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No passado dia 9 de abril, a Câmara Municipal de Ribeirão das Neves viveu um momento marcante para a cidadania local com o lançamento oficial da primeira edição do Parlamento Jovem (PJ Minas) no município. O evento, que teve início às 18h, reuniu estudantes, educadores e autoridades para dar o pontapé inicial num projeto que visa transformar a relação da juventude com a política.
Pela primeira vez na história da cidade, estudantes do ensino médio ganharam um espaço institucionalizado para debater temas de relevância social e compreender, na prática, o funcionamento do Poder Legislativo.
A cerimônia de lançamento reforçou o mote "Mais Jovens na Política", destacando a necessidade de representatividade e participação ativa das novas gerações. Durante o evento, foram apresentadas as diretrizes da parceria entre a Câmara Municipal, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e a PUC Minas, que dão suporte técnico e pedagógico à iniciativa.
Com o projeto agora em curso, os jovens participantes iniciaram uma jornada de oficinas e grupos de trabalho. O objetivo central é que os estudantes identifiquem problemas reais da comunidade e formulem propostas que possam ser convertidas em projetos de lei.

O fluxo do PJ Minas segue etapas bem definidas:

Etapa Municipal: Onde as discussões e propostas começaram em Ribeirão das Neves.
Etapa Regional: Onde os destaques locais serão debatidos com jovens de outras cidades da região.
Etapa Estadual: O encontro final na ALMG, em Belo Horizonte, onde as propostas finais são entregues à Comissão de Participação Popular.

A implementação do Parlamento Jovem foi celebrada como uma vitória para a educação política em Ribeirão das Neves. Ao longo dos últimos dias, o impacto do lançamento repercutiu positivamente nas escolas participantes, consolidando a ideia de que a juventude não é apenas o futuro, mas um agente ativo no presente democrático da cidade.
O projeto continua agora com o calendário de atividades legislativas, preparando os alunos para os desafios da representação política e do debate democrático.

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A Secretaria Municipal de Educação anunciou a abertura de inscrições para profissionais da rede interessados em atuar no Núcleo de Apoio Psicopedagógico Infantojuvenil Ludmilla Patrícia Martins (NAPPI). As vagas são destinadas a professores e pedagogos efetivos que desejam compor a equipe multidisciplinar de acompanhamento especializado durante o ano de 2026.

As atividades ocorrerão de forma temporária, entre 4 de maio e 22 de dezembro, com foco no atendimento aos estudantes das regionais Justinópolis e Veneza.

Requisitos para Participação
Para se candidatar às funções no núcleo, o servidor deve cumprir os seguintes critérios:

Ser professor ou pedagogo pertencente ao quadro efetivo da rede municipal;

Possuir especialização lato sensu em Psicopedagogia (Institucional ou Clínica).

Inscrições e Prazos
O processo seletivo será realizado exclusivamente de forma online. O prazo é curto: os interessados devem preencher o formulário eletrônico entre os dias 9 e 13 de abril de 2026.

Link para inscrição: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdKBVxP9rv53-jMDtUcf1HIeZ7w91PNbxflo9uVfzfPsL3oQQ/viewform

Sobre o NAPPI
O Núcleo desempenha um papel fundamental na rede municipal ao oferecer suporte especializado para crianças e adolescentes que enfrentam dificuldades no processo de aprendizagem. A iniciativa visa fortalecer o vínculo entre o desenvolvimento pedagógico e o bem-estar psicossocial dos alunos, garantindo uma educação mais inclusiva e atenta às necessidades individuais.

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A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) avançou nos trâmites internos para a realização de um novo concurso público destinado ao cargo de Soldado. De acordo com fontes ligadas à cúpula da corporação e ao Governo do Estado, a previsão é que o certame ofereça 2.500 vagas para recomposição do efetivo operacional em diversas regiões de Minas Gerais.

Estrutura e Remuneração
Atualmente, a remuneração para o cargo de Soldado de 2ª Classe (durante o período de formação) é de R$ 4.360,83. Além do soldo, os aprovados terão direito a benefícios como assistência médica, psicológica e odontológica, além de abono fardamento.

O concurso é aguardado com grande expectativa, dado o déficit de pessoal e a necessidade de reforço no policiamento preventivo. A fase atual é de planejamento e movimentação administrativa, o que precede a escolha da banca organizadora e a posterior publicação do edital.

Embora a expectativa de vagas já circule nos bastidores, o cronograma oficial, incluindo o período de inscrições e as datas das provas, só será confirmado mediante publicação no Diário Oficial do Estado (DOE).

Especialistas em segurança pública e preparação para concursos advertem que o candidato não deve aguardar a saída do documento oficial para iniciar os estudos. A preparação antecipada, tanto na parte teórica quanto no condicionamento físico (essencial para o TAF - Teste de Aptidão Física), é o diferencial para a aprovação em um dos concursos mais concorridos do estado.

