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A escola precisa cumprir o papel de escolarização, que nada mais é do que completar a educação devida pelos pais. Este papel inclui em socializar, oportunizar, promover às crianças, adolescentes, jovens e adultos, um universo de oportunidades existentes aonde o mais fundamental de tudo, é que cada um deles descubra seu caminho, a sua jornada, a jornada do herói.

Estou tendo a oportunidade de coordenar um projeto fantástico no formato da Secretaria de Educação do estado de Minas Gerais, através da E.E. José Bonifácio Nogueira, cuja a diretora, Helia Castro nos convidou para o desafio, e claro aceitei prontamente, pelo simples fato de envolver vidas, envolver sonhos, de poder ter diversas pessoas fazendo atividades, cujas ações evolui algo fundamental no ser humano, que podem ser o caráter, o sonho, a sociabilidade, o respeito mútuo, entre outras áreas cruciais no processo evolutivo das pessoas.

Nesta etapa do escola aberta, estamos trabalhando com diversas oficinas. Como podemos ver na foto acima. Este grupo estava participando da fanfarra, e serão preparados para eventos culturais da cidade, buscaremos uma parceria com a brigada dos bombeiros, com a banda da polícia militar, e com a secretaria municipal de cultura visando o carnaval do próximo ano para que eles possam participar de todos os eventos possíveis no calendário, tanto escolar como no da cidade.

Este grupo optou pelos esportes. É sabido de todos que os esportes e a educação andam de mãos dadas, quando se fala de socialização, inclusão, e desenvolvimento humano. Em todo Brasil e no mundo temos notícias de projetos que usam o esporte como ferramenta para a evolução das pessoas. Com a gente não é diferente, acreditamos que nossos alunos precisam se mexer, precisam está em atividades que os farão acreditar em si mesmos, que os levarão a próxima fase de desafios, pois temos uma sociedade altamente competitiva, um mercado de trabalho voraz, e é preciso desenvolver neles o espírito competitivo, o saber perder, o cair e o levantar, e então enfrentar de novo.

Temos vários parceiros nos apoiando, e muitos outros virão, como o pessoal do Treinamento Funcional, T O, de um grande amigo Tiago Neves, que se dispôs, sempre que possível, nos ajudar. Nesta atividade esportiva é ensinado ao aluno muita disciplina, força de vontade, gerando resistência, preparo físico, obediência tática, que são características que se leva pra vida toda. Desde já agradeço aos parceiros de agora e que virão.

Ofertamos oficina de violão, em que os alunos aprendem o básico deste instrumento complexo, mas muito gratificante e lindo. O melhor de tudo é ver ex-alunos participando como na foto a seguir, em que o Douglas Santos transmite um pouco do que aprendeu, e com certeza ganhando muito com a experiência de ensinar a outros, é a lei do compartilhamento, e já recebi mensagens de outros ex-alunos se oferecendo em ajudar. Isto nos enche de orgulho e de esperança no ser humano, isto nos faz ampliar algumas ações futuras.

Temos também oficina de arte desenho. É um momento para soltar a criatividade, a liberdade de expressão, e acima de tudo aprender mesmo algumas técnicas de desenho e de como a arte se expressa. Todos sabem de como se tem usado a terapia do colorir, sendo assim, trouxemos um pouco disto para este momento. O legal é ver gente de todas as idades participando destas ações.

Outra oficina que estamos tendo é de metodologia científica, que envolve diversas situações desde como se portar em uma entrevista, como elaborar um currículo, formatar um trabalho escolar, os desafios do mercado de trabalho, ela é bem ampla e muito útil para nossos alunos. O oficineiro Lincoln Ramos tem nos ajudado muito, e traz muita experiência nestas atividades.

É uma enorme satisfação ser agente desta transformação. Nosso maior pagamento é ver mais de 100 pessoas de toda comunidade sendo beneficiadas e satisfeitas. Acreditamos que enquanto eles estão conosco, estarão livres de áreas de riscos, das drogas, da criminalidade, da violência. Acreditamos que sementes estão sendo lançadas, sementes de esperança, de um futuro muito melhor para cada um de nós.

Agradeço mais uma vez a todos os envolvidos e te convido a nos visitar aos sábados de 12h às 18h, na rua José Bonifácio Nogueira, 181, bairro São Pedro, em Ribeirão das Neves.

