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senado federal

  • Após primeiro turno das eleições, Senado retoma trabalhos com debate sobre o fim da escala 6x1


    Proposta de Emenda à Constituição prevê redução da jornada semanal de 44 para 40 horas; votação em dois turnos pode ocorrer até quinta-feira (8/10).

    Logo após a realização do primeiro turno das eleições, o Senado Federal retoma suas atividades legislativas com o início das discussões sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe o fim da escala de trabalho 6x1.
    O projeto prevê a redução da jornada máxima semanal de 44 para 40 horas.
    Para alinhar os trâmites da matéria, o presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), convocou uma reunião com líderes partidários para as 11h desta terça-feira (6/10), antecedendo a sessão plenária do dia, marcada para as 14h. A presença da líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), foi confirmada no encontro.

    Cronograma de debates e deliberação

    O calendário de discussões sobre a PEC conta com três sessões deliberativas reservadas ao tema ao longo da semana:

    Terça-feira (6/10): Reunião de líderes pela manhã e abertura dos debates em plenário à tarde.
    Quarta-feira (7/10): Continuidade das discussões em sessão plenária.
    Quinta-feira (8/10): Encerramento do ciclo de debates e previsão de votação da matéria em dois turnos.

    Contexto político e reaproximação institucional

    A proposta para o fim da jornada 6x1 figura como uma das principais bandeiras políticas e eleitorais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A tramitação do texto no Senado ganhou força após o restabelecimento do diálogo entre o Palácio do Planalto e a presidência da Casa.
    A reaproximação entre Lula e Davi Alcolumbre ocorreu em agosto, impulsionada pelos avanços nas discussões sobre a exploração petrolífera na Margem Equatorial — região que abrange o estado do Amapá, base eleitoral do senador. Com o alinhamento político, a presidência do Senado destravou a pauta de projetos prioritários para o governo federal, que inclui, além da revisão da jornada de trabalho, a PEC da Segurança Pública e o Projeto de Lei (PL) dos Minerais Críticos.

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  • Marília Campos é a mais votada para o Senado em Ribeirão das Neves


    Apesar de ter ficado em segundo lugar na contagem geral do estado de Minas Gerais, a candidata do PT liderou a preferência dos eleitores nevenses na disputa pelas duas vagas ao Senado.


    O resultado das Eleições 2026 para o Senado Federal em Ribeirão das Neves revelou uma dinâmica própria do eleitorado local. Marília Campos (PT) garantiu o topo da preferência entre os nevenses no município, alcançando 22,12% dos votos válidos (58.933 votos).

    O resultado estadual confirmou a eleição da petista juntamente com Domingos Sávio (PL), que obteve 21,26% dos votos no estado (56.651 votos). Embora Domingos Sávio tenha ficado com a primeira vaga na média geral de Minas Gerais, em Ribeirão das Neves a liderança das urnas foi de Marília Campos.

    Desempenho dos candidatos ao Senado no município

    A apuração detalhada no município mostra como se dividiram os votos dos eleitores nevenses para a representação mineira no Senado Federal:

    Marília Campos (PT): 22,12% (58.933 votos) — Eleita
    Domingos Sávio (PL): 21,26% (56.651 votos) — Eleito
    Carlos Viana (PSD): 18,26% (48.658 votos) — Não eleito
    Áurea Carolina (PSOL): 12,95% (34.499 votos) — Não eleita
    Marcelo Aro (PP): 12,47% (33.235 votos) — Não eleito
    Marco Antônio Superman (NOVO): 8,81% (23.471 votos) — Não eleito

    Força regional nas urnas

    A votação expressiva de Marília Campos em Ribeirão das Neves reflete a sua forte inserção política na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A conquista do primeiro lugar nas urnas locais reforça o peso do município nas definições das vagas majoritárias estaduais, garantindo que a nova senadora chegue ao Congresso Nacional com um expressivo respaldo da população nevense.

    Ambas as cadeiras de Minas Gerais no Senado Federal serão ocupadas por Marília Campos e Domingos Sávio a partir de 2027.

