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Saúde

A família de Brenda Larissa Maia, que faleceu após buscar atendimento na UPA de Justinópolis, contesta a versão da prefeitura sobre as condições da unidade de saúde. As declarações foram feitas pelo advogado da família, Rodrigo Braga, nesta quarta-feira (10 de junho), logo após a mãe e o irmão da vítima prestarem depoimento à Polícia Civil.

De acordo com a defesa, o principal objetivo dos familiares é esclarecer as circunstâncias do óbito e apurar possíveis falhas na assistência médica prestada no último sábado (6 de junho). "Queremos que seja apurado se houve negligência, omissão ou qualquer outra irregularidade. Se for comprovado crime, que os responsáveis sejam punidos", afirmou Braga.

Vídeos e estrutura precária
O advogado questionou os comunicados oficiais do município, que asseguravam o pleno funcionamento da UPA e um quadro completo de profissionais. Segundo ele, relatos dos parentes e vídeos gravados pela própria paciente antes de morrer revelam um cenário contraditório, com paredes danificadas, salas improvisadas e demora no atendimento. “A prefeitura informou que a unidade funcionava adequadamente. A realidade vista pela família foi outra. Se a estrutura estivesse correta, talvez o desfecho não fosse esse”, declarou.

Investigação e necropsia
A família também recusou a certidão de óbito inicial, que apontava embolia pulmonar, por ter sido emitida sem exames complementares detalhados. Por isso, foi solicitada a intervenção do Instituto Médico Legal (IML) para a realização de uma necropsia, procedimento essencial para determinar a real causa do falecimento.

A investigação da Polícia Civil deverá mapear todo o histórico do atendimento, desde o diagnóstico inicial até a conduta adotada pela equipe de plantão durante o período em que Brenda esteve internada.

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Saúde

A Prefeitura de Ribeirão das Neves emitiu um posicionamento oficial para contestar as denúncias de falta de profissionais na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Justinópolis. O esclarecimento ocorre após a morte de Brenda Larissa Maia, de 32 anos, que faleceu na unidade de saúde após registrar vídeos em que apontava consultórios vazios e criticava a lentidão no atendimento.

O caso, que gerou forte repercussão, está sob investigação da Polícia Civil de Minas Gerais e gerou a abertura de uma sindicância interna por parte da administração municipal para apurar os fatos.

Versão da Paciente e Manifestação de Familiares
Na madrugada anterior ao óbito, Brenda Larissa, que possuía histórico de cardiopatia e fibromialgia, utilizou o próprio telefone celular para registrar as condições de atendimento na UPA. Nas imagens enviadas a familiares e publicadas em redes sociais, a paciente percorre os corredores da unidade e bate à porta de quatro consultórios que se encontravam sem profissionais no momento da gravação.

De acordo com relatos de testemunhas e familiares, pouco após realizar os registros em vídeo, a paciente sofreu uma piora súbita em seu quadro clínico, vindo a falecer na sequência. A família registrou um boletim de ocorrência e suspeita de negligência médica e omissão de socorro, alegando que a gravidade do estado de saúde da paciente não foi devidamente assistida a tempo.

Resposta Oficial do Município e Investigação
Em nota oficial enviada à imprensa, a Secretaria Municipal de Saúde de Ribeirão das Neves lamentou profundamente o falecimento da paciente, mas rechaçou a hipótese de desfalque na escala de funcionários. Segundo o Executivo municipal, a UPA opera com um quadro completo composto por dez médicos por plantão, assegurando que "não há defasagem de profissionais na unidade".

A administração municipal informou ainda que:

A paciente deu entrada na unidade, passou pela triagem técnica de risco e recebeu o primeiro atendimento médico;

O óbito decorreu de uma parada cardiorrespiratória e, de acordo com o relatório da equipe, foram realizados todos os protocolos técnicos de reanimação, sem sucesso;

Imagens do circuito interno de segurança, prontuários de atendimento e depoimentos do corpo clínico que estava de plantão estão sendo levantados para esclarecer a cronologia dos fatos.

A Polícia Civil aguarda a conclusão dos laudos periciais emitidos pelo Instituto Médico Legal (IML) para determinar a causa exata da morte e verificar se houve falha ou omissão na conduta dos profissionais envolvidos.

