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Política

CAPAG é a sigla para Capacidade de Pagamento. É uma avaliação realizada pelo Tesouro Nacional para analisar a saúde financeira de estados e municípios brasileiros. Essa avaliação é crucial, pois influencia a capacidade desses entes federativos de obter crédito e realizar investimentos.
A nota C no CAPAG indica um nível intermediário de capacidade de pagamento. Isso significa que o ente federativo em questão possui uma situação financeira relativamente estável, mas com algumas vulnerabilidades.


O que isso significa na prática?
• Acesso ao crédito: Estados e municípios com nota C podem ter mais dificuldade em obter empréstimos com taxas de juros mais vantajosas, comparados aos que possuem notas mais altas.
• Investimento: A nota C pode limitar a capacidade de investimento desses entes, uma vez que os credores podem exigir garantias adicionais ou taxas de juros mais elevadas.
• Gestão fiscal: A nota C sinaliza que é necessário um acompanhamento mais próximo da gestão fiscal, com o objetivo de fortalecer a situação financeira e buscar uma melhoria na classificação.


Quais os principais indicadores avaliados para a atribuição da nota CAPAG?
A nota CAPAG é calculada com base em diversos indicadores, como:


• Dívida pública: O nível de endividamento em relação à receita corrente.
• Receita corrente: A capacidade de gerar receitas próprias e regulares.
• Despesa corrente: O controle sobre os gastos com pessoal e outros encargos.
• Poupança corrente: A diferença entre a receita e a despesa corrente, indicando a capacidade de gerar recursos para investimentos.
Em resumo:
A nota C no CAPAG indica que o ente federativo possui uma situação financeira que exige atenção, mas não é considerada crítica. É importante que esses entes adotem medidas para fortalecer sua gestão fiscal e buscar uma melhoria na classificação, o que pode facilitar o acesso ao crédito e impulsionar o desenvolvimento econômico.

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Em convenção realizada neste fim de semana, o Partido dos Trabalhadores confirmou a candidatura de Vicente Mendonça à Prefeitura de Ribeirão das Neves em 2024. Sua vice também foi confirmada, será Tia Zeni, que já foi vereadora na cidade.
Vicente foi vereador por dois mandatos em Ribeirão das Neves e vai tentar a prefeitura pela primeira vez. O candidato terá três partidos ao seu lado, além do PT, PV e PCdoB estarão juntos de Vicente na busca pela prefeitura em 2025. Candidatos ao cargo de vereador são 14 do PT, 3 do PV e 2 do PC do B.

Fotos: Andrew Freitas

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A notícia da desistência da candidatura de Vanderlei Delei à prefeitura pegou muitos de surpresa, gerando uma onda de insatisfação. Delei, conhecido por sua postura oposicionista ao atual prefeito Junynho Martins, sempre deixou claro seu posicionamento em suas declarações.

A recente aproximação entre Delei, ex-vereador e candidato de oposição na eleição passada, e Junynho Martins provocou descontentamento entre diversos apoiadores. Entre os insatisfeitos estão pré-candidatos a vereadores, profissionais comissionados e aliados de confiança do atual prefeito. Em oito anos de mandato, Junynho Martins nunca enfrentou oposição forte na Câmara Municipal de Ribeirão das Neves, o que contribuiu para o desgaste na relação entre Legislativo e Executivo.

Nos últimos anos, a Câmara esperava a indicação de um vereador para ser sucessor do atual prefeito, que não ocorreu, em função da indicação do Secretário Municipal Túlio Raposo. Em outro momento os vereadores da base aliada gostariam de compor a chapa com o atual candidato apoiado pelo prefeito. Nomes como os dos vereadores Marcelo de Jesus (PSD) e Samuel do Escolar (PSD) surgiram nos bastidores, mas sem sucesso. Além disso, ficou clara a deterioração na relação entre o Prefeito Junynho Martins e o Deputado Estadual Vitório Júnior que liderava as pesquisas eleitorais no município..

