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Polícia

Uma operação policial realizada nesta terça-feira resultou na prisão de Clinton da Silva Hudson em Ribeirão das Neves. Apontado como uma liderança estratégica do Comando Vermelho, Hudson é investigado por coordenar a expansão da facção criminosa carioca no estado de Minas Gerais, com foco principal na cidade de Itabirito, na Região Central.
O histórico criminal do detido impressiona as autoridades pela extensão e recorrência. Clinton soma 42 passagens pela polícia, acumulando registros por crimes diversos ao longo de sua trajetória no sistema prisional e investigativo. A captura em solo nevense é considerada um golpe importante na estrutura logística do grupo, que tentava consolidar novos pontos de influência em municípios mineiros.
A prisão ocorreu após um monitoramento detalhado das movimentações do suspeito. Embora a base de atuação atribuída a ele fosse Itabirito, a presença de Hudson em Ribeirão das Neves acendeu o alerta das forças de segurança sobre possíveis conexões e esconderijos na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Após a detenção, o investigado foi encaminhado para a delegacia, onde permanece à disposição da Justiça. A Polícia Civil segue apurando se a permanência dele em Ribeirão das Neves estava ligada ao estabelecimento de novas rotas para a organização criminosa ou se o município servia apenas como ponto de refúgio temporário para evitar o cerco policial em outras regiões do estado.

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Vítima de 59 anos foi atingida por pelo menos três disparos, incluindo no rosto e na testa, e está em estado gravíssimo; suspeitos fugiram em um HB20 e ainda não foram localizados.

Um homem de 59 anos está em estado gravíssimo após ser baleado no início da noite dessa terça-feira (14), em Ribeirão das Neves.

Segundo a Polícia Militar (PMMG), a vítima foi chamada na porta de casa, no bairro Atalaia. Ao atender, foi atingida por pelo menos três disparos, sendo um no rosto, outro na testa e um na bacia. Os suspeitos fugiram em um HB20.

O homem foi socorrido inicialmente para a UPA de Justinópolis e, devido à gravidade dos ferimentos, encaminhado ao Hospital João XXIII.
De acordo com a PM, a vítima era considerada de boa conduta na comunidade e trabalhava em uma fábrica de tecidos. No entanto, há um registro contra ele por estupro de vulnerável. O caso teria ocorrido em janeiro deste ano, na própria residência, e a vítima seria um adolescente de 13 anos.

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O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) expediu nesta terça-feira (14) um alvará de soltura para o empresário envolvido no acidente de trânsito que matou um motociclista em Belo Horizonte.
O caso ocorreu na madrugada desse domingo (12) na rodovia MGC-356 no Belvedere, na Região Centro-Sul de BH. O suspeito foi identificado como Luis Henrique Rodrigues Pierazolli, de 45 anos.
A vítima é o motociclista de aplicativo Danilo Pereira Marinho, de 25.
Um adolescente, de 16 anos, estava na garupa da moto, ficou ferido e foi socorrido em estado grave para o Hospital João XXIII. Além do empresário, outros dois homens estavam na caminhonete.
Em seu depoimento à Polícia Civil (PCMG), Luis Henrique confessou ter consumido bebida alcoólica antes do episódio. Segundo o boletim de ocorrência da Polícia Militar (PMMG), ele apresentava sinais visíveis de embriaguez.
O alvará de soltura foi expedido após o empresário passar por audiência de custódia. A juíza Juliana Beretta Kirche Ferreira Pinto determinou o pagamento de uma fiança de R$ 48.630, o equivalente a trinta salários mínimos.
Além disso, o investigado teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa e terá que cumprir recolhimento domiciliar noturno durante os dias úteis e integral aos sábados, domingos e feriados.

Luis Henrique havia sido detido em flagrante pela PMMG, e teve a prisão ratificada pela PCMG pelo crime de homicídio culposo na direção de veículo automotor, qualificado pela influência de álcool ou substância psicoativa.
A defesa de Luis Henrique Rodrigues Pierazolli, não respondeu a respeito.

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O Tribunal do Júri de Ribeirão das Neves, adiou nesta segunda-feira (13) o julgamento dos oito acusados de envolvimento em uma chacina ocorrida em maio de 2024. O crime, que chocou o estado, aconteceu durante a celebração de um aniversário infantil.
Mesmo com a suspensão da sessão, familiares das vítimas realizaram um ato pacífico em frente ao fórum, estendendo faixas e fotos das vítimas em um apelo por justiça.

