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Polícia

Testemunhas relataram que o agressor aparentava estar sob efeito de drogas; agentes afirmaram desconhecer o motivo do ataque

Luiz Fernando Ribeiro da Silva, de 22 anos, foi morto a tiros, nesta quinta-feira (16), após atacar um policial penal de 44 anos, em Ribeirão das Neves, na Grande BH. A autora dos disparos foi a esposa do agente agredido, que também é policial penal.

A policial contou que atirou no momento em que Luiz Fernando tomou a arma do seu marido enquanto estes estavam em uma luta corporal. O agressor foi atingido cinco vezes. O agente levou um tiro no joelho e recebeu atendimento médico.

Dinâmica do ocorrido

Conforme consta no boletim de ocorrência, o policial penal estava em um espaço de festas do qual é proprietário quando Ribeiro da Silva chegou ao local demonstrando interesse de alugá-lo para o evento.

Após observar o local, antes de ir embora, Luiz pediu o telefone do dono do espaço para tratar da locação.

Em seguida, o policial penal foi para sua casa, nas proximidades, e Luiz Fernando se dirigiu a um bar próximo.

Chegando em sua casa, o policial passou a receber mensagens do homem o ameaçando. Confira a transcrição do diálogo:

Luiz Fernando: “Cole, deixa te fala, não sou bobo, ok me pagar que me deve tá.”
Luiz Fernando: faz uma ligação de vídeo de três segundos de duração com o policial.
Luiz Fernando: “Você marcou não vir aqui atoa, para né, marcou comigo.”
Policial penal: “Você deve estar me confundindo com alguém.”
Luiz Fernando: envia uma mensagem de visualização única aberta pelo policial.
Policial penal: “Eu sou policial.”Luiz Fernando: responde a penúltima mensagem do policial dizendo “Tô não, não sou bobo.”
Luiz Fernando: envia uma série de mensagens com os dizeres “Pode ser o diabo.”
“Sua milha vai saber.”
“Ok.”
“Filme vicd.”
“Só paga o que deve, 150.”

Depois da troca de mensagens, o policial penal sai de sua casa junto de sua esposa, também policial penal, para tentar localizar o homem, que estava sentado na parte externa do bar para onde se dirigiu.

Ao avistar Luiz Fernando, o policial apontou a arma para ele e se identificou. Em um primeiro momento, o autor das ameaças correu para dentro do bar, saindo logo em seguida e avançando na direção do policial, segurando a arma do agente.

Os dois entraram em luta corporal e, em determinado momento, Luiz conseguiu tomar a arma do policial.

Neste momento, a esposa do homem teria mandado Luiz largar a arma. Ele não obedeceu à ordem dizendo: “Não vou soltar, vocês vão me matar”.

Na versão da mulher, ela teria dito que não iria atirar no agressor, porém, ele não soltou a arma. Ela então disparou mirando na parte inferior do corpo do homem. Só que, ainda assim, ele e seu marido foram para o chão, com Luiz Fernando por cima.

Tremendo pela vida do esposo, ela disparou mais algumas vezes, atingido Luiz com mais quatro balas. Ele morreu no local.

O policial penal também foi atingido no joelho. Ele foi encaminhado ao Hospital São Judas Tadeu, onde foi atendido. O agente não corre risco de morte.

Testemunhas relataram que Luiz Fernando aparentava estar sob efeito de drogas. O policial penal envolvido afirmou nunca ter tido contato com o agressor e nem saber o motivo do homem ter enviado as mensagens ameaçadoras.

 

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Na manhã desta quinta-feira, 2 de outubro, um homem foi baleado e morto durante um tiroteio no bairro Parque Vitória, em Ribeirão das Neves.
O crime aconteceu na Rua Moacir Menezes, próximo ao bairro Sevilha A, e gerou grande mobilização da Polícia Militar.

De acordo com as primeiras informações, a vítima vestia uniforme do sistema prisional no momento em que foi atingida pelos disparos.
Ainda não há confirmação oficial sobre sua identidade nem se ele tinha ligação com o sistema penitenciário.

Moradores relataram que os tiros causaram pânico logo nas primeiras horas da manhã. A Polícia Militar cercou a área em busca de suspeitos e a perícia da Polícia Civil foi acionada para os levantamentos iniciais.

O rabecão do Instituto Médico Legal (IML) removeu o corpo da vítima. A Polícia Civil vai conduzir a investigação para apurar autoria e motivação do crime.

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Um caso de negligência ocorrido na última sexta-feira (26) causou indignação em moradores de Ribeirão das Neves, no bairro Santa martinha.