 

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Após várias analises, observações e estudos, levantei nove desafios que todo professor terá em sala de aula e fora dela. Sabendo que este desafio não é apenas do professor, mas de gestores escolares, pais de alunos, alunos e claro de toda sociedade, e afeta todos nós, uma vez que a educação é o pilar principal de uma sociedade.

Neste primeiro artigo de uma série de nove artigos, que no final será tudo junto para transformar esta série em um e-book, vamos traçar um paralelo histórico da educação desde os jesuítas, Marquês de Pombal, Paulo freire, e o Enem. Pontuaremos também momentos em que a educação deixou de ser foco do nosso governo para cumprir sua vontade e alcançar seus anseios como governante. Esta série começa, então pela estrutura escolar.

A estrutura escolar que temos hoje, é sem dúvida um enorme desafio para que a educação alcance seus objetivos de formar cidadãos de forma consistente.

Participo do pacto nacional de fortalecimento do ensino médio, programa do governo na formação de professores e educação continuada, a fim de melhorar e capacitar os professores para a realidade que vivemos no século XXI.

A grande questão é que sofremos um mal muito maior do que apenas um momento na educação nacional. Sofremos por causa de raízes históricas que enfrentamos desde a colonização.

No material do governo que é utilizado, logo em seu primeiro caderno se inicia com esta afirmação: “O ensino médio talvez seja o mais problematizado na história da educação.” Cury, 1991 afirma que “o nó da relação social implícita no ensino escolar nacional”. Por ai fica claro que o desafio da estrutura escolar e do ensino público geral está ainda sem uma solução clara, e fará com que os alunos inseridos sofram as consequências e além de uma geração que se forma, neste momento de crise não contribuirá de forma efetiva com a nação, sociedade familiares e por si mesmos.

Abaixo segue um pequeno resumo cronológico da história da educação desde a colonização, e em cada etapa pontuamos o que, em nosso ponto de vista trouxe de herança para o que temos nos dias de hoje. Este resumo foi extraído do portal Educar para Crescer, com o título Beabá do Brasil dos Jesuítas até o Enem.

1500: Vera Cruz: O começo de Tudo

Ao chegar ao país os portugueses perceberam que eram os índios mais velhos que orientavam os mais novos, e os pajés eram responsáveis pelos valores culturais.

1549: Alfabetização pela fé

Os primeiros jesuítas chegam ao país em missão civilizatória, para converter os índios ao catolicismo, a alfabetização é feita em casa. É construída pequenas Tápias anexadas às aldeias que são as primeiras escolas. Crianças e jovens aprendem português e espanhol, além de profissões básicas e operações como contar, é utilizado teatro, o canto e outras atividades lúdicas para catequizar.

1564: O primeiro colégio para brancos

A educação na colônia segue, embora mais cara, afinal tinham que bancar remédios e roupas para os índios. Sem recursos, os jesuítas assumem a educação dos brancos também, determinação da coroa portuguesa. Neste mesmo ano é criado na Bahia o primeiro colégio, mais estruturados do que o dos índios, recebe órfãos português e filhos da elite colonial, um ou outro índio consegue estudar ali, mas depende do esforço. Após 11 anos de estudos, era preciso estudar a universidade além mar, pois não havia ensino superior na colônia.

Observa já aqui, a segregação feita através da educação, a elitização o que prejudica e muito o desenvolvimento do indivíduo como pessoa e como ser social.

1577: Padre Anchieta e os livros escritos à pena

Em carta enviada para a corte portuguesa, o jesuíta mais ilustre, padre Anchieta relata sua dura rotina na preparação das lições, uma a uma, escritas à pena, reclama das poucas horas de sono, e das dificuldades dos alunos também.

1599: Faltam Professores

A pedagogia dos jesuítas é consolidada. O método utilizado era o da repetição, memorização, provas periódicas. Ao aluno cabe anotar tudo o que professor falava em um caderno. A falta de professores era um grande problema, pois a maioria vinha de Portugal, e como as viagens eram a navio, muitos morriam pelo caminho, e muitos até fugiam, outros desapareciam, pois algumas tribos indígenas eram antropófagas.

