O sistema penitenciário de Minas Gerais enfrenta um cenário crítico: são 72 mil presos para apenas 41 mil vagas disponíveis. O déficit superior a 30 mil postos acende o alerta para um dos maiores gargalos da segurança pública no estado. Para especialistas, o cenário de celas superlotadas não apenas eleva a tensão interna, mas inviabiliza qualquer tentativa de ressocialização dos detentos.
Os dados foram confirmados por Rogério Greco, secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). Segundo o gestor, do total de detidos, cerca de 3 mil são "faccionados", ou seja, integram organizações criminosas como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV).
O "empurra-empurra" institucional
Questionado sobre o excedente populacional, Greco atribuiu a responsabilidade ao sistema de Justiça como um todo, isentando o Executivo da decisão de encarcerar.
“Quem coloca as pessoas em uma unidade prisional? É o Estado? É o Poder Executivo? Não. Quem coloca é o Poder Judiciário junto com o Ministério Público. O Poder Executivo nunca prendeu ninguém; nós apenas acolhemos”, pontuou o secretário.
Por outro lado, o governo estadual afirma que há investimentos em infraestrutura, com a entrega de novas obras e outras intervenções em andamento para tentar mitigar o problema.
“Depósito de pessoas”
A visão do Executivo é contestada por especialistas que enxergam na superlotação a falência do modelo assistencial. O presidente da Comissão de Assuntos Penitenciários da OAB-MG, André Luiz Lima, alerta que o excesso de detentos retira do Estado a capacidade de oferecer serviços básicos, como saúde e acompanhamento jurídico.
“Nenhum sistema de ressocialização sobrevive à superlotação. Isso é um câncer. Onde se perde a técnica de ressocialização, passa-se a ter um depósito de pessoas”, afirma Lima.
Qualificação da "porta de entrada"
Para a OAB-MG, a solução não passa apenas pela construção de novos presídios, mas pela revisão dos critérios de prisão. A defesa é por uma “qualificação da porta de entrada”, evitando que delitos de menor potencial ofensivo resultem em encarceramento, o que sobrecarrega o sistema e mistura criminosos de baixa periculosidade com membros de facções.
Em uma ação estratégica para fortalecer a segurança pública e o amparo social, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) oficializou a implementação da rede de combate à violência doméstica em Ribeirão das Neves. A reunião de lançamento ocorreu na última quarta-feira (22), reunindo representantes do Judiciário, das polícias e do poder executivo municipal.
A iniciativa é uma articulação da Promotoria de Justiça de Combate à Violência Doméstica da comarca, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO-VD). O objetivo central é integrar as instituições para que o enfrentamento a esse crime não seja apenas repressivo, mas também preventivo e multidisciplinar.
Diferente de ações isoladas, a rede busca oferecer proteção integral às vítimas e seus familiares, conectando as esferas jurídica, de saúde, assistência social e educação. O foco é o acompanhamento contínuo dos envolvidos, visando romper o ciclo de violência antes que ele chegue a casos extremos.
A cerimônia de instalação contou com a presença dos promotores de Justiça Thomas Henriques Zanelli Fortes e Leonardo Morroni Araújo de Mello. Representando o Judiciário e as forças de segurança, participaram a juíza Fernanda Carreira Machado (3ª Vara Criminal), a major Bruna Ortenzio Lopes (Polícia Militar) e o defensor público Gustavo de Lima Leite.
O prefeito de Ribeirão das Neves, Túlio Raposo, também compareceu ao evento acompanhado do procurador-geral do Município e de secretários das pastas de Saúde, Educação e Assistência Social.
Com o intuito de estreitar o diálogo entre a prefeitura e a sociedade civil, Ribeirão das Neves realiza, nesta terça-feira (28), uma reunião aberta para debater políticas públicas voltadas à causa animal. O encontro acontece às 18h30, na Igreja São Francisco de Assis, no bairro Veneza.
O evento busca ser um espaço de escuta ativa para que a população possa contribuir diretamente na formulação de ações de proteção e bem-estar animal. De acordo com os organizadores, a iniciativa visa construir soluções conjuntas e mais eficazes para os desafios enfrentados pelo município no setor.
A mobilização reforça o compromisso da cidade com a guarda responsável e a conscientização sobre os direitos dos animais, incentivando a participação comunitária como pilar para o avanço das políticas locais.
