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Polícia

Vítima de 59 anos foi atingida por pelo menos três disparos, incluindo no rosto e na testa, e está em estado gravíssimo; suspeitos fugiram em um HB20 e ainda não foram localizados.

Um homem de 59 anos está em estado gravíssimo após ser baleado no início da noite dessa terça-feira (14), em Ribeirão das Neves.

Segundo a Polícia Militar (PMMG), a vítima foi chamada na porta de casa, no bairro Atalaia. Ao atender, foi atingida por pelo menos três disparos, sendo um no rosto, outro na testa e um na bacia. Os suspeitos fugiram em um HB20.

O homem foi socorrido inicialmente para a UPA de Justinópolis e, devido à gravidade dos ferimentos, encaminhado ao Hospital João XXIII.
De acordo com a PM, a vítima era considerada de boa conduta na comunidade e trabalhava em uma fábrica de tecidos. No entanto, há um registro contra ele por estupro de vulnerável. O caso teria ocorrido em janeiro deste ano, na própria residência, e a vítima seria um adolescente de 13 anos.

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Investigações revelam que o suspeito, de 33 anos, utilizava o disfarce de comerciante para ganhar a confiança das vítimas antes de iniciar as agressões.

Uma operação da Polícia Civil resultou na prisão de um homem de 33 anos nesta quinta-feira (9), em Ribeirão das Neves. O indivíduo é acusado de cometer crimes de estupro e importunação sexual contra, pelo menos, duas adolescentes e uma jovem da cidade.


De acordo com as autoridades, o suspeito agia de forma calculada. Ele apresentava-se inicialmente como um comerciante local, utilizando essa fachada para se aproximar das vítimas sem despertar suspeitas. O que começava com diálogos aparentemente profissionais ou inofensivos evoluía rapidamente para o envio de mensagens de cariz sexual e ameaças graves.
As investigações apontam que o assédio escalava para atos de violência física e psicológica, criando um ambiente de medo e constante sofrimento para as vítimas e seus familiares.
O homem já é um velho conhecido das forças de segurança. Segundo a Polícia Civil, ele possui um extenso histórico criminal, com passagens por tráfico de drogas e roubo. Além disso, o suspeito já tinha sido alvo de uma denúncia anterior por estupro, o que reforça a sua periculosidade.
A notícia da prisão foi recebida com alívio pelos moradores de Ribeirão das Neves, mas as autoridades locais mantêm o alerta. A orientação da Polícia Civil é que mulheres e jovens da região procurem imediatamente a delegacia caso identifiquem abordagens semelhantes ou comportamentos suspeitos.
O acusado encontra-se detido e permanece à disposição da Justiça, onde responderá pelos crimes de estupro e importunação sexual.

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A lei não existe dentro da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG)." O desabafo é da investigadora aposentada Jaqueline Rodrigues, de 50 anos, que relata ter se tornado alvo de retaliações institucionais após denunciar crimes de assédio sexual ocorridos há seis anos. Enquanto o acusado segue na ativa, Jaqueline foi afastada sob diagnósticos psiquiátricos que ela classifica como estratégia de silenciamento.

Condenação e Impunidade
O investigador Geraldo Modesto Brum foi condenado em duas instâncias a um ano e dois meses de reclusão, em regime aberto, por importunação sexual. No entanto, enquanto recorre ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), ele permanece exercendo suas funções na instituição.

Em contrapartida, Jaqueline Rodrigues não faz mais parte do quadro ativo. Após denunciar os episódios ocorridos em 2020 — que incluíram manobras perigosas em viatura e agressões físicas de cunho sexual em delegacias —, ela afirma ter passado a sofrer perseguição interna. O desgaste culminou em uma aposentadoria por invalidez em 2025, sob o diagnóstico de “transtorno de personalidade delirante”.

"Me aposentaram como se tudo fosse um delírio, como se os crimes que denunciei — e que geraram condenação — não tivessem acontecido", afirma a ex-policial. Atualmente, ela responde a mais de 30 procedimentos administrativos e criminais, incluindo um processo para sua expulsão definitiva (PAD).

Laudos e Histórico de Abusos
Um laudo do Centro de Referência Municipal em Saúde do Trabalhador (Cerest), emitido em março de 2026, contradiz a tese de "delírio". O documento confirma que Jaqueline sofre de depressão, ansiedade e estresse pós-traumático diretamente relacionados ao ambiente de trabalho.

A investigação interna da Corregedoria revelou que o acusado era conhecido pelo apelido de "touch screen", devido ao hábito de tocar e abraçar colegas de forma indesejada. Relatos de outras servidoras indicam que ele já havia sido alvo de queixas semelhantes em Ribeirão das Neves, mas, na ocasião, teria sido apenas transferido para Belo Horizonte sem registros formais de punição.

O "Efeito Rafaela Drummond"
O caso de Jaqueline ecoa a tragédia de Rafaela Drummond, escrivã que tirou a própria vida em 2023 após denunciar assédios e sobrecarga. Embora a "Lei Rafaela Drummond" tenha sido sancionada para proteger servidores, o Sindicato dos Servidores da Polícia Civil (Sindipol) alerta para a subnotificação. Segundo a entidade, apenas 40% dos casos são formalizados devido ao medo de retaliação.