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Saúde

Paciente teria ouvido inicialmente que estava apenas com dor muscular

A família da autônoma Brenda Maia, de 32 anos, que morreu após procurar atendimento nesse sábado (6/6) na UPA Justinópolis, em Ribeirão das Neves, questiona as circunstâncias da morte e cobra esclarecimentos sobre o atendimento prestado à paciente. A mulher chegou a gravar um vídeo denunciando a falta de médicos no local horas antes de falecer.

Segundo o irmão dela, em entrevista para o Portal O Tempo, o empresário Hudson Maia, de 39 anos, Brenda tinha histórico de problemas cardíacos e procurou a unidade após sentir dores no peito. Ele relata que a irmã foi atendida inicialmente após a triagem, realizou um eletrocardiograma e permaneceu em observação.

"A médica perguntou o que ela estava sentindo e ela relatou dores no lado esquerdo do peito. Minha irmã explicou que era cardiopata e também tinha fibromialgia. Segundo ela contou para nossa mãe, a médica teria dito que se tratava de uma dor muscular, mas ela insistia que não era isso e que estava sentindo fisgadas no peito", afirmou.

Ainda conforme Hudson, durante a noite o quadro de saúde da irmã teria piorado. Por volta das 22h45, ela precisou receber oxigênio. A família também recebeu mensagens enviadas por Brenda enquanto ela permanecia na unidade.

"Ela mandou mensagem para nossa mãe dizendo que não estava passando bem. Em uma das mensagens, agradeceu por tudo", contou.

Na madrugada deste domingo (7/6), a família foi chamada à unidade de saúde e recebeu a informação de que Brenda havia morrido. Inicialmente, segundo Hudson, um médico informou que a suspeita era de embolia pulmonar e apresentou a documentação para emissão do atestado de óbito.

No entanto, após tomar conhecimento do vídeo gravado pela irmã dentro da UPA denunciando a falta de médicos, Hudson decidiu solicitar que o corpo fosse encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para apuração da causa da morte.
"Eu já estava para assinar os documentos quando minha esposa me ligou falando sobre o vídeo. Então pedi que chamassem o IML para sabermos a real causa da morte", disse.

O irmão afirma ainda ter recebido relatos de pessoas que estavam na unidade sobre os momentos que antecederam a morte. Segundo ele, houve informações desencontradas sobre onde Brenda estava quando passou mal.

Abalada, a família aguarda o resultado dos exames periciais. Para Hudson, o sentimento é de tristeza e revolta.

"Estávamos planejando uma viagem juntos. É uma dor muito grande. Ela deixa uma filha de 5 anos, que é autista. Nós tentamos conversar com ela, mas ela ainda não entendeu o que aconteceu com a mãe", afirmou.

Em nota enviada à reportagem, a Prefeitura de Ribeirão das Neves informou, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, que lamenta o ocorrido e determinou a apuração do caso. Porém, não informou a causa da morte da paciente.

"Foi determinada pela Secretaria a apuração rigorosa do caso, com o levantamento de todas as informações necessárias para o completo esclarecimento das circunstâncias da ocorrência. Após a apuração será dado encaminhamento nas medidas técnicas e jurídicas cabíveis", informou a administração municipal.

A reportagem procurou a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). Até a publicação desta matéria, a instituição não havia retornado o contato.

 

