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Polícia Penal

  • Bandidos são detidos durante tentativa de resgate de presos na penitenciária José Maria Alkimim


    Pelo menos seis homens foram detidos na noite desta terça-feira (30) depois de tentarem resgatar detentos na Penitenciária José Maria Alkimim, em Ribeirão das Neves.

    De acordo com o sindicato dos policias penais, os suspeitos chegaram em três carros e atravessaram um dos veículos na rua. Em seguida, começaram a atirar contra os guardas que protegiam a entrada do presídio. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.

    Os policiais penais revidaram e chamaram a Polícia Militar. No entanto, os homens conseguiram fugir. Um helicóptero da PM deu apoio na ação para encontrar os suspeitos.

    Seis homens foram encontrados e um carro foi localizado. Com o grupo foi encontrado materiais, como cordas, que poderiam ajudar no resgate dos presos.

    A Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) ainda não se manifestou sobre o ocorrido.

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  • Detento mata policial penal e foge com farda e arma de hospital


    Crime aconteceu na madrugada deste domingo (3), no Hospital Luxemburgo, na Região Centro-Sul da capital. Homem foi preso dentro de carro de aplicativo, e a arma foi apreendida.

    Um detento, de idade não informada, conseguiu se livrar da escolta, entrou em luta corporal com um policial penal e matou o servidor público dentro do hospital particular Luxemburgo, na região centro-sul de Belo Horizonte.

    Após matar o profissional, o preso ainda pegou a farda e a arma do policial e fugiu.

    As informações iniciais são de que o detento era do Presídio Inspetor José Martinho Drummond, que fica em Ribeirão das Neves.

    Militares do 22º batalhão agiram rapidamente e conseguiram localizar o criminoso dentro de um carro de aplicativo e prenderam o homem.

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  • Polícia Penal flagra drone entregando drogas na penitenciária José Maria Alkimin


    Integrantes de uma quadrilha usaram drones para entregar drogas na penitenciária José Maria Alkimin, em Ribeirão das Neves. A ação foi flagrada pela Polícia Penal na madrugada desta quarta-feira (5).

    As imagens, exibidas pela TV Record Minas, mostram o equipamento do grupamento de patrulha aerea pratrulhando a área. Os suspeitos fugiram ao avistar o equipamento da polícia, momento em que houve troca de tiros durante a operação.

    O diretor geral do Departamento Penitenciário de Minas Gerais, Rodrigo Machado, afirmou que nenhum dos policiais foi ferido. A unidade prisional, segundo ele, é a que tem maior índice de arremessos de ilicitos no Estado. "É uma unidade muito grande. Esse equipamento nos traz segurança e conforto para a nossa tropa não ser surpreendida", disse Machado.

    Drogas, celulares e carregadores foram deixados em duas mochilas quando a polícia chegou ao local em que os suspeitos estavam escondidos. Os integrantes da quadrilha estão sendo procurados.

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  • Polícia penal intercepta drone com celulares e drogas próximo à penitenciária José Maria Alkimin


    Um drone foi interceptado por policiais penais nessa segunda-feira (26) na Penitenciária José Maria Alkmin, em Ribeirão das Neves. O equipamento, que era controlado por dois homens, estava fazendo um sobrevoo nas proximidades da unidade prisional.

    De acordo com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), a equipe de plantão da penitenciária iniciou as buscas nas redondezas do local, com apoio do Grupamento de Intervenção Rápida (GIR) e do Canil.

    Ao serem flagrados, os homens que estavam controlando o drone fugiram, mas deixaram para trás, além do próprio equipamento, o controle dele, uma mochila carregada com cinco celulares, carregadores, baterias para o drone e 497 gramas de substância análoga à maconha. Tudo indica que o material seria transportado até a penitenciária.

    Um boletim de ocorrência foi registrado e o material apreendido foi encaminhado para a Polícia Civil.

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  • Polícia Penal reforça equipe de apoio do Governo de Minas ao Rio Grande do Sul


    Trinta profissionais vão prestar assistência ao sistema prisional local; equipe também levará 4,5 mil litros de água arrecadados pelo Servas para as vítimas da tragédia
    A Polícia Penal do Estado se junta à rede de solidariedade, apoio e salvamento do Governo de Minas Gerais às vítimas dos temporais que atingiram o Rio Grande do Sul nas últimas semanas.


    No domingo (12/5), 30 policiais penais do Comando de Operações Especiais (Cope), do Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen), embarcaram para Porto Alegre para apoiar o sistema prisional do estado.


    A previsão é que a equipe permaneça por pelo menos 15 dias no estado.


    Com a tragédia, muitos presídios ou penitenciárias estão alagados ou ilhados. A equipe vai poder contribuir para minimizar qualquer sensibilidade na segurança e, também, reforçar o quadro de profissionais dos locais.


    Vários policiais penais do Rio Grande do Sul também estão há dias dentro das unidades prisionais, por questões logísticas ou para reforço na atividade de custódia. Isso porque, além das dificuldades de entrada e saída dos locais, outros profissionais do sistema prisional perderam suas casas.


