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Polícia

Crime foi registrado no ano de 2022; réu foi preso em Ribeirão das Neves

Um homem de 59 anos, foragido da Justiça e condenado a nove anos de prisão por estuprar uma menina, de 7, foi preso no bairro Veneza, em Ribeirão das Neves, na noite da segunda-feira (17/11). O crime foi registrado no ano de 2022, na capital mineira.
De acordo com o Sargento Aramis, do Grupamento Especializado em Recobrimento (GER) da Polícia Militar (PMMG), a sentença foi expedida pela Justiça na semana passada, e o mandado foi cumprido nesta segunda (17).
Aramis afirmou que o réu recebeu os militares em sua casa e não ofereceu resistência durante a prisão. Ele foi conduzido para uma delegacia da Polícia Civil (PCMG) em Ribeirão das Neves após a ação.

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A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) anunciou a prisão do segundo suspeito de envolvimento no ataque a tiros que vitimou a menina Ágata Yasmin Moreira de Paula, de 9 anos, em Ribeirão das Neves. O crime, que ocorreu no dia 7 de setembro em um bar na Rua Gilberto Nunes de Oliveira, no bairro Bom Jesus, deixou ainda três mulheres feridas.

O suspeito, um homem de 30 anos, foi detido na noite desta quinta-feira (6) em um condomínio no bairro Luxemburgo, em Santa Luzia, na Grande BH. A PM o identifica como o motorista do carro usado na ação criminosa e informa que ele possui histórico por porte ilegal de arma de fogo.

Durante a operação policial, o veículo utilizado no ataque, um Palio cinza, foi apreendido, junto com dois celulares. Segundo a PM, a mãe do suspeito revelou que a família planejava se mudar devido à repercussão do caso.

Outro Envolvido Já Estava Preso

O homem apontado como o atirador, de 22 anos, que desceu do carro e disparou contra o grupo, já havia sido detido na última terça-feira (4), na cidade de Nanuque, no Vale do Mucuri.

Vítimas de Ribeirão das Neves

A pequena Ágata Yasmin foi atingida no tórax e veio a falecer durante o atendimento médico na UPA Ressaca. As outras três vítimas baleadas são parentes da criança, com idades de 23, 26 e 45 anos. Elas sofreram ferimentos em diferentes partes do corpo e, em um dos casos, foi necessária a transferência para o Hospital Odilon Behrens, em Belo Horizonte.

A Polícia Civil, responsável pela investigação, indicou que a motivação do ataque foi um desentendimento fútil. O crime teria origem em uma briga entre mulheres da família e uma adolescente de 16 anos, irmã do atirador, que as acusava de furtarem um celular e peças íntimas.

O caso segue em investigação na 10ª Delegacia de Polícia de Homicídios de Ribeirão das Neves.

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Um homem de 27 anos, que havia acabado de ser liberado da Penitenciária Público-Privada (PPP) de Ribeirão das Neves para a saída temporária, foi alvo de uma tentativa de homicídio nesta quinta-feira (6).
A ação aconteceu logo após ele deixar o complexo prisional. O detento foi buscado pela esposa, mãe e filha em um carro de aplicativo, com destino a Nova Serrana.
Poucos minutos após iniciar a viagem pela estrada de acesso à BR-040, o veículo foi fechado por um Renault Sandero prata.

Segundo relatos à Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), um homem encapuzado desceu do Sandero e efetuou vários disparos. A tragédia foi evitada por uma manobra rápida do motorista de aplicativo, que conseguiu retornar imediatamente ao complexo prisional de Ribeirão das Neves.
O detento e a esposa foram atingidos pelos tiros, mas socorridos por uma viatura da Polícia Penal e levados ao Hospital São Judas Tadeu, onde receberam atendimento e tiveram alta médica no mesmo dia.

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) realizou a perícia no local, recolhendo dez cápsulas deflagradas. As investigações apontam que o veículo dos atiradores utilizava placa clonada.

O preso, que cumpre pena por tráfico de drogas e possui um histórico de mais de 30 passagens policiais por crimes como porte ilegal de arma, receptação, ameaça e lesão corporal, afirmou não saber o motivo do ataque. Esta era a primeira vez que ele usufruía do benefício da saída temporária.
O caso está sendo investigado como tentativa de homicídio e a principal linha de apuração é um possível acerto de contas.

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Três pessoas foram presas pela Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) suspeitas de envolvimento no incêndio a um ônibus no bairro Nova York, na Região de Venda Nova, em Belo Horizonte. A prisão, realizada pela equipe do Batalhão de Rondas Táticas Metropolitanas (Rotam), ocorreu em uma casa de festas na cidade de Ribeirão das Neves.

Entre os detidos, estão dois homens, de 26 e 20 anos, apontados pela PMMG como supostos autores do ataque ao veículo de transporte coletivo. Ambos estavam armados e possuem passagens anteriores por tráfico de drogas e roubos; o mais velho também já foi autuado por homicídio.
A terceira pessoa presa é uma mulher, de 22 anos, sem histórico criminal. Ela foi encontrada portando uma arma calibre .38.
Na versão dos suspeitos em uma entrevista da Rádio Itatiaia, os suspeitos negaram qualquer participação no incêndio do coletivo.
"É sacanagem tirar o ônibus da galera, ainda mais das pessoas que usam para trabalhar. Alguns policiais recebem informações erradas e, como a gente tem certos BOs, acaba caindo sobre a gente. Os ônibus têm câmeras de segurança e vamos provar que não foi nenhum de nós”, afirmou um dos detidos.

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Ágata Yasmin Moreira de Paula foi baleada e morreu na noite do dia 7 de setembro deste ano no bairro Rosimeire, na região de Justinópolis

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu, nesta terça-feira (4), um homem suspeito de ser o autor dos disparos no ataque a bar que matou uma menina de 9 anos em Ribeirão das Neves. O crime foi cometido na noite do dia 7 de setembro deste ano em um estabelecimento localizado no bairro Rosimeire, na região de Justinópolis.

Ágata Yasmin Moreira de Paula foi atingida no peito e não resistiu aos ferimentos. Outras três mulheres da família, mãe, tia e avó da vítima, foram baleadas e ficaram feridas.

Em entrevista à Itatiaia, o delegado Marcus Rios, da Delegacia de Ribeirão das Neves, informou que o suspeito foi localizado e detido na cidade de Nanuque, no Vale do Mucuri.
“O investigado segue preso. Nós esperamos e acreditamos que ele vai responder todo o processo nessa condição: preso”, afirmou o delegado.

Na última terça-feira (28), familiares da vítima realizaram um protesto em Ribeirão das Neves para cobrar avanços nas investigações sobre o homicídio.

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Vítima trabalhava em obra no bairro Elizabeth

Um homem, de aproximadamente 50 anos, morreu após sofrer uma descarga elétrica enquanto trabalhava em uma obra na Rua Monte Castelo, no bairro Elizabeth, em Ribeirão das Neves, na tarde desta terça-feira (4).
Segundo o Corpo de Bombeiros, a vítima atuava no terceiro andar da construção quando encostou acidentalmente em um fio de alta tensão. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e confirmou o óbito ainda no local.

Testemunhas relataram que o trabalhador subia um carrinho de mão preso a uma corda quando acabou tendo contato com a rede elétrica.

Por causa da localização de difícil acesso, o resgate exigiu apoio conjunto entre bombeiros, Polícia Militar (PMMG) e Polícia Civil (PCMG). Após a liberação da perícia, o corpo foi removido e entregue ao Instituto Médico-Legal (IML).

As causas do acidente serão apuradas pela Polícia Civil.

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