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A Polícia Civil de Minas Gerais instaurou um inquérito para apurar as circunstâncias da morte de Brenda Larissa Maia, de 32 anos. O óbito ocorreu na madrugada do último domingo (7) na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Acrízio Menezes, localizada no distrito de Justinópolis, em Ribeirão das Neves. Horas antes de falecer, a paciente gravou e publicou vídeos em suas redes sociais denunciando o desfalque de médicos plantonistas na unidade de saúde.
Brenda Larissa, que tratava problemas de saúde como cardiopatia e fibromialgia, deu entrada na UPA de Justinópolis na tarde de sábado (6), queixando-se de severas dores no peito e na região das costas. De acordo com relatos da mãe da vítima, um médico realizou uma avaliação inicial por volta das 19h, mas deixou o plantão em seguida.
Sem assistência médica subsequente e com dores persistentes, a paciente decidiu percorrer os corredores da unidade na madrugada de domingo. Às 1h38, Brenda fez uma transmissão mostrando ao menos quatro consultórios vazios.
"Não temos médico. Eu continuo sentindo dor. Vim lutar pelos direitos dos que estão aqui, que não sou só eu. A UPA está literalmente com todas as salas vazias, porque tem médico de descanso", protestou a paciente em suas redes, onde também marcou autoridades locais cobrando intervenções fiscais.Segundo familiares, uma funcionária da enfermagem justificou o atraso alegando que o médico responsável estava avaliando exames durante o seu horário de jantar. Pouco tempo depois de registrar a denúncia no celular, o quadro de Brenda se agravou drasticamente. Ela sofreu uma parada cardiorrespiratória e, apesar das manobras de ressuscitação da equipe técnica, não resistiu.
Diante da suspeita de negligência médica e omissão de socorro, a família da paciente registrou um boletim de ocorrência. O corpo de Brenda foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) André Roquette, em Belo Horizonte, que realizará os exames periciais necessários para apontar a causa exata do óbito.
O caso provocou forte comoção entre os moradores de Justinópolis e gerou reações políticas. Em nota oficial, a Secretaria Municipal de Saúde de Ribeirão das Neves lamentou o falecimento e anunciou a abertura de uma sindicância interna. Contudo, a prefeitura contestou a falta de assistência alegando que a UPA contava com o quadro clínico completo em atuação no momento do ocorrido, sustentando que Brenda permaneceu em observação e monitorada pela equipe de saúde.

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Cidade conta com frentes de atendimento pelo SUS para ajudar cidadãos a superarem a dependência do tabaco de forma saudável e assistida.

Dar o primeiro passo para abandonar o cigarro nem sempre é uma tarefa simples, mas os moradores de Ribeirão das Neves que buscam uma vida mais saudável contam com um aliado importante. O município oferece, de forma totalmente gratuita, o Programa de Controle do Tabagismo, uma iniciativa do Sistema Único de Saúde (SUS) voltada para apoiar cidadãos que desejam interromper o hábito de fumar.

O tratamento é estruturado para atender as necessidades individuais de cada paciente, combinando acompanhamento profissional e suporte terapêutico.

Como funciona o suporte gratuito?

O programa municipal foca em uma abordagem integral da saúde do paciente. O atendimento inclui:

Avaliação Clínica: Diagnóstico inicial para entender o grau de dependência e as condições de saúde do participante.
Abordagem Cognitivo-Comportamental: Sessões de grupo ou individuais coordenadas por profissionais de saúde, focadas em estratégias para lidar com os gatilhos emocionais e a rotina sem o cigarro.
Acompanhamento Médico: Caso haja indicação clínica e necessidade para o alívio dos sintomas de abstinência, os pacientes podem receber suporte terapêutico medicamentoso disponível na rede pública.
Importante: O tabagismo é uma doença crônica e o acompanhamento profissional aumenta significativamente as chances de sucesso na cessação do hábito, garantindo que o processo ocorra de maneira segura.

Como ter acesso ao programa?

Para participar ou obter mais informações sobre as turmas e horários disponíveis, o cidadão deve:
Comparecer à Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de sua residência.
Apresentar o Cartão do SUS e um documento de identidade.
Solicitar o encaminhamento ou a inscrição no grupo de controle do tabagismo local.
A iniciativa reforça a importância da atenção primária à saúde na prevenção de doenças crônicas associadas ao tabaco, promovendo mais qualidade de vida e bem-estar para a população nevense.

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Saúde

Ribeirão das Neves inicia uma nova fase no cuidado com a saúde feminina. Depois de oito meses de obras, o Centro Estadual de Atenção Especializada (CEAE), mais conhecido como Clínica da Mulher, em Justinópolis, será reinaugurado nesta segunda-feira, 25, e vai reunir autoridades, profissionais da saúde e moradores da região em um momento importante para a saúde pública do município.
Já nesta terça-feira, 26, a unidade inicia uma nova etapa no atendimento com a realização do Dia D da Mulher, a partir das 8h30. A mobilização contará com consultas, mamografias e diversos atendimentos especializados voltados à prevenção, ao autocuidado e à promoção da saúde feminina. A ação também marca o começo de um novo momento da Clínica da Mulher, que agora passa a contar com um moderno mamógrafo digital, ampliando o acesso aos exames e fortalecendo o diagnóstico precoce.
Além da modernização dos equipamentos de diagnóstico, a unidade passou por uma ampla revitalização estrutural. As salas de consulta foram ampliadas e modernizadas, o espaço recebeu melhorias de acessibilidade para garantir mais conforto e inclusão às pacientes e também ganhou uma área de convivência e lazer, oferecendo um ambiente mais acolhedor, humanizado e preparado para atender as mulheres nevenses com mais qualidade.