1759: A expulsão dos Jesuítas

O Marquês de Pombal, que comanda Portugal de 1750 a 1777, compra várias brigas para fortalecer seu governo absolutista. A maior delas foi com a Companhia de Jesus. Só no Brasil são 670 membros comandando as principais instituições educacionais, e cuidando da educação de milhares de índios. Em 1759, Pombal expulsa os jesuítas do império afim de reduzir a influência do grupo. Fica bem claro que a preocupação com a educação por causa de interesses políticos e afim de manter o poder, fica sempre em segundo, terceiro ou quarto plano. Não é diferente ao longo da nossa história, e até os dias de hoje.

1760: O Estado é responsável pela Educação

Após a expulsão dos jesuítas, a educação brasileira é organizada pelo Estado pela primeira vez. Os professores, concursados, são pagos pelo governo, que determina a proibição dos livros jesuítas, e já cobra impostos e faz leis. Um novo método de ensino é criado e a imprensa régia imprime os livros didáticos. Nas escolas, estudam os filhos de fazendeiros, Senhores de engenhos, farmacêuticos, militares e outras autoridades, como filhos do capitão-mor e do cirurgião-mor.

O objetivo da formação não é o ingresso na universidade. Aliás, não há escolas de ensino superior no país. Do total de estudantes apenas ¼ continuam os estudos, indo estudar no exterior. Os demais dedicavam ao serviço público, agricultura e a igreja.

Quero ressaltar mais uma vez, que fica claro que uma vez a educação assumida pelo estado, a mesma fica sob o controle, e se adequa aos objetivos do governo e não à sua função principal.

1824: Meninas Educadas em casa

A maioria das mulheres é educada pela mãe ou pela ama e aprende a ler e a fazer atividades domésticas. Moças quase nunca escrevem pelas mesmas razoes que os índios, uma vez que a escrita dependia de lápis ou pena, e já a leitura era ensinada de forma oral.

1827: Uma revolução na Escola

A primeira Lei Geral de Ensino cria colégios nas vilas e cidades mais populosas do império e dá acesso às meninas na sala de aula.

Um novo método de ensino e difundido, o ensino mutuo, no qual o professor orienta os melhores alunos (monitores), que repassam o conhecimento aos outros.

A repetição e a memorização, usadas desde os jesuítas continua, e neste mesmo ano surge as primeiras faculdades de ensino superior de Direito em São Paulo e Olinda.

1837: Uma Escola para Imperador ver

O colégio Pedro II, Concebido para ser um modelo para todo o Brasil, é inaugurado no Rio de Janeiro. Os alunos só poderiam ser homens, os professores eram contratados e controlados pelo próprio Imperador. Depois de 6 anos os alunos ingressam no curso de medicina, direito e engenharia.

1874: Ordem e Progresso

Ideias do positivismo, do cientificismo e do movimento republicano circulam e influenciam a educação. Escolas laicas e particulares são criadas, além de colégios femininos e protestantes. Aos poucos a educação migra para iniciativa privada.

1883: Escolas técnicas

No auge do desenvolvimento da lavoura cafeeira, outras escolas são criadas. O Liceu de Artes e Ofícios, por exemplo, nasce na capital paulista, momento em que a cidade estava se urbanizando, e o objetivo era qualificar trabalhadores para indústria até então.

1889: República dos Normais

Com a proclamação da república, o governo reforma o ensino primário e complementar. É nesse período também que aumenta a presença feminina nos cursos de formação de professores, já que o magistério surge como alternativa ao casamento forçado e a ofícios de menor prestígio.

Observe que a carreira do professor aqui já deixa de ser uma opção pela vocação ou pela atratividade da função e ou salário. Se torna uma rota de fuga, e isso compromete o resultado final, e do objetivo principal de um professor.

1895: O primeiro Jardim

A escola normal de São Paulo, que devia ser modelo de inovações didáticas, ganha o primeiro jardim de infância público do país. Antes disso, as crianças ficam em casa até sete anos.

1920: O aluno é o centro das atenções

Neste ano, ganha força a discussão sobre a importância da educação para o desenvolvimento do Brasil. Este movimento coincide com o surgimento da Escola Nova, movimento para reinventar a escola a partir da de conhecimentos produzidos pela psicologia e pela biologia.

