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Polícia Federal

  • Operação combate organização criminosa de tráfico de drogas suspeita de subornar policiais


    A Polícia Federal (PF) realizou nesta terça-feira (28) a Operação "Terceiro" em Ribeirão das Neves e em outras cidades de Minas Gerais. A ação teve o objetivo de desmantelar uma organização criminosa envolvida com o tráfico de drogas, precursores químicos e lavagem de dinheiro no estado.

    De acordo com a PF, além de Ribeirão das Neves, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em Belo Horizonte, Esmeraldas, Juiz de Fora, onde fica a base operacional do grupo.

    Ao todo, a Justiça expediu três mandados de prisão preventiva, um mandado de prisão temporária, 12 mandados de busca e apreensão, além de determinar o bloqueio de valores em 20 contas bancárias de investigados e envolvidos, o sequestro de um imóvel de alto padrão e o de diversos veículos envolvidos na lavagem de dinheiro.

    Segundo a corporação, a operação se iniciou com a descoberta de um esquema de corrupção no qual o alvo principal corrompeu uma equipe de policial que havia flagrado um dos laboratórios de processamento de drogas instalado em Ribeirão das Neves.

    "As investigações revelaram o pagamento de suborno de mais de meio milhão de reais para a soltura de um comparsa e a devolução da carga apreendida", explicou a PF em publicação.

    Também foi descoberto que a organização criminosa negociou produtos químicos suficientes para produção de duas toneladas de cocaína e o registro de movimentações patrimoniais e financeiras de cerca de R$ 19,3 milhões nos últimos 10 meses.

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  • Operação da Polícia Federal combate compra e venda de vagas em presídios de Minas Gerais


    A Polícia Federal (PF), com o apoio das polícias Civil, Militar, Penais Estadual e Federal, realizou, nesta quinta-feira (5), a Operação Panóptico para combater a compra e venda de vagas no sistema penitenciário de Minas Gerais.

    De acordo com a PF, as investigações tiveram como ponto de partida a apreensão de drogas com um detento na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem. Com ele, havia ainda um celular com mensagens e cópias de comprovantes bancários em favor da mulher de um policial penal, forte indício de participação de servidores da unidade prisional em suposto esquema de corrupção dentro do presídio.

    Ainda segundo a corporação, os servidores púbicos alvos da operação ocupam cargos de direção dentro do sistema prisional mineiro. As investigações, que começaram há cerca de um ano, mostraram a participação de advogados, detentos e familiares, servidores públicos do Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen-MG) e um ex-assessor de um ex-deputado estadual.

    Havia 23 mandados de prisão preventiva, 54 de busca e apreensão e cinco medidas cautelares de afastamento de função pública para serem cumpridos em diversas cidades mineiras, incluindo Ribeirão das Neves. Os autos tramitam em segredo de Justiça.

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  • Operação Lombada cumpre mandados de prisão contra o crime organizado em cidades mineiras


    Uma operação conjunta entre as polícias Federal, Civil e Rodoviária Federal cumprem mandados de prisão e busca e apreensão na manhã desta sexta-feira (4) contra o crime organizado na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).

    De acordo com a Polícia Federal (PF), são cumpridos sete mandados de prisão preventiva, dois de prisão temporária e 17 de busca e apreensão em Belo Horizonte, Ribeirão das Neves, Contagem, Ibirité, Itaúna e Timóteo.

    Por volta das 7h da manhã, policiais efetuaram apreensão de peças de carros e cumpriu mandados de busca e apreensão em uma agência de veículos na capital. Em Ribeirão das Neves, agentes das corporações estavam em uma oficina.

    A Operação Lombada investiga crimes como tráfico de armas, furto e roubo, adulteração de chassi de veículos para revenda de peças automotivas de reposição, como embreagens e amortecedores.

    A corporação informou que identificou três grupos criminosos após seis meses de investigação. Um era responsável pelo tráfico de armas, outro por furto e adulteração de chassi de veículos para revenda e o último por alteração de peças.