Serviço
O quê: Reunião sobre políticas públicas de proteção animal.
Quando: Terça-feira, 28 de abril, às 18h30.
Onde: Igreja São Francisco de Assis (Rua Veneza, s/n — Bairro Veneza, Ribeirão das Neves).
Público: Aberto a todos os cidadãos e protetores da causa.
Em um movimento estratégico para consolidar sua base de concessões, a Copasa anunciou nesta quinta-feira (23/4) um acordo que prevê o repasse antecipado de aproximadamente R$ 350 milhões a prefeituras mineiras. A medida é um passo decisivo para a extensão dos contratos de água e esgoto até 2073, garantindo a segurança jurídica necessária para os planos de desestatização do Governo de Minas.
O montante corresponde à antecipação de receitas que seriam originalmente distribuídas entre os anos de 2026 e 2028. Para acessar o recurso, os municípios devem aderir ao novo modelo de contrato proposto pela estatal. De acordo com o cronograma estabelecido, o pagamento será dividido em duas etapas:
Primeira parcela: Outubro de 2026.
Segunda parcela: Março de 2027.
Alívio Tarifário e expansão
O acordo, costurado junto à Associação Mineira de Municípios (AMM), traz um benefício direto aos usuários de cidades onde a Copasa iniciará novos serviços de esgoto: a cobrança da tarifa sobre esses novos serviços foi adiada para 2029.
Nota: Esta regra de adiamento tarifário não abrange a capital, Belo Horizonte, que possui regramento contratual próprio e independente.
Cenário atual
Atualmente, a Copasa opera em 636 municípios. A renovação em massa desses contratos é vista por analistas de mercado como o "pedágio" necessário para tornar a empresa atraente à iniciativa privada, uma vez que contratos de longo prazo e devidamente regulados elevam o valuation da companhia.
Em uma ação estratégica para fortalecer a segurança pública e o amparo social, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) oficializou a implementação da rede de combate à violência doméstica em Ribeirão das Neves. A reunião de lançamento ocorreu na última quarta-feira (22), reunindo representantes do Judiciário, das polícias e do poder executivo municipal.
A iniciativa é uma articulação da Promotoria de Justiça de Combate à Violência Doméstica da comarca, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO-VD). O objetivo central é integrar as instituições para que o enfrentamento a esse crime não seja apenas repressivo, mas também preventivo e multidisciplinar.
Diferente de ações isoladas, a rede busca oferecer proteção integral às vítimas e seus familiares, conectando as esferas jurídica, de saúde, assistência social e educação. O foco é o acompanhamento contínuo dos envolvidos, visando romper o ciclo de violência antes que ele chegue a casos extremos.
A cerimônia de instalação contou com a presença dos promotores de Justiça Thomas Henriques Zanelli Fortes e Leonardo Morroni Araújo de Mello. Representando o Judiciário e as forças de segurança, participaram a juíza Fernanda Carreira Machado (3ª Vara Criminal), a major Bruna Ortenzio Lopes (Polícia Militar) e o defensor público Gustavo de Lima Leite.
O prefeito de Ribeirão das Neves, Túlio Raposo, também compareceu ao evento acompanhado do procurador-geral do Município e de secretários das pastas de Saúde, Educação e Assistência Social, reforçando o compromisso da gestão municipal com a coordenação dos atendimentos.
A sociedade está adormecida, talvez, imunizada cognitivamente por imposição de um sistema autoritarista que vem usando as mesmas técnicas das Big Techs, ofertando a todo momento nas emissoras de TV, Rádios e redes sociais, produtos de cunho
psicológico, fabricados por eles para moldar o comportamento do povo brasileiro tipo estes medicamentos milagrosos que são ofertados a todo momento.
Estamos sendo levados exatamente para onde eles querem que estejamos. Reféns!
O político fala exatamente o que sabe que queremos ouvir, mas agem completamente oposto do que expõem em seus discursos.
“Não fazem o que falam!” “Não falam o que fazem!”
A sociedade aos poucos vai perdendo sua identidade, vai se dispersando, perdendo o senso e a força da coletividade, e com isto esta mudança comportamental vai a cada dia empobrecendo a ação do cidadão e atendendo ao propósito do sistema político, que é construir uma sociedade cada vez mais fragilizada, mais dependente possível, e sobretudo sem ânimo para contrapor.
