A mobilidade urbana em Ribeirão das Neves e nas demais cidades da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) está prestes a entrar em uma nova fase de modernização. Em um movimento estratégico para solucionar gargalos históricos no deslocamento de milhares de passageiros, o Governo de Minas Gerais e as prefeituras da região formalizaram a assinatura de um acordo de cooperação técnica com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O objetivo central é estruturar um modelo de governança integrada para o sistema de transporte público coletivo.
Para o cidadão nevense, que diariamente enfrenta longos trajetos e a necessidade de múltiplas tarifas para acessar a capital e cidades vizinhas, a iniciativa representa uma esperança concreta de melhoria. O acordo permitirá que o BNDES realize estudos técnicos aprofundados para o desenvolvimento de uma rede de transporte que funcione de forma sistêmica, unificando a gestão das linhas metropolitanas e municipais sob uma diretriz comum.
A governança integrada visa não apenas a otimização das rotas e a redução do tempo de espera nos pontos, mas também o planejamento de bilhetagens mais eficientes e a possível revisão de custos operacionais que impactam diretamente no bolso do trabalhador. Atualmente, a falta de uma coordenação centralizada entre as diferentes esferas de governo gera sobreposição de trajetos e dificuldades de conexão que prejudicam a qualidade de vida da população.
A assinatura deste termo de apoio técnico é vista como o primeiro passo para a criação de um ente metropolitano de transportes ou consórcio, capaz de tomar decisões que beneficiem o conjunto da região. Com o suporte do BNDES, os estudos devem apontar os modelos jurídicos e econômicos mais viáveis para que Ribeirão das Neves e os demais municípios consigam oferecer um serviço mais digno, sustentável e conectado à realidade de quem vive na Grande BH.
O basquete de Ribeirão das Neves vive um momento de celebração. A Escola Estadual Antonio Rigueira, localizada no bairro Savassi, sagrou-se campeã da etapa microrregional dos jogos escolares na categoria basquete masculino. A conquista veio após uma final eletrizante, na qual o time nevense derrotou a equipe representante de Santa Luzia.
Com a vitória, os jovens atletas da Escola Antonio Rigueira não apenas garantiram o troféu para a galeria da instituição, mas também asseguraram a cobiçada vaga para a etapa estadual da competição. Agora, o time se prepara para representar a cidade e a região no nível mais alto do esporte escolar mineiro.
O título microrregional é fruto de um trabalho contínuo de incentivo ao esporte dentro do ambiente escolar, reforçando o papel da educação física como ferramenta de integração e disciplina. O triunfo sobre a equipe de Santa Luzia — tradicional adversária na região — destaca a evolução técnica e o entrosamento dos estudantes do bairro Savassi.
Como campeões da microrregional, os estudantes de Ribeirão das Neves agora avançam para a Etapa Regional, que é o filtro final para a fase estadual.
Um homem, de 31 anos, foi preso em Ribeirão das Neves, na última semana, suspeito de assaltar um posto de combustíveis e depois se entregar à polícia a pedido da mãe.
O caso ocorreu na madrugada de quinta-feira (30), quando o criminoso simulou estar armado e ameaçou o frentista, que entregou para ele o dinheiro que estava no caixa, cerca de R$ 300.
Em seguida, o criminoso fugiu do local e foi para a casa da mãe para tentar se esconder. Logo, a polícia foi acionada pelo posto. No entanto, a corporação, pouco depois, foi surpreendida por uma ligação, via 190, da mãe do suspeito.
Após o crime, o suspeito contou para a genitora que havia assaltado um posto de combustíveis, mas havia se arrependido do feito.
No local, a polícia se deparou com o homem, que "apresentava sinais compatíveis com uso recente de substância entorpecente, em estado de euforia e agitação, alegando ter feito uso de cocaína durante a noite".
A mãe do suspeito, então, devolveu a quantia de R$ 330,00, informando que o dinheiro era proveniente do assalto. O autor confessou ter assaltado o posto e destacou que não estava armado.
O sistema penitenciário de Minas Gerais enfrenta um cenário crítico: são 72 mil presos para apenas 41 mil vagas disponíveis. O déficit superior a 30 mil postos acende o alerta para um dos maiores gargalos da segurança pública no estado. Para especialistas, o cenário de celas superlotadas não apenas eleva a tensão interna, mas inviabiliza qualquer tentativa de ressocialização dos detentos.
Os dados foram confirmados por Rogério Greco, secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). Segundo o gestor, do total de detidos, cerca de 3 mil são "faccionados", ou seja, integram organizações criminosas como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV).
O "empurra-empurra" institucional
Questionado sobre o excedente populacional, Greco atribuiu a responsabilidade ao sistema de Justiça como um todo, isentando o Executivo da decisão de encarcerar.
“Quem coloca as pessoas em uma unidade prisional? É o Estado? É o Poder Executivo? Não. Quem coloca é o Poder Judiciário junto com o Ministério Público. O Poder Executivo nunca prendeu ninguém; nós apenas acolhemos”, pontuou o secretário.
Por outro lado, o governo estadual afirma que há investimentos em infraestrutura, com a entrega de novas obras e outras intervenções em andamento para tentar mitigar o problema.
