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A Prefeitura de Ribeirão das Neves oficializou, nesta segunda-feira (6/4), uma das etapas mais robustas do programa Asfalto Novo. Em cerimônia realizada na sede da Regional Justinópolis, foi assinada a ordem de serviço para o recapeamento de mais de 100 vias públicas, abrangendo cerca de 30 bairros da região.

O pacote de obras previa a recuperação de aproximadamente 32 quilômetros de malha viária. O investimento fez parte de um montante superior a R$ 50 milhões aplicados pela administração municipal em mobilidade urbana desde o ano passado, incluindo pavimentação, drenagem e requalificação estrutural.

Diferente da pavimentação inicial, o recapeamento foi uma intervenção técnica focada na restauração de vias que já possuíam asfalto, mas apresentavam desgaste devido ao tráfego intenso e à ação do tempo. Em Justinópolis — região de alta densidade demográfica e ponto estratégico de conexão metropolitana —, a melhoria visou otimizar o fluxo de veículos e garantir maior segurança para motoristas e pedestres.

De acordo com a Secretaria de Obras, as intervenções foram programadas para começar logo após a formalização do documento. A meta era corrigir irregularidades no pavimento que comprometiam o sistema de suspensão dos veículos e aumentavam o risco de acidentes.

Para o prefeito Túlio Raposo, a escolha de Justinópolis para esta etapa do programa refletiu a relevância econômica e social do distrito.

"Justinópolis movimenta a cidade diariamente e merece investimentos à altura de sua importância. O recapeamento dessas 100 ruas representa dignidade e segurança para quem circula por aqui. É uma ação planejada para manter Ribeirão das Neves no caminho do desenvolvimento", destacou o chefe do Executivo na ocasião.

Histórico do Programa


Lançado em 2017, o programa Asfalto Novo teve como diretriz a modernização da infraestrutura urbana de Ribeirão das Neves. Nesta fase, o diferencial foi a escala da obra: ao atingir 30 bairros de uma só vez, a prefeitura tentou reduzir o passivo de manutenção acumulado em vias coletoras e residenciais da região.

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No sábado (28) marcou uma etapa decisiva para centenas de moradores do bairro Soares, no distrito de Justinópolis. Em audiência pública realizada na Escola Municipal Julieta Tarciana Vieira Rocha, a Prefeitura de Ribeirão das Neves deu o pontapé inicial no processo de Regularização Fundiária Urbana (Reurb), que beneficiará diretamente 420 famílias com o título de propriedade de seus imóveis.

O encontro serviu para alinhar expectativas e detalhar as próximas fases do programa Regulariza Neves, que visa transformar a realidade de quem, há décadas, possui a posse, mas não a segurança jurídica da escritura.

Cronograma e Próximos Passos


A partir desta audiência, equipes técnicas iniciam o trabalho de campo. O processo de regularização não se resume à entrega do papel; ele envolve uma série de etapas rigorosas:Visitas Domiciliares: Cadastro social das famílias.

Levantamento Topográfico: Medição precisa dos lotes e vias

Análise Jurídica: Organização da documentação para registro em cartório.

O secretário de Planejamento e Urbanismo, Marcílio Rodrigues de Sousa, destacou que a Reurb é uma ferramenta de desenvolvimento: "Garantimos dignidade e qualidade de vida, permitindo que o bairro receba investimentos estruturais de forma organizada".

Impacto Social em Neves


A regularização fundiária é um dos principais gargalos de cidades em crescimento acelerado. Em Ribeirão das Neves, o programa municipal já ultrapassou a marca de 4 mil títulos entregues.

Para o prefeito Túlio Raposo, o momento é de reparação histórica. “Ver a emoção das pessoas ao saberem que o imóvel é, de fato, delas, traz uma segurança que reflete em toda a família”, afirmou durante o evento. O sentimento é compartilhado por pioneiros como o aposentado José Carlos Cardoso da Silva, de 64 anos, morador do Soares há três décadas: “É a garantia de que as famílias agora podem dizer que são donas de suas propriedades”.

Apoio Estadual: O Programa Minas Reurb
A iniciativa no bairro Soares ganha força com a parceria do Minas Reurb, programa do Governo do Estado que desburocratiza e acelera o processo de escrituração em áreas urbanas. Além da valorização imediata do imóvel — que pode chegar a 30% após a regularização —, a medida facilita o acesso a crédito bancário e financiamentos para reformas.

