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Dengue

  • 78 mil doses da vacina contra a dengue chegam a Minas nesta quinta, Neves é uma das cidades que irá receber


    Imunizantes serão destinados a crianças e adolescentes de 10 a 14 anos

    O primeiro lote com a vacina contra dengue, com 78.790 doses, chega a Minas nesta quinta-feira (22). Devido à capacidade limitada de fornecimento do imunizante pelo fabricante, apenas crianças e adolescentes, de 10 a 14 anos, serão protegidos neste momento.

    Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES), a distribuição e às unidades regionais de saúde serão feitas logo após a entrega da remessa. Ao todo, 22 municípios vão receber os primeiros imunizantes.

    Os critérios para definição das cidades seguem recomendações da Organização Mundial de Saúde. As regiões selecionadas atendem a três critérios: possuem pelo menos um município de grande porte, ou seja, com mais de 100 mil habitantes, com alta transmissão de dengue registrada em 2023 e 2024, e com maior predominância do sorotipo DENV-2.

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  • Boletim da Dengue


    Em 2017, o Governo de Minas já confirmou 5 mortes causadas pela dengue, nas cidades de Ribeirão das Neves, Ibirité, Uberlândia, Araguari e Bocaiúva. Segundo boletim epidemiológico divulgado nessa segunda-feira (19), já são 26.107 casos prováveis da doença registrados este ano no Estado.

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  • Câmara Municipal realiza Audiência Pública para discutir combate ao Aedes Aegypti


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  • Governo de Minas cria medidas para acompanhar casos de dengue e chikungunya


    Governo estadual determinou situação de emergência pelos próximos seis meses. Decreto também cria centro de operações para tratar crescimento de casos de arboviroses

    Minas Gerais está sob emergência de saúde pública causada pelo aumento de casos de dengue e chikungunya. A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado dessa sexta-feira (26/1) e será válida pelos próximos seis meses.
    No decreto, o governador Romeu Zema (Novo) também determina a criação do Centro de Operações de Emergências de Arboviroses (COE-MinasArboviroses) para o acompanhamento dos casos.

    Na última semana foi registrada a primeira morte do ano por dengue em solo mineiro, ocorrida em Monte Belo, no Sul do estado. O governo chegou a confirmar uma segunda morte pelo mesmo motivo. Porém, ainda na sexta, informou que a causa do óbito ainda estava em investigação.

    A publicação justifica o decreto de situação de emergência a partir dos números apresentados na última atualização do boletim epidemiológico de arboviroses, divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) na sexta-feira (26/1). Só em 2024, Minas já teve 21.573 casos de dengue e 5.867 de chikungunya confirmados.
    Há mais de 67 mil casos suspeitos das duas doenças sob investigação. Há 34 óbitos sendo investigados sob suspeita de dengue e 2 de chikungunya.

    O decreto faz uso da Lei Federal 14.133/2021 para permitir que, diante do estado de urgência, a contratação de serviços e compra de insumos e equipamentos médicos possam acontecer sem a necessidade prévia de licitação.
    “Fica autorizada, em razão da situação de emergência, a adoção de todas as medidas administrativas e assistenciais necessárias à contenção do aumento da incidência de casos de Arboviroses, em especial a aquisição pública de insumos e materiais, doação e cessão de equipamentos e bens e a contratação de serviços estritamente necessários ao atendimento da situação emergencial [...] A dispensa de licitação levada a efeito com base na situação emergencial somente será permitida enquanto esta perdurar, respeitada a vigência deste decreto, com o objetivo de evitar o perecimento do interesse público, devendo a Administração Pública estadual, nesse interregno, providenciar o regular processo de licitação”, diz trecho da publicação.
    Vacinação
    Diante do cenário de aumento de casos de dengue em todo o Brasil, o Ministério da Saúde divulgou, na última quinta-feira (25/1), as cidades que receberão doses do imunizante contra a doença a partir de fevereiro. Em Minas, 22 municípios entraram na lista. São eles: Antônio Dias, Belo Horizonte, Belo Vale, Caeté, Coronel Fabriciano, Córrego Novo, Dionísio, Jaboticatubas, Jaguaraçu, Marliéria, Moeda, Nova Lima, Nova União, Pingo d’Água, Raposos, Ribeirão das Neves, Rio Acima, Sabará, Santa Luzia, Santa Maria de Itabira, Taquaraçu de Minas e Timóteo.