A criança, de 2 anos, foi esquecida pelos funcionários na unidade de ensino em Ribeirão das Neves, na região Metropolitana de Belo Horizonte, após o fim da aula. Segundo a mãe, a menina foi encontrada trancada em um banheiro, apavorada e com as roupas sujas. Os pais buscam respostas da Secretaria Municipal de Ensino para entender o que aconteceu.

O desaparecimento foi percebido pela responsável pelo transporte escolar. Durante a rota, a motorista percebeu a falta da criança e mandou uma mensagem para a mãe perguntando se já haviam buscado a menina.

Como nenhum familiar buscou a menina, a mãe ligou para a escola. Na ligação, a secretária informou que a criança havia sido entregue ao transporte escolar. Diante da divergência de versões, o pai foi à unidade de ensino em busca de notícias. Ao chegar na Escola Municipal Professora Thaís Aparecida de Souza Freitas, no bairro Santa Martinha, a família encontrou os portões fechados.

“Eu fiquei sem rumo, me senti culpada. Eu me sinto culpada até agora. Meu marido veio pra escola. Eu liguei para a secretária e pedi a ela que alguém abrisse a escola para o meu marido olhar. Quando a diretora chegou, ela pegou o telefone do meu marido, me ligou, me garantiu que tinha entregado a minha filha no escolar. Eu falei que não tava porque já tinha entrado em contato com eles também”, descreveu a mulher.

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Uma complexa e delicada disputa tem se desenrolado em Ribeirão das Neves envolvendo uma vizinha portadora de Epilepsia Refratária e problemas cognitivos (semelhantes ao autismo) e a proprietária de um estabelecimento comercial, o "Bar da Nilce". A vizinha alega estar sofrendo com som alto excessivo vindo do bar, o que agrava sua condição de saúde, e acusa a proprietária de agressão física e verbal, incluindo falas preconceituosas relacionadas à sua deficiência. Por sua vez, a direção do bar nega as acusações de barulho e agressão, alegando que a vizinha tem criado atritos constantes e que a confusão mais recente foi iniciada por ela.
Ambas as partes afirmam que buscarão soluções na Justiça e no Ministério Público.

Versão da vizinha: barulho intolerável, crises de epilepsia e agressão

A vizinha, que preferiu não ter seu nome divulgado, relata que sua condição de sensibilidade a som alto devido à epilepsia e problemas cognitivos tem sido severamente impactada pelo barulho do estabelecimento em frente à sua residência. Ela afirma que, apesar de diversas tentativas amigáveis de solução, o problema persiste e se intensifica.
"Já chamei a PM diversas vezes, fiz Boletim de Ocorrência e nada foi resolvido," desabafa a vizinha, indicando que o volume do som, em certos momentos, parece ser ajustado "apenas para causar tumulto."
O estopim da situação ocorreu na última terça-feira, quando o som alto teria desencadeado uma crise de epilepsia. Após a intervenção da Polícia Militar, que solicitou a diminuição do volume, a vizinha relata que a situação se agravou. Ao fechar o bar, a proprietária teria ligado o som "no último volume para provocar," o que gerou outra crise.
Ao tentar conversar, munida de seu certificado de deficiência, a vizinha alega ter sido agredida física e verbalmente. As falas preconceituosas da proprietária, segundo a vizinha, incluíam: "se eu era deficiente que eu teria que me tratar," "isso era falta de serviço," e que a condição "não era problema dela." Ela ressalta que "nem todas as deficiências são físicas" e que o preconceito social a deixou com pensamentos suicidas e diversas crises.
Após o ocorrido, um novo Boletim de Ocorrência foi registrado e a vizinha planeja levar o caso ao Ministério Público.

Versão do "Bar da Nilce": Negação de barulho e alegação de atitude hostil da vizinha

Em uma Nota de Esclarecimento divulgada, a direção do "Bar da Nilce" contrapõe a versão da vizinha. O estabelecimento, que afirma estar instalado no local há mais de 15 anos, nega ser um gerador de som alto e garante que possui regularidade junto aos órgãos de fiscalização, nunca tendo recebido sequer uma advertência ou multa.
A nota alega que a "lamentável confusão foi causada pela própria vizinha que, se deslocou ao local pela segunda vez naquela data para criar atritos e atrapalha o funcionamento do estabelecimento." O bar afirma que a vizinha tem criado atritos e "tentando denegrir a imagem do estabelecimento comercial por alguns anos," intensificando as ações nos últimos meses, e que ela inclusive "vem adentrando sem autorização em locais privados a funcionários."
Sobre o incidente de terça-feira, a direção do bar afirma que o ocorrido foi já após a meia-noite, com o bar "encerrando suas atividades," quando a vizinha chegou "proferindo ofensas e ameaçando a proprietária que uma senhora com mais de 60 (sessenta anos) de idade."
O bar sustenta que a proprietária "somente se defendeu dos ataques" e que a vizinha, ao persegui-la, "adentrou ao seu imóvel e tentou atacá-la," só deixando o local após ser retirada "a força pelo seu genitor."
A nota do bar repudia veementemente qualquer ato de violência e discriminação, seja por condição de saúde ou qualquer outro motivo.
Além disso, afirma que as alegações de agressão da vizinha "beiram a má-fé uma vez que utiliza tal discurso como razão para seu incontrolável comportamento." O estabelecimento ressalta possuir registros em vídeos para apoiar as autoridades na elucidação dos fatos e informa que está providenciando as medidas judiciais necessárias.

