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golpe

  • Mulher é presa após tentativa de estelionato em farmácia de Ribeirão das Neves


    Ela foi detida ao tentar realizar uma compra utilizando falso comprovante de Pix

    Uma mulher de 29 anos foi presa em flagrante pela Polícia Civil (PCMG), na última segunda-feira (18), após uma tentativa de golpe cometida em uma farmácia de Ribeirão das Neves.
    Ela foi detida ao tentar realizar uma compra utilizando falso comprovante de Pix.

    A equipe da 1ª Delegacia em Ribeirão das Neves foi acionada na manhã de ontem, diante da suspeita do possível golpe. De acordo com a Polícia Civil, a mulher pretendia adquirir medicamentos controlados e produtos de perfumaria apresentando um documento de pagamento aparentemente legítimo. Porém, após verificação por parte do estabelecimento, foi constatado que o comprovante do Pix era falso.

    Para os policiais, a mulher alegou que o objetivo era adquirir medicamentos para uso pessoal, uma vez que utiliza regularmente remédios controlados. No entanto, ao ser questionada sobre a receita médica, ela apresentou um documento que, embora parecesse válido, continha os dados de assinatura eletrônica marcados para o dia 23 de novembro, enquanto o fato ocorreu no dia 18.

    Diante disso, ela foi encaminhada à Delegacia de Polícia de Plantão de Ribeirão das Neves, onde foi autuada pelo crime de estelionato. As investigações prosseguem a fim de apurar a origem do documento falsificado e possíveis envolvimentos em outros golpes.

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  • Operação do MPMG desarticula grupo criminoso responsável por golpe do IPVA em Minas Gerais


    Esquema criou sites falsos do Governo do Estado, enganou mais de 2,4 mil contribuintes e desviou cerca de R$ 1,7 milhão via Pix.
    Uma ação do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) deflagrou a Operação Contramão para desarticular uma organização criminosa acusada de clonar o portal oficial do Governo de Minas e aplicar golpes no pagamento do IPVA. A fraude, que operava desde 2024, fez pelo menos 2.435 vítimas e gerou um prejuízo estimado em R$ 1.746.312,44.
    A investigação é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate aos Crimes Cibernéticos (Gaeciber) e pela 11ª Promotoria de Justiça de Combate ao Crime Organizado da capital. Os suspeitos respondem por estelionato qualificado por fraude eletrônica e organização criminosa.

    Como funcionava o esquema cibernético

    O grupo atuava estrategicamente nos períodos de vencimento do imposto, criando páginas eletrônicas visualmente idênticas às plataformas governamentais. Para induzir as vítimas ao erro, utilizavam domínios na internet contendo termos como “gov”, “detran” e “minasgerais”.
    Ao gerar o QR Code para efetuar o pagamento via Pix, os contribuintes acreditavam estar quitando o tributo. No entanto, o montante era direcionado para empresas de fachada controladas pelo grupo e, em seguida, pulverizado em contas bancárias pessoais localizadas em Goiás, Maranhão, São Paulo e no entorno do Distrito Federal.

    Durante a ofensiva, foram expedidos 14 mandados de prisão preventiva e 10 de busca e apreensão. A ação mobilizou forças do MPMG, da Polícia Militar e da Polícia Civil mineira, além do suporte das polícias e Ministérios Públicos de Goiás, São Paulo e Maranhão.
    As ordens judiciais foram cumpridas nas seguintes localidades:

    Goiás: Aparecida de Goiânia, Valparaíso de Goiás e Luziânia
    Maranhão: Imperatriz e São Luís
    São Paulo: São Paulo (capital) e Ribeirão Preto

    Até a última atualização, 10 investigados foram presos. Nas buscas, os agentes apreenderam celulares, notebooks, pendrives, cartões bancários, um simulacro de arma de fogo e 11 papelotes de substância análoga à cocaína.
    O promotor de Justiça e coordenador do Gaeciber, André Salles Dias Pinto, alertou para o prejuízo institucional do golpe. “As fraudes cibernéticas se alimentam da confiança que o cidadão deposita nos canais oficiais. Quando o criminoso clona o portal do Estado, ele não subtrai apenas o valor do imposto: corrói a relação entre o contribuinte e a administração pública”, ressaltou.
    O material apreendido passará por perícia técnica. A polícia mantém as buscas para localizar os investigados que permanecem foragidos, enquanto o processo tramita sob sigilo de Justiça.

