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Saúde

O mais recente estudo do Instituto Trata Brasil (ITB) em parceria com a GO Associados, o Ranking do Saneamento 2025, traz à luz a situação do setor nos 100 municípios mais populosos do país. Com base em dados de 2023 do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (SINISA), o documento revela que, embora os desafios sejam complexos em todo o Brasil, Ribeirão das Neves (MG) enfrenta um problema particular no índice de perdas de água.

O relatório coloca Ribeirão das Neves na 97ª posição no indicador de Perdas na Distribuição (IPD), com um índice de 57,65%. Este indicador mede a proporção da água produzida que se perde antes de chegar às residências, seja por vazamentos na tubulação ou por falhas na medição. Em um cenário ideal, o índice deve ser o mais baixo possível, sendo que a meta para a universalização do saneamento, estabelecida pela Portaria nº 490/2021, é de no máximo 25%.

O resultado do município mineiro está significativamente acima da média da amostra dos 100 maiores municípios, que é de 45,43%, e também da média nacional, que é de 40,3%.

Os dados do Ranking 2025 sugerem que Ribeirão das Neves tem um desafio importante a ser superado na gestão e eficiência de seu sistema de abastecimento, uma vez que as perdas de água representam um desperdício de recursos e ineficiência operacional. Embora o relatório não forneça outros dados específicos sobre a cidade, como os índices de atendimento de água, coleta e tratamento de esgoto, a posição da cidade neste indicador específico ressalta a urgência de aprimorar a infraestrutura para garantir que a água produzida chegue de forma eficaz à população.

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A doença falciforme é de origem genética, mas foi introduzida no Brasil durante o período do tráfico negreiro. Atualmente, em virtude do processo de miscigenação, qualquer etnia encontra-se suscetível à doença .Conforme informações da presidenta da DRE Minas, Maria Zéno Soares, o município de Ribeirão das Neves conta com mais de 300 pessoas acometidas por essa condição.

A Doença Falciforme (DF) é uma condição genética hereditária que afeta a forma dos glóbulos vermelhos, tornando-os rígidos e em forma de foice, o que pode levar a obstruções nos vasos sanguíneos e diversas complicações de saúde. No Brasil, estima-se que entre 60 mil e 100 mil pessoas convivam com a DF, sendo mais prevalente entre a população negra e parda. [1]
O diagnóstico precoce é fundamental para o manejo eficaz da doença. Desde 1992, o Teste do Pezinho, realizado em recém-nascidos, inclui a triagem para DF. Minas Gerais se destaca como o primeiro estado brasileiro a ampliar o teste para detectar até 60 doenças, incluindo a DF, por meio do Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico (Nupad) da Faculdade de Medicina da UFMG. [2]
O tratamento da DF é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e inclui acompanhamento multidisciplinar, uso de medicamentos como hidroxiureia, ácido fólico e antibióticos, além de suporte psicológico e social. Apesar dos avanços, desafios persistem, como a necessidade de maior conscientização sobre a doença e a ampliação do acesso a exames especializados, como o ecodoppler transcraniano, essencial para prevenir acidentes vasculares cerebrais em crianças com DF. [1]
Organizações como a Dreminas (Associação de Pessoas com Doença Falciforme de Minas Gerais) desempenham papel crucial no apoio a pacientes e na promoção de políticas públicas voltadas para a DF. Com mais de 40 anos de atuação, a Dreminas oferece suporte a milhares de famílias em todo o estado. [3]
A inclusão da DF na lista de notificação compulsória em 2023 representa um avanço significativo para o monitoramento e a formulação de políticas públicas eficazes. No entanto, é essencial continuar investindo em educação, pesquisa e infraestrutura para garantir melhor qualidade de vida às pessoas afetadas por essa condição. [4]
Para mais informações e apoio, a Dreminas disponibiliza contato pelo pelo site [www.dreminas.com.br](https://dreminas.com.br/).
Citações:
1. gov.br: www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/junho/governo-federal-reforca-necessidade-do-diagnostico-precoce-da-doenca-falciforme?utm_source=chatgpt.com
2. ufmg.br: ufmg.br/comunicacao/noticias/teste-do-pezinho-realizado-na-faculdade-de-medicina-e-o-primeiro-do-pais-a-ja-triar-60-doencas?utm_source=chatgpt.com
3. dreminas.com.br: dreminas.com.br/?utm_source=chatgpt.com
4. gov.br: www.gov.br/saude./pt-br/assuntos/noticias/2024/junho/dia-de-conscientizacao-sobre-a-doenca-falciforme-diagnostico-e-tratamento-podem-ser-feitos-pelo-sus?utm_source=chatgpt.com

