O jovem atleta Samuca Arcebispo, das categorias de base do Clube Atlético Mineiro, foi convocado para disputar a Liga de Desenvolvimento 2026, organizada pela Confederação Brasileira de Futebol.
Morador de Ribeirão das Neves, o jogador desponta como uma das promessas do clube alvinegro e leva o nome da cidade para um dos principais torneios de formação do país.
A competição é reconhecida por reunir jovens talentos de diversas equipes brasileiras e servir como vitrine para o futebol nacional.
A convocação reforça o trabalho desenvolvido nas categorias de base do Atlético, conhecido por revelar atletas para o cenário profissional, e também destaca a importância de iniciativas esportivas que ampliam oportunidades para jovens da Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Para Ribeirão das Neves, a presença de Samuca na lista de convocados representa motivo de orgulho e esperança, evidenciando o potencial esportivo local e incentivando novos atletas a seguirem carreira no futebol.
Operação analisou 42 postos e uma distribuidora de combustíveis em nove estados e no DF, resultando em 13 autos de infração por 'motivos diversos'. Eventuais multas podem chegar a R$ 500 milhões.
A Agência Nacional do Petróleo (ANP) realizou nesta terça-feira (17) uma fiscalização para identificar possíveis aumentos abusivos em postos de combustíveis em nove estados e no Distrito Federal.
A ação foi conduzida por fiscais da agência, em parceria com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e Procons municipais e estaduais. Há denúncias de que alguns postos tenham aproveitado o contexto da guerra no Oriente Médio para elevar preços sem justificativa.
Segundo a ANP, foram analisados 42 postos e uma distribuidora de combustíveis em 22 cidades. A operação resultou em 13 autos de infração por "motivos diversos".
A agência informou que, nesses casos, notificou os estabelecimentos para que enviem notas fiscais de compra de combustíveis de períodos recentes.
"Esses dados serão analisados pela ANP e, em caso de caracterização de preços abusivos, poderão gerar autuações, processos administrativos e, ao final dos processos, multas", acrescentou, em nota, a agência.
Em caso de irregularidades, as multas podem variar de R$ 50 mil a R$ 500 milhões, dependendo da gravidade da conduta e do porte do infrator. A aplicação pode ser feita pela ANP ou por seus órgãos conveniados.
O que motivou a operação
Segundo a agência, o objetivo da fiscalização é acompanhar a evolução do preço do diesel, especialmente após a publicação da Medida Provisória 1.340, na última sexta-feira (13).
A MP zerou os impostos federais PIS/Cofins sobre o diesel, reduzindo o preço em R$ 0,32 por litro. Um decreto complementar determinou o pagamento de uma subvenção a produtores e importadores do combustível, também no valor de R$ 0,32 por litro.
As medidas foram adotadas em meio à guerra no Oriente Médio, que elevou os preços do petróleo no mercado global. Até a publicação da MP, o diesel já havia subido 11,8%, chegando a R$ 6,80 por litro.
A operação de fiscalização, porém, ocorreu após denúncias de que redes de postos estariam aproveitando o contexto internacional para elevar o preço do diesel de forma abusiva, antes mesmo de a Petrobras anunciar reajustes às distribuidoras.
A rotina de quem vive no Conjunto Henrique Sapori, em Ribeirão das Neves, tem sido marcada pela insegurança. Com a chegada do período chuvoso, moradores denunciam que a falta de infraestrutura básica, especialmente de sistemas de drenagem adequados, transformou o medo em um vizinho constante.
Registros feitos pela comunidade mostram a força das águas. Em episódios recentes, a enxurrada que desce pelas ruas íngremes do bairro atingiu o nível de derrubar muros de arrimo e comprometer a estrutura de residências. Em um dos casos mais graves, a força da água rompeu redes de esgoto e afetou a estabilidade de uma ponte que serve de ligação para os moradores.
A reportagem acompanhou o drama de famílias que perderam móveis e eletrodomésticos. "A gente não consegue dormir. Fico o tempo todo monitorando a previsão do tempo no celular. Se começa a fechar o tempo, o coração já acelera", desabafou uma moradora à equipe do MG1.
O Problema da Drenagem
A principal reclamação recai sobre a ausência de bocas de lobo e galerias pluviais capazes de suportar o volume de água que desce das partes mais altas da região. Sem ter para onde escoar, a água invade as casas, trazendo lama e mau cheiro. Em alguns pontos, a erosão já começou a "comer" o asfalto, criando crateras que dificultam o acesso de veículos de emergência e do transporte público.
