Teve um desfecho doloroso a busca angustiante vivida por uma família do bairro Santinho, em Ribeirão das Neves. Hélio da Silva Eduardo, de 58 anos, e seu filho, Michael Jefferson Gomes Ribeiro, de 29, que estavam desaparecidos desde a noite de terça-feira (15) durante uma viagem de trabalho rumo a São Paulo, foram encontrados mortos nesta sexta-feira (18). As informações foram confirmadas com exclusividade pela RECORD Minas.
O veículo em que pai e filho viajavam, uma caminhonete Saveiro branca, foi localizado no fundo de uma ribanceira de difícil acesso, no município de Cambuí, no Sul de Minas Gerais. As equipes de resgate enfrentaram sérias dificuldades operacionais para conseguir acessar a área onde o automóvel caiu.
Da rotina de trabalho à última parada
Trabalhadores do segmento de transporte de cargas, Hélio e Michael deixaram Ribeirão das Neves por volta das 22h30 de terça-feira para buscar mercadorias e materiais elétricos na cidade de Guarulhos (SP). O atraso na chegada ao destino e o silêncio nos celulares acenderam o sinal de alerta entre os parentes, que deram início às buscas.
A última imagem de pai e filho com vida foi registrada por câmeras de segurança de um restaurante às margens da rodovia, na cidade de Campanha (MG). O registro, localizado após a família conferir uma transação no cartão de débito, mostrou a dupla lanchando por volta das 3h de quarta-feira (16) e trocando a direção do veículo antes de retornar à pista.
Encaminhamento dos corpos e investigações
Com a confirmação da localização do veículo e do falecimento dos ocupantes, os corpos das vítimas foram removidos para o Instituto Médico Legal (IML) de Três Corações. Após a realização dos exames periciais cabíveis, eles serão trasladados para a Região Metropolitana de Belo Horizonte para os ritos fúnebres.
Até o momento, as autoridades policiais e o Corpo de Bombeiros não detalharam a dinâmica do acidente nem o que teria provocado a saída do veículo da pista. A Polícia Civil instaurou apuração para esclarecer as causas da tragédia.
O laudo de sanidade mental de Paola Stefany Neto Cirino concluiu que a diarista não sofreu delírios, alucinações ou alterações graves de humor quando matou um casal de idosos em Belo Horizonte. A perícia, finalizada nesta quinta-feira (17), teve seus documentos obtidos pela Rádio Itatiaia, embora o processo corra sob sigilo judicial.
O crime ocorreu em 29 de junho de 2024, no apartamento das vítimas, no bairro São Pedro, Região Centro-Sul da capital. Paola confessou a autoria do latrocínio (roubo seguido de morte) que vitimou o advogado Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e a esposa dele, Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76.
A ré passou pelos exames na última segunda-feira (14), após o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) acolher o pedido de instauração do incidente de insanidade mental. Durante a entrevista, Paola alegou ter ouvido vozes e visto vultos que a teriam induzido a cometer o duplo homicídio e a fugir em seguida.
Conclusão da perícia médica
Os peritos afirmaram que, à época dos fatos, Paola tinha plena capacidade de compreender o caráter criminoso de suas ações. O laudo registrou apenas que ela apresentava quadro de uso nocivo de medicamentos, transtorno do jogo patológico e acentuação de traços de personalidade.
"Não foram identificados elementos clínicos que preencham critérios diagnósticos operacionais para transtornos psicóticos (esquizofrenia, transtorno delirante ou transtorno esquizoafetivo) ou mesmo transtorno do humor com sintomas psicóticos", apontaram os médicos.
A equipe responsável pela avaliação destacou ainda que a ré se comportou "de forma teatralizada e inconsistente no relato de sua patologia". Segundo os especialistas, durante as duas horas de entrevista, o estado mental da ré demonstrou "completa organização psíquica, com coerência lógica das ideias e ausência de qualquer alteração sensoperceptiva verdadeira".
O governo federal oficializou nesta quinta-feira (17) um reajuste de aproximadamente 15% nos valores pagos pelo programa Bolsa Família. Com a atualização, o piso mínimo repassado às famílias cadastradas sobe de R$ 600 para R$ 691, enquanto a média dos benefícios pagos deve alcançar R$ 777.
Esta é a primeira correção aplicada aos valores do programa desde o seu relançamento, em março de 2023. De acordo com a equipe econômica, a recomposição toma como base o índice de inflação acumulado desde o início da atual gestão até o mês de agosto.
A medida é anunciada no período da corrida eleitoral. Em agosto, a Proposta de Lei Orçamentária Anual (PLOA) enviada pelo Executivo ao Congresso Nacional para o exercício de 2027 não previa reajustes no programa.
Segundo o Ministério do Planejamento e Orçamento, o impacto fiscal da medida será compensado por meio do remanejamento de sobras orçamentárias de outras áreas, sem extrapolar o teto dos limites de gastos.
