Procurar ajuda médica imediata contribui para diagnóstico e tratamento eficaz da doença
Procurar ajuda médica imediata contribui para diagnóstico e tratamento eficaz da doença


A Prefeitura de Ribeirão das Neves realiza, nesta quarta-feira (04) um mutirão de limpeza,
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Quem nunca se vacinou ou foi imunizado há mais de dez anos contra febre amarela, mora em Minas Gerais ou pretende viajar para campings, hotel fazenda, sítios, ou área rural de Minas ou outros estados da região Centro Oeste ou Norte do Brasil, deve procurar a unidade de saúde mais próxima de casa para receber uma dose da vacina e ficar protegido contra a doença.
Embora a febre amarela urbana não seja transmitida no país desde 1942, ainda ocorre a contaminação no ambiente silvestre. Nesses locais, a transmissão envolve primatas não humanos (PNH) e vetores silvestres da doença. Por isso é fundamental que todos se vacinem já que essa é a única maneira de evitar a doença.
Em 2008 foram confirmados quatro casos de febre amarela silvestre, sendo que três eram importados de Goiás e um caso autóctone em pessoa residente do município de Unaí (Noroeste do Estado). Em relação a casos em PNH (micos e macacos), foram confirmados sete casos em João Pinheiro, Arinos, Paracatu, Brasilândia de Minas, Natalândia, Unaí e Lagamar.
Vacina
A vacina é indicada para crianças a partir dos 9 meses de idade, com um reforço a cada 10 anos. Em áreas onde está ocorrendo a circulação do vírus, a vacina pode ser administrada a partir dos 6 meses de idade.
Estudos realizados demonstram que mais de 90% dos vacinados apresentam anticorpos no 10º dia após a vacinação e com uma validade de proteção de 10 anos. Existem alguns casos em que a vacina contra a febre amarela não é indicada, como crianças com menos de seis meses de idade e pessoas com alergia grave a ovo de galinha e seus derivados. Mulheres grávidas, em qualquer fase da gestação, devem ter sua situação analisada por um médico para cada caso na vigência de surtos.
A doença
A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, de curta duração (no máximo 10 dias) e de gravidade variável. A pessoa pode sentir febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômito, dores no corpo, icterícia (a pele e os olhos ficam amarelos) e hemorragias (de gengivas, nariz, estômago, intestino e urina). A transmissão da enfermidade não é feita diretamente de uma pessoa para outra. Para isso, é necessário que o mosquito pique uma pessoa infectada e, após o vírus ter se multiplicado (nove a 12 dias), pique um indivíduo que ainda não teve a doença e não tenha sido vacinado.
A única forma de evitar a febre amarela é a vacinação. A vacina é gratuita e está disponível nos postos de saúde em qualquer época do ano. É administrada em dose única a partir dos 9 meses de idade com reforço a cada 10 anos durante toda a vida, que residam ou irão viajar para área onde é recomendada a vacinação contra febre amarela.
Agência Minas
O prefeito Walace Ventura participou, nesta terça-feira (3), de um encontro entre prefeitos de várias cidades da Região Metropolitana de Belo Horizonte para discutir, entre outros assuntos, ações coletivas no combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue.
O fato que motivou a reunião foi o aumento de cerca de 20% do número de casos confirmados da doença em apenas uma semana. Segundo Marcelo Teixeira, secretário de saúde da capital, o número ainda pode aumentar com a volta da população que estava passando férias em outros estados, fato que contribui para a proliferação da dengue.
A Prefeitura de Belo Horizonte solicitou junto ao Ministério da Saúde e à Secretária de Estado da Saúde uma verba adicional de R$10 milhões a serem distribuídos entre municípios da RMBH para ser empregada em ações de melhoria em infraestrutura e conscientização da população. Durante a reunião, foi apresentado aos participantes um plano de intensificação ao combate à dengue na grande BH e, posteriormente, haverá assinatura de proposta conjunto.