“Depósito de pessoas”
A visão do Executivo é contestada por especialistas que enxergam na superlotação a falência do modelo assistencial. O presidente da Comissão de Assuntos Penitenciários da OAB-MG, André Luiz Lima, alerta que o excesso de detentos retira do Estado a capacidade de oferecer serviços básicos, como saúde e acompanhamento jurídico.
“Nenhum sistema de ressocialização sobrevive à superlotação. Isso é um câncer. Onde se perde a técnica de ressocialização, passa-se a ter um depósito de pessoas”, afirma Lima.
Qualificação da "porta de entrada"
Para a OAB-MG, a solução não passa apenas pela construção de novos presídios, mas pela revisão dos critérios de prisão. A defesa é por uma “qualificação da porta de entrada”, evitando que delitos de menor potencial ofensivo resultem em encarceramento, o que sobrecarrega o sistema e mistura criminosos de baixa periculosidade com membros de facções.
Em uma ação estratégica para fortalecer a segurança pública e o amparo social, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) oficializou a implementação da rede de combate à violência doméstica em Ribeirão das Neves. A reunião de lançamento ocorreu na última quarta-feira (22), reunindo representantes do Judiciário, das polícias e do poder executivo municipal.
A iniciativa é uma articulação da Promotoria de Justiça de Combate à Violência Doméstica da comarca, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO-VD). O objetivo central é integrar as instituições para que o enfrentamento a esse crime não seja apenas repressivo, mas também preventivo e multidisciplinar.
Diferente de ações isoladas, a rede busca oferecer proteção integral às vítimas e seus familiares, conectando as esferas jurídica, de saúde, assistência social e educação. O foco é o acompanhamento contínuo dos envolvidos, visando romper o ciclo de violência antes que ele chegue a casos extremos.
A cerimônia de instalação contou com a presença dos promotores de Justiça Thomas Henriques Zanelli Fortes e Leonardo Morroni Araújo de Mello. Representando o Judiciário e as forças de segurança, participaram a juíza Fernanda Carreira Machado (3ª Vara Criminal), a major Bruna Ortenzio Lopes (Polícia Militar) e o defensor público Gustavo de Lima Leite.
O prefeito de Ribeirão das Neves, Túlio Raposo, também compareceu ao evento acompanhado do procurador-geral do Município e de secretários das pastas de Saúde, Educação e Assistência Social.
Com o intuito de estreitar o diálogo entre a prefeitura e a sociedade civil, Ribeirão das Neves realiza, nesta terça-feira (28), uma reunião aberta para debater políticas públicas voltadas à causa animal. O encontro acontece às 18h30, na Igreja São Francisco de Assis, no bairro Veneza.
O evento busca ser um espaço de escuta ativa para que a população possa contribuir diretamente na formulação de ações de proteção e bem-estar animal. De acordo com os organizadores, a iniciativa visa construir soluções conjuntas e mais eficazes para os desafios enfrentados pelo município no setor.
A mobilização reforça o compromisso da cidade com a guarda responsável e a conscientização sobre os direitos dos animais, incentivando a participação comunitária como pilar para o avanço das políticas locais.
Serviço
O quê: Reunião sobre políticas públicas de proteção animal.
Quando: Terça-feira, 28 de abril, às 18h30.
Onde: Igreja São Francisco de Assis (Rua Veneza, s/n — Bairro Veneza, Ribeirão das Neves).
Público: Aberto a todos os cidadãos e protetores da causa.
Em um movimento estratégico para consolidar sua base de concessões, a Copasa anunciou nesta quinta-feira (23/4) um acordo que prevê o repasse antecipado de aproximadamente R$ 350 milhões a prefeituras mineiras. A medida é um passo decisivo para a extensão dos contratos de água e esgoto até 2073, garantindo a segurança jurídica necessária para os planos de desestatização do Governo de Minas.
O montante corresponde à antecipação de receitas que seriam originalmente distribuídas entre os anos de 2026 e 2028. Para acessar o recurso, os municípios devem aderir ao novo modelo de contrato proposto pela estatal. De acordo com o cronograma estabelecido, o pagamento será dividido em duas etapas:
Primeira parcela: Outubro de 2026.
Segunda parcela: Março de 2027.
Alívio Tarifário e expansão
O acordo, costurado junto à Associação Mineira de Municípios (AMM), traz um benefício direto aos usuários de cidades onde a Copasa iniciará novos serviços de esgoto: a cobrança da tarifa sobre esses novos serviços foi adiada para 2029.
Nota: Esta regra de adiamento tarifário não abrange a capital, Belo Horizonte, que possui regramento contratual próprio e independente.
Cenário atual
Atualmente, a Copasa opera em 636 municípios. A renovação em massa desses contratos é vista por analistas de mercado como o "pedágio" necessário para tornar a empresa atraente à iniciativa privada, uma vez que contratos de longo prazo e devidamente regulados elevam o valuation da companhia.
Em uma ação estratégica para fortalecer a segurança pública e o amparo social, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) oficializou a implementação da rede de combate à violência doméstica em Ribeirão das Neves. A reunião de lançamento ocorreu na última quarta-feira (22), reunindo representantes do Judiciário, das polícias e do poder executivo municipal.