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  • Marília Campos lidera corrida ao Senado em Minas Gerais, aponta Real Time Big Data


    A ex-prefeita de Contagem, Marília Campos, lidera as intenções de voto para o Senado por Minas Gerais com 21%, segundo pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (8/9). Em seguida, aparecem empatados os deputados Aécio Neves e Domingos Sávio, ambos com 14%.
    O levantamento traz ainda o senador Carlos Viana com 13% e o deputado Marcelo Aro com 9%. Áurea Carolina e Marco Antônio Superman registram 6% cada. Nas eleições de outubro, os eleitores mineiros renovarão duas cadeiras do estado no Senado Federal.

    Ficha Técnica

    Amostra: 2.000 eleitores ouvidos em Minas Gerais entre 3 e 7 de setembro de 2026.
    Margem de Erro: 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
    Nível de Confiança: 95%.
    Registro no TSE: MG-00998/2026.

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  • Senado aprova projeto que criminaliza a misoginia com penas semelhantes às de racismo


    O Senado Federal aprovou, na última terça-feira (24/03), o Projeto de Lei (PL) 896/2023, que criminaliza a misoginia no Brasil. O texto equipara a prática ao crime de racismo, tornando-a inafiançável e imprescritível, conforme as diretrizes da Lei 7.716/1989.

    Definição e Penalidades
    De acordo com a proposta, a misoginia é definida como qualquer conduta que manifeste ódio ou aversão às mulheres, fundamentada na crença de supremacia do gênero masculino.

    A proposta altera a legislação vigente para incluir a discriminação por gênero. As principais sanções previstas são:

    Prática ou incitação à discriminação: Reclusão de 1 a 3 anos e multa.

    Injúria misógina (ofensa à dignidade ou decoro): Reclusão de 2 a 5 anos e multa.

    O projeto é de autoria da senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) e contou com a relatoria da senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), sendo aprovado por unanimidade no plenário.

    Tramitação
    O PL 896/2023 já havia passado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e pela Câmara dos Deputados. No entanto, como o Senado realizou alterações no texto original durante esta última votação, a matéria deve retornar para uma nova análise dos deputados federais antes de seguir para a sanção ou veto da Presidência da República.

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  • Senado aprova projeto que criminaliza divulgação de imagens de vítimas de crimes, acidentes e cadáveres


    O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (15), o Projeto de Lei 1.242/2026, que criminaliza o registro e a divulgação, sem autorização, de imagens que permitam identificar vítimas de crimes, acidentes ou cadáveres. Como o texto foi alterado pelos senadores, a proposta retorna à Câmara dos Deputados para nova análise.

    De autoria da deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ), o projeto recebeu parecer favorável do senador Marcelo Castro (MDB-PI). A proposta altera o Código Civil e o Código Penal para ampliar a proteção da honra, da imagem e da dignidade das vítimas.

    Pelo texto aprovado, passa a ser crime divulgar esse tipo de material sem justa causa. A medida busca coibir a exposição indevida de vítimas, prática comum em redes sociais e aplicativos de mensagens.

    A proposta prevê exceções quando a divulgação for necessária para fins de investigação ou processo judicial, atender a um interesse público devidamente justificado ou ocorrer com o consentimento da própria vítima.

    Durante a tramitação no Senado, os parlamentares reduziram a pena prevista no projeto. A versão aprovada pela Câmara estabelecia reclusão de um a três anos, além de multa. Com a alteração feita pelo relator, a punição passou para detenção de seis meses a dois anos, também acompanhada de multa.

    A votação estava prevista para ocorrer nesta quinta-feira (16), mas foi antecipada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Agora, a matéria segue novamente para a Câmara dos Deputados, que decidirá se mantém ou não as mudanças promovidas pelos senadores.