Clínica da Mulher

Referência em saúde da mulher em Neves, o CEAE realiza mais de 12 mil consultas especializadas por ano, mais de 5 mil mamografias anuais e mais de 2 mil atendimentos mensais entre consultas e exames. A unidade conta ainda com cerca de 40 profissionais atuando em especialidades como ginecologia, obstetrícia, mastologia, psicologia, endocrinologia e nutrição.
A revitalização da Clínica da Mulher faz parte dos investimentos da Prefeitura de Neves na modernização da rede pública de saúde, garantindo mais acolhimento, conforto, tecnologia e qualidade no atendimento à população feminina.


SERVIÇO

Reinauguração Centro Estadual de Atenção Especializada (CEAE)
Dia: 25 de maio de 2026 (segunda-feira)
Horário: 18h30
Dia D da Mulher
Data: 26 de maio (terça-feira)
Horário: a partir das 8h30
Local: Clínica da Mulher - CEAE
Rua Geraldino Rocha, 180, bairro Felixlândia, Justinópolis.

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A Prefeitura de Ribeirão das Neves oficializou a abertura de novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Hospital São Judas Tadeu, instituição localizada na região central do município. De acordo com os dados técnicos divulgados pelo Executivo Municipal, a expansão representa um aumento de 40% na capacidade operacional de atendimento a pacientes que necessitam de monitoramento crítico e cuidados de alta complexidade.


Com a ampliação da infraestrutura hospitalar, a unidade de saúde expande o suporte de aparelhos e equipes especializadas para casos graves de urgência e emergência, reduzindo a necessidade de transferência de munícipes para hospitais de outras cidades da Região Metropolitana.

A Secretaria Municipal de Saúde informou que o aporte de novos leitos visa reestruturar a capacidade de resposta da rede pública local diante do crescimento da demanda por internações intensivas. O fortalecimento do Hospital São Judas Tadeu atua de forma direta na retaguarda assistencial do município, servindo como ponto de referência central para o acolhimento de casos clínicos de risco.

Segundo a administração municipal, o investimento na ampliação logística dos leitos foi planejado para otimizar o tempo de resposta em quadros agudos e garantir maior cobertura e segurança assistencial tanto para os pacientes assistidos quanto para os seus familiares.
As novas vagas de tratamento intensivo já estão integradas ao fluxo oficial de regulação de leitos do município e passam a receber pacientes regulados pelas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e demais serviços de urgência locais.

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Saúde

A partir desta quinta-feira, 21, a vacina contra a gripe estará disponível para toda a população de Ribeirão das Neves nas 20 salas de vacinação do município para proteger a saúde, reforçar a prevenção e reduzir os casos de complicações causadas pelas doenças respiratórias nesta época do ano.
A Secretaria Municipal de Saúde reforça que mesmo com a ampliação da vacinação os grupos prioritários continuam tendo atenção especial. Idosos, gestantes, crianças e pessoas com comorbidades devem manter a imunização em dia para reduzir os riscos de agravamento causado pela gripe.

Desde o início da campanha, mais de 24 mil doses da vacina já foram aplicadas no público prioritário, o que representa cerca de 34% de cobertura vacinal no município. A vacinação é a forma mais eficaz de prevenir casos graves e internações por Influenza, sendo fundamental para proteger não apenas quem recebe a dose, mas toda a população.
Além das salas de vacinação, a população também poderá contar com o Vacimóvel, que segue levando a imunização para diferentes regiões da cidade. Nesta quinta-feira, 21, o carro da vacina estará na Escola Municipal Guerino Casassanta, na rua São Miguel, 269, no bairro São Miguel Arcanjo, em Justinópolis. Já no sábado, 23, o Vacimóvel estará estacionado na Praça Central de Neves, das 8h às 13h.
Para receber o imunizante, é preciso apresentar um documento com foto, cartão de vacina e procurar a sala de vacina mais próxima da residência.
O horário de funcionamento das Unidades Básicas de Referência (UBS) é de segunda à sexta-feira, das 8 às 18 horas e a das Unidades de Estratégia da Saúde da Família (ESF), das 8 às 17 horas, também de segunda a sexta-feira. Confira abaixo os endereços dos locais:

