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Segurança

A decisão do governo Romeu Zema (Novo), que proibiu a entrada de cigarros nos 171 presídios do estado, tem gerado tensão e preocupação entre familiares de detentos. Segundo relatos, a medida, que entrou em vigor em julho, tem levado a um aumento da violência, problemas de saúde e dificuldades para os presos em lidar com a abstinência.
Maria (nome fictício dado pelo jornal Estado de Minas), esposa de um detento no presídio Dutra Ladeira, em Ribeirão das Neves, conta que seu marido, fumante desde a adolescência, está sofrendo com insônia, ansiedade e irritabilidade desde a proibição. "Ele está irreconhecível", afirma. A situação se agrava com a falta de tratamento adequado para a cessação do tabagismo dentro das unidades prisionais.
A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MG) afirma acompanhar a situação e oferecer apoio aos detentos, mas familiares e defensores públicos questionam a efetividade dessas medidas. A falta de medicamentos para o tratamento da dependência química e a ausência de profissionais especializados em saúde mental nas unidades prisionais agravam a situação.
No memorando que proibiu os cigarros, a Sejusp argumentou que a proibição visa garantir a saúde e o "atendimento humanizado" ao preso, garantindo "um ambiente livre das toxinas contidas nos cigarros".
Era comum também que o cigarro fosse usado como moeda de troca entre os presos.
Porém, a proibição do cigarro também tem contribuído para o aumento da violência dentro dos presídios. Detentos relatam brigas e agressões causadas pela frustração e pela dificuldade em lidar com a abstinência.
Além disso, a falta de cigarros tem levado alguns detentos a buscar alternativas perigosas, como fumar papel ou espuma de colchão, usando a fiação elétrica para acendê-los, já que os isqueiros também estão proibidos, o que aumenta o risco de incêndios e outras ocorrências.

A Defensoria Pública de Minas Gerais ingressou com uma ação pedindo a suspensão da proibição do cigarro, argumentando que a medida foi implementada de forma abrupta e sem um planejamento adequado para lidar com as consequências. A falta de um diagnóstico da realidade de cada estabelecimento carcerário e a ausência de equipes de saúde especializadas para o tratamento do tabagismo foram apontadas como falhas na implementação da medida.
A juíza Bárbara Nardy, da vara de execução penal de Ribeirão das Neves, também questionou a falta de preparo da Secretaria de Saúde da cidade para atender à demanda dos detentos. A pasta informou que não havia recursos para oferecer tratamento para a cessação do tabagismo aos presos.
A psicóloga penal Sidnelly Almeida, que atua no presídio José Maria Alkmin, avalia que a proibição do cigarro aumentou a tensão nas cadeias e piorou a saúde mental dos detentos. Segundo ela, o cigarro é utilizado por muitos presos como uma forma de aliviar a ansiedade e o estresse, e a sua ausência agrava problemas já existentes.
Questionada, a Sejusp-MG não respondeu sobre a quantidade de cigarros apreendidos nos presídios do estado desde o veto nem sobre qual é o recurso empenhado em pessoal e equipamentos para o tratamento do tabagismo.

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A Prefeitura de Ribeirão das Neves fez um comunicado ontem, 14 de outubro sobre a visita de funcionários falsos nas residências das pessoas, confira a nota completa:
"Usuários dos serviços do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) devem ficar atentos.
A prefeitura de Ribeirão das Neves, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania, alerta que equipes dos CRAS/Cadastro Único não realizam visitas noturnas. Além disso, orienta que nenhum dado bancário de usuário do Bolsa Família ou cartões de benefício deve ser fornecido.
Caso o morador receba a visita de qualquer servidor, a orientação é solicitar a identificação do funcionário por meio de crachá da prefeitura."

