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Polícia

Mulher relatou que foi assediada, enquanto o homem diz que ela chegou bêbada para cumprimentá-lo

Uma mulher de 44 anos foi presa depois de dar um golpe de faca no peito de um homem de 35 anos, na noite deste sábado (22), em Ribeirão das Neves.
De acordo o boletim de ocorrência, o homem estava trabalhando em uma obra na própria casa, no bairro Botafogo 2º Seção, quando a mulher chegou e estendeu a mão, tentando cumprimentá-lo.
O homem contou aos policiais que percebeu que ela estava embriagada, e não a cumprimentou. Ela ainda tentou tocar o rosto do homem, que pediu que ela fosse embora. Cinco minutos depois, a mulher voltou, sacou uma faca da cintura e deu um golpe no peito do homem.
A vítima foi socorrida para a Upa Justinópolis, onde recebeu atendimento, e não corre risco de morrer.
A mulher foi encontrada por policiais mais tarde e alegou que foi assediada pelo homem após beber em um bar. Por isso, teria dado o golpe.

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Crime foi registrado no ano de 2022; réu foi preso em Ribeirão das Neves

Um homem de 59 anos, foragido da Justiça e condenado a nove anos de prisão por estuprar uma menina, de 7, foi preso no bairro Veneza, em Ribeirão das Neves, na noite da segunda-feira (17/11). O crime foi registrado no ano de 2022, na capital mineira.
De acordo com o Sargento Aramis, do Grupamento Especializado em Recobrimento (GER) da Polícia Militar (PMMG), a sentença foi expedida pela Justiça na semana passada, e o mandado foi cumprido nesta segunda (17).
Aramis afirmou que o réu recebeu os militares em sua casa e não ofereceu resistência durante a prisão. Ele foi conduzido para uma delegacia da Polícia Civil (PCMG) em Ribeirão das Neves após a ação.

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Uma operação conjunta da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) desmantelou, na última sexta-feira (14/11), um esquema de falsificação e venda de anilhas usadas ilegalmente em aves silvestres.
A ação, denominada "Voo Rastreado", concentrou-se na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).

O principal suspeito da fabricação e um segundo indivíduo, identificado como "laranja", foram presos em flagrante. A operação resultou na apreensão de um vasto material ligado à atividade criminosa, incluindo equipamentos de falsificação, pássaros mantidos ilegalmente e armamento irregular. A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) também prestou apoio à investigação.
As investigações, que duraram mais de oito meses, revelaram que a produção das anilhas ocorria na RMBH. O monitoramento identificou uma intensa movimentação de mais de 2 mil remessas por meio dos Correios em apenas dois anos, com destino a praticamente todos os estados brasileiros. O falsificador utilizava dados falsos de conteúdo e remetente para tentar evitar a descoberta.

A partir desses levantamentos, a Justiça em Ribeirão das Neves expediu mandados de busca e apreensão e autorizou a interceptação de correspondências. Suspeitas foram confirmadas em 12/11, durante uma das interceptações, e o envio de diversos pacotes foi interrompido em 14/11.
No endereço do principal suspeito, foram encontrados insumos e instrumentos específicos para a produção das anilhas irregulares, como:

Maquinário a laser e de prensa manual.
Anilhas em branco.
Marcadores contendo números, logotipos, siglas e marcas exclusivas de órgãos públicos, incluindo o código único do SisPass/Ibama.
No local, a polícia também encontrou dois canários-chapinha sem autorização legal. O investigado foi autuado por crimes ambientais (Lei nº 9.605/1998, art. 29, § 1º, III), falsificação de selo ou sinal público (Código Penal, art. 296) e falsidade ideológica (Código Penal, art. 299) devido aos dados falsos fornecidos aos Correios.
Na residência do "laranja", que cedeu sua conta bancária para o falsificador, as equipes localizaram armas e munições de diversos calibres em situação irregular. Ele foi preso por posse e porte ilegal de arma de fogo (Lei nº 10.826/2003, arts. 12 e 16).

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Um jovem de 19 anos foi brutalmente assassinado na noite de quinta-feira (13/11), em Ribeirão das Neves. A vítima foi atingida por, pelo menos, dez disparos de arma de fogo. Até o momento, a Polícia Militar (PM) não prendeu nenhum suspeito.