Resposta das Autoridades
A Defesa Civil do município tem sido acionada para realizar vistorias e interditar imóveis que apresentam risco iminente de desabamento. No entanto, os moradores cobram uma solução definitiva por parte da Prefeitura de Ribeirão das Neves, alegando que intervenções paliativas não são suficientes para garantir a segurança no longo prazo.
Até o momento, o poder público municipal tem sido questionado sobre o cronograma de obras de drenagem para o Conjunto Henrique Sapori. Enquanto os investimentos não chegam, a orientação para quem vive em áreas de risco é manter a vigilância e, ao menor sinal de rachaduras ou movimentação de terra, abandonar o imóvel imediatamente e acionar o Corpo de Bombeiros (193).
O Senado aprovou, na quarta-feira (18), o Projeto de Lei 2.942/2024, que endurece as medidas de proteção a mulheres e crianças em situação de violência doméstica. A nova regra determina a instalação imediata de tornozeleira eletrônica no agressor logo após a denúncia na delegacia, sempre que houver risco iminente à vida ou à integridade física e psicológica da vítima ou de seus dependentes.
A proposta, de autoria dos deputados Marcos Tavares (PDT-RJ) e Fernanda Melchionna (PSol-RS), contou com a relatoria da senadora Leila Barros (PDT-DF). Como foi aprovado sem alterações no Senado, o texto segue agora para sanção da Presidência da República.
Atualmente, a Lei Maria da Penha prevê o monitoramento eletrônico como uma opção, mas não o classifica formalmente como uma medida protetiva de urgência. Com a nova legislação, o uso do equipamento deixa de ser facultativo e passa a ser uma determinação de aplicação imediata em casos de perigo atual.
Um dos pontos centrais do projeto é a descentralização da medida. Em cidades que não são sede de comarca — ou seja, que não possuem juiz residente —, o delegado de polícia terá autoridade para determinar o uso da tornozeleira. Até então, o afastamento imediato do agressor do lar era a única medida que a autoridade policial podia adotar nessas localidades sem ordem judicial prévia.
Para garantir a segurança jurídica, o procedimento seguirá um rito rigoroso:
Prazo: O delegado deve comunicar a decisão ao juiz em até 24 horas.
Validação: O magistrado decidirá sobre a manutenção ou revogação da medida.
Fiscalização: O Ministério Público deverá ser notificado imediatamente sobre a decisão judicial.
Investimento em Segurança
Além da mudança na regra, o PL amplia o direcionamento de recursos públicos para a compra de equipamentos de monitoramento. O objetivo é garantir que os estados e municípios tenham estoque suficiente para atender à demanda de urgência e assegurar que nenhuma vítima fique desprotegida por falta de dispositivos disponíveis.
A equipe de futebol de amputados Minas Sete Lagoas alcançou um feito histórico neste último fim de semana, ao conquistar a medalha de bronze na 2ª Taça CrossFox de Futebol de Amputados, realizada em São Paulo. A competição, que reuniu oito das principais forças da modalidade no país, foi disputada no Clube dos Operários, na capital paulista.
O desempenho do Minas Sete Lagoas foi amplamente celebrado, com o portal SeteLagoas.com.br destacando o brilho da equipe na capital paulista. O time garantiu o terceiro lugar no pódio nacional, um marco para o esporte adaptado mineiro.
A conquista ganha um sabor especial para os moradores de Ribeirão das Neves. O sucesso da equipe de Sete Lagoas contou com a contribuição ativa e fundamental de um morador de Neves. O atleta PCD, identificado como Warley P. Dos Santos, foi um dos destaques da equipe, trazendo sua força e habilidade para o campo e ajudando a garantir a medalha de bronze.
Com informações e imagens do portal SeteLagoas.com.br.
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) instituiu, nesta terça-feira (17/3), ações-piloto que utilizam biometria e reconhecimento facial para modernizar a fiscalização de penas e garantir a identificação civil de detentos. A iniciativa ocorre na Comarca de Ribeirão das Neves e é fruto de uma cooperação estratégica entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A Portaria Conjunta nº 1790/PR/2026 oficializa a implementação de dois sistemas principais:
Saref (Sistema de Apresentação Remota por Reconhecimento Facial): Permite que sentenciados dos regimes aberto e semiaberto, além de pessoas em livramento condicional ou liberdade provisória, apresentem-se à Justiça via celular. A ferramenta utiliza geolocalização e reconhecimento facial, eliminando a necessidade de deslocamento até o fórum.