Neste ponto decide que o aluno deve ser o sujeito mais importante da escola, e o conhecimento precisa ser mais atrativo para o aluno e mais próximo à realidade do mesmo.

Isso soa de forma magnifica aos ouvidos de qualquer professor centrado na formação humana. Mas, mesmo assim era algo mais no campo das ideias do que prático mesmo, mas já era uma grande evolução para a época.

1932: Anísio Teixeira e a Escola Nova

Anísio Teixeira e outros pensadores assinaram o manifesto da Escola Nova, que defendia a universalização da escola pública, laica e gratuita além de mudanças nas práticas e saberes pedagógicos, como a valorização das experiências da criança.

Tal documento surge como uma convocação de Getulio Vargas, aos profissionais de ensino. Anísio Teixeira foi pioneiro na implantação de escolas de todos os níveis e defende que elas sejam responsáveis pela promoção de cidadania e saúde.

Até aquele momento tudo estava muito lindo, esta promoção também era certa e com boa intenção, porém ao longo da história transferiu uma responsabilidade da família para as escolas e chegou em um certo momento que a escola, os professores não puderam absorver a responsabilidade de educar e ensinar sem a ajuda da família.

Outro ponto que precisa ser observado, é que com uma ampliação tão grande o processo pode ter sido rápido de mais, e a formação do professor e sua carreira ficaram em segundo plano. E foi neste ponto que muito se perdeu na educação, mesmo sabendo que o desejo de universalizar a educação pública era o que a nação precisava.

1942: Escola de trabalhadores

O país precisava substituir as importações, então se iniciou a instalação de indústria de base e com a fabricação crescente, foi necessário investir na qualificação de mão de obra específica, mas o país não tinha. Diante disso Gustavo Capanema, então Ministro da Educação e Saúde reformulou a a educação brasileira mais uma vez, dentre estas reformas criou-se o Serviço Nacional de Aprendizagem industrial, SENAI, com o objetivo de formar os trabalhadores para nova demanda nacional, a indústria pesada.

Quero ressaltar aqui, que não discutimos a importância dessa reforma, mas mais uma vez o acesso a tal formação fica limitada, mesmo com o país tendo uma demanda tão grande de mão de obra qualificada o acesso fica restrito mais uma vez.

1962: Ler para Entender o Mundo

Até aqui a educação evoluiu, mas não o suficiente. Fica claro que a maioria dos adultos não eram alfabetizados. E foi neste período que criaram o maior programa de alfabetização de adultos até então. O objetivo era que uma maior parte da população participasse da vida política e social do país. Tais ideais foram disseminadas por Paulo Freire, que recebe o convite do governo para idealizar o modelo para alfabetização de jovens e adultos no país.

1971: O fim da História e da Geografia

Mais uma vez, por causa de interesses políticos, a educação sofre grandes perdas.

Os movimentos em defesa da escola pública e da ampliação da educação são violentamente reprimidos pela ditatura militar, Paulo Freire é exilado em 1964.

Neste período é criado o vestibular com o objetivo de restringir o acesso à universidade. É ampliado de quatro para oito anos a obrigatoriedade escolar, tal medida aumenta o número de docentes, porém achata os salários, e causa um grave problema no longo prazo. Aqui, mais uma vez não é pensado o impacto na educação, o professor se vê desvalorizado, e muitos bons profissionais migram para outras áreas por causa da desvalorização.

O fato mais drástico, do ponto de vista educacional, e com o objetivo de formar uma geração que não pensa, a ditatura militar retirou as disciplinas de história e geografia, consideradas reflexivas. Ambas foram retiradas do currículo e substituídas por estudos sociais e educação moral e cívica, cujo o conteúdo era extraído de cartilhas elaboradas pelos militares. E neste período foi criado também o MOBRAL afim de erradicar o analfabetismo no país.

Os frutos das sementes lançadas neste período, colhemos até hoje. Dentro de sala de aula temos uma geração que não pensa por si, com grandes dificuldades de reflexão e de formar própria opinião. Isso está estampando na sociedade, na mão de obra pouco qualificada que temos, nos desmandos políticos que são aceitados pela maioria, e quase nunca é feito nada. E isso faz com nossa nação seja conduzida como temos assistido ai nos noticiários todos os dias.