Unidades Básicas de Referência (UBRs)

• UBR Arlete de Souza – Rua Antônio Faustino, 65 – Rosana
• UBR Raimundo Firmo – Rua Petrolino Amâncio, 484 – Veneza
• UBR Alarico – Rua Laranjeiras, 90 – Urca
• UBR Expedito Monteiro – Rua Suaçuí, 358 – Jardim de Alá
• UBR João Francisco Torres – Rua Santo Inácio de Loiola, 397 – Maria Helena

Salas de Vacina (ESFs)

• ESF Barcelona – Rua Trinta e Sete, 220 – Barcelona
• ESF Santa Martinha II – Rua Raimunda Maria da Silveira, 464 – Santa Martinha
• ESF Santinho I – Rua Moacir Menezes, 788 – Santinho
• ESF Sevilha BI – Rua Monte Carmelo, 311 – Sevilha (2ª Seção)
• ESF Florença I – Rua Vinte e Um, 502 – Florença
• ESF Florença II - R. Ordem de Malta 152 - Conjunto Henrique Sapori
• ESF San Genaro – Rua Venina Pereira Veiga, 234 – San Genaro
• ESF Vereda – Rua Geraldo Magela, 21 – Vereda
• ESF Areias I – Rua São Lucas, 173 – Areias
• ESF Menezes – Rua Canaã, 1061 – Menezes (Justinópolis)
• ESF São José I – Rua Rosângela, 197 – São José (Justinópolis)
• ESF Luar da Pampulha – Rua São Mateus, 257 – Luar da Pampulha
• ESF Nova Pampulha I – Rua Um, 577 – Conjunto Nova Pampulha
• ESF Pedra Branca I – Rua Vinte e Nove, 55 – Pedra Branca
• ESF Pedra Branca II – Rua Quarenta e Dois, 23 – Pedra Branca (Justinópolis)


Serviço

Vacinação contra a gripe para todos os públicos
Data: A partir de quinta-feira, 21 de maio
Locais: 20 salas de vacinação de Ribeirão das Neves e Vacimóvel. Necessário apresentar documento com foto e cartão de vacina.

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Doença voltou ao debate após casos em cruzeiro, mas não há motivo para alarme; Minas mantém estratégias permanentes de capacitação e monitoramento

A investigação de possível transmissão de hantavírus entre passageiros de um navio de cruzeiro, no Atlântico Sul, acompanhada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), trouxe o assunto de volta ao debate. No Brasil, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) esclarece que o cenário é diferente, a hantavirose está associada ao contato direto com roedores silvestres, principalmente em áreas rurais, e a cepa identificada no país não é transmitida de pessoa para pessoa.

Segundo o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti, não há motivo para alarme. “Muitas pessoas ficaram preocupadas, mas é importante esclarecer que não há transmissão de pessoa para pessoa. O vírus circula em roedores silvestres, especialmente em áreas rurais. São casos isolados, como já ocorreram em outros anos no estado”, afirmou.

A doença tem ocorrência pontual no estado e exige vigilância contínua, especialmente em regiões rurais. Minas tem atuação reconhecida nessa área e investe na capacitação de equipes. Em 2024, foi o primeiro estado do país a sediar treinamento prático em investigação de doenças zoonóticas, com foco em hantavirose e peste.

"As ações de vigilância e prevenção são contínuas. Isso leva à consolidação de estratégias permanentes pelos municípios com apoio do Estado, incluindo atividades educativas e monitoramento epidemiológico", comenta o subsecretário de Vigilância em Saúde, Eduardo Prosdocimi.

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Moradores de Ribeirão das Neves, contam com um reforço importante na saúde pública a partir desta quinta-feira (7). Uma carreta equipada com aparelhos de tomografia computadorizada chegou à cidade para oferecer exames gratuitos a pacientes da rede municipal de saúde.

