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ZOONOSES

  • Moradores denunciam abandono recorrente de cavalos mortos no bairro Paraíso das Piabas


    Pela segunda vez em menos de 30 dias, carcaça de animal é deixada em via pública na Rua José Maria de Menezes, gerando riscos à saúde e indignação na comunidade.
    A tranquilidade dos moradores do bairro Paraíso das Piabas, no distrito de Justinópolis, tem dado lugar ao medo e à revolta.
    O motivo é macabro e recorrente: o descarte irregular de carcaças de cavalos em plena via pública, especificamente na altura do número 780 da Rua José Maria de Menezes, próximo ao conhecido "monte de oração".
    O caso mais recente foi registrado nesta semana, marcando a segunda ocorrência de mesma natureza em um intervalo inferior a um mês. Segundo relatos de moradores que preferem não se identificar, o crime ambiental parece ocorrer de forma estratégica, aproveitando momentos de menor movimentação na rua.
    A presença dos animais mortos em estado de decomposição atrai vetores de doenças, como moscas e urubus, além de exalar um odor insuportável que invade as residências próximas. Sem saber a causa da morte dos animais, a população teme a proliferação de zoonoses e a contaminação do solo.

    "É uma falta de respeito absoluta. Além do risco sanitário, estamos falando de um animal que pode ter sofrido maus-tratos. É um crime ambiental escancarado diante dos nossos olhos", afirma um morador da região.

    A comunidade relata que esta não é a primeira tentativa de buscar auxílio junto aos órgãos competentes. Denúncias anteriores já teriam sido formalizadas, mas, até o fechamento desta edição, nenhuma providência efetiva foi tomada para identificar os responsáveis ou para realizar a limpeza profilática do local de forma definitiva.
    O abandono de carcaças de animais em áreas urbanas configura crime ambiental e infração sanitária gravíssima. Os moradores exigem que a Prefeitura de Ribeirão das Neves e o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) atuem não apenas na retirada do animal, mas em uma investigação que identifique quem está utilizando a região como "descarte", para que medidas punitivas sejam aplicadas.

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