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  • Sindicato alerta para golpes relacionados à CNH Social em Minas Gerais


    Golpistas têm usado o tema para pedir dinheiro e dados pessoais de interessados

    O Sindicato dos Centros de Formação de Condutores de Minas Gerais (Sindicfc-MG) emitiu um alerta para circulação de informações falsas envolvendo a chamada CNH Social. A Prefeitura de Ribeirão das Neves também esclareceu que o programa CNH Social é de âmbito federal, mas cada estado precisa regulamentar a iniciativa para que ela seja efetivamente executada. Em Minas Gerais, o DETRAN-MG é o órgão responsável por todos os procedimentos relacionados ao benefício.
    A Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania de Ribeirão das Neves reforçou que não tem responsabilidade direta na execução do programa e orienta que os cidadãos interessados busquem informações exclusivamente nos canais oficiais do DETRAN-MG, certificando-se de que o Cadastro Único esteja atualizado.

    Programa ainda não ativo em Minas Gerais
    Segundo o Sindicfc-MG, até o momento o programa não está ativo no estado, ou seja, não há inscrições abertas nem taxas a serem pagas. Apesar de rumores sobre a implementação da CNH Social, não há previsão de início do programa em Minas Gerais.

    O sindicato alerta que golpistas têm explorado a repercussão do tema, solicitando dinheiro e dados pessoais de interessados.

    “Infelizmente, golpistas estão se aproveitando da situação para enganar as pessoas e tirar proveito indevido. Nosso papel é orientar e proteger o cidadão”, disse o presidente do Sindicfc-MG, Alessandro Dias.

    As autoridades reforçam que qualquer informação oficial sobre a CNH Social deve ser confirmada apenas pelos canais do Governo do Estado e do DETRAN-MG.

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  • Vistoria em redes de esgoto é real? Copasa diz que sim e explica como confirmar identidade do funcionário


    Mensagem de alerta circula em grupos de WhatsApp; Polícia não tem nenhuma ocorrência registrada sobre o assunto

    Viralizou em aplicativos de mensagens um alerta sobre um suposto golpe que seria cometido por criminosos disfarçados com uniformes da Copasa para entrar em casas e prédios de Belo Horizonte. A mensagem diz que eles mostram, inclusive, uma multa a ser aplicadacaso os moradores não autorizem a entrada para realização de uma vistoria na rede de esgoto.

    As informações foram apuradas pela Itatiaia, que procurou a Copasa e a Polícia Militar para apurar se o golpe realmente existe.
    A resposta é não, a mensagem transmite informações falsas.

    Fontes da Segurança Pública pesquisaram se há ocorrências e não encontraram, nos últimos três meses, nenhum registro de crime semelhante ao descrito na mensagem, informação confirmada pela assessoria de imprensa da Polícia Militar.

    A vistoria das redes de esgoto, porém, é verdadeira e está acontecendo em algumas cidades. A Copasa explica como funciona e como verificar a identidade dos funcionários.

    A Copasa começou, em 2023, a fazer vistorias em imóveis de Belo Horizonte e da região metropolitana para evitar extravasamento de esgoto, que é provocado pelo lançamento incorreto e indevido de água das chuvas nas redes e ramais domiciliares. Os técnicos verificam se as ligações domiciliares seguem os padrões e normas determinados pela Copasa e pela Agência Reguladora.

    Desde maio de 2023 os agentes da Effico, uma empresa contratada pela Copasa, visitam residências nas cidades de Belo Horizonte, Betim, Ibirité, Matozinhos, Ribeirão das Neves, Santa Luzia e Vespasiano.

    “Em razão disso, equipes da empresa Effico, contratada pela Copasa, estão visitando residências em toda a Grande BH para inspecionar se as redes estão adequadas, além de orientar os clientes sobre a necessidade de correção de possíveis lançamentos indevidos de águas de chuva e resíduos sólidos, tais como areia, gordura, pedra e lixo, no sistema de esgotamento da companhia”, diz trecho da nota enviada pela Copasa à Itatiaia.

    Crachá
    A companhia também explicou como os moradores podem identificar que técnicos são realmente da Copasa. “É importante que os moradores verifiquem se os técnicos estão com uniforme com os dizeres “A serviço da COPASA” e portando crachá da empresa Effico”, explica a nota.

    Uma outra forma de verificar que o serviço é mesmo da Copasa é ligar no telefone 115 e confirmar a ordem de serviço.

    A Copasa orienta ainda que, após a identificação, o funcionário terceirizado fará a coleta dos dados em formulários timbrados e com registro de fotografias, por meio do celular, no aplicativo da empresa.

    Para que o serviço seja executado, é fundamental a presença de uma pessoa maior de 18 anos para acompanhamento da vistoria. A companhia garante a segurança dos dados e informa que eles são utilizados apenas para regularizar o cadastro de clientes na Copasa.

    E a multa?
    A Copasa esclarece que o objetivo da visita não é multar, e sim evitar lançamentos indevidos na rede de esgoto e outros problemas. No entanto, há, sim, uma possibilidade de multa prevista na regulação da Arsae, a Agência Regulatória de Serviços de Água e Esgoto de Minas Gerais.

    As informações são da Itatiaia. 

     

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