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A moradora de Ribeirão das Neves, Dayana Martins, afirma estar enfrentando um silêncio das autoridades locais diante do caso de seu filho Davi, que aguarda há dois anos por atendimento de saúde. Dayana denuncia o descaso do poder público com uma criança com deficiência visual, que necessita de uso contínuo de quatro tipos de colírios e ainda não recebe qualquer tipo de apoio governamental para custear o tratamento.

Além do alto custo com os medicamentos, o passe livre, direito garantido por lei a pessoas com deficiência, também foi negado, dificultando o acesso da criança às consultas e tratamentos especializados.

Segundo o relato, todos os vereadores do município já foram notificados pessoalmente. A mãe afirma ter ido à Câmara Municipal, visitado gabinetes e feito diversos contatos por telefone, mas nenhum parlamentar deu retorno ou se posicionou sobre o caso.

Segundo o relato, a família segue em busca de respostas e enfrenta um sistema ineficiente: “Já entregamos relatórios médicos, guias, refizemos consultas e pedidos, mas não temos retorno algum da Secretaria de Saúde. Não atendem, não ligam de volta, não chamam. É um descaso total,” desabafa a mãe.

Ela também procurou a Secretaria Municipal de Saúde, onde recebeu como única resposta a orientação de que “precisa aguardar”, sem previsão ou solução efetiva.
A mãe segue em busca de ajuda e cobra urgência e responsabilidade do poder público para garantir o direito à saúde de seu filho.

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Um impasse marcou a Conferência Municipal de Saúde realizada no último sábado (28), em Ribeirão das Neves. Segundo relatos de participantes, por volta das 20h30, a secretária municipal de Saúde, Marla de Souza, interrompeu os trabalhos da conferência ao anunciar, sem prévia comunicação com a comissão organizadora, que desobrigaria os servidores da gestão municipal de permanecer no evento, por ela “ao afirmar que seu grupo estava muito cansado, referindo-se, portanto, aos gestores e comissionados sob sua responsabilidade, os quais estariam, segundo ela, liberados de permanecer na plenária”.

De acordo com os relatos, a secretária utilizou o microfone para informar, com base no regimento interno, que a conferência deveria ocorrer apenas entre 8h e 18h, e que, portanto, os gestores e comissionados sob sua responsabilidade estariam desobrigados a participar. A declaração gerou desconforto e surpresa entre os presentes, especialmente pelo fato de a decisão não ter sido discutida com o presidente do Conselho Municipal, tampouco com a comissão organizadora, e de não ter sido submetida à apreciação da plenária - instância soberana do encontro.
Logo após o anúncio, grande parte dos delegados ligados à gestão deixaram o local, esvaziando a plenária. Ainda assim, usuários, trabalhadores da saúde e alguns dos gestores que permaneceram decidiram continuar os trabalhos. Para garantir a legalidade da continuidade, membros da organização entraram em contato com o Conselho Estadual de Saúde, incluindo a presidente Maria de Lourdes, e também com o Ministério Público.
Com o respaldo dessas instituições, os participantes deram prosseguimento à discussão do eixo em andamento até por volta das 22h, quando optaram por encerrar temporariamente os trabalhos. A orientação recebida do Conselho Estadual foi de que uma nova data para continuidade da conferência deveria ser convocada pela própria secretária, sem possibilidade de cancelamento unilateral.
Os organizadores criticaram a forma como a situação foi conduzida. Segundo eles, havia usuários do SUS, mães com crianças, pessoas com deficiência e comorbidades, como diabetes, que permaneceram até tarde para contribuir com as discussões. Afirmam ainda que a secretária teria agido de forma autoritária, priorizando os interesses dos gestores e não o coletivo, e que não houve diálogo com a comissão para sugerir uma alternativa, como a suspensão e retomada dos trabalhos em outro dia.
A Conferência Municipal de Saúde tem caráter deliberativo e define diretrizes para a formulação do plano de saúde do município pelos próximos quatro anos. Integrantes da comissão classificaram a atitude da gestora como “desrespeitosa” com o processo democrático e com os participantes. Na segunda-feira, 30 de junho, os trabalhos foram retomados. Segundo presentes, a secretária alegou que todas as deliberações feitas após o horário citado seriam “ilegais”, embora a própria plenária tenha votado pela validade dos encaminhamentos feitos após esse período. A insistência da gestora em afirmar que tudo o que foi deliberado após o horário previsto estaria fora da legalidade provocou revolta entre os presentes. O clima esquentou, e houve bate-boca e xingamentos por parte de alguns usuários do sistema de saúde.
“Foi muito feio o que aconteceu. Teve agressão verbal de todos os lados. Foi uma total falta de respeito”, relatou um participante. Segundo ela, embora houvesse razão para discutir o excesso de tempo da reunião, a forma como a gestora agiu foi considerada autoritária e desrespeitosa. A Prefeitura ainda não se manifestou oficialmente sobre o ocorrido.

