detido esteve envolvido em um ato de vandalismo na UPA, que teria resultado na destruição da porta da unidade de saúde.
O vereador alegou ainda que o suspeito utiliza redes sociais para fins políticos, apoiando candidatos específicos, e que teria ido à Câmara apenas para "fazer graça" antes de proferir as ofensas.
Por outro lado, Douglas afirma que sua presença na UPA foi motivada por uma "fiscalização cidadã".
Segundo ele, a unidade apresentava problemas estruturais e demora excessiva, citando o caso de uma adolescente de 16 anos com cólica renal que aguardava atendimento em estado de sofrimento.
O morador nega veementemente qualquer ato de depredação ao patrimônio público e alega que os parlamentares estão tentando silenciar críticas legítimas sobre a crise na saúde.
Após a voz de prisão no plenário, o indivíduo foi entregue às autoridades policiais e deverá responder nos termos da lei pelo crime de desacato.
O vereador Ramon ressaltou que a imunidade parlamentar e o direito à fala dos representantes eleitos não podem ser violados por "desequilíbrios".
Já o morador sustenta que sua reação foi um desabafo contra o que considera uma falta de assistência à população nevense.
Uma ocorrência inusitada e de alta complexidade mobiliza as equipes da Copasa nesta terça-feira (5), afetando diretamente o abastecimento em Ribeirão das Neves. A companhia precisou interromper o fornecimento de água após um animal de grande porte — possivelmente uma égua — acessar a tubulação da adutora do Sistema Rio das Velhas.
Em Ribeirão das Neves, o impacto é significativo: 63 bairros estão com o abastecimento interrompido devido à manobra emergencial. A interrupção é necessária para que os técnicos realizem a inspeção e a retirada do animal da estrutura, que possui 2,4 metros de diâmetro.
Tecnologia na inspeção
Dada a magnitude da estrutura e a extensão da rede, a Copasa está utilizando tecnologia de ponta para acelerar as buscas. Entre os equipamentos utilizados estão:
Drones: Para monitoramento de áreas externas e acesso visual.
Inspeção Robótica: Equipamentos realizam uma varredura interna detalhada em pontos de difícil acesso.
Monitoramento Metro a Metro: O trabalho é minucioso para garantir a integridade da adutora e as condições sanitárias da água antes da retomada do bombeamento.
Orientações à população
Até a tarde desta terça-feira (5), o animal ainda não havia sido localizado na extensão vistoriada. Por este motivo, a Estação de Tratamento de Água (ETA) do sistema permanece em estado de prontidão, aguardando a conclusão da vistoria para reiniciar o processo de distribuição.
A Copasa reforça o pedido para que os moradores de Ribeirão das Neves utilizem a água de forma consciente, priorizando tarefas essenciais e evitando desperdícios até que o sistema seja totalmente normalizado.
A ocorrência também afeta outras cidades da Região Metropolitana, somando mais de 690 bairros atingidos em toda a Grande BH.
O esporte de Ribeirão das Neves volta a brilhar nos tatames mineiros. O jovem Kauan, representante de um projeto social local, sagrou-se campeão na JJFA (Jiu-Jitsu For All), considerada uma das competições mais disputadas e prestigiadas do estado.
A conquista carrega um peso ainda maior por sua trajetória: vindo de um projeto social, Kauan enfrentou e superou adversários de grandes e tradicionais equipes de Belo Horizonte. O título reforça o talento dos atletas nevenses e o impacto positivo das iniciativas sociais na formação de novos campeões.
Com o cinturão em mãos, Kauan reafirma seu lugar como uma das grandes promessas do Jiu-Jitsu na região, levando o nome de sua cidade ao topo do pódio.
O talento juvenil de Ribeirão das Neves segue ganhando destaque nas competições esportivas. Recentemente, a aluna Lilith Russo, matriculada no 7º ano do Centro Educacional Martinho Lutero, alcançou a quarta colocação no torneio de xadrez feminino, Módulo 1.
Além da excelente posição no ranking, a conquista garantiu a Lilith uma vaga na etapa regional do campeonato, elevando o nome da instituição e da cidade na modalidade. O sucesso da estudante é fruto de dedicação contínua e do suporte técnico do professor Eduardo Carolino, que acompanhou a trajetória da atleta até a classificação.


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