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  • Polícia Federal cumpre mandados contra fraudes no Auxílio Emergencial em Ribeirão das Neves


    A Polícia Federal (PF) cumpriu, na manhã desta terça-feira (11), mandados em Ribeirão das Neves durante a nova fase da Operação "Subitis Auxilium 2.0" para combater fraudes ao Auxílio Emergencial. A ação ocorre simultaneamente em outras 10 cidades mineiras.

    Em todo o estado, 60 policiais federais foram empenhados na operação, que conta com 14 mandados de busca e apreensão, 39 bloqueios de contas bancárias e 13 medidas cautelares diversas da prisão de responsáveis por empresas investigadas.

    De acordo com a PF, as medidas são parte de uma Estratégia Integrada de Atuação contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial (EIAFAE), com a participação do Ministério Público Federal (MPF), Ministério da Cidadania (MCid), Caixa, Receita Federal (RF), Controladoria-Geral da União (CGU) e Tribunal de Contas da União (TCU).

    O objetivo, segundo a PF, é identificar a ocorrência de fraudes e desarticular a atuação de crimes referentes ao pagamento irregular do auxílio, após terem sido analisados e confirmados pela Caixa.

     

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  • Polícia Federal prende família nevense que comandava fraude milionária contra servidores


    A Polícia Federal (PF) prendeu cinco pessoas nesta terça-feira (14) suspeitas de aplicar golpes contra servidores públicos em todo o país. Uma família de Ribeirão das Neves comandava a fraude que descontava valores mensais do contracheque e da conta bancária de cerca de três mil servidores federais

    De acordo com a PF, cinco associações "fantasmas" de representação dos trabalhadores foram criadas, e, somente uma delas teria desviado cerca de R$ 150 mil por mês. A fraude ocorreu na última década alcançando valores milionários que a família vinha investindo em obras.

    Ainda nesta terça-feira (14), a polícia tenta prender outros três suspeitos, totalizando oito mandados de prisão temporária.

    A investigação começou em outubro de 2016, após denúncia de servidores da Universidade Federal da Bahia, que perceberam descontos indevidos. Segundo a PF, os golpes começaram com servidores federais, mas atingiram também estaduais e municipais em todo o Brasil.

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  • Polícia Federal prende servidores e advogados suspeitos de esquema de corrupção em presídios na RMBH


    A Polícia Federal prendeu, na manhã desta quinta-feira (8), vários suspeitos de participação em um esquema de corrupção para beneficiar presos por meio do pagamento de propina a servidores públicos e advogados. Entre as vantagens que eram oferecidas aos detentos, estão a permissão para mudar de alas ou pavilhões com regime mais brando e o acesso a objetos ilícitos que chegavam às unidades por meio dos envolvidos na fraude.

    Ao todo, estão sendo cumpridos pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco), sob coordenação pela Polícia Federal, 29 mandados de prisão e 45 de busca e apreensão contra uma organização criminosa que se instalou em unidades prisionais de Minas Gerais. A operação ocorre em Ribeirão das Neves e mais 14 cidades do estado.

    Os alvos são investigados pelos crimes de participação em organização criminosa, corrupção ativa, corrupção passiva e concussão. As penas podem chegar a 20 anos de reclusão.

    Esquema

    De acordo com as investigações integradas entre as polícias Civil e Penal de Minas Gerais e o Departamento Penal Federal, presos de alta periculosidade eram transferidos indevidamente de unidades após pagamento, que era dividido entre os líderes da organização criminosa.

    Com o pagamento da propina, segundo a investigação, os detentos eram colocados em alas ou pavilhões com benefícios, como trabalho, a que não teriam direito pelas normas da execução penal. Os servidores públicos e advogados atuavam na negociação para a entrada de objetos ilícitos.

    A organização criminosa atuava há 1 ano e meio e, segundo o delegado da Polícia Federal, Alexsander Castro, só um servidor lucrou cerca de R$ 2 milhões neste período.