Léo Martins, presidente do Instituto O Grito, que atua na região, classificou a conquista como um "divisor de águas" para Justinópolis, reforçando que a escritura é a base para o pleno direito à moradia.

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A classe empresarial e a comunidade de Ribeirão das Neves lamentam a perda de uma de suas figuras mais proeminentes. Faleceu, em decorrência de um câncer, a empresária Karla Diniz, cuja trajetória foi intrinsecamente ligada ao crescimento econômico e social do município.
Reconhecida pelo espírito empreendedor e pela postura visionária, Karla não apenas consolidou negócios, mas tornou-se um pilar de inspiração para o setor produtivo da região. Sua atuação foi pautada pelo compromisso com o desenvolvimento da cidade, gerando impactos positivos que ultrapassaram o campo empresarial e alcançaram diversas esferas da vida nevense.
A notícia de seu falecimento gerou uma onda de consternação entre amigos, familiares e lideranças locais. Karla Diniz deixa um legado de resiliência e dedicação, sendo lembrada como uma mulher que ajudou a escrever capítulos importantes da história contemporânea de Ribeirão das Neves.

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Os moradores do bairro Pedra Branca, em Ribeirão das Neves, estão enfrentando sérias dificuldades devido à interdição de uma ponte que serve como principal via de acesso à comunidade. A estrutura foi bloqueada pela prefeitura devido ao risco iminente de desabamento, após apresentar falhas estruturais agravadas pelo tráfego constante de veículos pesados.
A ponte em questão tem uma história de 26 anos e foi construída com recursos e mão de obra dos próprios moradores. De acordo com relatos da vizinhança, o poder público nunca realizou intervenções significativas para a manutenção ou melhoria da via.

Um dos residentes destacou o esforço coletivo:

"Nós pagamos o meio-fio e as pedras... fomos nós que pagamos e fizemos esse calçamento aqui. Mas a prefeitura nunca veio aqui mexer na ponte, nem em nada."

A interdição, que já dura quatro meses, tornou-se um ponto de conflito entre a prefeitura e a comunidade. Inicialmente, a administração municipal despejou uma carga de terra para bloquear a passagem. No entanto, os moradores, sem alternativas viáveis de locomoção, removeram o material por conta própria para restabelecer o fluxo.
Em resposta, a prefeitura retornou quatro dias depois e despejou uma quantidade ainda maior de terra, dificultando novas tentativas de remoção manual e mantendo o isolamento do trecho.
A situação da ponte é precária. É possível observar a olho nu:

Trincas profundas na base;
Afundamento do piso;
Desmoronamento parcial de uma das laterais.

A interdição visa garantir a segurança dos transeuntes, mas a falta de um plano de reforma imediato deixa os moradores do bairro Pedra Branca em uma situação de vulnerabilidade e isolamento.

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O caso ocorreu no bairro Cerejeira, em Ribeirão das Neves. A vítima, que já havia alertado sobre o risco da estrutura, conseguiu empurrar o filho para salvá-lo antes de ser atingida.
Uma moradora de Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, viveu momentos de pânico ao ser atingida pelo desabamento do muro de um lote vizinho a uma escola estadual. O acidente, registrado por câmeras de segurança, ocorreu no bairro Cerejeira, no distrito de Justinópolis, no momento em que a mulher buscava o filho na instituição de ensino.

As imagens mostram o instante em que as placas de concreto cedem e caem diretamente sobre a vítima. Em um gesto de reflexo, a mãe conseguiu empurrar o filho para a rua antes de ser atingida, evitando que a criança também ficasse ferida. "Quando senti o muro, empurrei meu filho para a rua", relatou ela à equipe do MG Record.
A situação de precariedade da estrutura não era novidade para os moradores da região. A própria vítima afirmou que já havia alertado outras mães de alunos sobre o perigo iminente que o muro representava. Segundo a denúncia, a estrutura apresentava sinais visíveis de instabilidade há algum tempo, colocando em risco a segurança de quem transita diariamente pelo local para acessar a escola.
Após o incidente e a repercussão das imagens, a Prefeitura de Ribeirão das Neves informou que enviará uma equipe técnica ao local para avaliar as condições do terreno e do que restou da estrutura. O objetivo é adotar as medidas necessárias para garantir a segurança dos pedestres e evitar novos desabamentos.

