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Saúde

Um encontro dedicado ao pensamento crítico, à escuta coletiva e ao fortalecimento feminino negro será realizado por meio da roda de conversa “A Anti-musa”, nesse sábado. Essa iniciativa, que propõe reflexão profunda sobre representações sociais e enfrentamentos cotidianos atravessados por racismo, hipersexualização, classe e invisibilização histórica, faz parte do projeto Duafe - Mulheridades Negras do coletivo negro Frente Negra Ribeirão das Neves.
A proposta é questionar imaginários que transformam corpos negros femininos em objetos de fetiche, de servidão, raivosos/agressivos e mais resistentes à dor. Ao reivindicar a ideia de “anti-musa”: angelical, delicada, comedida, assumível… (expectativas essas impostas pelo olhar colonial sobre o corpo que é considerado belo e merecedor de amor), a atividade estimulará diálogo e compreensão sobre interseccionalidade, a partir da partilha de experiências.
As psicólogas e organizadoras da roda: Emanuele Anunciação e Sílvia Letícia, ressaltam a importância desse espaço enquanto ferramenta terapêutica, política e pedagógica. O encontro busca incentivar a consciência crítica, ampliar repertórios de luta, formulação coletiva de estratégias de fortalecimento de autoestima e consolidação de redes de apoio.

Serviço:
Duafe: rodas de conversa Mulheridades Negras
Tema: Anti-musa
Data: 14/03
Horário: 17h
Local: Centro Cultural Poesia de Status

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A Prefeitura de Ribeirão das Neves abriu, em caráter temporário, a vacinação contra a meningite meningocócica ACWY para toda a população. A mobilização ocorre ao longo desta semana e está condicionada à disponibilidade dos estoques nas unidades de saúde.

A iniciativa busca elevar a cobertura vacinal na cidade, protegendo os moradores contra uma doença de rápida evolução e alta gravidade. Além de reforçar a imunidade coletiva, a medida visa o uso estratégico dos imunizantes disponíveis, evitando o desperdício de doses.

Como se vacinar:
Quem pode: Pessoas que ainda não receberam esta vacina.

Onde: Na sala de vacina mais próxima de sua residência.

Documentação: É obrigatória a apresentação do cartão de vacinação e do cartão do SUS.

Não deixe para a última hora. Garanta sua imunização e ajude a manter nossa cidade protegida contra a meningite.

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Equipamento desenvolvido pela Optima viabiliza entrada da companhia na oncologia injetável e amplia capacidade tecnológica da indústria farmacêutica nacional

A Hypofarma, farmacêutica especializada no desenvolvimento e comercialização de medicamentos injetáveis, deu um passo decisivo em sua trajetória de expansão tecnológica e industrial com a entrega da primeira envasadora de líquidos oncológicos assépticos fabricada integralmente no Brasil. O equipamento foi oficialmente apresentado nesta segunda-feira, dia 12 de janeiro, na sede da Optima Machinery Brazil, em Vinhedo (SP), marcando o início de uma nova fase da companhia no segmento de medicamentos oncológicos injetáveis.

Ao desenvolver a primeira envasadora nacional para oncológicos, a Optima quebra uma dependência de importações com um equipamento de padrão internacional, marcando um avanço estratégico para a indústria farmacêutica do país.

Para a Hypofarma, a aquisição viabiliza a entrada em uma nova rota tecnológica, amplia o portfólio e fortalece a área de pesquisa e desenvolvimento, criando as condições necessárias para o avanço em terapias de maior complexidade.

Segundo a presidente do conselho da Hypofarma, Giana Marcellini, a entrega do equipamento vai além de um investimento fabril. “Trata-se de um movimento estruturante, que reforça a autonomia tecnológica do país e amplia nossa capacidade de produzir medicamentos de alta complexidade com mais segurança, eficiência e acesso. A fabricação nacional dessa tecnologia fortalece toda a cadeia farmacêutica e está alinhada ao propósito da Hypofarma de ampliar o acesso a tratamentos essenciais”, afirmou.

A tecnologia asséptica é considerada fundamental para a produção de medicamentos oncológicos injetáveis, que não podem ser submetidos à esterilização terminal sem comprometer sua eficácia. Com a nova envasadora, a Hypofarma passa a operar em um novo patamar industrial, atendendo a requisitos rigorosos de qualidade, segurança do produto e proteção dos profissionais envolvidos no processo fabril.

Para o CEO da Hypofarma, Jaeder Morais, a entrega da máquina consolida uma estratégia de crescimento baseada em inovação e visão de longo prazo. “Esse investimento amplia nosso portfólio, fortalece nossa atuação no mercado institucional e nos prepara para atender novas classes terapêuticas, especialmente na oncologia, sempre com foco em qualidade, continuidade produtiva e acesso”, destacou.

Além dos ganhos tecnológicos, a fabricação nacional do equipamento traz impactos operacionais relevantes, como maior agilidade na manutenção, redução de custos logísticos, fortalecimento da cadeia de suprimentos e menor risco de interrupções na produção. A nova linha também deve impulsionar a geração de empregos qualificados, com a ampliação do quadro técnico da unidade industrial da companhia.

O presidente da Optima Brasil, Fábio Junqueira, reforçou que a entrega do equipamento evidencia o desempenho de excelência das equipes da companhia. “Desde 2012 estamos produzindo no Brasil equipamentos alemães em condições e qualidade idênticas em relação aos produzidos por nossa matriz. Ou seja, não é parecido, nem similar, é exatamente o mesmo produto. O que fizemos foi muito mais que o pedido de entrega de uma máquina. Foi o resultado do esforço de diversas equipes”, comemorou.