Local e horário


O veículo está posicionado próximo à Paróquia Nossa Senhora Aparecida, no bairro Veneza. Os atendimentos ocorrem de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e a previsão é que a unidade móvel permaneça no município até o dia 15 de maio.

Fluxo de atendimento


Diferente de consultas de rotina, os exames de tomografia na carreta são destinados a pacientes que já possuem pedido médico e estão na fila de espera da Secretaria Municipal de Saúde. O objetivo é desafogar a demanda reprimida e acelerar o diagnóstico de doenças graves, permitindo tratamentos mais precoces.

Impacto na região


A ação faz parte de um cronograma que percorre diversos municípios da Grande BH. "A presença da carreta agiliza o processo para o paciente que, muitas vezes, teria de se deslocar para outras cidades ou aguardar meses por uma vaga em hospitais fixos", destacam autoridades locais.

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Iniciativa do Projeto Ver Mais em parceria com a Casa Semifusa visa promover a saúde ocular da população local; agendamentos já podem ser feitos via WhatsApp.
No próximo dia 28 de maio, os moradores de Ribeirão das Neves e região terão a oportunidade de cuidar da saúde ocular sem custos. A Casa Semifusa, em uma ação conjunta com o Projeto Ver Mais, promove um mutirão de exames de vista gratuitos voltado para a comunidade.
O evento acontecerá das 9h às 15h30, na sede da Casa Semifusa, localizada no bairro Sevilha B. A iniciativa busca facilitar o acesso a diagnósticos preventivos, reforçando a importância de manter a visão em dia com profissionais especializados.
Como participar
Para evitar aglomerações e garantir o atendimento, a organização informa que é necessário realizar um agendamento prévio. Os interessados devem entrar em contato diretamente pelo WhatsApp (31) 99243-3345.
Sob o lema "Sua visão em primeiro lugar", o Projeto Ver Mais e a Casa Semifusa reforçam seu compromisso social com o bem-estar dos cidadãos nevense, oferecendo um serviço essencial que muitas vezes possui longas filas de espera no sistema público.

Serviço:
Evento: Exame de Vista Gratuito
Data: 28 de maio de 2026
Horário: Das 9:00 às 15:30
Local: Rua Cataguases, nº 73, Bairro Sevilha B – Ribeirão das Neves
Agendamento: (31) 99243-3345 (WhatsApp)
Realização: Casa Semifusa e Projeto Ver Mais

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A Justiça do Trabalho de Minas Gerais reconheceu como discriminatória a demissão sem justa causa de uma funcionária diagnosticada com leucemia mieloide crônica. A decisão, proferida pela juíza Ana Carolina Simões Silveira, titular da Vara do Trabalho de Ribeirão das Neves, determinou a imediata reintegração da trabalhadora ao quadro de funcionários.

Além de recuperar o posto de trabalho nas mesmas condições anteriores, a empresa — do setor de produção e comercialização de alimentos — deverá restabelecer o plano de saúde da funcionária e pagar todos os salários e vantagens referentes ao período em que ela permaneceu afastada.

A profissional foi admitida em junho de 2020 como auxiliar administrativa, sendo posteriormente promovida a analista de controladoria júnior. O diagnóstico de câncer ocorreu em 2023, e a dispensa foi concretizada em janeiro de 2024.
Argumento da Trabalhadora: Alegou que o desligamento foi motivado exclusivamente pelo seu estado de saúde, ferindo a Lei nº 9.029/1995.

Argumento da Empresa: Sustentou que a demissão fez parte de uma reestruturação interna e redução de custos, negando qualquer ato discriminatório.
Ao analisar o caso, a magistrada aplicou o entendimento da Súmula nº 443 do Tribunal Superior do Trabalho (TST). O texto presume como discriminatória a dispensa de empregados portadores de doenças graves que suscitem estigma ou preconceito.

"Uma vez comprovada a patologia grave, cabe ao empregador o ônus de provar que a dispensa teve motivos técnicos, financeiros ou disciplinares, o que não ocorreu neste processo", pontuou a juíza na sentença.
A empresa não apresentou provas documentais que comprovassem a alegada reestruturação. Como resultado, além da reintegração, a empregadora foi condenada ao pagamento de R$ 5 mil por danos morais.

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