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A Prefeitura de Ribeirão das Neves informou, por meio de comunicado oficial, que o número 192, utilizado para acionar o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), está temporariamente indisponível.

Apesar da instabilidade, o serviço segue funcionando normalmente, com equipes prontas para atender casos de urgência e emergência, conforme orientação do Sistema Único de Saúde (SUS).

Durante esse período, os atendimentos podem ser solicitados por meio de números alternativos de celular. Confira abaixo:

- (31) 98221-0214
- (31) 98221-0237
- (31) 98221-2782
- (31) 98221-2802
- (31) 98221-0260
- (31) 98221-2840

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O atleta brasileiro Alisson Ferreira embarcou rumo à Alemanha em busca do bicampeonato mundial no slackline. A edição de 2025 do campeonato será realizada em duas etapas, reunindo competidores de quatro continentes.

A primeira etapa acontece nos dias 4 e 5 de julho, na cidade de Stuttgart. Já a segunda e decisiva etapa será realizada no dia 6 de julho, em Munique (Munich). A competição reúne os principais nomes da modalidade e promete alto nível técnico nas disputas.

Alisson, que já conquistou o título em uma edição anterior, retorna à Europa com foco total na conquista do segundo título mundial. A participação do atleta representa não apenas uma trajetória pessoal de superação e excelência, mas também o destaque do esporte nacional no cenário internacional.

A expectativa é de grandes performances e bons resultados para o Brasil nas pistas alemãs e já estamos na torcida.

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Estão abertas as inscrições para o Geração Esporte, iniciativa voltada para crianças e adolescentes com idade entre 6 e 17 anos, residentes em Ribeirão das Neves. O programa oferece atividades esportivas e educacionais no contraturno escolar, com o objetivo de promover o desenvolvimento físico, social e educacional dos participantes.

As modalidades esportivas disponíveis são futsal, vôlei, basquete e handebol, organizadas de acordo com a faixa etária dos inscritos.

As inscrições devem ser realizadas presencialmente na Secretaria Municipal de Esporte e Cultura, localizada na Rua Ari Teixeira da Costa, nº 1100, bairro Savassi.

A ação busca incentivar hábitos saudáveis, fortalecer vínculos comunitários e ampliar o acesso ao esporte como ferramenta de inclusão social e formação cidadã.

Mais informações podem ser obtidas diretamente na secretaria.

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A Defensoria Pública de Minas Gerais (DPMG) e o Ministério Público (MPMG) acionaram a Justiça para que o Governo do Estado volte a oferecer transporte escolar regular aos estudantes da rede estadual de ensino fundamental e médio em Ribeirão das Neves/MG.
As Instituições ajuizaram, nesta sexta-feira (6/6), pedidos de cumprimento de duas sentenças proferidas em ações civis públicas propostas em 2018 pelo Ministério Público, e que resultaram na condenação do Estado a cumprir a obrigação de fornecer transporte gratuito a essas crianças e adolescentes, de modo a assegurar o acesso à educação.
Embora as ACPs ainda não tenham sido julgadas em definitivo, os recursos interpostos pelo Estado não foram aceitos pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que confirmou o dever de fornecimento de transporte escolar gratuito e regular à generalidade dos alunos da rede pública estadual, tanto do ensino fundamental, quanto do ensino médio.