A ocorrência foi registrada no bairro Cruzeiro após a PM ser acionada por populares. No local, a equipe encontrou o jovem já caído. O Serviço de Atendimento de Urgência Móvel (Samu) confirmou o óbito. O corpo, que apresentava dez perfurações, foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Belo Horizonte. A perícia técnica recolheu cinco cápsulas deflagradas de calibre .380 na cena do crime.

A investigação inicial foi auxiliada por câmeras de segurança de um estabelecimento vizinho. As imagens flagraram a chegada de duas motocicletas, cada uma com dois ocupantes, ao local. Os veículos foram identificados como uma Honda Titan vermelha e uma Yamaha Crosser, também vermelha.

Até o fechamento desta reportagem, os autores do homicídio permanecem desconhecidos e seu trajeto de fuga não foi identificado. O caso foi formalmente encaminhado e será investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais.

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Mulher de 40 anos foi presa em 29 de outubro, mas a família só soube do paradeiro após registrar um boletim de ocorrência de desaparecimento em Ribeirão das Neves.

De acordo com o G1, uma mulher de 40 anos identificada como Josiane Maria Faustino de Jesus foi dada como desaparecida pela própria família em 5 de novembro. No entanto, após iniciar uma investigação para encontrar a mulher, a polícia descobriu que Josiane de Jesus está presa desde 29 de outubro.
Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), a suspeita preferiu não comunicar à família sobre a prisão, e avisou apenas para um amigo.

Josiane está presa no Presídio José Abranches Gonçalves, em Ribeirão das Neves, na Grande BH, pelos crimes de ameaça e coação, conforme informou a instituição.

Quem registrou o desaparecimento da mulher, no último dia 5, foi a filha dela, uma jovem de 20 anos. Segundo o histórico da ocorrência, a família não conseguia contato com Josiane desde 27 de outubro. Naquela data, a mulher se mudou de casa por conta do término de um relacionamento e informou que passaria a morar no bairro Venda Nova, em Belo Horizonte.

Em nota de atualização, a Polícia Civil esclareceu que a falta de comunicação com a família se deu por uma escolha da própria investigada no momento da prisão.
"A PCMG esclarece que, no ato de sua prisão, a investigada teve seu direito constitucional assegurado de comunicar o fato à família, e optou por fazê-lo a amigo sob a alegação de não possuir familiares próximos," informou.
Nesta terça-feira (11), a Polícia Civil registrou a ocorrência de pessoa localizada, e encerrou o caso de desaparecimento após confirmar que Josiane se encontra no sistema prisional.

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Criança de 5 meses teve ferimentos na cabeça e no tórax; mãe apresentava sinais de embriaguez e uso de drogas

Uma mulher de 39 anos foi presa na manhã deste domingo (9/11) após agredir os próprios filhos e arremessar ao chão o bebê de 5 meses, no Centro de Ribeirão das Neves.
De acordo com o boletim de ocorrência, o caso começou quando vizinhos viram a mulher abandonar dois filhos, de 8 e 2 anos, na rua, após agredir o mais velho com tapas.
Testemunhas informaram à Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) que ela apresentava olhos vermelhos, hálito etílico, fala desconexa e andar cambaleante, além de sinais de uso de entorpecentes, como pupilas dilatadas e comportamento eufórico.
No local, os vizinhos relataram que a mulher arremessou o bebê ao solo, provocando lesões na cabeça, no rosto e no tórax da criança. A bebê foi socorrida por militares do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais e levada primeiro ao Hospital São Judas Tadeu, sendo depois transferida para a UPA Acrízio Menezes, em Justinópolis, onde permanece em observação médica.
Ainda conforme a PMMG, a mulher tentou novamente jogar a criança ao chão diante dos militares, mas foi impedida e contida por uma policial, que segurou o bebê nos braços. A suspeita precisou ser algemada para garantir a segurança da criança.
O Conselho Tutelar acompanhou a ocorrência e confirmou que a mulher já era monitorada pelo órgão devido ao uso abusivo de álcool e drogas. As outras duas crianças ficaram sob responsabilidade dos pais.

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