Há um ditado milenar que diz que, “a voz do povo é a vontade de Deus!”
Então foi feito a vontade de Deus, e através da voz do povo, o mandato para presidente da república para os próximos 4 anos, será reconduzido ao atual presidente.
Então não há o que contestar. O que temos a fazer independentemente de nossas convicções, é torcer para que o Brasil dê certo, prospere, e que o povo seja realmente contemplado com as promessas de campanha, e que o Brasil seja de fato o País das oportunidades, acessibilidades, da liberdade, da democracia, da igualdade, da transparência, da justiça, do trabalho de remuneração justa, da educação acessível e de qualidade, da saúde extensiva a todos de forma igualitária. Enfim; que sejamos um País próspero, desenvolvido, menos ilusionista e mais realista.
Há tempos temos vivido e convivido em um país dividido. Quando todos deveríamos unir forças para busca de um lugar melhor para se viver, as forças foram sendo aos poucos minadas, divididas, cada um puxando a corda para o lado oposto, e com isto, a harmonia das relações foi sendo substituída por desencontro de ideologias, e tribos foram surgindo, e as defesas deixaram de ser para o bem comum de todos, e passaram a ser por vias específicas e/ou por seguimentos ideológicos, gênero, sexo, etc.
Mas com toda certeza, daqui a quatro anos, por lógica, o cenário para a disputa pelo glamoroso cargo de presidente da república será totalmente diferente. Talvez na próxima eleição presidencial, consigamos enxergar além de 2 candidatos.
Não haverá mais este fanatismo ou pelo Lulismo ou pelo Bolsonarismo.
O Bolsonarismo com toda certeza foi demolido, estrangulado. Foi destruído pelo próprio modus vivendi.
Já o atual presidente, devido a idade já avançada, deverá dar fim à sua trajetória enquanto candidato a cargos eletivos, mas terminará seu ciclo, como o maior articulador político já existente no País desde de sua independência. Mesmo não tendo ganho todas as disputas, vem protagonizando e desmoronando a oposição desde sua primeira tentativa.
Sabe como ninguém, usar adequadamente as ferramentas que tem ao dispor, como também é mestre para fazer alianças onde, quando e com quem for necessário.
Se é um gestor bom ou ruim, deixo para avaliação de cada um, mas como articulador político, é o ultimo dos remanescentes. Como bem o disse o Barack Obhama, “ele é o CARA!” Neste pleito foi dada mais uma vez a lição! Ao contrário de contesta-lo, o mais prudente, é aprender com ele.
Digo, no sentido de fazer política.