Fontes revelam que alguns vereadores estão insatisfeitos com a escolha de um político que estava afastado do cenário atual. No entanto, ainda não é possível prever se o prefeito sofrerá uma debandada de apoiadores. Tentamos contato com alguns vereadores citados na matéria, mas não obtivemos resposta.

A escolha de Túlio Raposo para a prefeitura já havia causado desgaste, e a indicação de Delei como vice agravou ainda mais a situação. Isso indica que Delei deve ser apoiado pelo chamado “Grupão” nas próximas eleições.

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O cenário das eleições de 2024 em Ribeirão das Neves mudou bruscamente nesta sexta-feira, 12 de julho. De acordo com fontes ligadas ao portal ribeiraodasneves.net, o candidato Vanderlei Delei será o vice do candidato Túlio Raposo, ligado ao prefeito de Ribeirão das Neves Junynho Martins, nas eleições de 2024.
A notícia ainda era boato e a reportagem do portal entrou em contato com o candidato Vanderlei Delei durante essa semana e o mesmo desmentiu a possibilidade com a seguinte mensagem: “Continuamos firmes na pré-campanha. Rumo a vitória!”.
Nas pesquisas eleitorais, Vanderlei Delei (Republicanos) aparecia em segundo lugar, atrás do Deputado Estadual Vitório Júnior, que não é candidato. Túlio Raposo é o terceiro colocado nas pesquisas e com esta nova conjuntura, sobraram os pré-candidatos do PT, Vicente Mendonça, e do partido Novo, Diogo Fernandes.
Em breve mais informações a respeito!

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Mulheres são 52% do eleitorado, mas lutam por espaço nas Câmaras de Minas, onde 189 cidades não têm representante feminina e em 335 há apenas uma parlamentar

De acordo com reportagem do Estado de Minas, as mulheres são 52% do eleitorado mineiro, mas, apesar de maioria entre os votantes, não estão proporcionalmente representadas nas Câmaras municipais da maior parte das 853 cidades mineiras. Levantamento feito pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher da Universidade Federal de Minas Gerais (Nepem-UFMG) aponta que 61,4% das casas legislativas municipais no estado têm de zero a uma vereadora. São 189 cidades sem nenhuma parlamentar; 335 com apenas uma. Somente quatro câmaras municipais têm maioria de mulheres em suas cadeiras.
Essa baixa representatividade feminina não é uma peculiaridade de cidades com poucos habitantes ou distantes da capital. Dos 34 municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte, a terceira mais populosa do Brasil, sete não têm nenhuma vereadora; 16 têm somente uma parlamentar municipal.
Algumas das câmaras com nenhuma ou com apenas uma vereadora integram a lista dos maiores colégios eleitorais do estado, caso de Ribeirão das Neves, que não elegeu candidata nas eleições de 2020, e de Betim, que tem apenas uma parlamentar.
A baixa representatividade das mulheres nos espaços de poder municipal também alcança as prefeituras, e os índices são ainda piores. Somente 7,5% das 853 cidades mineiras são administradas por prefeitas, ou seja, são apenas 64 mulheres diante de 789 homens no comando dos Executivos municipais.


Abismo de gênero nos cargos eletivos


Os números de mulheres em cargos eletivos em Minas refletem tendência nacional, mostrando que a política de garantia de cotas para candidaturas femininas ainda não foi suficiente para diminuir o abismo de gênero na representatividade.
De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 16% das 5.570 cidades brasileiras não elegeram vereadoras em 2020, e apenas 663 elegeram prefeitas. Somente 45 cidades têm maioria de mulheres na composição das suas câmaras, número que não chega a 1% do total dos municípios. Em 2016, essa proporção era ainda menor: apenas 24 câmaras municipais tiveram mais mulheres do que homens eleitas.
Uma proposta de emenda à Constituição em tramitação no Congresso Nacional institui cotas fixas de vagas para as mulheres nas Câmaras de vereadores, Assembleias legislativas e na Câmara dos Deputados, e não apenas cotas para as candidaturas femininas, como ocorre hoje.
A reserva está prevista na PEC 134/15, que estabelece cotas transitórias para mulheres no Poder Legislativo, de 10%, 12% e 16%, por três legislaturas, para assegurar aumento da representatividade.
A Proposta de Emenda à Constituição 134/15 foi aprovada pelo Senado, mas aguarda há 10 anos ser votada pela Câmara dos Deputados, composta por 91 mulheres em um universo de 513 cadeiras.
Ausência feminina se reflete nas pautas