Uma das áreas com maior número de casos da capital é a Região Norte, onde já houve 24 casos confirmados da doença, um deles considerado grave. Como Ribeirão das Neves faz divisa com essa parte da capital, Walace Ventura (PSB) disse que as ações no município, que tem índice de infestação de 2,9, provocam melhoria. “Se compararmos com janeiro de 2008, quando tínhamos 5,1, houve uma queda, o que demonstra que as ações foram pertinentes”, disse.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) estabeleceu o último domingo do mês de janeiro como o Dia Mundial de Combate à Hanseníase. A data é uma oportunidade para que a população saiba mais sobre a doença e estão previstas ações em vários municípios mineiros. Em Ribeirão das Neves, intervenções teatrais durante todo o mês de janeiro, em unidades de saúde do município, vêm apresentando peças que ensinam a evitar e a lidar com a hanseníase. A equipe utiliza a metodologia do Teatro do Oprimido, na qual um problema real é apresentado como espetáculo teatral. A pretensão é abordar a doença de uma forma lúdica, contribuindo para combater o preconceito e informar a população sobre o assunto.
Os usuários assistem à peça enquanto aguardam atendimento. No desenrolar da trama, são convidados a realizar uma intervenção a fim de tentar solucionar os problemas dos personagens. Em seguida, através da improvisação, o público ajuda a apresentar alternativas que modificam o rumo dos acontecimentos e transforma a realidade do personagem.
A doença
A Hanseníase é uma doença infecciosa, causada pela bactéria Mycobacterium leprae. De evolução crônica, ela afeta a pele e os nervos periféricos, em especial os dos braços e das pernas. Se tratada precocemente e de forma adequada, ela tem cura e não deixa seqüelas.
A doença aparece no panorama nacional como um importante problema de saúde pública. Por isso, exige medidas de controle que devem ser compartilhadas por todos os profissionais de saúde em todos os níveis de atenção. Para isto, é importante o reconhecimento dos sinais e sintomas iniciais, para um diagnóstico precoce e tratamento adequado, visando principalmente a eliminação de fontes de contagio e prevenção de incapacidades que são, na grande maioria das vezes, evitáveis. O contágio pela hanseníase se dá por meio do convívio íntimo e prolongado com os portadores da forma contagiosa da doença, sem tratamento. O período de incubação da doença é de três a sete anos.
Os primeiros sintomas são: manchas brancas e vermelhas, com alteração de sensibilidade ou dormentes, e que podem surgir em qualquer parte do corpo. Os casos de diagnóstico tardio podem, além das manchas, apresentar acometimento de nervos periféricos e, portanto, tem um risco maior de apresentar incapacidades e deformidades nos olhos, mãos e pés.
O diagnóstico precoce, além de diminuir o tempo de tratamento, reduz o risco de contágio e o desenvolvimento de incapacidades e deformidades. O tratamento e feito em ambulatórios, com medicamentos orais, e dura de seis a 12 meses. Não há necessidade de isolamento dos pacientes. Os medicamentos são distribuídos gratuitamente nos Centros de Saúde e pelo Programa Saúde da Família.
Para os pacientes com deformidade instalada há necessidade de atendimento de reabilitação de média e alta complexidade. Nesses casos a Secretaria de Saúde tem utilizado a rede de reabilitação física existente no Estado, numa ação conjunta da Coordenadoria de Dermatologia Sanitária, da Coordenadoria de Atenção à Pessoa Portadora de Deficiência e a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais.
Agência Minas
O serviço de Transporte sanitário do município de Ribeirão das Neves realiza em média 900 atendimentos por mês. O serviço atende pacientes encaminhados pelas unidades do Programa de saúde da Família (PSFs), pelas Unidades Básicas de Referência (UBRs) além de atender, também, as outras unidades de saúde da cidade e outros serviços previamente agendados. São atendidos pacientes impossibilitados de se locomover, como os que utilizam oxigênio, os acamados, pacientes que precisam fazer radioterapia, quimioterapia, hemodiálise, fisioterapia, realização de curativos e atendimento à gestante de alto risco.