Até o momento, não foram detalhadas informações sobre o estado de saúde atual da moradora ou se o proprietário do lote particular foi notificado para realizar reparos definitivos na área.

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A rotina de quem vive em Ribeirão das Neves e precisa se deslocar para outras cidades tem sido marcada por um desafio crescente: a fragmentação da mobilidade urbana. A falta de uma integração plena e eficiente entre os sistemas municipais e intermunicipais tem prolongado o tempo que o cidadão nevense passa dentro de ônibus ou em congestionamentos, impactando diretamente a qualidade de vida na cidade.

O Desafio da Integração

O fenômeno da "mobilidade fragmentada" ocorre quando diferentes sistemas de transporte não conversam entre si de forma fluida. Para o morador de Ribeirão das Neves, isso se traduz em esperas prolongadas em pontos de transbordo e na necessidade de múltiplas conexões para chegar a destinos simples.
Embora o Terminal Justinópolis tenha sido uma tentativa de centralizar o fluxo, a dependência de eixos saturados, como a LMG-806 e a BR-040, faz com que qualquer incidente nas vias principais gere um efeito cascata em todo o sistema de transporte da região.

Impacto no Relógio e no Bolso

Especialistas apontam que a fragmentação não custa apenas tempo, mas também produtividade. Muitos trabalhadores de Ribeirão das Neves gastam, em média, de três a quatro horas por dia no trajeto de ida e volta para Belo Horizonte ou Contagem.
A falta de uma bilhetagem única mais abrangente e de faixas exclusivas em toda a extensão dos trajetos intermunicipais são apontadas como as principais causas para que o transporte público perca eficiência. Sem alternativas rápidas, o volume de veículos individuais cresce, piorando o tráfego nas entradas e saídas do município.

Perspectivas para o Futuro

A solução para o isolamento provocado pela fragmentação passa por uma gestão metropolitana mais unificada. Moradores e lideranças locais defendem que Ribeirão das Neves precisa ser protagonista nas discussões sobre o Plano Diretor de Mobilidade, exigindo não apenas mais ônibus, mas vias de escoamento que não fiquem presas aos gargalos históricos da BR-040.
A expectativa da comunidade é que novos investimentos em infraestrutura e a revisão dos contratos de concessão priorizem a conectividade entre os bairros periféricos e os centros comerciais, reduzindo o isolamento de quem vive nas regiões mais afastadas do centro de Neves e de Justinópolis.

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Um problema estrutural na rodovia LMG-806, em Ribeirão das Neves, mobilizou equipes técnicas do Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG) nesta semana. O ponto crítico localiza-se no sentido Centro, logo após a referência do antigo motel, em um trecho de intenso fluxo de veículos.
Relatos de motoristas que trafegam pela região apontavam para a abertura de um buraco com aproximadamente 3 metros de profundidade. O temor inicial era de que a base da via estivesse gravemente comprometida, com sinais de asfalto oco, o que elevaria o risco de afundamento progressivo e acidentes, especialmente envolvendo motociclistas e veículos de carga.

A falta de visibilidade do problema à distância também foi um ponto de atenção levantado por condutores, que pediam sinalização urgente para evitar colisões ou quedas.

Avaliação Técnica e Diagnóstico
Após o acionamento dos órgãos competentes pela imprensa e autoridades locais, técnicos do DER-MG realizaram uma vistoria detalhada no trecho. Segundo o diagnóstico oficial, o problema foi classificado como um solapamento.

A análise técnica apontou que a erosão foi provocada por um formigueiro, cujas galerias internas, somadas ao volume das chuvas recentes, comprometeram a estrutura interna sob o asfalto. Apesar da aparência alarmante, a inspeção concluiu que:
Não há risco iminente de desabamento.
A segurança para veículos leves e pesados está garantida.

Próximos Passos e Solução

O DER-MG informou que o local receberá a sinalização adequada de segurança para orientar os motoristas até a conclusão dos trabalhos. A previsão é de que a manutenção seja finalizada e a situação completamente normalizada até a próxima segunda-feira.
A operação conta com o suporte da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade (Seinfra) e o acompanhamento da Prefeitura de Ribeirão das Neves para garantir a agilidade nos reparos e a integridade da malha viária estadual que atende ao município.

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