Motivo do adiamento
A decisão de postergar o júri partiu de um pedido das defesas de todos os réus, com a concordância do Ministério Público (MPMG). O motivo foi a suspeita de infecção por tuberculose em um dos acusados, o que impossibilitou sua presença e gerou risco sanitário aos demais participantes.
As partes argumentaram que o julgamento não poderia ser desmembrado. Para evitar a nulidade do processo, defesas e acusação sustentaram que todos os oito réus devem ser julgados simultaneamente. O magistrado responsável acolheu o pedido para garantir o direito à ampla defesa. Uma nova data ainda será definida pela comarca.

Guerra do tráfico
De acordo com o registro policial, Felipe vinha sofrendo ameaças há cerca de três meses. A polícia aponta que ele tinha ligações com grupos criminosos do bairro Morro Alto, em Vespasiano, e que o crime foi um desdobramento da disputa por pontos de venda de entorpecentes.

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Um jovem de 23 anos foi autuado pela Polícia Militar na madrugada desta sexta-feira (10/4), em Ribeirão das Neves, após ser flagrado utilizando uma conta de aplicativo em nome de terceiros. A abordagem ocorreu na Avenida Juscelino Kubitschek, durante uma fiscalização de rotina na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Os militares suspeitaram de uma motocicleta que circulava sem placa de identificação. Ao interceptarem o veículo, que transportava um passageiro, os policiais foram informados pelo usuário que o nome e a foto exibidos na plataforma de transporte não correspondiam ao condutor que efetuava a viagem.
Ao ser questionado, o jovem admitiu ter comprado o acesso à conta por R$ 200 para conseguir trabalhar. A prática, além de violar as regras de segurança dos aplicativos, configura crime de falsa identidade.
Além da fraude digital, a Polícia Militar constatou diversas infrações de trânsito na motocicleta, incluindo:

Ausência de placa de identificação;
Escapamento adulterado (ruído excessivo);
Falta de autorização para exercício de atividade remunerada (EAR) na CNH do condutor.
A motocicleta foi apreendida e removida para um pátio credenciado. O suspeito foi encaminhado à sede da companhia da PM, onde foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Por se tratar de uma infração de menor potencial ofensivo, o jovem foi liberado após assumir o compromisso de comparecer em juízo em data agendada.

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A manhã desta segunda-feira é marcada por dor e indignação em Ribeirão das Neves. Amigos e familiares se reuniram na Igreja Quadrangular do bairro Santinho para se despedir de Danilo Pereira Marinho, de 25 anos. O jovem motociclista de aplicativo perdeu a vida em um grave acidente na BR-356, em Belo Horizonte, causado por um motorista com sinais de embriaguez.
O sepultamento está marcado para as 10h30 no Cemitério Porto Seguro, também em Ribeirão das Neves. O clima na cidade é de profunda tristeza, especialmente porque Danilo completaria aniversário no último domingo.
A tragédia ocorreu na altura do bairro Belvedere. Danilo conduzia sua motocicleta quando foi atingido por uma caminhonete Ford Ranger. Na garupa da moto estava um adolescente de 16 anos, que foi socorrido em estado grave e encaminhado ao Hospital João XXIII.
Segundo o boletim de ocorrência da Polícia Militar, a caminhonete era conduzida pelo empresário Luís Henrique Rodrigues Pierazolli, de 45 anos. Os policiais registraram que o condutor apresentava sinais visíveis de embriaguez — como hálito etílico e andar cambaleante —, mas ele se recusou a realizar o teste do bafômetro. Além do empresário, outros dois passageiros estavam no veículo, entre eles o ex-jogador Renato Ribeiro, revelado pelo Atlético.
Em Ribeirão das Neves, a família de Danilo vive o pesadelo de trocar uma celebração por um funeral. O pai do jovem, Vander Alípio Marinho, de 53 anos, relatou emocionado que a carne para o churrasco de aniversário do filho já havia sido comprada. "Em vez disso, tive que escolher o caixão do meu filho", lamentou.
A mãe, Paris Pereira, reforçou o perfil trabalhador do jovem e fez um apelo por justiça. "Meu filho queria vencer na vida. Os sonhos dele acabaram", desabafou à imprensa durante o velório.
O empresário foi conduzido à delegacia pela Polícia Civil de Minas Gerais, que informou estar investigando o caso. A comunidade de Ribeirão das Neves agora se une em correntes de orações pela recuperação do adolescente ferido e por justiça para a família Marinho.
O portal Ribeirão das Neves.net seguirá acompanhando os desdobramentos do caso e presta suas sinceras condolências aos familiares e amigos.

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