1996: LDB

É promulgada a nova Lei de Diretrizes e Bases. É editado os parâmetros curriculares e implanta a educação infantil e creches como início da educação base.

1998: O Enem

O exame nacional do ensino médio é criado para avaliar os conceitos aprendidos, junto com o SAEB e a Prova Brasil.

A grande questão aqui neste ponto, é que boa parte dos alunos não estão e não são preparados para tais provas. Uma vez que, apesar do currículo ser igual, a educação diverge muito entre os estados e muito mais entre os municípios.

Isto se explica de várias formas, entre elas a baixa qualidade e atratividade da carreira do professor, que atrai um grupo de profissionais não vocacionados, e não atrai professores de ponta, os quais em, em sua maioria migram para ensino privado, ou até mesmo setor privado.

2004: Universidade para Todos PROUNI

O governo vincula a concessão de bolsas em faculdades e universidades ao desempenho do Enem, o que populariza o exame. A grande crítica feita aqui é justamente que deveria ser uma educação universal não? Acesso garantido à universidade federal a todos, mas o número de vagas não é suficiente e o vestibular é a forma de selecionar os mais bem preparados para o curso superior.

2007: A exclusão continua

O governo brasileiro lança o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), que inclui um diagnóstico detalhado sobre ao ensino público. O resultado é que a exclusão da boa educação e de qualidade de ensino continua, e alcança, ainda, uma pequena parcela da população.

Nos dias de hoje, muito pouco mudou quanto a esta história que acabamos de resumir acima. Hoje em dia a estrutura escolar continua defasada. Os profissionais da educação não possuem uma carreira digna que os motive a se doar além do necessário. Uma boa maioria, arrisco dizer, que desistiu e que continua a lecionar por falta de opção de carreira. Uma outra parte estuda com objetivos e ingressar em outra carreira.

Ouvi um grande amigo dizer que a escola está ainda no século XIX, uma parte dos professores estão no século XX e a maioria dos alunos estão no século XXI, e não há pontes que ligam estes três agentes fundamental para a educação que sonhamos para nossos filhos, e para nossa sociedade.

Como professor fico sentido de poder fazer muito pouco para reverter esta história. Não pretendo sair da sala de aula, lá é meu lugar comum, espero que sonhos ali, sejam realizados e que formadores de opiniões sejam forjados pelas mãos dos educadores vocacionados a esta tarefa tão incrível que nos foi confiada.

Enfim, este é o primeiro desafio que o professor enfrentará em sala de aula e fora dela. Tem que lidar com uma herança complicada de idas e vindas da educação, além de enfrentar a falta de políticas que tratam a carreira do professor como uma carreira fundamental para nossa sociedade. Mesmo que digam que é a educação o caminho para a evolução, a carreira do professor ainda estará em segundo plano. Mas esta carreira é muito mais que carreira, é um chamado, uma vocação e tenho certeza que muitos não desistirão dela.

Cronologia foi tirada do site educarparacrescer.abril.com.br/historia-educacao

 

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Um tema importante que ainda assusta muita gente em nosso país e no mundo é o de finanças pessoais.

Uma boa parte da população ainda sofre com o descontrole financeiro, gastos exagerados, compra compulsiva e desnecessária. Com tal comportamento, muitos ficam no vermelho a maior parte do ano.

Além de ficarem no vermelho, ainda sofrem com pressões de credores, com financiamentos longos, e não desfrutam de programas familiares, e nem de uma vida social que chamamos de ideal para a saúde plena e a felicidade.

Vai algumas dicas simples para controlar melhor o que você ganha, e como fazer com o seu salário sobre, e ainda, que você possa investir parte dele.

Pontue as despesas fixas que, inevitavelmente você terá que pagar. Evite pagar o rotativo do cartão de crédito. Fuja do Cheque especial, pois os juros destes últimos dois nenhum investimento te daria.

Após fazer isso, verifique suas prestações de longo prazo. Caso alguma, supere 30% do seu ganho, renegocie, pois nenhuma prestação pode superar este valor. Defina 10% para emergência, 10% para lanches e lazer, e vá distribuindo o restante de acordo com suas necessidades.

Sabemos que não é tão simples, mas é necessário criar um modelo mental, e ser controlado financeiramente primeiro na cabeça e aos poucos vá colocando tudo na ponta do lápis.