Próximos Passos

Com registros policiais e versões conflitantes, a situação deverá ser analisada pelo Ministério Público e, possivelmente, pelo Poder Judiciário.
O embate coloca em lados opostos a preocupação com o direito ao sossego e a saúde de uma pessoa com deficiência versus o direito ao trabalho e a alegação de conduta indevida por parte de uma vizinha.
Ambos os lados buscam agora a intervenção das autoridades competentes para resolver o impasse.

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Agressor foi espancado pela população e levado para hospital, onde foi preso por policiais

O homem, de 39 anos, que agrediu a companheira, de 43 anos, dentro de um carro de aplicativo, foi preso pela Polícia Militar (PM) na sexta-feira (26).
O agressor foi detido no bairro São Luís, em Ribeirão das Neves. O homem é acusado de ter agredido brutalmente a companheira. Revoltada, a população espancou o homem, que ficou internado por cinco dias.
Durante o período em que esteve hospitalizado, o mandado de prisão preventiva foi expedido. O pedido foi realizado pelo promotor Leonardo Morrone Araújo de Melo e expedido pelo juiz Eduardo Monsão Nascimento, da Terceira Vara Criminal e de Violência Doméstica de Ribeirão das Neves.
Assim que o agressor recebeu alta e saiu do hospital, ele foi preso pelos militares do 40º Batalhão.
Agressões ocorreram dentro de carro de aplicativo
À Itatiaia, o tenente Machado explicou que as agressões ocorreram quando a vítima e o agressor se deslocavam em um carro de aplicativo para casa.

“Segundo ela [a vítima], durante esse deslocamento, eles entraram em atrito e ele a agrediu com diversos socos no rosto, ocasionando aí fratura de nariz, quebra de dentes... deixou ela bem machucada”, destacou.

Após as agressões, a vítima foi levada para o Hospital São Judas e o agressor evadiu do local. “A viatura compareceu até o hospital, onde foi feita a ocorrência”, disse o tenente.
Depois de diligências, a polícia descobriu, na segunda-feira (22), que ele havia sido agredido por moradores da região e levado ao Hospital Risoleta Tolentino Neves, na Região Norte de BH.

“As agressões que ele sofreu foram pesadas. Teve quebra de nariz e ele ficou internado esse tempo todo. Então, assim, pode ser que poderia até redundar em algo pior se ele continuasse lá no bairro”, disse.

“Concomitantemente a isso, o Ministério Público pediu pela prisão dele [...] Foi uma ação rápida da Justiça, uma resposta eficaz que tira aí um agressor de mulher de circulação”, finalizou o tenente.

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Dono de supermercado foi detido em flagrante carregando os itens para dentro do estabelecimento

O motorista de um caminhão que transportava 468 caixas de carne, foi rendido por criminosos na BR-040 entre as cidades de Esmeraldas e Ribeirão das Neves, na Grande BH. O homem foi feito refém por mais de três horas e ameaçado de morte pelos criminosos. Ele foi liberado as margens da rodovia próximo a cidade de Confins, na região metropolitana de BH.
Os suspeitos roubaram toda a carga que estava sendo transportada, os itens roubados foram cortes como ancho, capa de filé, cupim, fraldão, coxão duro, coxão mole, acém, maçã de peito, músculo de peito e picanha fatiada.

Depois de acionada, a Polícia Militar deu início às buscas e após diligências flagraram os produtos sendo carregados em um supermercado de Ribeirão das Neves.

Três suspeitos foram presos em flagrante, entre eles o dono do supermercado. Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) proprietário do supermercado de 44 anos, foi ouvido e depois liberado. Um inquérito foi aberto para investigar o caso.

O caminhão que transportava a carga foi localizado às margens da BR-040 em Contagem, grande BH e recuperado. O veículo utilizado pelos criminosos para a abordagem não foi localizado.

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