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O Governo de Minas Gerais, por meio de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag-MG) e a Fundação João Pinheiro (FJP), publicou o edital nº 01/2026 para concurso público. O certame oferece 26 vagas imediatas, além de formação de cadastro de reserva, contemplando profissionais de níveis médio e superior.
O objetivo da seleção é fortalecer o corpo técnico da FJP em frentes estratégicas como ensino, pesquisa aplicada e avaliação de políticas públicas.

Inscrições e Valores

Os interessados podem se inscrever entre os dias 9 de março e 7 de abril de 2026. As taxas de inscrição foram fixadas em:

R$ 22,00 para candidatos com doutorado;
R$ 21,00 para os níveis mestrado, pós-graduação e ensino médio.
Link de inscrição: https://fjp.mg.gov.br/inscricoes-abertas-para-o-concurso-publico-da-fundacao-joao-pinheiro/

Cargos e Remuneração

As oportunidades são para atuação na capital mineira e estão divididas entre as carreiras de:
Pesquisador em Ciências Aplicadas e Políticas Públicas;
Gestor em Atividades de Pesquisa e Ensino;
Técnico em Atividades de Pesquisa e Ensino.

A remuneração inicial é atrativa, podendo chegar a aproximadamente R$ 9,6 mil, dependendo do cargo e da escolaridade do aprovado, somada aos benefícios da legislação estadual. Conforme as normas vigentes, 10% das vagas são reservadas para pessoas com deficiência (PCD).

Provas e Avaliação

O processo seletivo contará com provas objetivas e discursivas, agendadas para o dia 10 de maio de 2026, em Belo Horizonte. Dependendo do cargo, o candidato poderá passar por etapas adicionais, conforme detalhado no conteúdo programático do edital.
O regime de trabalho seguirá as normas aplicáveis aos servidores públicos do Estado de Minas Gerais, com jornada definida de acordo com a especialidade escolhida.

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Por Lucimar Souza

“Rimando o Nome de Fulano”, de Bárbara Vee, aposta na musicalidade das palavras para fortalecer identidade, diversidade e alfabetização na infância
A literatura infantil brasileira ganha um novo convite à imaginação com o lançamento do livro Rimando o Nome de Fulano, obra da escritora Bárbara Vee, com ilustrações de Isaias Pereira. A publicação une poesia, ludicidade e representatividade ao transformar nomes próprios em versos acessíveis às crianças, criando uma experiência literária que dialoga diretamente com o processo de alfabetização e construção da identidade.
Além da atuação como autora, Bárbara Vee também é idealizadora e coordenadora da Biblioteca Comunitária Poesia de Status, iniciativa que promove o acesso à leitura e à produção literária em comunidades, reforçando o compromisso social presente em sua obra.

Poesia como porta de entrada para a leitura

Construído a partir dos chamados “poetins” — pequenas poesias criadas pela autora desde 2020 — o livro apresenta personagens inspirados em crianças e adolescentes reais. A proposta é simples e potente: rimar nomes para valorizar histórias, características e singularidades.
A musicalidade dos versos aproxima o leitor infantil da linguagem escrita de forma natural, favorecendo habilidades essenciais como consciência fonológica, ampliação do vocabulário, percepção sonora das palavras e desenvolvimento do interesse pela leitura.

Representatividade e pertencimento

Mais do que um exercício poético, a obra dialoga com temas contemporâneos da educação, como diversidade e inclusão. Ao apresentar personagens com diferentes características físicas, sociais e culturais, o livro convida as crianças a reconhecerem a si mesmas e aos outros dentro da narrativa.
A escolha de trabalhar com nomes próprios reforça o sentimento de pertencimento — elemento considerado essencial no desenvolvimento emocional e social durante a infância.

Ilustração que amplia a narrativa

As imagens criadas por Isaias Pereira complementam o ritmo poético do texto, traduzindo visualmente a leveza e a diversidade propostas pela autora. As ilustrações atuam como extensão narrativa, permitindo que crianças ainda não alfabetizadas também participem da leitura por meio da interpretação visual.

Literatura, comunidade e acesso cultural

O livro também nasce de um contexto de incentivo à cultura e democratização da leitura. A trajetória da autora à frente da Biblioteca Comunitária Poesia de Status evidencia a relação entre produção literária e ação social, aproximando escritores e leitores e incentivando novas experiências com a literatura desde cedo.

Literatura infantil como experiência afetiva

Ao unir poesia, identidade e educação, Rimando o Nome de Fulano reafirma o papel da literatura infantil como espaço de acolhimento e descoberta. A obra demonstra que aprender a ler pode começar pelo som do próprio nome — um dos primeiros vínculos da criança com o mundo e consigo mesma.

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Por Lucimar Souza

Livro usa cores como metáfora para mostrar que a escola é construída por diferentes vivências — e que valores como respeito e acolhimento são parte desse processo

A ideia de pertencimento costuma aparecer nos debates educacionais associada aos alunos. Mas quem, de fato, faz parte da escola?

O livro “Quantas cores a escola tem?” amplia essa discussão ao apresentar o ambiente escolar como um espaço construído a partir das vivências de cada pessoa — onde diferentes histórias, trajetórias e funções se encontram e se transformam em aprendizado coletivo.