A iniciativa é uma articulação da Promotoria de Justiça de Combate à Violência Doméstica da comarca, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO-VD). O objetivo central é integrar as instituições para que o enfrentamento a esse crime não seja apenas repressivo, mas também preventivo e multidisciplinar.
Diferente de ações isoladas, a rede busca oferecer proteção integral às vítimas e seus familiares, conectando as esferas jurídica, de saúde, assistência social e educação. O foco é o acompanhamento contínuo dos envolvidos, visando romper o ciclo de violência antes que ele chegue a casos extremos.
A cerimônia de instalação contou com a presença dos promotores de Justiça Thomas Henriques Zanelli Fortes e Leonardo Morroni Araújo de Mello. Representando o Judiciário e as forças de segurança, participaram a juíza Fernanda Carreira Machado (3ª Vara Criminal), a major Bruna Ortenzio Lopes (Polícia Militar) e o defensor público Gustavo de Lima Leite.
O prefeito de Ribeirão das Neves, Túlio Raposo, também compareceu ao evento acompanhado do procurador-geral do Município e de secretários das pastas de Saúde, Educação e Assistência Social, reforçando o compromisso da gestão municipal com a coordenação dos atendimentos.
A sociedade está adormecida, talvez, imunizada cognitivamente por imposição de um sistema autoritarista que vem usando as mesmas técnicas das Big Techs, ofertando a todo momento nas emissoras de TV, Rádios e redes sociais, produtos de cunho
psicológico, fabricados por eles para moldar o comportamento do povo brasileiro tipo estes medicamentos milagrosos que são ofertados a todo momento.
Estamos sendo levados exatamente para onde eles querem que estejamos. Reféns!
O político fala exatamente o que sabe que queremos ouvir, mas agem completamente oposto do que expõem em seus discursos.
“Não fazem o que falam!” “Não falam o que fazem!”
A sociedade aos poucos vai perdendo sua identidade, vai se dispersando, perdendo o senso e a força da coletividade, e com isto esta mudança comportamental vai a cada dia empobrecendo a ação do cidadão e atendendo ao propósito do sistema político, que é construir uma sociedade cada vez mais fragilizada, mais dependente possível, e sobretudo sem ânimo para contrapor.
Enquanto isso o sistema político vem se fortalecendo na mesma medida em que a sociedade se enfraquece, se empoderando cada vez mais do intelecto social, que tem preferido ganhar o peixe sem a necessidade de precisar pesca-lo.
Quando alguém se atreve a tentar abrir os olhos da sociedade, imediatamente receberá a intervenção do STF que irá castiga-lo com severas punições, longe do entendimento lógico.
Da mesma forma, grandes empresários, patrocinadores de campanha ligados às
autoridades políticas, (dando como exemplo recente o rombo dos correios, do INSS e do Banco Master), recebem proteção incondicional do STF que usa de todos os recursos para minar a ação da Polícia Federal, como forma de blindar a inclusão de renomadas autoridades políticas e/ou de pessoas diretamente ligadas a cúpula.
Hoje, não se julga mais as “CAUSAS”, se julga “PESSOAS”!
E o mais grave é vermos a olho nu, os órgãos que deveriam fiscalizar, andarem
abraçados com os órgãos que deveriam ser fiscalizados. Tomam água no mesmo copo! Hoje não temos mais divisão de poderes, é tudo uma coisa só.
Nada mais é investigado. Tudo é combinado, ou melhor... Negociado!!! Se pertencer, é inocentado. Se for oposição, será condenado.
Justiça não faz mais parte do dicionário brasileiro, principalmente quando tem algum político envolvido.
Como estamos em ano de eleições, seria uma ótima oportunidade para dar o recado nas urnas. Mas como eu disse acima que talvez estejamos imunizados cognitivamente, nada nos fará enxergar que tudo está fora da ordem, e iremos abastecer as urnas como se tudo tivesse a mil maravilhas.
Minha certeza, é que temos milhares de candidatos, mas não temos REPRESENTANTES.
As candidaturas de quase a totalidade, são voltadas para projetos pessoais, e não inclui as causas sociais. Estas são apenas usadas como estratégia de campanha.
A grande maioria, se candidata a busca do empreguismo, oportunidade para enriquecimento ilícito.
O Brasil tem sido conduzido por pessoas eleitas, tendo como características distribuir pobrezas, quando deveriam lutar para construir riquezas.
Fazem com que pessoas mais vulneráveis, de menor poder de discernimento aos poucos, vão desaprendendo a sonhar. Com o agravante destas pessoas repassarem este comportamento para a prole.
É dado o peixe, mas sem ensinar como criar ou pescar.
Tudo isso são estratégias para despotencializar a força da coletividade.
Com isso, vão vitimando estas famílias com programas assistencialistas, longe de serem assistenciais.
Somos um País de milhões de cidadãos sem forças, conduzidos e reféns do poder de uma pequena minoria, mas fortes manipuladores.
Estamos diante de “um apagão social!” Caos total!


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