Enquanto isso o sistema político vem se fortalecendo na mesma medida em que a sociedade se enfraquece, se empoderando cada vez mais do intelecto social, que tem preferido ganhar o peixe sem a necessidade de precisar pesca-lo.
Quando alguém se atreve a tentar abrir os olhos da sociedade, imediatamente receberá a intervenção do STF que irá castiga-lo com severas punições, longe do entendimento lógico.
Da mesma forma, grandes empresários, patrocinadores de campanha ligados às
autoridades políticas, (dando como exemplo recente o rombo dos correios, do INSS e do Banco Master), recebem proteção incondicional do STF que usa de todos os recursos para minar a ação da Polícia Federal, como forma de blindar a inclusão de renomadas autoridades políticas e/ou de pessoas diretamente ligadas a cúpula.
Hoje, não se julga mais as “CAUSAS”, se julga “PESSOAS”!
E o mais grave é vermos a olho nu, os órgãos que deveriam fiscalizar, andarem
abraçados com os órgãos que deveriam ser fiscalizados. Tomam água no mesmo copo! Hoje não temos mais divisão de poderes, é tudo uma coisa só.
Nada mais é investigado. Tudo é combinado, ou melhor... Negociado!!! Se pertencer, é inocentado. Se for oposição, será condenado.
Justiça não faz mais parte do dicionário brasileiro, principalmente quando tem algum político envolvido.
Como estamos em ano de eleições, seria uma ótima oportunidade para dar o recado nas urnas. Mas como eu disse acima que talvez estejamos imunizados cognitivamente, nada nos fará enxergar que tudo está fora da ordem, e iremos abastecer as urnas como se tudo tivesse a mil maravilhas.
Minha certeza, é que temos milhares de candidatos, mas não temos REPRESENTANTES.
As candidaturas de quase a totalidade, são voltadas para projetos pessoais, e não inclui as causas sociais. Estas são apenas usadas como estratégia de campanha.
A grande maioria, se candidata a busca do empreguismo, oportunidade para enriquecimento ilícito.
O Brasil tem sido conduzido por pessoas eleitas, tendo como características distribuir pobrezas, quando deveriam lutar para construir riquezas.
Fazem com que pessoas mais vulneráveis, de menor poder de discernimento aos poucos, vão desaprendendo a sonhar. Com o agravante destas pessoas repassarem este comportamento para a prole.
É dado o peixe, mas sem ensinar como criar ou pescar.
Tudo isso são estratégias para despotencializar a força da coletividade.
Com isso, vão vitimando estas famílias com programas assistencialistas, longe de serem assistenciais.
Somos um País de milhões de cidadãos sem forças, conduzidos e reféns do poder de uma pequena minoria, mas fortes manipuladores.
Estamos diante de “um apagão social!” Caos total!
O ambiente escolar no bairro Rosaneves foi transformado na última sexta-feira, 24 de abril, com o Circuito Metropolitano de Hip-Hop. A iniciativa buscou integrar os quatro elementos da cultura urbana ao processo pedagógico, utilizando a arte como ferramenta de transformação social e conexão com a juventude local.
Realizado pela Nação Hip-Hop, o projeto contou com a parceria de entidades municipais e o suporte técnico do Instituto Cultural Semifusa.
A imersão cultural ofereceu oficinas práticas que abordaram competências que vão além do entretenimento, focando em escrita criativa, disciplina e tecnologia:
Rap e Literatura: Sob o comando de BPoético, os estudantes praticaram a escrita criativa e o exercício do pensamento crítico por meio da rima e da métrica.
Graffiti e Identidade: A artista Leandra Leka conduziu as atividades de artes visuais, ensinando técnicas de identidade visual e a ressignificação do espaço escolar como tela de expressão.
Breaking e Disciplina: O instrutor Arriru BBoy focou na consciência corporal, utilizando a dança urbana como ferramenta para trabalhar foco e superação física.
DJ e Tecnologia: O universo das batidas foi explorado com o DJ Acoisa, que apresentou a base tecnológica e a teoria do tempo musical por trás da produção de beats.