A entrega da envasadora asséptica consolida a entrada da Hypofarma em um novo patamar industrial e regulatório, ampliando sua capacidade de atuação em medicamentos de alta complexidade. “Esse avanço nos permite crescer de forma sustentável, ampliar o acesso a tratamentos oncológicos e preparar a empresa para novos mercados, no Brasil e no exterior”, concluiu Giana Marcellini.

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Moradores de um condomínio residencial em Ribeirão das Neves vivem dias de apreensão devido à presença massiva de capivaras nas áreas comuns das moradias. O que inicialmente era visto como um contacto esporádico e harmonioso com a fauna local transformou-se numa "invasão" que levanta sérios questionamentos sobre segurança, higiene e, principalmente, saúde pública.
A maior preocupação relatada pelos residentes é o risco iminente de transmissão da febre maculosa. As capivaras são as principais hospedeiras do carrapato-estrela, vetor da doença. Como os animais circulam livremente por jardins e áreas de lazer onde crianças costumam brincar, o medo de picadas e infecções tornou-se constante. De acordo com a reportagem do Balanço Geral MG, a proximidade com os animais já não é mais vista como um privilégio da natureza, mas como um perigo sanitário.
Além das questões de saúde, o comportamento dos animais tem gerado incidentes. Embora sejam geralmente pacíficos, há registos de comportamentos agressivos quando os grupos possuem filhotes ou quando se sentem acuados por animais domésticos, como cães de estimação.
A segurança rodoviária também é um ponto crítico: a travessia frequente das capivaras pelas vias internas do condomínio e estradas de acesso tem aumentado drasticamente o risco de atropelamentos e colisões, colocando em perigo tanto os condutores quanto a fauna. No aspecto patrimonial, o prejuízo é visível na destruição de projetos de paisagismo e no acúmulo de dejectos em áreas de circulação.
Enquanto os moradores solicitam medidas de manejo urgentes — como o cercamento eficaz das reservas ou a realocação dos grupos —, órgãos ambientais pregam a cautela. As autoridades recomendam a coexistência e o monitoramento, ressaltando que qualquer intervenção direta exige licenças rigorosas e estudos de impacto ambiental. A orientação oficial permanece a mesma: não alimentar e manter distância segura dos animais.
A Prefeitura de Ribeirão das Neves informou que os moradores devem acionar Instituto Estadual de Florestas que é o órgão responsável pelo manejo e controle populacional das capivaras. A Prefeitura disse também que não há registro de casos de febre maculosa no município.

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A cidade de Ribeirão das Neves, pode estar próxima de um importante avanço na área da saúde: a construção de um novo hospital público, com recursos provenientes do Governo Federal, por meio do Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS), vinculado ao Novo PAC.

Com cerca de 340 mil habitantes e uma das maiores populações da RMBH, Ribeirão das Neves convive com uma rede de saúde pressionada e carente de unidades hospitalares de média e alta complexidade. A construção de um hospital municipal é uma demanda histórica da população e tem sido constantemente pautada em audiências públicas e discussões do orçamento participativo da cidade.

O FIIS, lançado em 2023 como parte do Novo PAC Seleções, é um fundo destinado ao financiamento de obras e projetos voltados às áreas de saúde, educação, cultura e esporte. Segundo informações do Governo Federal, mais de R$ 18 bilhões serão destinados à saúde em todo o país, com foco na construção e ampliação de hospitais, maternidades e centros especializados.
Embora ainda não haja confirmação oficial do repasse específico para Ribeirão das Neves, a expectativa é que o município apresente proposta dentro dos critérios do programa federal. Se aprovado, o projeto poderá garantir à cidade um novo hospital com estrutura moderna e voltado ao atendimento 100% SUS, contribuindo para a redução da sobrecarga em unidades regionais e o fortalecimento do sistema local de saúde.

A proposta reforça o compromisso com a justiça social e o direito à saúde, especialmente em cidades periféricas e com alto índice de vulnerabilidade socioeconômica, como é o caso de Ribeirão das Neves. Entramos em contato com a prefeitura para saber onde será investido o valor, mas não obtivemos retorno. 

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A Prefeitura de Ribeirão das Neves, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, inaugurou a Unidade Básica de Saúde Campos Silveira, ampliando e fortalecendo a atenção básica na região. Localizada na Rua Raimunda Maria, 464, no bairro Campos Silveira, região Central, a nova unidade passa a integrar três Estratégias de Saúde da Família ESF Campos Silveira, ESF Santa Martinha II e ESF Santa Martinha III, garantindo mais acesso, agilidade e qualidade no atendimento à população.

Com a entrada em funcionamento das três equipes, a UBS Campos Silveira terá capacidade para realizar até 13.500 atendimentos por mês, contribuindo para a descentralização dos serviços e para a redução da demanda concentrada em outras unidades da região, como a UBR Dona Clara. A unidade contará com atendimentos médicos e de enfermagem, odontologia, vacinação, sala de curativos, farmácia e sala de coleta de exames laboratoriais, oferecendo um cuidado mais completo e próximo dos moradores.

De acordo com a Prefeitura, a inauguração da UBS também representa um avanço na gestão dos recursos públicos. Com a nova estrutura, a ESF Santa Martinha II deixa de funcionar em imóvel alugado e passa a atender em sede própria, gerando economia aos cofres públicos. Além disso, as equipes Campos Silveira e Santa Martinha III são novas, ampliando a oferta de serviços e fortalecendo a cobertura da atenção primária na região.

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