Anic (Ação Nacional de Identificação Civil): Foca na regularização documental da população carcerária, cruzando dados biométricos com a base nacional do TSE (que possui mais de 160 milhões de cadastros) para garantir que o apenado tenha acesso a direitos fundamentais e cidadania.
Durante a solenidade no Gabinete da Presidência, o desembargador Luiz Carlos Corrêa Junior, presidente do TJMG, destacou que a identificação é um pilar da segurança e da ressocialização. "Pessoas vulnerabilizadas, hoje afastadas da sociedade, jamais serão resgatadas sem atenção a direitos básicos como a identificação civil", afirmou.
O corregedor-geral de Justiça, desembargador Estevão Lucchesi de Carvalho, reforçou que a inovação reduz custos operacionais e mitiga o estigma dos apenados, enquanto o desembargador José Luiz de Moura Faleiros, superintendente do GMF, pontuou que o projeto equilibra o rigor necessário à execução penal com o respeito à dignidade humana.
Contexto Nacional
As ações estão alinhadas ao Plano Pena Justa e à Resolução nº 306/2019 do CNJ, que buscam enfrentar o estado de coisas inconstitucional nas prisões brasileiras. Representando o STF e o CNJ, o juiz auxiliar Ricardo Alexandre da Silva Costa classificou a iniciativa mineira como um modelo de "construção consensuada" para solucionar problemas históricos do sistema prisional.
A implementação da Anic faz parte de um esforço nacional iniciado em 2023, que já soma 1,5 milhão de ações de identificação no país. Com a centralização de dados, o Judiciário ganha maior confiabilidade nas informações, evitando erros judiciais e otimizando a gestão das unidades prisionais.
Por Rone Oliveira
Capital político se herda ou se constrói?
A sucessão política em Minas apresenta, mais uma vez, uma questão fundamental no cenário político estadual: é possível transferir capital político, ou este representa um ativo intransferível?
Romeu Zema não construiu sua força apenas com números. Ao longo dos seus dois mandatos, desenvolveu uma estratégia de ocupação territorial: rodou o estado, conversou com prefeitos, aproximou-se de setores produtivos, criou alianças com grupos distintos. Esse artifício não se resume somente à governança, mas à construção deliberada de presença política, acumulada de cidade em cidade, conversa por conversa.
Apesar do desgaste enfrentado pelo governador junto ao funcionalismo público e os desdobramentos do Regime de Recuperação Fiscal, Zema possui uma popularidade relevante no contexto do estadual.
Mateus Simões apresenta outro perfil: gestor técnico, operador de bastidor, quadro administrativo. Competência reconhecida internamente.
Aqui está o dilema: capital político se transfere ou se conquista?
Na teoria, um líder popular tende a impulsionar o seu sucessor. Na prática, a transferência depende de contexto, aprovação real, força de coligação e, principalmente, da capacidade do indicado de deixar de ser "o nome escolhido" para se tornar uma "liderança própria e aclamada".
Precedentes que dividem
O alerta nacional: Em 2018, Lula era a maior liderança progressista do país. Mesmo assim, Haddad não herdou integralmente o seu capital. Cresceu, chegou ao segundo turno, mas a conexão visceral entre Lula e sua base não se transferiu. O eleitor reconheceu o projeto, não a mesma liderança.
O caso local: Em Ribeirão das Neves, a transição de Junynho Martins para Túlio Raposo funcionou, porque houve manutenção da base, presença territorial e fortalecimento das alianças que extrapolavam os concorrentes. Na prática, a indicação apenas selou a construção política preexistente, herdando aproximadamente 70% da base eleitoral.
Podemos dizer então que a continuidade não se trata de uma fórmula mágica. É risco calculado que depende das condições variáveis de cada cenário.
Em Minas, as coligações são, antes de tudo, estruturas de sobrevivência fundamentais para determinar:
● Tempo de TV: distribuído pela representação partidária
● Territoriedade: presença nas diferentes regiões
● Palanque: apoio de prefeitos e lideranças locais
● Legitimidade: reconhecimento institucional por setores
Quanto mais estruturada a coligação, maior será a exposição e, portanto, a capacidade de ocupar o debate público.