Principais alterações:
Valor mínimo (piso): Elevação de R$ 600 para R$ 691
Valor médio estimado: Elevação de R$ 675 para R$ 777
Índice de correção: Cerca de 15% (com base na inflação acumulada desde março de 2023)
Mecanismo de custeio: Remanejamento de verbas dentro do limite orçamentário
O prefeito de Ribeirão das Neves, Túlio Martins Raposo, sancionou a Lei Municipal nº 4.675/2026, que oficializa o reajuste do Abono Especial SUS destinado aos profissionais da rede pública de saúde. A medida atualiza a gratificação do exercício de 2025/2026, fixando o valor em R$ 1.149,46 por servidor beneficiado.
A nova legislação altera o parágrafo único do artigo 6º da Lei nº 4.197/2021 e aplica um reajuste de 4,26% sobre o benefício. O índice acompanha a revisão geral concedida ao funcionalismo público municipal no mesmo ano, com o objetivo de recompor a inflação e assegurar a equidade entre as categorias.
Principais pontos do reajuste
Benefício: Abono Especial SUS (Exercício 2025/2026)
Novo valor: R$ 1.149,46
Índice de reajuste: 4,26% (alinhado à revisão geral dos servidores públicos)
Público-alvo: Trabalhadores da atenção primária e especializada da Saúde municipal
Vigência: A partir da data de sua publicação
A gratificação, concedida anualmente para valorizar os trabalhadores da área, já integra a legislação municipal desde 2021. Por se tratar da atualização de uma política já existente, a medida não altera o planejamento orçamentário previsto pelo município.
Frequento esta praia desde a época do Ali Babá, Mesinha e os coloridos.
Embora goste de rodar pelas praias Brasil afora, não abro mão de estar por aqui pelo menos uma vez no ano.
Na praia do Morro, acesso e acessibilidade andam de mãos dadas. Não há quem não possa estar.
Pessoas de condições financeiras privilegiadas compartilham o mesmo espaço com outras nem tão agraciadas assim, sem constrangimento, sem preconceito. O que importa é extrair do momento e do local, o máximo que se pode. É ser feliz!
Uns brincam com bola, peteca ou fazem a famosa caminhada na areia. Outros apenas curtindo o ambiente debaixo do guarda sol, e um outro tanto aproveitando as águas rasas do mar, e as generosas ondas leves que proporcionam deliciosas brincadeiras para a criançada.
A concorrida pista para cooper, ladeada de outra exclusiva para bicicleta, patins, motos entre outros motorizados, é para qualquer clima e horário.
Nas manhãs, a gentileza da natureza baixa as águas do mar, formando na areia fina, um ambiente totalmente favorável para a prática já decenária do futebol, peteca e Tênis.
A mesa redonda dos idosos, que se reúnem debaixo da castanheira para os contos de casos antigos, regados a cachacinha e/ou cervejinha gelada, e muitas e altas gargalhadas é uma atração.
A noite não precisa esperar grandes baladas. Mas não faltam bons espaços com músicas ao vivo, tira-gosto de qualidade e muitas opções de bebidas com preços acessíveis para a grande maioria dos frequentadores.
O Peroá e a famosa Moqueca continuam em alta por aqui.
A diversão nas bananas aquáticas e na balsa é diversão à parte.
Por aqui, pessoas chegam na sexta e retornam para casa no domingo, levando na mente lembranças das mais inesquecíveis já vividas.
Por tudo isto este lugar é tão mágico e espetacular.
Não é apenas uma praia. É praia do Morro. É Guarapari.
Uma família do bairro Santinho, em Ribeirão das Neves, vive momentos de apreensão e busca por informações após o desaparecimento de Hélio da Silva Eduardo, de 58 anos, e de seu filho, Michael Jefferson Gomes Ribeiro, de 29 anos.
A dupla, que atua no setor de transportes, partiu do município nevense por volta das 22h30 da última terça-feira (15) em um veículo Saveiro de cor branca. O destino final da viagem era a cidade de Guarulhos, na Grande São Paulo, onde buscariam materiais elétricos e mercadorias. A previsão de chegada ao local de trabalho era por volta das 5h de quarta-feira (16), contudo, pai e filho não chegaram ao ponto de destino e não retornaram os contatos da família.
As informações sobre a rotina dos trabalhadores e o itinerário foram apuradas originalmente pelo portal de notícias BHAZ.
Última localização registrada no Sul de Minas
O último registro confirmado sobre o paradeiro da dupla ocorreu no município de Campanha, localizado no Sul de Minas Gerais. A esposa de Hélio identificou uma transação efetuada via cartão de débito na conta conjunta do casal em um restaurante de rodovia durante a madrugada.
Após contato com o estabelecimento, familiares tiveram acesso às imagens do circuito interno de segurança. As gravações mostram a Saveiro estacionando por volta das 2h40. Pai e filho entram no local, lancham e retornam ao veículo por volta das 3h, momento em que realizam a troca de motorista antes de seguir viagem pela rodovia.
