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Polícia

Polícia Militar (PM) encontrou agressor em casa horas depois do crime; vítima sofreu sangramento na cabeça

Um homem de 40 anos, trabalhador da Ceasa Minas, em Contagem, na Grande BH, terminou preso depois de tentar matar um colega, de 47 anos, na noite dessa quinta-feira (4).
Segundo o boletim de ocorrência que foi registrado pela Polícia Militar (PM), a confusão entre os dois, que aconteceu dentro do centro de distribuição, começou durante um jogo de cartas.
Depois de discutirem, o suspeito teria golpeado a vítima com um pedaço de madeira na cabeça. O homem atingido apresentou sangramento, mas foi levado ainda consciente para a UPA Ressaca.
Enquanto isso, os policiais receberam a informação de que o agressor estava em casa, no bairro Vale da Prata, em Ribeirão das Neves, também na Grande BH. Lá ele foi encontrado, e não resistiu a prisão.

Na versão dele, a vítima é quem ficou agressiva depois de perder no jogo, teria pegado o pedaço de madeira e batido na cabeça do autor, que então teria tomado o objeto do colega e o agredido.

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As jovens informaram que durante a madrugada o homem teria passado a mão no corpo delas, em suas partes íntimas e tentando tirar o pijama de uma delas

Um homem de 43 anos foi preso por suspeita de abuso sexual de duas adolescentes de 15 anos em Ribeirão das Neves, na manhã deste domingo (31/8).

Segundo a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), o suspeito estava em um sítio e dormia no mesmo quarto que as adolescentes. O homem é irmão da madrasta de uma das vítimas. Durante a madrugada, ele teria passado a mão nas jovens, tocando suas partes íntimas e tentando tirar o pijama de uma delas. Nesse momento as meninas despertaram do sono e ele fingiu não estar fazendo nada e despistou indo dormir.

Ao amanhecer, o homem foi embora. As meninas relataram o ocorrido à avó, que avisou ao pai de uma delas e acionou a polícia. Ao ser preso, ele negou ter abusado das jovens. O suspeito disse aos militares que não se lembrava de nada e que havia bebido muito na noite anterior.

Ele foi preso em flagrante e levado à delegacia da cidade.

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A Polícia Civil de Minas Gerais, por meio do Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico (Denarc), realiza nesta quarta-feira (27/8) a Operação Harpia. A ação combate o tráfico interestadual e internacional de drogas.
Segundo as investigações, a quadrilha é especializada na venda de entorpecentes em larga escala, atuando de forma independente com estrutura própria. A Polícia Civil começou a apurar o caso após uma mulher ser presa transportando cinco barras de cocaína de São Paulo para Belo Horizonte. Na casa dela foram localizadas outras drogas, além de munições.

A perícia no celular da suspeita revelou contato direto com o PCC, envolvimento no tráfico em larga escala e negociação de fuzis e carabinas. Ela atuava como elo entre criminosos presos, fornecedores e distribuidores. Para lavar o dinheiro do crime, o grupo utilizava Pix, apostas online, contas de laranjas e uso de documentos falsos para visitas a presídios.

São cumpridos 12 mandados de prisão preventiva, 14 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de seis contas. As diligências estão sendo realizadas em Belo Horizonte, Ribeirão das Neves, Ibirité, Santa Luzia, Juiz de Fora, Pirapora e em duas unidades prisionais.

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Entre os materiais estão um revólver calibre .38, munições, drogas, um carro e até um sagui mantido em cativeiro

A Polícia Civil de Ribeirão das Neves realizou, nesta segunda-feira (25), uma operação contra o tráfico de drogas no bairro Jardim Colonial. Além do comércio de entorpecentes, a investigação apontou que a organização criminosa ameaçava e torturava usuários e moradores.
Segundo a polícia, os alvos eram comparsas que traziam prejuízos para a boca de fumo — como quem perdia drogas para a polícia ou consumia sem pagar.

A facção também ameaçava moradores para que não denunciassem a atividade criminosa, muitas vezes usando armas de fogo.
Durante a ação, foram cumpridos três mandados de prisão — dois deles já efetivados. Os presos têm entre 30 e 35 anos, e um terceiro suspeito segue foragido.

O delegado Bruno Testa, responsável pelo caso, explicou que a investigação começou em maio do ano passado e revelou que a facção usava extrema violência.

“Eles aplicavam roleta-russa, queimavam membros da organização com spray e isqueiro e invadiam casas de moradores que ameaçavam chamar a polícia. As famílias eram expulsas e viviam sob terror”, disse.

Entre o material apreendido, a Polícia Civil encontrou um revólver calibre .38, munições, drogas, um carro e até um sagui, que era mantido em cativeiro. Segundo a polícia, o animal estava em uma gaiola inadequada e a nota fiscal apresentada pelo grupo era falsa. O caso foi encaminhado ao Ibama.

O delegado afirmou que a investigação terá novos desdobramentos para identificar outros envolvidos.
As informações são da Rádio Itatiaia.

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Mulheres estão internadas com queimaduras após incêndio em imóvel alugado

Duas mulheres foram hospitalizadas com queimaduras de segundo grau após um incêndio no imóvel alugado onde viviam em Ribeirão das Neves, Minas Gerais. A mãe de uma das jovens alega que a proprietária trancou as duas no local durante o incêndio, ocorrido após um pedido de despejo.

Imagens de segurança mostram uma das jovens chegando ao local com galões que poderiam conter líquidos inflamáveis. A mãe afirma que sabia da intenção da filha de atear fogo no imóvel, mas não esperava que a situação se agravasse tanto.

A proprietária do imóvel justifica a solicitação de despejo pelo não pagamento do aluguel e distúrbios causados pelas inquilinas na vizinhança. Antes do incêndio, as mulheres teriam danificado a estrutura da casa e retirado móveis.

Vítimas seguem internadas em estado grave; proprietária alega que inquilinas não pagavam aluguel e usavam local como ponto de prostituição.
As jovens receberam visita da polícia no hospital e devem prestar depoimento assim que se recuperarem.

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Na noite de domingo (17), um casal foi alvo de disparos de arma de fogo em um lote localizado no bairro Jardim Colonial, em Ribeirão das Neves.

A mulher, identificada como Clemilda Batista, de 41 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu. Seu companheiro, de 34 anos, foi atingido, mas sobreviveu.

A Polícia Militar (PM) foi acionada por moradores após pedidos de socorro vindos de um lote na rua Alameda Bico de Lacres. No local, Clemilda foi encontrada inconsciente, com ferimentos no pescoço. Já o homem apresentava três perfurações por arma de fogo, mas estava consciente.

Ambos foram socorridos e levados ao Hospital São Judas Tadeu, onde Clemilda teve a morte confirmada. O companheiro informou à PM que os autores dos disparos estavam em uma motocicleta, mas não deu mais detalhes sobre a possível motivação.

Moradores relataram à polícia que o casal frequentemente se envolvia em discussões e brigas. Segundo informações, no mesmo dia, mais cedo, ambos teriam participado de um tumulto nas proximidades de um depósito.

Até o momento, nenhum suspeito foi identificado ou preso. O caso segue sob investigação.

As informações são do G1

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