O desafio real de Simões
As pesquisas de intenções em Minas demonstram que ser o gestor que faz a máquina funcionar é diferente de ser reconhecido como liderança política. Simões precisa construir presença, diferenciação estratégica e narrativa que o apresente não como "o escolhido de Zema", mas como "líder com projeto próprio para Minas", em um processo de validação contínua junto ao eleitorado.
Pesquisa Realtime BigData reforça o alerta
Pesquisa Realtime BigData, que ouviu 2 mil pessoas entre 11 e 12 de março, ilustra o tamanho do obstáculo: no primeiro cenário estipulado, Cleitinho Azevedo (Republicanos) lidera com 34% das intenções de voto, seguido por Rodrigo Pacheco (PSD) com 19%, Alexandre Kalil (PDT) com 11% e o vice-governador Mateus Simões (PSD) em quarto, com apenas 9%. Outros: Gabriel Azevedo (MDB) e Vittorio Medioli com 7% cada; Ben Mendes (Missão) com 1%; nulo/branco e não sei somam 12%. Esses números expõem a urgência de Simões em converter expertise administrativa em apelo eleitoral amplo.
A Pergunta que decide 2026
O eleitor mineiro, nos próximos meses, responderá se preferirá a continuidade do modelo administrativo atual ou se buscará a renovação pela figura de lideranças que já provaram sua força política nas urnas?
A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos abriu um novo processo seletivo com 548 vagas imediatas para jovem aprendiz, além de formação de cadastro de reserva. O edital foi publicado nesta segunda-feira (16) no Diário Oficial da União.
As inscrições poderão ser feitas entre 23 de março e 11 de abril, gratuitamente, exclusivamente pelo site dos Correios.Para participar, é necessário ter entre 14 e 21 anos completos no momento da contratação e estar matriculado e frequentando a escola, caso ainda não tenha concluído o ensino fundamental ou médio.Entre os requisitos também estão não ter trabalhado anteriormente como jovem aprendiz na empresa, não ter vínculo empregatício prévio com os Correios e não ter concluído curso de aprendizagem com conteúdo semelhante ao oferecido no programa.
Os candidatos também devem ter disponibilidade para cumprir a jornada de aprendizagem no turno escolhido e concordar com as normas e o código de ética da empresa.
A partir desta semana, Ribeirão das Neves recebe o projeto Estúdio Móvel: Tecnologia Social em Circulação para o Hip-Hop. A iniciativa, que passará também por Belo Horizonte e Divinópolis em 2026, propõe transformar a realidade de jovens artistas e coletivos periféricos ao oferecer ferramentas acessíveis de gravação e produção audiovisual, fortalecendo as narrativas e a identidade do território.
Durante uma semana, a cidade será palco de um laboratório de produção artística intensivo. O foco é capacitar os participantes em diversos formatos sonoros — de singles e álbuns a podcasts — utilizando uma metodologia que une formação técnica e a chamada "tecnologia social da memória". A proposta é desmistificar o acesso aos equipamentos de ponta, provando que é possível realizar registros de alta qualidade com baixo custo e softwares livres.
Em Ribeirão das Neves, a ação ganha força com a parceria estratégica de mobilizadores que já atuam na linha de frente da cultura local, como o Coletivo SemiFusa e a Batalha VZN. A articulação geral do projeto fica a cargo da Nação Hip-Hop e da Viraminas.
"O Estúdio Móvel transforma o que antes parecia inacessível em prática possível", destaca a coordenação do projeto, sob a responsabilidade de Andressa Gonçalves. A equipe conta ainda com os oficineiros Paulo Morais e Luciano Dall Stela, a palestrante Nádia Rodrigues e a liderança de Negro F. (Nação Hip-Hop Brasil), que comanda a gestão social da iniciativa.
Criado em 2012 dentro do Ponto de Cultura Museu da Oralidade, o Estúdio Móvel tem um histórico sólido no registro de memórias de mestres e mestras da cultura popular. Agora, o projeto adapta essa tecnologia para a linguagem urbana, incentivando que a juventude do hip-hop seja a própria protagonista de suas criações, fortalecendo a autonomia criativa nas periferias mineiras.
Serviço
O quê: Estúdio Móvel: Tecnologia Social em Circulação para o Hip-Hop.
Onde: Ribeirão das Neves (MG).
Inscrições: Disponíveis através do perfil no Instagram @estudiomovel25.
Fomento: Projeto aprovado pelo Edital 5/2024 da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) de Fomento à Cultura.


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