O Estado vinha cumprindo a ordem judicial, ofertando o serviço por meio de um convênio firmado com o Município de Ribeirão das Neves/MG. Ocorre que o convênio se encerrou no final de 2024 e o Estado interrompeu o repasse das verbas. Mesmo tendo sido provocado pela Secretaria Municipal de Educação, o órgão estadual não renovou a parceria, o que levou à interrupção do transporte desses estudantes ao longo do ano letivo de 2025.
A interrupção tem prejudicado inúmeros alunos que residem na zona rural e em áreas urbanas distantes das instituições de ensino, gerando graves danos à educação de crianças e adolescentes, apesar da absoluta prioridade que lhes é garantida pela Constituição Federal para o acesso a direitos fundamentais.

A situação fez com que, somente nesses primeiros meses do ano letivo de 2025, a Defensoria Pública de Minas Gerais atendesse inúmeras famílias, propondo, então, ao menos 17 cumprimentos individuais da sentença coletiva, o que demonstra a proliferação de casos e a extensão dos danos.
Conforme apontam a Defensoria Pública e o Ministério Público, o Estado tem se valido de uma decisão proferida em outra ação, com objeto distinto (restrito ao transporte escolar adaptado), para negar a oferta de transporte escolar regular às crianças e adolescentes, com prejuízos recaindo sobretudo aos estudantes com deficiência ou mobilidade reduzida, o que prejudica não só a educação, mas também o direito à inclusão social.
Nos pedidos de cumprimento das sentenças, a DPMG e MPMG sustentam que mesmo que as ACPs aguardem julgamento definitivo, os recursos interpostos pelo Estado aos Tribunais Superiores não possuem efeitos suspensivos, de modo que a obrigação deve ser imediatamente cumprida.
Dessa forma, a Defensoria Pública mineira e o Ministério Público estadual pleiteiam que o Estado retome o fornecimento do transporte no prazo de dez dias, sob pena de multa.

Segundo pontuam conjuntamente as instituições do sistema de Justiça, há especial urgência no caso, tendo em vista “se tratar de hipótese em que os efeitos do decurso do tempo são deletérios para crianças e adolescentes, uma vez que o ano letivo vem transcorrendo sem que estes tenham acesso ao ambiente escolar e ao seu direito à educação como um todo, com francos prejuízos ao seu pleno desenvolvimento”.
Pela DPMG assinam os pedidos o coordenador estratégico de Tutela Coletiva, Paulo César Azevedo de Almeida; a coordenadora estratégica de Promoção e Defesa dos Direitos das Crianças e Adolescentes, Daniele Bellettato Nesrala; e a defensora pública da Criança e Adolescente de Ribeirão das Neves, Juliana Nunes Telesforo. O promotor de Justiça Lucas Marques Trindade assina pelo MPMG.

 

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Há 12 investigações de suspeita de gripe aviária em andamento no País, segundo a atualização mais recente da plataforma de Síndrome Respiratória e Nervosa das Aves, do Ministério da Agricultura e Pecuária. Os dados foram publicados às 19h de ontem (1). As investigações estão em andamento com coleta de amostra e sem resultado laboratorial conclusivo.
O caso de Ribeirão das Neves em investigação em aves de subsistência.
As investigações são corriqueiras no sistema de defesa agropecuária nacional, já que a notificação é obrigatória. A influenza aviária de alta patogenicidade (vírus H5N1) é uma doença de notificação obrigatória imediata aos órgãos oficiais de defesa sanitária animal do País. Produtores rurais, técnicos, proprietários, prestadores de serviço, pesquisadores e demais envolvidos com a criação de animais devem notificar imediatamente os casos suspeitos da doença ao Serviço Veterinário Oficial (SVO). O Brasil já realizou mais de 2.500 investigações de suspeitas de gripe aviária desde maio de 2023, quando houve a primeira ocorrência em ave silvestre, segundo o Ministério da Agricultura.