    "Nossa intenção é reforçar a custódia em unidades que precisam de reforço e contribuir com todo o sistema de segurança do Rio Grande do Sul. Estamos enviando uma equipe altamente preparada e extremamente disposta para toda e qualquer ajuda necessária neste momento tão difícil", destacou o diretor-geral do Departamento Penitenciário de Minas Gerais, Leonardo Badaró.


    Vale lembrar que o Cope é o grupamento especial da Polícia Penal de Minas responsável por agir em ocorrências de alta complexidade dentro das unidades prisionais, com o objetivo de manutenção da ordem. O diretor do Cope, Reginaldo Santos Evaristo, é o líder da missão.


    Reforço na entrega de donativos


    A comitiva com os policiais penais será a responsável, ainda, pelo encaminhamento de 4,5 mil litros de água mineral arrecadados pelo Serviço Social Autônomo (Servas), do Governo de Minas, para as vítimas da tragédia.


    Para isso, um ônibus do Cope seguirá em comboio, lotado das doações, com o ônibus do Corpo de Bombeiros Militar de Minas (CBMMG), que levará os 30 profissionais da Polícia Penal para atuação no Sul, além de três viaturas utilitárias do sistema prisional mineiro.

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  • Policial morto em hospital de BH estava acompanhado por outro agente, que abandonou posto, diz Sejusp


    A Secretaria de Segurança Pública do Estado de Minas Gerais (Sejusp) informou, nessa segunda-feira (4), que o policial penal morto durante uma escolta, em um hospital de Belo Horizonte, estava acompanhado por outro agente momentos antes do crime. Em nota, a secretaria informou que a escolta hospitalar de presos é sempre realizada por dois policias penais e que “equipes volantes fiscalizam regularmente o cumprimento desses procedimentos”.

    De acordo com a Sejusp, o policial Euler Pereira Rocha, de 42 anos, estava, sim, acompanhado por outro servidor, mas este teria abandonado o posto de trabalho sem qualquer comunicação prévia ao Departamento Penitenciário (Depen-MG). Após isso, o detento Shaylon Cristian Ferreira Moreira, de 24 anos, teria se aproveitado de um momento de descuido de Euler e entrado em luta corporal com ele. Durante a briga, o preso conseguiu pegar uma arma do agente e o matou com dois tiros.

    A secretaria destaca que, no sábado (2), uma equipe do Depen-MG esteve no Hospital Luxemburgo, onde ocorreu o crime, e confirmou a presença dos dois servidores escalados pela escolta. “Tais passagens ocorreram às 8h50 e às 20h30. Contudo, após essa última verificação, um dos policiais teria abandonado o posto de trabalho”, diz o comunicado. Ainda segundo a Sejusp, o servidor está sendo formalmente investigado, mas, até o momento, não retornou ao trabalho e não se apresentou para prestar esclarecimentos.

    ‘Perdeu, perdeu’

    Uma funcionária do hospital relatou à Polícia Militar que estava em um corredor próximo quando ouviu gritos de “perdeu, perdeu”. Ela disse que tentou abrir a porta do quarto, mas que alguém a impediu pelo lado de dentro, dizendo para “aguardar”.

    Em seguida, o autor vestiu a farda do policial e roubou a bolsa dele. O detento saiu do quarto se passando pelo agente e informou à funcionária que “estava tudo tranquilo”. A testemunha, no entanto, contou que viu respingos de sangue no chão e o preso lavando as mãos ensanguentadas na pia.

    Estranhando a situação, uma equipe do hospital entrou no quarto e encontrou o policial caído ao chão. Eles deram início às manobras de reanimação, mas o agente não resistiu aos ferimentos e morreu.

    Fuga
    Já do lado de fora do hospital, o detento solicitou ajuda a uma mulher para chamar um carro de aplicativo. Ele disse que estava com a mãe passando mal e que não tinha telefone. Achando se tratar de um policial penal, a mulher atendeu ao pedido do autor.

    Durante a fuga do detento em um carro de aplicativo, a Polícia Militar foi informada sobre o ocorrido. Os policiais deram início à perseguição e conseguiram localizar o veículo e o autor. Como o suspeito estava com um corte na testa, ele foi encaminhado para o Hospital João XXIII.

    Sindicato exige melhores condições
    O presidente do Sindicato dos Policiais Penais de Minas Gerais (Sindppen), Jean Otoni, afirmou ao BHAZ que a Secretária de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp) não fornece “condições dignas” aos agentes. A declaração foi feita após homicídio do policial penal Euler Pereira Rocha.

    “Faltam estruturas básicas: os policiais não têm sequer um espaço para guardar seus pertences ou tomar banho. Os policiais penais permanecem por mais de 12 horas seguidas em hospitais, muitas vezes em condições extremamente difíceis”. Segundo ele, agentes de outras corporações possuem benefícios que os policiais não têm, como o chamado “quarto de hora”, em que a cada duas horas é feito um rodízio na escolta.