    O governo federal espera receber mais de 6 milhões de doses do imunizante Qdenga (TAK-003), fabricada pelo laboratório Takeda Pharma, no Japão. A vacina foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em março do ano passado, e são necessárias duas aplicações com intervalo de três meses entre elas para a imunização completa.

    Segundo determinação do Ministério da Saúde, serão vacinadas crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, faixa etária em que há maior casos de internação por dengue depois de idosos, grupo que não teve a aplicação autorizada pela Anvisa. O imunizante japonês contém vírus atenuados da arbovirose e oferece respostas imunológicas contra os quatro sorotipos da doença.

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  • Minas tem cinco casos prováveis de dengue por minuto


    A epidemia de dengue segue alarmante em Minas Gerais. Na atualização desta segunda-feira (19 de fevereiro), a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) informou que são 218.265 casos prováveis da doença. São 23.464 novos casos desde o último boletim divulgado na sexta-feira (16 de fevereiro), uma média de cinco novos pacientes por minuto desde então, segundo reportagem do jornal O Tempo.
    Os casos confirmados por dengue passaram de 67.592 para 75.310 na última atualização. Apesar do grande número, a curva de casos no Estado está em queda, conforme dados da SES-MG.
    O número de mortes também cresceu. Aquelas em investigação saltaram de 105 para 122. O Estado também confirmou um novo óbito pela doença. Agora, são 19 vítimas por dengue em Minas Gerais nos primeiros 50 dias do ano. Das vítimas, 15 são mulheres e quatro são homens. Oito pessoas apresentavam comorbidades.
    Belo Horizonte é a cidade com mais mortes por dengue, com quatro vítimas. Cordisburgo e Ribeirão das Neves registraram duas mortes confirmadas. Há um óbito confirmado nas seguintes cidades: Arceburgo, Bocaiúva, Cataguases, Conselheiro Lafaiete, Crucilândia, Lagoa Santa, Monte Belo, Nepomuceno, Patos de Minas, Sarzedo e Sete Lagoas.

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  • Neves registra 6.687 casos de dengue


    Minas Gerais registrou até o último dia 4, 395.853 casos prováveis de dengue, com 299.268 confirmações e 192 mortes confirmadas.
    Neves registou 6.687 casos de dengue no munícipio.
    Para a Chikungunya, foram reportados 91.948 casos prováveis, dos quais 75.238 foram confirmados, incluindo 42 mortes. Em relação ao Zika, houve 144 casos prováveis e 32 confirmados e nenhuma morte foi registrada até o momento no estado.
    Os dados são do boletim epidemiológico de monitoramento dos casos de Dengue, Chikunguya e Zika.
    Para combater as arboviroses, a Secretaria de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) vai repassar R$ 80,5 milhões aos municípios.
    Os 47 municípios com mais de 80 mil habitantes receberão R$ 3,50 por habitante, os 71 municípios com população entre 30 mil e 80 mil terão R$ 2 por habitante, e os 735 municípios com até 30 mil habitantes receberão um valor fixo de R$ 50 mil cada.

    Para a prevenção da dengue e dos outros vírus transmitidos pelo mosquito Aedes Aegypti, as autoridades de saúde ressaltam a necessidade de eliminar locais de acúmulo de água parada para impedir a reprodução do vetor da doença. É recomendado a remoção de água acumulada em pneus, recipientes plásticos, vasos de plantas, garrafas, calhas e lajes. Além disso, é aconselhável utilizar repelentes e instalar telas em portas e janelas para proteger-se das picadas do mosquito.

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  • Prefeitura de Neves confirmou a morte de uma moradora da cidade devido a complicações da dengue


    O óbito foi confirmado pela prefeitura nesta sexta-feira (2/2). A mulher chegou a ser internada em hospital da capital, mas não resistiu
    De acordo com o Estado de Minas, Neves confirmou a morte de uma mulher, de 30 anos, por dengue. A mulher não resistiu a complicações da doença e morreu no último domingo (28/1). Esse é o primeiro óbito do município.