Dica de Leitura: Uma mente Milionária.

Bom ano a todos.

 

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Existe uma guerra que todos precisam enfrentar e esta guerra não depende das outras pessoas e apenas de si mesmo.

Todos têm dentro de si um gigante. Gigante este, muitas vezes fora da razão, não respeita nada nem ninguém, e essa é sim a maior batalha da vida dos seres humanos.

Não adianta ficar esperando outras pessoas pelejar por você, ou até lhe ajudar é uma guerra particular consigo mesmo. Mesmo rodeado por amigos, família essa luta é somente sua.

Esta guerra consiste em enfrentar seus medos, anseios, a realizar seus sonhos, encarar as dificuldades, as diversas escolhas, a pressão em sua volta, e a escolher o caminho que lhe fará feliz. Encarar esse gigante que muitas vezes tenta te frear te faz procrastinar, tenta impor uma acomodação e lhe dizer que ainda é cedo é crucial para a sua felicidade.

Essa luta, essa guerra é sim de um homem só, você, você mesmo, cada passo que der cada escolha, cada momento lhe conduzirá ou não em direção ao seu objetivo final. Quem nunca olhou para traz e não percebeu que ainda não fez o que realmente deveria ter feito? Quantos não chegaram à velhice e disse que se pudesse faria tudo diferente? Quantas vezes as pessoas são levadas pelas decisões dos outros?

É hora de encarar o seu gigante, encarar a si mesmo e buscar a felicidade. Mais uma vez, a reflexão e a auto-avaliação se fazem necessário, habito esse que o mundo ocidental não dá tanto valor, mas é extremamente importante, pois nos leva o tempo todo a analisar onde estamos e onde queremos está, e se o curso da nossa nau está no caminho certo.

Enfim, todos devem se equipar das armas disponíveis, a confiança, o conhecimento, se conhecer bem, saber que o sonho de infância é possível, saber que depende estritamente de si mesmo, e fazer acontecer. Você pode, acredite sempre, pois o seu futuro está em suas mãos.

 

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A reflexão é muito importante. Rever a caminhada, avaliar o que foi feito, o que não foi feito, e o que poderia ter sido feito, mas não o foi é muito importante. Você protelou algumas tarefas?

É por isso que colocar os problemas no papel, priorizar e claro agir com velocidade e com recursos certos é fundamental.

É preciso fazer um mapeamento das obrigações, enumerar tarefas, priorizar e então verificar o numero de tarefas e obrigações que se consegue executar durante o dia. Não importa o numero de tarefas executadas, que seja uma ou dez, mas o importante é que se tenha êxito na execução.

É muito importante se conhecer estabelecendo assim, de acordo com sua energia e capacidade, um numero ideal de ações diárias para que não haja frustação e a procrastinação mine suas forças e sua produtividade.

A frustação é um dos maiores vilões da baixa produtividade de pessoas, empresas, setores públicos. E é por isso que somos convidados à reflexão, e esta é a hora de parar tudo, e fazer uma análise de 360º graus no ambiente em sua volta, avaliar suas forças, fraquezas, as oportunidades e as ameaças que possam somar ou minar suas forças. Responda as estas perguntas e verifique se você está na esfera ideal para a felicidade.

  • Você estudou, ou estuda, o que realmente desejou quando criança?
  • Nos últimos anos você realizou todos os projetos escritos nas listas de fim de ano para o ano seguinte?
  • Você está trabalhando na profissão que lhe satisfaz e que você produza o máximo de seu potencial?
  • Você está plantando para o que vai acontecer nos próximos 10 anos?

De acordo com suas respostas é possível saber se estás no caminho certo, e estas respostas dirão muito de sua felicidade.

Por isso que somos convidados à reflexão, e então parar nesta hora de agitação se faz necessário. Comece a priorizar os problemas, enumere de acordo com as prioridades as ações necessárias para colocar no trilho este trem que pode está desgovernado e sem freio.

Enfim, pare tudo agora e verifique em qual esfera é necessário mais atenção agora, seja na esfera emocional, profissional, espiritual, reflita e comece a agir agora. Seja feliz, seja você mesmo e não o que os outros acham que você deveria ser.

 

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