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Saúde

Menina chegou a ser levada para o hospital de Esmeraldas, mas o óbito foi constatado

Um pai de 49 anos se deparou com a própria filha, de 9 anos, morta dentro de casa. O caso ocorreu nesse sábado (2 de março) em Ribeirão das Neves, mas a vítima foi levada para o hospital de Esmeraldas.
O homem relatou aos policiais que por volta das 14h saiu para ir à padaria comprar pão e demorou cerca de 50 minutos. Nesse intervalo, as duas filhas, de 9 e 13 anos, ficaram na casa, a mais nova no quarto assistindo televisão e a mais velha na cozinha. Segundo ele, as duas estavam condições normais, sem nenhum contratempo. Ao retornar da padaria, o pai pediu a filha mais velha para chamar a irmã, que não respondeu aos chamados e estava deitada de barriga para baixo e sem respirar.

O pai então foi até o quarto da filha e percebeu que ela estava fria e não respondia aos chamados. Ele a levou para o Hospital 25 de Maio, em Esmeraldas, apesar de relatar que o hospital de Ribeirão das Neves, São Judas Tadeu, ficar mais perto do imóvel. Na unidade de saúde, a equipe médica relatou que a menina já chegou sem vida.

À Polícia Militar, que foi acionada no hospital, o pai disse que a relação entre as duas filhas é muito boa, que os três moram juntos e que não existe madrasta ou inimigos da família. Ele ainda afirmou que ninguém entrou no imóvel e que as filhas não tinham acesso a nenhuma substância tóxica ou entorpecente.

Após exames, os médicos constataram que não havia nenhum sinal de violência na menina. Havia um volume de sangue na boca da criança, oriundo do estômago, o que fez a equipe acreditar que a vítima estava com dengue hemorrágica. O pai relatou que a filha não apresentou nenhum sintoma da doença, inclusive foi à escola todos os dias da semana. A mãe da vítima compareceu ao hospital abalada, disse que não tinha muito contato com as filhas porque o pai delas oferecia dificuldade, mas sem relatos de agressão.

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O óbito foi confirmado pela prefeitura nesta sexta-feira (2/2). A mulher chegou a ser internada em hospital da capital, mas não resistiu
De acordo com o Estado de Minas, Neves confirmou a morte de uma mulher, de 30 anos, por dengue. A mulher não resistiu a complicações da doença e morreu no último domingo (28/1). Esse é o primeiro óbito do município.

A morte ainda consta como em investigação no Painel de Monitoramento de Casos de Dengue da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), porém foi confirmada pela prefeitura nesta sexta-feira (2/2).
Deixando filhos de 12 e 14 anos, a mulher foi descrita como ‘guerreira e cuidadosa’ pelas amigas. 
Natural de Ribeirão das Neves, ela foi atendida em um hospital da Região Norte de Belo Horizonte. “Conseguiram uma vaga no dia 28 de manhã, mas o quadro dela piorou muito rápido. Isso foi o que mais me assustou. Em pouco tempo, infelizmente, morreu”, lamenta a amiga.

 

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Governo estadual determinou situação de emergência pelos próximos seis meses. Decreto também cria centro de operações para tratar crescimento de casos de arboviroses

Minas Gerais está sob emergência de saúde pública causada pelo aumento de casos de dengue e chikungunya. A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado dessa sexta-feira (26/1) e será válida pelos próximos seis meses.
No decreto, o governador Romeu Zema (Novo) também determina a criação do Centro de Operações de Emergências de Arboviroses (COE-MinasArboviroses) para o acompanhamento dos casos.

Na última semana foi registrada a primeira morte do ano por dengue em solo mineiro, ocorrida em Monte Belo, no Sul do estado. O governo chegou a confirmar uma segunda morte pelo mesmo motivo. Porém, ainda na sexta, informou que a causa do óbito ainda estava em investigação.

A publicação justifica o decreto de situação de emergência a partir dos números apresentados na última atualização do boletim epidemiológico de arboviroses, divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) na sexta-feira (26/1). Só em 2024, Minas já teve 21.573 casos de dengue e 5.867 de chikungunya confirmados.
Há mais de 67 mil casos suspeitos das duas doenças sob investigação. Há 34 óbitos sendo investigados sob suspeita de dengue e 2 de chikungunya.