Posicionamento das Partes
Polícia Civil: Em nota, a instituição afirmou que a Corregedoria atua com autonomia e legalidade. Informou que a aposentadoria seguiu critérios médicos e que não comenta processos administrativos em andamento.

Defesa de Geraldo Brum: O advogado Thiago Sellera confirmou que seu cliente segue em exercício, destacando que não há decisão definitiva (trânsito em julgado). A defesa nega condenações relativas ao período em que o policial atuou em Ribeirão das Neves e acredita na reversão da sentença atual no STJ.

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Um caso de violência familiar chocou moradores de Ribeirão das Neves, na noite desta sexta-feira (3). Um homem de 32 anos é suspeito de atacar o próprio pai, de 55, com sete facadas, após vender uma motocicleta elétrica que havia recebido de presente da família.
Segundo informações da Polícia Militar, o presente havia sido dado como uma tentativa de incentivo ao suspeito, que, conforme relatos dos familiares, enfrenta problemas psicológicos e faz uso frequente de drogas. Horas depois de sair com a moto, ele retornou para casa sem o veículo, exaltado e sob suspeita de estar sob efeito de entorpecentes. Ao ser questionado, respondeu de forma agressiva, afirmando que poderia fazer o que quisesse com o bem.
Na tentativa de entender onde a motocicleta havia sido deixada, pai, mãe e filho seguiram de carro até o local indicado pelo suspeito. Durante o trajeto, enquanto estava no banco traseiro, o homem sacou uma faca e passou a golpear o pai repentinamente dentro do veículo. A mãe conseguiu intervir e retirar o agressor do carro, enquanto a vítima, mesmo gravemente ferida, conseguiu dirigir até buscar socorro.
O homem foi levado inicialmente para a UPA de Justinópolis com perfurações no tórax, abdômen e braço esquerdo. Uma das facadas atingiu o pulmão, sendo necessária drenagem de urgência. Em seguida, ele foi transferido em estado grave para o Hospital Risoleta Neves, em Belo Horizonte, mas permaneceu consciente durante o atendimento.
O suspeito fugiu após o crime e, até o momento, não havia sido localizado. O caso deve ser investigado pela Polícia Civil.

 

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Perícia constatou quatro perfurações no corpo da vítima; suspeito fugiu e deixou o celular para trás após o crime

A polícia está à procura de um homem de 28 anos suspeito de assassinar um idoso, de 64, em Ribeirão das Neves, na noite desse sábado (4). O crime aconteceu em um bar, no bairro Jardim Colonial, onde Geovane Pereira da Silva foi morto a facadas.

No boletim de ocorrência, o dono do bar contou que viu o agressor cometendo o crime e, para evitar algo pior, o retirou do estabelecimento. No entanto, a vítima já havia sido atingida e estava caída no chão.

A perícia da Polícia Civil constatou que o idoso estava com um ferimento profundo na lateral do tronco e outros três nas costas. Os policiais apreenderam uma faca que estava na cintura da vítima e também um celular, que seria do suspeito.

De acordo com o proprietário do estabelecimento, os dois envolvidos já tinham um histórico de brigas e agressões. Segundo ele, no ano passado, o suspeito teria dado um soco na vítima e agora, em abril, a vítima teria esfaqueado o suspeito em outro bar. Por isso, a suspeita é de que o homicídio tenha sido motivado por vingança.

Até o fechamento da ocorrência, o suspeito não havia sido encontrado pela polícia.

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Uma tragédia familiar abalou os moradores do bairro San Genaro, em Ribeirão das Neves. Na noite de terça-feira, 31 de março de 2026, um casal foi encontrado morto dentro de uma residência em obras, levantando a suspeita de um crime de feminicídio seguido de suicídio. As vítimas foram identificadas como Maria Lúcia de Oliveira, de 50 anos, e Rerionaldo Gomes Pereira, de 52 anos.

A Polícia Militar foi acionada pelo filho de Maria Lúcia, que estranhou o desaparecimento da mãe durante todo o dia. Ao chegar ao imóvel e não obter resposta, o jovem precisou arrombar o portão. No interior da casa, ele encontrou o corpo da mãe sobre uma cama, com sinais de asfixia, e o do pai no banheiro da residência.

De acordo com o boletim de ocorrência, o suspeito já possuía um histórico criminal grave. Rerionaldo cumpria pena por um feminicídio cometido no ano de 2016 e estava usufruindo do benefício da saída temporária do sistema prisional quando o novo crime ocorreu. O filho do casal relatou aos investigadores que o pai mantinha um comportamento extremamente possessivo e agressivo, monitorando constantemente o celular e os passos da vítima.

A perícia da Polícia Civil esteve no local para coletar evidências que ajudem a entender a dinâmica exata das mortes. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal de Belo Horizonte. O caso segue sob investigação da Delegacia de Homicídios, que busca apurar se houve falhas no monitoramento do detento durante o período de liberdade temporária e prestar assistência aos familiares impactados pela violência.

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