    Os investigadores conseguiram identificar crimes praticados pela organização criminosa, principalmente em duas unidades prisionais na Região Metropolitana de Belo Horizonte - o Complexo Penitenciário de Segurança Máxima Nelson Hungria, em Contagem, e a Penitenciária José Maria Alkimin, em Ribeirão das Neves.

     

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  • Polícia Federal prende suspeitos de fraudar abono salarial em Minas Gerais


    Nove pessoas foram presas em uma operação da Polícia Federal (PF) contra suspeitos de fraudar o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), por meio de saques indevidos do Programa de Integração Social (PIS). De acordo com PF, uma organização criminosa teria desviado R$ 27 milhões. Foram expedidos 11 mandados de prisão, mas duas pessoas não foram encontradas, e 33 de busca e apreensão.

    Segundo a corporação, os alvos foram indiciados e vão responder por estelionato qualificado contra órgão público, uso de documento falso e formação de quadrilha. A PF informou que 2,3 mil cartões usados pela quadrilha foram apreendidos nesta segunda-feira (1º) na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

    As ordens judiciais foram cumpridas nas cidades de Ribeirão das Neves, Belo Horizonte, Brumadinho, Contagem, Juatuba, Esmeraldas, Santa Luzia, Grão Mogol, Itacarambi e Corinto.

    De acordo com as investigações, que começaram já sete meses, mais de 100 empresas tiveram dados utilizados indevidamente, e os fraudadores declaravam ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), anualmente, milhares de pessoas que não trabalharam efetivamente nas empresas.

    A PF informou que os 28 mil vínculos de emprego foram declarados criminosamente nos últimos nove anos, acarretando na geração de um salário mínimo para cada um, e que cerca de 70% corresponderiam a pessoas falecidas.

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  • Polícia Federal realiza megaoperação contra fraudes no pagamento do Auxílio Emergencial


    A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira (18), operação para combater fraudes no pagamento do Auxílio Emergencial. Ao todo, foram expedidos 66 mandados de busca e apreensão em 39 cidades de Minas Gerais, incluindo Ribeirão das Neves.

    De acordo com a PF, a suspeita é que criminosos utilizavam recursos do auxílio emergencial de pessoas que não tinham solicitado a ajuda, e usavam os valores para o pagamento de boletos. A ação, que começou a partir de reclamações feitas na Caixa e o cruzamento de dados com o núcleo de inteligência da PF, tem objetivo de buscar provas da atuação de fraudadores..

    A Operação “Terceira Parcela” conta com a participação de mais de 200 policiais e é uma continuidade de outras duas operações deflagradas pela Polícia Federal no ano passado. No dia 10 de novembro a Operação “Primeira Parcela” ocorreu nos estados da Bahia, São Paulo e Tocantins. Foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e quatro pessoas foram presas.

    Além de Ribeirão das Neves, os policias cumprem mandados em Belo Horizonte e em várias cidades da Região Metropolitana, como Betim, Contagem, Lagoa Santa, Sabará e Nova Lima.

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  • Polícia Federal realiza operação de combate à corrupção no presídio José Martinho Drumond


    A Polícia Federal (PF) cumpriu, nesta terça-feira (22), 12 mandados de busca e apreensão e uma medida cautelar de afastamento de função pública contra sete investigados, dentre eles cinco servidores do Departamento Penitenciário de Minas Gerais. A força-tarefa, coordenada pela PF, foi integrada pelas polícias Civil, Militar, Penal estadual e Penal federal.

    De acordo com a corporação, os investigados utilizaram a estrutura da oficina mecânica do Presídio Inspetor José Martinho Drumond, em Ribeirão das Neves, e a mão de obra de detentos, que recebiam benefícios indevidos para fazer manutenção em veículos particulares dentro da penitenciária.

    Durante a operação, foram apreendidos documentos e equipamentos eletrônicos em casas, gabinetes e no presídio, que serão periciados. A apuração, que durou cerca de seis meses, descobriu supostos crimes de peculato e corrupção passiva/ativa por servidores públicos, detentos e familiares.

    A operação foi denominada "Catira", em referência à expressão que significa troca. Os autos tramitam em segredo de Justiça.

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