O decreto faz uso da Lei Federal 14.133/2021 para permitir que, diante do estado de urgência, a contratação de serviços e compra de insumos e equipamentos médicos possam acontecer sem a necessidade prévia de licitação.
“Fica autorizada, em razão da situação de emergência, a adoção de todas as medidas administrativas e assistenciais necessárias à contenção do aumento da incidência de casos de Arboviroses, em especial a aquisição pública de insumos e materiais, doação e cessão de equipamentos e bens e a contratação de serviços estritamente necessários ao atendimento da situação emergencial [...] A dispensa de licitação levada a efeito com base na situação emergencial somente será permitida enquanto esta perdurar, respeitada a vigência deste decreto, com o objetivo de evitar o perecimento do interesse público, devendo a Administração Pública estadual, nesse interregno, providenciar o regular processo de licitação”, diz trecho da publicação.
Vacinação
Diante do cenário de aumento de casos de dengue em todo o Brasil, o Ministério da Saúde divulgou, na última quinta-feira (25/1), as cidades que receberão doses do imunizante contra a doença a partir de fevereiro. Em Minas, 22 municípios entraram na lista. São eles: Antônio Dias, Belo Horizonte, Belo Vale, Caeté, Coronel Fabriciano, Córrego Novo, Dionísio, Jaboticatubas, Jaguaraçu, Marliéria, Moeda, Nova Lima, Nova União, Pingo d’Água, Raposos, Ribeirão das Neves, Rio Acima, Sabará, Santa Luzia, Santa Maria de Itabira, Taquaraçu de Minas e Timóteo.

O governo federal espera receber mais de 6 milhões de doses do imunizante Qdenga (TAK-003), fabricada pelo laboratório Takeda Pharma, no Japão. A vacina foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em março do ano passado, e são necessárias duas aplicações com intervalo de três meses entre elas para a imunização completa.

Segundo determinação do Ministério da Saúde, serão vacinadas crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, faixa etária em que há maior casos de internação por dengue depois de idosos, grupo que não teve a aplicação autorizada pela Anvisa. O imunizante japonês contém vírus atenuados da arbovirose e oferece respostas imunológicas contra os quatro sorotipos da doença.

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O Ministério da Saúde vai enviar a vacina da dengue para 38 áreas onde há registro de alta transmissão da doença nos últimos anos e maior população. Embora a lista completa das cidades não esteja definida, essas regiões abrangem mais de 500 municípios, entre eles as principais capitais do país que devem ser contemplados, Ribeirão das Neves está na lista.
O imunizante será destinado a adolescentes de 10 e 14 anos, e a primeira remessa, de 750 mil doses, chegou no país no sábado passado. Ela ainda precisa passar ainda pelo processo de liberação da Alfândega e da Anvisa para, depois, ser enviada para o Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS).
Vacinação em fevereiro
De acordo com a Folha de São Paulo, o lote de 750 mil faz parte de um total de 1,32 milhão de doses da vacina fornecidas pela farmacêutica Takeda. Uma segunda remessa, com 570 mil doses, tem previsão para ser entregue ainda no próximo mês, de um total de aproximadamente 6,5 milhões esperadas durante o ano de 2024.
De acordo com o Ministério da Saúde, as primeiras unidades serão destinadas para regiões de saúde selecionadas que atendam aos seguintes critérios:
Regiões com municípios com população igual ou maior a 100 mil habitantes;
Municípios com alta transmissão de dengue nos últimos 10 anos, levando também em conta altas taxas nos últimos meses.
Em relação a quem destes locais poderá receber as doses, a pasta explica que serão:
Crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, por serem a faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações por dengue depois de pessoas idosas
O público mais velho, por enquanto, não pode ser alvo da campanha já que a Qdenga foi aprovada pela Anvisa apenas para indivíduos de 4 a 60 anos. Além disso, o imunizante não pode ser ofertado à população geral devido ao baixo quantitativo de doses que chegará ao país neste ano.
O imunizante também está disponível nas redes privadas do país, por valores que variam de R$ 390 a R$ 490 a dose, ou seja, de R$ 780 a R$ 980 o esquema completo, segundo levantamento do GLOBO com clínicas particulares.
A Qdenga foi aprovada pela Anvisa em março do ano passado e, nos estudos clínicos, demonstrou uma eficácia geral de 80,2% para evitar contaminações, e de 90,4% para prevenir casos graves. A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) indica a proteção na rede privada para todos que fazem parte do grupo etário elegível (4 a 60 anos), tanto os que nunca tiveram a doença, como aqueles que já foram infectados antes.