    “Já denunciamos a falta de cautela fixa para os policiais penais. Em muitas situações, eles precisam trocar de armamento no próprio corredor do hospital. O sindicato tem acompanhado de perto toda essa situação e está tomando todas as medidas cabíveis”, destacou Otoni.

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  • Policial penal é preso após matar jovem durante discussão em Ribeirão das Neves


    Um policial penal foi preso após confessar ter atirado e matado um jovem de 23 anos nessa terça-feira (11) durante uma discussão no bairro Sevilha B, em Ribeirão das Neves.

    O corpo foi encontrado na rua com várias marcas de disparos de arma de fogo. Uma pistola utilizada pelo agente de segurança pública, de 40 anos, e uma faca, que teria sido utilizada pela vítima, foram apreendidas.

    Aos policiais militares, o agente de segurança pública afirmou que a vítima é usuária de drogas e que teria perseguido a mãe dele com uma faca enquanto voltava da igreja na última segunda-feira (10).

    Durante os trabalhos da Polícia Militar, a mãe da vitima, de 50 anos, compareceu ao local e informou que o filho sofria de problemas mentais e fazia uso de álcool e drogas.

     

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  • Policial penal é preso suspeito de guardar drogas para detentos dentro do presídio


    Um policial penal foi preso preventivamente na manhã desta quinta-feira (10) suspeito de guardar drogas no armário de trabalho na Unidade Prisional Antônio Dutra Ladeira, em Ribeirão das Neves.

    De acordo com a Polícia Militar (PM), foram apreendidos no armário pessoal e no veículo de Luan do Prado, de 30 anos, maconha, cocaína, haxixe, ecstasy e LSD, além de celulares e acessórios.

    A PM informou que alguns pacotes estavam endereçados a determinados pavilhões da unidade prisional com a identificação de presos. A droga foi recolhida e o suspeito encaminhado para uma Delegacia de Polícia Civil. Em seguida, ele foi encaminhado para a penitenciária Nelson Hungria, em Contagem.

    A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp-MG) disse que "acompanha o caso e tomará as providências cabíveis após a conclusão das investigações, que seguem com a Polícia Civil". A Corregedoria também vai abrir um procedimento disciplinar contra o servidor.

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  • Quem era o policial penal morto após ter arma roubada por detento durante escolta em hospital


    O agente Euler Oliveira Pereira Rocha, de 42 anos, foi morto com tiros na nuca e tórax. Ele fazia a escolta do detento Shaylon Cristian Ferreira Moreira, foi surpreendido pelo suspeito e teve a arma roubada. Caso aconteceu em hospital de BH.
    O policial penal Euler Oliveira Pereira Rocha, de 42 anos, morto a tiros por um detento durante uma escolta policial em um hospital, era empreendedor e havia inaugurado há poucos meses um espaço de lazer em Justinópolis, em Ribeirão das Neves.
    Ele era o responsável pela escolta de Shaylon Cristian Ferreira Moreira de 24 anos, detento do Presídio Inspetor José Martinho Drummond, em Ribeirão das Neves, que estava internado desde o dia 27 de julho para tratamento de saúde no Hospital Luxemburgo, região Centro-Sul da capital.
    Euler foi surpreendido teve a arma roubada e foi morto após ser baleado na nuca e no tórax. O suspeito do crime também roubou a farda do policial para tentar fugir, mas foi capturado.
    Nas redes sociais, Euler compartilhava a rotina de obras do espaço Recanto Pittbull, o qual era proprietário. Em meados de novembro de 2024 ele divulgou parte da construção, que ainda estava em fase inicial.

    Já no início desta semana, o policial mostrou o resultado e celebrou a conquista. "Agradecer ao papai do céu, a ele toda honra e toda glória", disse. Na ocasião, ele comemorava a chegada de clientes em todos os dias do fim de semana.

    O detento que assassinou o policial foi condenado pelo crime de homicídio qualificado em março deste ano após ter matado um homem a facadas, em outubro do ano passado, segundo informações do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). O homem também responde pelo crime de tráfico de drogas.

    Suspeito roubou farda
    O suspeito roubou a farda do policial morto e conseguiu sair do hospital. Imagens de circuito de segurança mostram o momento em que o suspeito sai da unidade hospitalar.
    Já do lado de fora, pediu ajuda a uma moradora, alegando que a mãe dele estava passando mal e que não tinha celular. A mulher, acreditando que se tratava de um policial, chamou um carro de aplicativo.

    O homem foi abordado próximo ao hospital durante o cerco policial montado na região. Com ele, os militares encontraram uma bolsa que pertencia a Euler. Nela havia três pistolas, munição e carregadores.

    Em conversa com os policiais, o motorista afirmou que não conhecia o suspeito e chegou a ser instruído por ele a não parar o carro, mas que decidiu acatar a ordem dos policiais ao perceber a abordagem.

    A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp) lamentou o ocorrido e disse que instaurou um procedimento interno para apurar o caso.
    O corpo do policial foi sepultado na manhã desta segunda-feira (3), em Ribeirão das Neves.

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