    A morte ainda consta como em investigação no Painel de Monitoramento de Casos de Dengue da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), porém foi confirmada pela prefeitura nesta sexta-feira (2/2).
    Deixando filhos de 12 e 14 anos, a mulher foi descrita como ‘guerreira e cuidadosa’ pelas amigas. 
    Natural de Ribeirão das Neves, ela foi atendida em um hospital da Região Norte de Belo Horizonte. “Conseguiram uma vaga no dia 28 de manhã, mas o quadro dela piorou muito rápido. Isso foi o que mais me assustou. Em pouco tempo, infelizmente, morreu”, lamenta a amiga.

     

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  • Ribeirão das Neves deve receber doses da vacina contra dengue até final de março


    O cronograma inclui a entrega de vacinas para a primeira dose nas 521 cidades do país definidas pelo Ministério da Saúde com base em critério epidemiológico

    O Ministério da Saúde planeja distribuir doses da vacina contra a dengue para Minas Gerais até o final de março. O cronograma foi calculado com base na capacidade de entrega da Qdenga pela farmacêutica japonesa Takeda. A intenção é cobrir, até o próximo mês, todas as 521 cidades do país definidas para essa primeira etapa, dentre elas Ribeirão das Neves. Há nessa lista 22 municípios mineiros.


    Em Minas, receberão os imunizantes para aplicação da primeira dose em crianças de 10 e 11 anos as cidades de: Antônio Dias, Belo Horizonte, Belo Vale, Caeté, Coronel Fabriciano, Córrego Novo, Dionísio, Jaboticatubas, Jaguaraçu, Marliéria, Moeda, Nova Lima, Nova União, Pingo-d’Água, Raposos, Ribeirão das Neves, Rio Acima, Sabará, Santa Luzia, Santa Maria de Itabira, Taquaraçu de Minas e Timóteo.

    O Ministério da Saúde informou que a estratégia para definir as cidades atendidas nessa primeira fase de vacinação seguiu critérios epidemiológicos. O foco é imunizar, neste ano, o grupo formado por crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. A faixa etária tem a maior concentração de hospitalizações pela doença depois das pessoas idosas, grupo que não recebeu liberação para ser imunizado pela Agência Brasileira de Vigilância Sanitária (Anvisa).


    Critérios para disponibilização da vacina


    A secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel, informou que a distribuição será feita a partir do contato com os governos estaduais, e a capacidade física imediata deles de armazenar os imunizantes. Isso porque serão entregues no modelo monodose, ou seja, em um frasco com uma dose única para aplicação. Essa versão é mais volumosa do que a multidose, que armazena várias doses em um único frasco.
    "Essa vacina, como ela é monodose, ela vem em caixas muito grandes. Então depende do local desse Estado para receber essa vacina, ele precisa se organizar. Além das vacinas que eles já têm, nós precisamos de espaço para essa [nova contra a dengue]", disse Ethel, reforçando que a estratégia é evitar perdas de vacinas.
    O diretor do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Eder Gatti, anunciou que 1,2 milhão de crianças devem ser vacinadas com a primeira dose até o final de março. Até o final do ano, devem ser distribuídas seis milhões de doses, de acordo com o governo federal.


    Vacinação começa com crianças com 10 e 11 anos


    Neste primeiro momento serão vacinadas somente crianças com 10 e 11 anos. A ampliação para a faixa até 14 anos será feita em seguida, a partir da capacidade de entrega da farmacêutica. A previsão foi confirmada pela ministra da Saúde, Nísia Trindade, que acompanhou o início da vacinação no DF nesta sexta-feira, e consta em uma nota técnica da pasta.
    "A faixa etária da estratégia incorporada ao PNI [Programa Nacional de Imunizações] é de 10 a 14 anos, contudo, com o objetivo de ampliar o número de municípios e o acesso da população-alvo a receberem a D1 [dose 1] no menor tempo possível e diante do número limitado de doses disponíveis no momento, recomendamos que a vacinação seja iniciada pela administração de D1 para as idades de 10 e 11 anos", diz o texto.
    "Desta maneira, todos os municípios selecionados dentro da estratégia receberão as primeiras remessas até a segunda semana de março. As demais doses para D2 [dose 2] serão enviadas posteriormente considerando o intervalo recomendado de 3 meses entre as doses", completou a orientação na nota técnica.
    Em Minas Gerais, o governo estadual decretou, em 27 de janeiro, estado de emergência em função da dengue. Até a última quinta-feira (8), foram registradas 12 mortes provocadas pela doença no Estado. O Painel de Monitoramento de Casos, da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MGG) ainda mostra que 50.791 casos da doença foram confirmados até agora, e 93 óbitos estão sendo investigados.