Vale lembrar que é sempre feita uma triagem e que a solicitação deve partir dos serviços de saúde do Município. É extremamente importante entender a real importância e o papel do Transporte Sanitário já que é comum as pessoas confundirem o transporte sanitário com o transporte de urgência e emergência. "Não é a mesma coisa. Trabalhamos com transporte agendado e algumas urgências momentâneas dos serviços de saúde, como transferências para outros hospitais", enfatiza a Coordenadora de Transportes Sanitários da Prefeitura de Ribeirão das Neves,Cleonildes Costa. Em alguns casos, os atendimentos agendados podem sofrer atrasos, pois, é dada prioridade para os casos de transferência dos pacientes, e no retorno são priorizados os casos mais graves.
É aconselhável que ao sair de casa o paciente leve água, alimentos, agasalhos, fraldas se necessário e a medicação do paciente, pois podem ocorrer atrasos, devido a grande procura.
Estrutura
O Transporte Sanitário conta com um almoxarifado, uma sala de telefone, uma sala de descanso e uma sala para a coordenação. São 13 equipes que trabalham 24 horas em plantões de 12 horas por 36, composta de um motorista e um técnico em enfermagem, além de uma coordenadora, duas enfermeiras assistenciais e acadêmicos de enfermagem.
Já está em fase final, e deve ser implantado no próximo ano o projeto da secretaria de Saúde para a implantação do SAMU no Município, com recursos do Ministério da Saúde.
Prefeitura Municipal de Ribeirão das Neves
O setor de zoonoses da Gerência Regional de Saúde de Belo Horizonte (GRS/BH) reuniu nessa segunda-feira (19), no auditório da Rede Frio da Secretaria de Estado de Saúde (SES), em Belo Horizonte, representantes de 21 municípios considerados prioritários no combate à dengue. Os assuntos tratados foram a apresentação do 1º Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes Aegypti (LIRAa) e também a mudança do inseticida que atualmente é utilizado no controle da dengue.
A consultora do Ministério da Saúde no programa de Controle Nacional da Dengue, e que hoje atua na Gerência de Vigilância Ambiental da SES, Jussara Versiani, falou aos coordenadores e supervisores de zoonoses sobre a necessidade de todos continuarem a trabalhar para que epidemias como a do ano de 2008 possam ser evitadas.
Até o ano passado, nove municípios da GRS/BH eram prioritários no combate à dengue mas, neste ano de 2009, esse número subiu para 21 após uma análise feita pelas equipes de zoonoses dos municípios com acompanhamento da GRS/BH. Os 21 municípios estudados e analisados fazem parte de uma área limítrofe e, por isso, precisam de maior atenção no combate à dengue neste momento, além do trabalho de mobilização da população.
LIRAa
O objetivo deste levantamento é identificar, nos municípios, áreas que apresentam maior risco de formação de criadouros do mosquito e, a partir daí, estratégias de controle e prevenção da dengue poderão ser adotadas. Jussara Versiani fez a apresentação da análise dos resultados a partir dos dados apresentados pelos nove municípios (Belo Horizonte, Contagem, Betim, Ibirité, Ribeirão das Neves, Santa Luzia, Pedro Leopoldo, Sabará e Vespasiano) que realizaram o LIRAa. Após a apresentação os representantes dos municípios debateram estratégias de atuação.
A mudança do inseticida utilizado para combater o Aedes Aegypti também foi assunto da reunião. Jussara Versiani explicou que “o Ministério da Saúde já está realizando um trabalho de monitoramento deste novo inseticida há alguns meses e somente após a comprovação de sua eficácia é que resolveu trocá-lo. "Acreditamos que este novo produto poderá trazer um maior avanço e eficácia do combate ao mosquito”, afirmou.
Em Minas Gerais, inicialmente, apenas 31 municípios irão trocar de inseticida e desse total 21 deles são municípios sob jurisdição da GRS/BH: Belo Horizonte, Betim, Brumadinho, Confins, Contagem, Esmeraldas, Ibirité, Pedro Leopoldo, Igarapé, Juatuba, Lagoa Santa, Mário Campos, Mateus leme, Nova Lima, Ribeirão das Neves, Santa Luzia ,São Joaquim de Bicas, São José da Lapa, Sarzedo, Sabará e Vespasiano.
Agência Minas


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