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idosa

  • Idosa de Ribeirão das Neves comemora 117 anos


    O aniversário de 117 anos de Orádia de Almeida de Jesus movimentou o bairro Rosana, em Ribeirão das Neves, nesta segunda-feira (11 de setembro).

    Os moradores do bairro se juntaram e fizeram uma festinha para a idosa, que é nascida em Juiz de Fora, na Zona da Mata, mas mora em Ribeirão das Neves há 53 anos. Sob suspeita de ser a mais velha do Brasil, dona Orádia será inscrita no Guinness Book. Para ela, a receita da longevidade é mais simples do que parece.

    A celebração teve bolo, modão e uma boa e velha  'cachacinha', tudo que a idosa adora. Segundo Orádia, comer bolo de inhame, tomar dois dedinhos de cachaça e ouvir um bom sertanejo raiz faz qualquer um passar dos 100 anos.

    Orádia tem orgulho da idade que tem e ostenta com contentamento sua carteira de identidade e a certidão de nascimento. Os documentos validam para os céticos que a idosa nasceu em 11 de setembro de 1906. A longa história de vida fez a centenária colecionar amigos na cidade que se revezam para garantir que ela tenha tudo o que precisa.

    Por isso, os moradores da região se dividem para cuidar de Orádia e da filha dela, de 75 anos.  As mulheres, que moram juntas, recebem um retorno da época da mocidade, em que eram elas que cuidavam bem de todos.

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  • Morre aos 120 anos Dona Orádia, a moradora de Ribeirão das Neves que celebrava a vida com "cachacinha" e carinho da família


    Faleceu nesta segunda-feira (25), aos 120 anos, Dona Orádia Almeida de Jesus, uma das moradoras mais antigas e ilustres da região metropolitana de Belo Horizonte. A notícia de sua morte foi confirmada por meio de uma nota de pesar divulgada nas redes sociais.

    Nascida em 1906, em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, Dona Orádia adotou Ribeirão das Neves como lar. Ao longo de mais de um século de existência, ela testemunhou de perto as mais profundas transformações históricas, sociais e culturais do Brasil e do mundo, atravessando gerações com lucidez e alegria.
    Mãe de cinco filhos, a centenária construiu uma trajetória pautada pela força, união familiar e transmissão de valores que hoje guiam seus descendentes.
    Além de sua devoção à família, Dona Orádia era conhecida pelo bom humor e por um hábito peculiar que sempre despertava sorrisos: ela não escondia de ninguém o gosto por uma boa cachaça. Segundo a própria idosa, tomar uma "cachacinha" era a sua forma favorita de celebrar a vida e o segredo de sua impressionante longevidade.

    "Uma trajetória construída com amor, força e união familiar."

    A história singular de Dona Orádia já havia cruzado as fronteiras do bairro Rosana, onde morava e era profundamente querida pelos vizinhos. Recentemente, ela foi homenageada pelo projeto Nonagenárias, uma iniciativa que celebra mulheres com mais de 90 anos e resgata suas memórias e histórias de vida.
    Com uma idade tão avançada, a mineira estava inscrita no Guinness Book, o Livro dos Recordes, no processo para ser oficialmente reconhecida como a mulher mais velha do Brasil. Ela deixa um legado eterno de fé, resiliência e, acima de tudo, muita alegria de viver.

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