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O Ministério da Saúde incluiu no programa Farmácia Popular a oferta gratuita de absorventes para população em situação de vulnerabilidade social.
Segundo o Ministério, o item que garante a dignidade menstrual das mulheres já está disponível em mais de 31 mil farmácias credenciadas em todo o país.

A iniciativa faz parte de uma ação conjunta entre as pastas da Saúde; Direitos Humanos e Cidadania; Justiça e Segurança Pública; Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome; Mulheres e Educação e tem como objetivo “promover o direito à educação e a carreira profissional, além da vida sexual e reprodutiva saudável”, diz o ministério.

A oferta do absorvente é direcionado aos grupos que vivem abaixo da linha da pobreza e estão matriculados em escolas públicas, em situação de rua ou em vulnerabilidade extrema, além das mulheres que vivem no sistema prisional. Ao todo, o público-alvo do programa abrange 24 milhões de pessoas entre 10 e 49 anos em todo o Brasil.

Para retirar gratuitamente o absorvente na rede credenciada do Farmácia Popular é preciso atender aos critérios exigidos pelo programa e apresentar um documento de identificação pessoal e uma autorização na farmácia credenciada. Essa autorização é emitida pelo aplicativo ‘Meu SUS Digital’– a nova versão do Conecte SUS já disponível para download.

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O Coletivo Semifusa organiza na semana entre os dias 22 e 27 de Janeiro a programação intitulada “Cuidando de Mim de Janeiro a Janeiro”, iniciativa referente ao Janeiro Branco, mês da conscientização para a saúde mental e emocional.
Todo o projeto foi idealizado, planejado e será executado em conjunto com o grupo Ocupa a Casa, do qual os membros são jovens e adultos frequentadores da Casa Semifusa. O nome escolhido reflete os valores que o projeto pretende fundamentar: de que o cuidado com a mente e as emoções devem ser refletidas e priorizadas durante todo o ano.
Durante a próxima semana a Casa Semifusa receberá dois profissionais da área da saúde: Luan Mendes, graduado em Psicologia com ênfase em Psicologia, Processos Clínicos e Promoção da Saúde, psicoterapeuta com Formação Clínica em ACP (Abordagem Centrada na Pessoa), e Dr. Ailton Cezário Alves Júnior, médico da Secretaria Municipal de Saúde de Ribeirão das Neves, pós-graduado em Psicologia Médica, mestre e doutor em Saúde da Criança e do Adolescente pela Faculdade de Medicina da UFMG, com estudos em neurociência, desenvolvimento infantil e uso de telas digitais.Os tópicos abordados em formato roda de conversa serão, respectivamente, a importância do autocuidado para a saúde mental e o uso de telas digitais e suas implicações em nosso bem estar mental e emocional.
Além da área da saúde, a programação conta com uma prática de Yoga instruída pela professora Helena Gaspar e atividades artísticas variadas propostas por Kaio Leonardo, arte-educador, Maria Luiza Russo, assistente social e arte-educadora, e Marcos Brey, músico e professor. Haverão atividades pensadas tanto para crianças quanto para adolescentes e adultos.O público será também convidado a um Sarau e posteriormente ao Cineclube, ambos eventos produzidos regularmente pelo Coletivo Semifusa e que já tiveram diversas edições anteriormente. Tanto o Sarau quanto o Cineclube desta vez serão temáticos.

Confira a programação completa:

22 de janeiro (segunda-feira)

Bate-papo sobre saúde mental e a importância do autocuidado com Luan Mendes

19h30

23 de janeiro (terça-feira)

Sarau versos que curam

19h

24 de janeiro (quarta-feira)

Autocuidado com Yoga com a Professora Helena Gaspar

19h30

25 de janeiro (quinta-feira)

Bate-papo uso de telas com Dr. Ailton Cezário Alves Jr. 

19h30

26 de janeiro (sexta-feira)

Cineclube - Filme surpresa, pipoca e refrigerante e sessão comentada 

19h

 

27 de janeiro (sábado)

Arte e musicalidade com Kaio Leonardo, Maria Luiza Russo e Marcos Brey

15h30

 

Você consegue acessar a programação, que é totalmente gratuita, pelo Instagram @casasemifusa. Fique por dentro e participe!

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