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Ribeirão das Neves e toda a Região Metropolitana de Belo Horizonte devem estar atentas a um importante desenvolvimento na saúde pública. Nesta terça-feira (27), foi confirmado um foco de gripe aviária (Influenza Aviária de Alta Patogenicidade - IAAP) em Mateus Leme. A identificação ocorreu em três aves ornamentais — um cisne negro e dois gansos — em um sítio local, após suspeitas surgirem em 16 de maio com a morte dos animais e exames laboratoriais.
Em resposta à confirmação, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, decretou estado de emergência sanitária em edição especial do Diário Oficial, com validade de 180 dias. Este decreto estabelece que medidas de monitoramento, ações preventivas e análise de riscos da IAAP serão realizadas em cooperação entre os setores privado e público, seguindo os princípios e diretrizes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e protocolos sanitários vigentes.
As autoridades sanitárias enfatizam que não há qualquer risco no consumo de carne de frango ou ovos, desde que esses alimentos sejam devidamente cozidos. O vice-governador Mateus Simões reforçou que todas as providências e recursos estão à disposição das autoridades sanitárias, e que o contágio atual se deu pela passagem de aves migratórias.
A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) reafirma que o preparo correto é o principal fator de segurança alimentar. A entidade orienta a população a cozinhar completamente carnes e ovos, evitar o consumo de alimentos crus ou mal cozidos, e higienizar mãos e utensílios após o preparo. Com base em evidências científicas e recomendações sanitárias, a ABPA assegura que o consumo de carne de frango e ovos no Brasil "é, sempre foi e permanecerá seguro".
O prefeito de Mateus Leme, Renílton Coelho, informou que o vírus foi identificado no cisne negro e em dois gansos. O Executivo municipal está monitorando, por dez dias, os humanos que vivem no sítio e que podem ter tido contato com os animais infectados, para observar a manifestação de sintomas. Coelho tranquilizou a população, afirmando que "não existe risco comunitário" e que não há risco para as granjas do município ou impactos econômicos significativos para a cidade, visto que a avicultura não é uma atividade de grande relevância econômica local.
O governo estadual informou que este caso se trata de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP), diferente de um registro anterior em 2023, que foi de Influenza Aviária de Baixa Patogenicidade (H9N2) em um pato de vida livre. As medidas em curso integram o Plano de Contingência da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP), estabelecido entre União, Estados e setor produtivo em 2022.
Até o momento, a produção avícola do estado não foi comprometida. As ações de monitoramento e prevenção incluem medidas de biosseguridade em granjas comerciais, políticas de educação sanitária, vigilância em propriedades de risco, cadastro e vistoria em criatórios de subsistência, além de ações sanitárias em eventuais áreas de foco da doença. A transmissão das aves para os humanos é rara, mas pode ocorrer em pessoas expostas a uma grande carga viral ou com baixa imunidade, e a doença não é transmitida por alimentos bem cozidos.
A gripe aviária voltou ao foco no Brasil nas últimas semanas, com a confirmação de casos em granjas comerciais no Rio Grande do Sul, o que levou a embargos comerciais de mais de 60 países, incluindo China e membros da União Europeia, que suspenderam as exportações brasileiras de carne de frango. O Brasil é o maior exportador mundial de carne de frango, com a China sendo o principal destino.
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) finalizou a desinfecção da granja comercial de Montenegro, no Rio Grande do Sul, onde o primeiro foco foi identificado. Após esse processo, o país poderá ser declarado livre da gripe aviária em 28 dias, caso não surjam novos focos da doença. Um estudo da Fundação João Pinheiro (FJP) projetou que Minas Gerais pode perder quase R$ 1 bilhão em receitas com a queda nas exportações de carne de frango, considerando um cenário de um ano e sem incluir o caso recém-confirmado em Mateus Leme.
Apesar dos desafios e do cenário nacional, as autoridades em Minas Gerais estão agindo para conter a situação e garantir a segurança e a saúde da população.

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Ribeirão das Neves está utilizando uma nova ferramenta tecnológica no combate à dengue: drones. A Secretaria Municipal de Saúde da cidade, implementou o uso desses equipamentos para mapear áreas de risco e identificar possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.

A iniciativa visa cobrir 2.775 hectares do perímetro urbano de Ribeirão das Neves, com sobrevoos que serão realizados mensalmente ou quinzenalmente, conforme a necessidade de monitoramento. A grande vantagem do uso de drones é a capacidade de localizar focos em locais de difícil acesso, como telhados de imóveis e terrenos baldios, onde a inspeção humana seria mais complicada ou perigosa.

O processo funciona da seguinte forma: primeiro, o mapeamento aéreo é realizado para identificar pontos com potencial de água parada nas propriedades. Em seguida, agentes de saúde visitam os locais identificados e, com a colaboração dos moradores, trabalham na eliminação dos criadouros. Durante essas visitas, as equipes também aproveitam para orientar a população sobre as medidas preventivas que podem ser adotadas para evitar a proliferação do mosquito.

A expectativa é que o uso de drones otimize o trabalho de campo, tornando a fiscalização mais eficiente e contribuindo para a redução dos casos de dengue no município.

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