O evento reforça a importância de conectar a juventude de Ribeirão das Neves a caminhos profissionais e artísticos, consolidando o Hip-Hop como um pilar de desenvolvimento humano dentro das instituições de ensino.
A ação foi viabilizada por meio de uma emenda parlamentar da deputada estadual Andréia de Jesus (PT) , que possui trajetória política e de militância comunitária construída em Ribeirão das Neves.
Iniciativa busca fortalecer a sustentabilidade de artistas locais; próxima aula acontece no dia 30 de abril, na Casa Semifusa.
O Instituto Cultural Semifusa anunciou que o projeto "Cultura e Dinheiro" segue com oportunidades abertas para artistas, coletivos e produtores culturais de Ribeirão das Neves. Com o objetivo de profissionalizar o setor criativo da cidade, a formação oferece agora o módulo focado em Comunicação para Artistas, essencial para quem busca dar visibilidade aos seus projetos e atrair público e investidores.
O próximo encontro está marcado para o dia 30 de abril (quinta-feira), às 19h, na Casa Semifusa (Rua Cataguases, 73). Esta etapa do curso é estratégica para os fazedores de cultura que desejam aprender técnicas de divulgação, gestão de redes sociais e relacionamento com a mídia, mantendo a essência artística de seus trabalhos.
Formação para a Autonomia Cultural
O projeto "Cultura e Dinheiro" foi desenhado para responder aos desafios estruturais enfrentados pelo setor cultural no município. Ao todo, a formação seleciona 20 iniciativas culturais para um percurso que une teoria e prática em gestão, sustentabilidade financeira e captação de recursos.
Além da comunicação, o programa completo abrange:
Introdução à Gestão Cultural;
Fontes de Captação e Sustentabilidade;
Marketing Cultural;
Prestação de Contas e Mentorias Individuais.
Como Participar
Ainda há vagas disponíveis para novos interessados que desejam integrar as 20 iniciativas selecionadas. Podem participar artistas independentes, grupos e agentes culturais maiores de 18 anos residentes em Ribeirão das Neves.
Próximo Módulo: Comunicação para Artistas.
Data e Horário: 30 de abril de 2026, às 19h.
Local: Casa Semifusa (Rua Cataguases, 73 – Justinópolis).
Inscrições: Gratuitas, mais informações @coletivosemifusa ou pelo Whatsapp (31) 9 9172-0170
Certificação: Os participantes devem cumprir pelo menos 75% das atividades para receber o certificado e apoio no desenvolvimento de seu projeto prático.
Serviço: Para mais informações e acesso ao edital completo, os interessados podem visitar a sede da Casa Semifusa ou acompanhar as atualizações nos canais oficiais do Instituto Cultural Semifusa.
A deputada estadual Andréia de Jesus (PT) oficializou sua pré-candidatura à reeleição para a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) durante um evento em Ribeirão das Neves. A parlamentar escolheu a cidade, onde possui histórico de militância social, para o anúncio de sua permanência na disputa legislativa pelo estado.
Advogada popular e educadora infantil, Andréia de Jesus iniciou sua trajetória profissional como empregada doméstica e tornou-se a primeira mulher preta retinta eleita na história da ALMG. Em seu mandato atual, a deputada concentra sua atuação na defesa dos direitos humanos, combate ao racismo e no fortalecimento de políticas públicas para populações vulnerabilizadas e comunidades tradicionais.
Durante a atual legislatura, Andréia de Jesus ocupou a presidência da Comissão de Direitos Humanos por dois anos, exercendo atualmente a vice-presidência do colegiado. Ela também integra as comissões de Cultura, Mulheres e Participação Popular.
Entre as ações destacadas pela parlamentar está a articulação junto aos Ministérios da Educação e dos Direitos Humanos para a construção do primeiro campus universitário exclusivamente quilombola do Brasil, localizado no Vale do Jequitinhonha. Em declaração, a deputada reafirmou seu compromisso com a reparação histórica para a população negra, apesar de relatar o enfrentamento de violência política e ameaças de morte durante o exercício do cargo.
A pré-candidata integra o campo político alinhado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e apoia a pré-candidatura de Marília Campos ao Senado Federal. Andréia de Jesus coloca seu nome à disposição do Partido dos Trabalhadores para dar continuidade ao trabalho iniciado em 2019.


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