Em Ribeirão das Neves, segundo pior município para uma mulher viver no Brasil, de acordo com estudo da Fundação João Pinheiro (FJP) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), não há vereadora. Na legislatura anterior, havia apenas uma, Neusa do Depósito (PPS), que não se reelegeu na disputa de 2020.
Moradora de Neves, a servidora pública Marcela Menezes, 33 anos, ex-presidente do Conselho da Mulher do município, lembra que a Câmara já chegou a ter três parlamentares, mas diz que a representação feminina sempre foi restrita. “Nós não temos nenhuma mulher na Câmara para tentar reverter esse quadro.”
“É claro que homens também podem fazer política para as mulheres, mas a gente sabe que quem sofre as dores são elas. Por isso, têm maior capacidade de representar suas necessidades”, reflete Marcela.


Segundo ela, o debate sobre as pautas que afetam diretamente as mulheres não é feito pelo Legislativo municipal “por um único motivo”. “Não tem mulher na Câmara”, afirma. “Aqui em Neves, nós temos, por exemplo, pouquíssimos debates sobre creche, sobre violência contra a mulher”, afirma a servidora, que pretende disputar uma vaga de vereadora nas eleições deste ano.
Por trás das cotas

Sobre as cotas que garantem que 30% das candidaturas legislativas sejam de mulheres, a pesquisadora Marlise Matos, coordenadora do Nepem/UFMG, destaca que a reserva se baseia na teoria da massa crítica, que aponta ser esse o percentual mínimo para que haja qualidade na atuação parlamentar. “Mas quando a gente olha as Câmaras do Brasil, as mulheres não passam de 17%, 18%”, afirma. Mesmo essa garantia, lembra Marlise, não é eficaz devido às fraudes no preenchimento das cotas. Para combater essa situação, ela defende que haja, além de fiscalização rigorosa, um “processo de esclarecimento público sobre a importância da participação das mulheres na política”.


Fonte: Com informações de Amanda Quintiliano para o Estado de Minas

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O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), voltou a indicar ser pré-candidato à Presidência da República em 2026
Segundo o mineiro, governadores de centro-direita têm discutido possibilidades para as eleições nacionais, mas uma decisão ainda depende de pesquisas eleitorais e movimentações políticas.
“Nós, governadores de centro-direita, temos conversado muito, nos aproximado, e, no que depender de mim, estarei apoiando o nome que o grupo vier a analisar como o mais viável […] Vou participar e se o melhor nome for o meu, eu serei candidato”, disse em live do Ranking dos Políticos no Instagram, transmitida na terça-feira, 2 de julho.
Essa não é a primeira vez em que Zema se voluntariou para concorrer nas eleições nacionais. Na semana passada, por exemplo, ele afirmou que poderia ser o escolhido para ocupar a cadeira de vice em uma aliança da centro-direita.
Apesar das declarações, os números jogam contra a vontade de Zema.
Uma pesquisa realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas, encomendada pelo Partido Progressistas, apontou que o governador mineiro é um dos candidatos da direita com a menor probabilidade de vencer uma disputa contra o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Na simulação, o petista seria eleito com 44,5% dos votos, enquanto o mineiro alcançaria apenas 34,6% dos votos.

Com a inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a direita tem passado por disputas internas para emplacar outro nome para a disputa presidencial.

 

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