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  • Ribeirão das Neves registra mais de 500 casos prováveis de dengue em 2020


    A Secretaria de Estado de Saúde (SES) divulgou, nesta terça-feira (2), boletim epidemiolólgico das doenças transmitidas pelo mosquito aedes: dengue, chikungunya e zika vírus em Minas Gerais. A secretaria classifica a incidência de casos prováveis (suspeito + confirmado) das três doenças como muito alta, alta, média ou baixa.

    Até 1º de junho, Ribeirão das Neves registrou 524 casos prováveis de dengue, classificado como incidência média, e 55 casos de chikungunya, classificado como baixa. O município não teve ocorrências de zika vírus.

    A título de comparação, no mesmo período de 2019, o município já havia registrado mais de 5.400 casos suspeitos de dengue. Em virtude do avanço da doença no ano passado, o prefeito Junynho Martins (DEM) editou decreto de situação de emergência em saúde pública em razão de epidemia das doenças infecciosas virais, como a dengue.

    Ainda conforme boletim da SES, em 2020, seis óbitos pelo agravo foram confirmados nos municípios de Alfenas, Medina, Guaxupé, Itinga, Carneirinho e Raposos, além de 34 morte que permanecem em investigação. Em relação à chikungunya, exite um óbito em investigação no município de Campo Belo.

    Na semana passada, a Prefeitura de Ribeirão das Neves informou que as ações de combate ao aedes estão sendo priorizadas na região do Veneza, que no momento demanda mais atenção na cidade. "Essa semana, as equipes da Prefeitura estão percorrendo a região do Veneza com diversas ações, mutirões de limpeza, visitas aos domicílios e bloqueios químicos", disse, em nota.

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  • Ribeirão das Neves vai receber vacina contra a dengue


    O Ministério da Saúde vai enviar a vacina da dengue para 38 áreas onde há registro de alta transmissão da doença nos últimos anos e maior população. Embora a lista completa das cidades não esteja definida, essas regiões abrangem mais de 500 municípios, entre eles as principais capitais do país que devem ser contemplados, Ribeirão das Neves está na lista.
    O imunizante será destinado a adolescentes de 10 e 14 anos, e a primeira remessa, de 750 mil doses, chegou no país no sábado passado. Ela ainda precisa passar ainda pelo processo de liberação da Alfândega e da Anvisa para, depois, ser enviada para o Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS).
    Vacinação em fevereiro
    De acordo com a Folha de São Paulo, o lote de 750 mil faz parte de um total de 1,32 milhão de doses da vacina fornecidas pela farmacêutica Takeda. Uma segunda remessa, com 570 mil doses, tem previsão para ser entregue ainda no próximo mês, de um total de aproximadamente 6,5 milhões esperadas durante o ano de 2024.
    De acordo com o Ministério da Saúde, as primeiras unidades serão destinadas para regiões de saúde selecionadas que atendam aos seguintes critérios:
    Regiões com municípios com população igual ou maior a 100 mil habitantes;
    Municípios com alta transmissão de dengue nos últimos 10 anos, levando também em conta altas taxas nos últimos meses.
    Em relação a quem destes locais poderá receber as doses, a pasta explica que serão:
    Crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, por serem a faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações por dengue depois de pessoas idosas
    O público mais velho, por enquanto, não pode ser alvo da campanha já que a Qdenga foi aprovada pela Anvisa apenas para indivíduos de 4 a 60 anos. Além disso, o imunizante não pode ser ofertado à população geral devido ao baixo quantitativo de doses que chegará ao país neste ano.
    O imunizante também está disponível nas redes privadas do país, por valores que variam de R$ 390 a R$ 490 a dose, ou seja, de R$ 780 a R$ 980 o esquema completo, segundo levantamento do GLOBO com clínicas particulares.
    A Qdenga foi aprovada pela Anvisa em março do ano passado e, nos estudos clínicos, demonstrou uma eficácia geral de 80,2% para evitar contaminações, e de 90,4% para prevenir casos graves. A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) indica a proteção na rede privada para todos que fazem parte do grupo etário elegível (4 a 60 anos), tanto os que nunca tiveram a doença, como aqueles que já foram infectados antes.

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