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Com o grupo, os policiais apreenderam dois socos-ingleses e um canivete; tumulto ocorreu em Sete Lagoas

Um tumulto generalizado provocado por integrantes de uma torcida organizada do Cruzeiro terminou com 58 pessoas levadas para a delegacia no último domingo (29), em Sete Lagoas, região central de Minas Gerais. Com o grupo, os policiais apreenderam dois socos-ingleses e um canivete.
A confusão ocorreu horas antes do jogo contra o Vasco, no Mineirão. Além de promover tumulto no centro da cidade, segundo a Polícia Militar (PM), o grupo destruiu o carro de um torcedor do Atlético, que estaria vestido com a camisa de uma torcida organizada alvinegra.

Conforme a PM, os militares foram acionados às 14h40 para uma rixa entre integrantes de uma torcida organizada. Essas pessoas, que, além de Sete Lagoas, são de cidades da região metropolitana, como Ribeirão das Neves, Vespasiano e Santa Luzia, disseram pertencer à torcida “Bonde da MG10”.

O grupo foi abordado pela PM na saída da cidade e conduzido para a delegacia. Além das armas brancas, os policiais encontraram, com o grupo, porções de maconha e um pino de cocaína. Também foram apreendidas três motos.

Com informações do Jornal O Tempo

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Em um importante reforço para o combate à criminalidade na região, a 3ª Delegacia Regional de Polícia Civil em Ribeirão das Neves recebeu, nesta semana, três novas submetralhadoras. O armamento, adquirido por meio de emenda parlamentar estadual do Deputado Estadual Vitório Júnior e será utilizado pelas equipes da delegacia para garantir mais segurança à população.

A solenidade de entrega das armas foi marcada pela presença de autoridades policiais e representantes da comunidade. Durante o evento, foi ressaltada a importância desse investimento para o trabalho da Polícia Civil, que atua diariamente na prevenção e repressão de crimes.

Com as novas armas, a delegacia espera aumentar sua capacidade de resposta a ocorrências e fortalecer a segurança pública na região. As submetralhadoras são equipamentos modernos e eficientes, que auxiliam os policiais em suas operações.

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O Conselho Nacional dos Direitos Humanos classificou a penitenciária Dutra Ladeira em Ribeirão das Neves como degradante no cenário de atendimento à saúde dos detentos.
Os termos estão no relatório apresentado na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa.
O Conselho realizou visitas nas penitenciárias de Juiz de Fora, BH e Neves para verificar as condições.
Na penitenciária José Edson, em Juiz de Fora, haviam canetas de insulina sem refrigeração, bolsa de colostomia sem troca, cânula de traqueostomia limpa com caneta bic e medicamentos vencidos.
Segundo o Conselho, essas mesmas condições também se repetem na unidade penitenciária Dutra Ladeira, em Ribeirão das Neves.

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Na última sexta-feira (23) de agosto, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) , por meio do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Defesa dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes (CAODCA), firmou acordo com o Governo de Minas para ajustar o cronograma da meta de liquidar o déficit de vagas no Sistema Estadual de Atendimento Socioeducativo (Sinase), que é responsável por custodiar adolescentes que cometeram delitos e atos infracionais.
Três secretarias de estado estão envolvidas no acordo assinado: Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Planejamento e Gestão (Seplag) e Infraestrutura (Seinfra).
O acordo prorrogou alguns dos prazos que eram previstos no Plano Estadual de Atendimento Socioeducativo, aprovado em 2015, que institui a necessidade do planejamento decenal baseado em diagnósticos e metas traçados em diálogo com a sociedade civil organizada.
O termo determina que certas cidades, entre elas Ribeirão das Neves, precisarão ter novas Casas de Semiliberdade funcionando até dezembro de 2025.
A meta de zerar o déficit de vagas no sistema socioeducativo de adolescentes atende a necessidade do fim das superlotações, pela interiorização regionalizada de novas vagas e cumprimento das ordens judiciais em todas as regiões do estado.
O prazo final estipulado para alcançar o déficit zero, será ampliado em dois anos e há previsão de multa a ser definida pela Justiça, em caso de descumprimento do acordo.
Porém, se torna suspensa uma série de ações judiciais movidas pelo MPMG que obrigavam à abertura de vagas no sistema em diferentes regiões de Minas.

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