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  • Senado aprova projeto que endurece penas para crimes de violência sexual infantil na internet


    O Senado Federal aprovou o Projeto de Lei (PL) 3.066/2025, que aumenta as penas para crimes de violência sexual praticados contra crianças e adolescentes em ambientes digitais. A proposta também classifica como hediondos diversos crimes relacionados à exploração sexual de menores e cria novos mecanismos para investigação e proteção das vítimas. Como o texto já passou pela Câmara dos Deputados e pelo Senado, a matéria segue agora para sanção ou veto do presidente da República.
    O projeto foi votado em regime de urgência. No Senado, a relatoria ficou a cargo do senador Fabiano Contarato (PT-ES), que defendeu o endurecimento da legislação diante do avanço desse tipo de crime no país.
    De acordo com o parlamentar, dados da SaferNet Brasil apontam que, entre janeiro e julho de 2025, foram registradas 49.336 denúncias anônimas de abuso e exploração sexual infantil na internet — um aumento de 18,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.

    Mudanças no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)

    O projeto altera diretamente as punições previstas no ECA para condutas criminosas praticadas no ambiente virtual. Confira as principais mudanças nas penas:
    Produção e comercialização: A pena para quem produzir, fotografar, filmar, registrar, vender ou expor conteúdo de violência sexual envolvendo crianças e adolescentes passa da faixa atual de 4 a 8 anos para 4 a 10 anos de reclusão, além de multa. Se a divulgação ocorrer pela internet, redes sociais ou plataformas digitais, a punição é aumentada em um terço.
    Compartilhamento e distribuição: Para quem oferecer, compartilhar, transmitir, publicar ou distribuir esse tipo de material, a punição (que hoje é de 3 a 6 anos) sobe para 4 a 10 anos de prisão. A pena pode ser ampliada caso o conteúdo seja disseminado em mais de uma plataforma digital.
    O texto aprovado também estabelece diretrizes mais rígidas para que provedores de internet e redes sociais colaborem de forma imediata com as investigações policiais, agilizando a remoção de conteúdos criminosos do ar e a identificação dos autores.

     

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  • Senado aprova uso imediato de tornozeleira para agressores domésticos já na delegacia


    O Senado aprovou, na quarta-feira (18), o Projeto de Lei 2.942/2024, que endurece as medidas de proteção a mulheres e crianças em situação de violência doméstica. A nova regra determina a instalação imediata de tornozeleira eletrônica no agressor logo após a denúncia na delegacia, sempre que houver risco iminente à vida ou à integridade física e psicológica da vítima ou de seus dependentes.
    A proposta, de autoria dos deputados Marcos Tavares (PDT-RJ) e Fernanda Melchionna (PSol-RS), contou com a relatoria da senadora Leila Barros (PDT-DF). Como foi aprovado sem alterações no Senado, o texto segue agora para sanção da Presidência da República.
    Atualmente, a Lei Maria da Penha prevê o monitoramento eletrônico como uma opção, mas não o classifica formalmente como uma medida protetiva de urgência. Com a nova legislação, o uso do equipamento deixa de ser facultativo e passa a ser uma determinação de aplicação imediata em casos de perigo atual.
    Um dos pontos centrais do projeto é a descentralização da medida. Em cidades que não são sede de comarca — ou seja, que não possuem juiz residente —, o delegado de polícia terá autoridade para determinar o uso da tornozeleira. Até então, o afastamento imediato do agressor do lar era a única medida que a autoridade policial podia adotar nessas localidades sem ordem judicial prévia.
    Para garantir a segurança jurídica, o procedimento seguirá um rito rigoroso:

    Prazo: O delegado deve comunicar a decisão ao juiz em até 24 horas.
    Validação: O magistrado decidirá sobre a manutenção ou revogação da medida.
    Fiscalização: O Ministério Público deverá ser notificado imediatamente sobre a decisão judicial.

    Investimento em Segurança

    Além da mudança na regra, o PL amplia o direcionamento de recursos públicos para a compra de equipamentos de monitoramento. O objetivo é garantir que os estados e municípios tenham estoque suficiente para atender à demanda de urgência e assegurar que nenhuma vítima fique desprotegida por falta de dispositivos disponíveis.

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