Na narrativa, conduzida pela personagem Lila, a escola não é composta apenas por crianças e professores. Funcionários da limpeza, equipe da cozinha, gestão e famílias também aparecem como parte ativa desse cotidiano. Cada um chega com sua experiência, sua forma de ver o mundo e de se relacionar com o outro.

As ilustrações de Augusto Figilaggi reforçam essa proposta ao dar visibilidade às diferentes pessoas que compõem o ambiente escolar, ampliando, por meio das cores e dos traços, a ideia de diversidade e pertencimento.

Uma escola feita de vivências

Ao longo da história, a escola é apresentada como um espaço onde o cotidiano é atravessado pelas experiências individuais. Quem prepara a comida, quem organiza os espaços, quem acolhe na entrada e quem ensina em sala contribuem não apenas com suas funções, mas com suas vivências.

Essas experiências se refletem nas relações estabelecidas dentro da escola. É nesse convívio que valores como respeito, cuidado e acolhimento deixam de ser conceitos abstratos e passam a fazer parte da rotina.

O pertencimento, nesse contexto, não se constrói apenas pela presença, mas pela forma como cada pessoa é reconhecida e considerada dentro do coletivo.

As cores como expressão das diferenças

A metáfora das cores atravessa toda a obra e ganha um significado ampliado. Cada cor representa não apenas uma diferença visível, mas também as vivências que cada indivíduo carrega.

Histórias familiares, culturas, formas de aprender, modos de se comunicar e experiências de vida compõem esse mosaico. Assim como em um arco-íris, nenhuma cor se sobrepõe à outra — todas coexistem e se complementam.

Nesse cenário, o respeito surge como condição para a convivência, o cuidado como prática cotidiana e o acolhimento como base das relações.

Cuidar também é educar

O livro também inclui a alimentação como parte desse conjunto de experiências. As refeições, descritas como equilibradas e planejadas, envolvem o trabalho de diferentes profissionais e refletem uma dimensão importante do cuidado dentro da escola.

Mais do que atender a uma necessidade básica, alimentar-se nesse contexto também se torna uma experiência de convivência, partilha e aprendizado.

Literatura que forma para além da sala de aula

Ao apresentar uma escola marcada pela diversidade de vivências, “Quantas cores a escola tem?” contribui para ampliar a compreensão sobre o que significa, na prática, pertencer a esse espaço.

A obra sugere que a escola não é apenas um lugar de ensino formal, mas um ambiente onde valores são construídos nas relações diárias.

Quando diferentes experiências são reconhecidas e respeitadas, o aprendizado deixa de ser individual e passa a ser compartilhado — como as cores que, juntas, formam um todo.

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O Instituto Cultural Semifusa está com inscrições remanescentes para um dos seus projetos mais importantes: a Oficina de Moda. O curso será ministrado pelo renomado estilista nevense Júnio Ramos, figura de destaque nacional e vencedor do reality show de moda no programa da apresentadora Xuxa.
A iniciativa busca democratizar o acesso ao conhecimento técnico de design e produção, oferecendo aos moradores de Ribeirão das Neves a oportunidade de aprender com um dos profissionais mais conceituados do mercado atual.
A oficina foi estruturada para oferecer uma visão 360º do setor. Ao longo das aulas, os alunos terão contato com os conhecimentos básicos de design, planejamento e a execução de uma coleção completa. O diferencial do curso é a união entre a teoria e a vivência prática, permitindo que os participantes desenvolvam as habilidades manuais necessárias para atuar em qualquer nicho da moda.
Segundo a coordenação da Casa Semifusa, o intuito é proporcionar uma experiência real de ateliê, onde o aluno entenda desde o esboço criativo até o acabamento final da peça.

Natural de Ribeirão das Neves, Júnio Ramos (@junioramos_atelie) carrega uma bagagem de 19 anos de atuação no mercado da moda. Sua carreira é marcada por prêmios e reconhecimento: além do título nacional conquistado na televisão, Júnio venceu outros dois concursos regionais de relevância no segmento.

Atualmente, o estilista se dedica ao design e à confecção de sua marca própria, mas mantém o compromisso com suas raízes através da educação. "Trazer esse conhecimento para Neves é uma forma de mostrar que a moda é uma ferramenta potente de expressão e trabalho na periferia", destaca o professor.
As vagas são limitadas e os interessados devem agir rápido para garantir a participação. As inscrições podem ser realizadas de duas formas:
Online: Através do formulário disponível no link da bio dos perfis oficiais no Instagram: @coletivosemifusa ou @casasemifusa.
Presencialmente: Na sede da Casa Semifusa, de segunda a sexta-feira, das 14h às 18h.

Serviço:

Local: Casa Semifusa (Rua Cataguases, nº 73, bairro Sevilha B - Ribeirão das Neves/MG).
Investimento: Gratuito.
Público: Jovens e adultos interessados em design e produção de moda.

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