Desde a parada registrada em vídeo, ambos os aparelhos celulares permanecem desligados, sem receber chamadas ou mensagens via aplicativos. Segundo relatos de familiares repassados à imprensa, Hélio costuma manter comunicação constante durante os trajetos de trabalho, o que aumentou o alerta sobre o sumiço.
Como ajudar
A Polícia Civil de Minas Gerais foi acionada para investigar o caso. Qualquer informação sobre a localização do veículo Saveiro branco ou sobre o paradeiro de Hélio da Silva Eduardo e Michael Jefferson Gomes Ribeiro pode ser repassada diretamente às autoridades policiais ou à família pelo telefone (31) 9 9747-5200.
Com a proposta de desconstruir estereótipos históricos e valorizar as vivências locais, o projeto cultural "Neves Além dos Estigmas" inicia suas atividades em Ribeirão das Neves. A iniciativa percorrerá as diferentes regionais do município oferecendo rodas de conversa e oficinas de escrita criativa voltadas a moradores que desejam transformar suas memórias e narrativas urbanas em literatura.
A primeira edição do projeto contaria com foco na Regional Centro no próximo sábado, 19 de setembro, das 14h às 18h, na Casa Semifusa (Rua Cataguases, nº 73, bairro Sevilha B - 2ª Seção).
Escrita criativa, rodas de conversa e premiação financeira
O encontro presencial contará com duas frentes de atuação pedagógica e artística:
Roda de Conversa: Conduzida por Raíza Mendonça e Andrew Freitas, criando um espaço de escuta e reflexão sobre a percepção do território nevense;
Oficina de Escrita Criativa: Ministrada por João Paiva MC e Bel MC, orientando os participantes na construção de poemas, relatos e crônicas.
Ao final do ciclo em cada regional, os textos produzidos serão submetidos a um processo de curadoria. A organização do projeto confirmou que 15 autores selecionados receberão um valor financeiro de incentivo como forma de reconhecimento à produção literária.
As obras escolhidas farão parte de uma coletânea publicada no formato de livro digital (e-book), com uma edição dedicada a cada regional do município. Para expandir a acessibilidade, o acervo também ganhará uma versão em audiobook.
Serviço e Ficha Técnica:
Evento: Projeto "Neves Além dos Estigmas" – Edição Regional Centro (Edital 01/2026)
Data e Horário: Sábado, 19 de setembro de 2026, das 14h às 18h
Local: Casa Semifusa — Rua Cataguases, 73, Bairro Sevilha B (2ª Seção), Ribeirão das Neves
Produção e Apoio: Bloco 31 e Casa Semifusa
Realização: Governo de Minas Gerais (Secretaria de Estado de Cultura e Turismo), Sistema Nacional de Cultura, Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB) e Ministério da Cultura / Governo Federal (Projeto ID: 30382)
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) investiga a suspeita de que o recente rompimento de adutoras de água tenha sido provocado por atos de sabotagem. A hipótese foi levantada pela própria Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) e apresentada às autoridades durante uma reunião na última segunda-feira.
O encontro contou com a participação do presidente da Copasa, que levou formalmente o caso ao conhecimento do Ministério Público para que as circunstâncias dos incidentes sejam apuradas. As falhas nas adutoras provocaram vazamentos de grande proporção e afetaram o abastecimento de água.
A Copasa confirmou que está atuando em cooperação direta com a promotoria para esclarecer o ocorrido e identificar possíveis responsáveis. O MPMG deve acompanhar os desdobramentos para determinar se houve intervenção humana intencional na infraestrutura do sistema de abastecimento.
O medo da violência faz parte da rotina de grande parte da população, mas afeta as mulheres de forma desproporcional. Segundo o estudo “Segurança das Mulheres: Percepção da Sociedade Brasileira sobre Violência”, oito em cada dez mulheres no país (78%) afirmam já ter sido vítimas de pelo menos um tipo de violência. O impacto dessa realidade reflete-se na busca por proteção: 98% das brasileiras adotam estratégias diárias para tentar reduzir os riscos.
Realizado pelos institutos Patrícia Galvão e Locomotiva, com o apoio da Uber, o levantamento mostra como a sensação constante de insegurança limita as escolhas femininas em áreas centrais da vida, como trabalho, estudo, lazer e mobilidade urbana. A apresentação dos dados ocorre nesta quarta-feira (16), durante o painel (In)segurança das Mulheres e Mobilidade, no 20º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
A percepção de vulnerabilidade atinge quase a totalidade do público feminino. Entre as participantes, 94% declararam sentir insegurança no cotidiano, índice superior ao registrado entre os homens (84%). Quando o foco se volta para a circulação nas ruas e no transporte, o temor permanece elevado para ambos os sexos, atingindo 94% das mulheres e 90% dos homens.
Para a realização da pesquisa, foram ouvidas 1,5 mil pessoas com 16 anos ou mais em todas as regiões do Brasil. As entrevistas digitais foram conduzidas entre os dias 22 e 30 de abril de 2026, e o estudo possui margem de erro de 2,8 pontos percentuais.


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