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Uma família de Ribeirão das Neves foi vítima de um grave acidente na manhã da última segunda-feira (19), no KM 790 da BR-101, em Itamaraju, Bahia. O casal Leandro Cruz de Lima, de 43 anos, e Ana Paula da Silva Leite Lima, de 41, não resistiu à colisão frontal entre o carro de passeio em que estavam e uma caminhonete.

A família retornava de Porto Seguro (BA) com destino a Ribeirão das Neves, onde residia. Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF):

Horário: O acidente ocorreu por volta das 11h40.

Causa: O condutor, Leandro Cruz, teria tentado realizar uma ultrapassagem quando colidiu frontalmente com o veículo que vinha no sentido oposto.

O filho do casal, um adolescente de 14 anos, estava no veículo e sofreu ferimentos leves. Outras três pessoas que ocupavam a caminhonete também tiveram lesões leves.
O adolescente foi encaminhado para atendimento médico e, apesar do impacto emocional devastador de perder os pais, seu estado físico é considerado estável. Não há informações confirmadas até o momento sobre o translado dos corpos para Minas Gerais ou detalhes sobre o velório em nossa cidade.

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O ano de 2026 começou com um balde de água fria para os moradores de Ribeirão das Neves que dependem do transporte público para trabalhar ou estudar. Desde o dia 1º de janeiro, a passagem das linhas intermunicipais sofreu um novo reajuste, atingindo a marca de R$ 7,50. O valor consolida o município no topo do ranking das tarifas mais caras do Brasil, gerando indignação e pesando no bolso da classe trabalhadora.

Para um trabalhador que recebe um salário mínimo e precisa realizar o deslocamento diário (ida e volta), o custo mensal com transporte ultrapassa os R$ 330,00 (considerando 22 dias úteis). Isso representa cerca de 20% a 25% da renda bruta, sem contar os gastos extras com alimentação e moradia.

A equipe de reportagem buscou contato com a Prefeitura de Ribeirão das Neves para questionar se houve algum estudo de impacto social antes do reajuste, mas não obtivemos respostas.

Com o valor de R$ 7,50, Ribeirão das Neves supera capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba, que possuem redes de transporte mais integradas e modais variados (metrô e trens). A precariedade das frotas e o tempo médio de viagem — que pode chegar a duas horas nos horários de pico — tornam o custo-benefício da tarifa um dos piores da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).

Em Belo Horizonte, por exemplo, a passagem é R$ 5,25, em São Paulo, R$ 4,40 e no Rio de Janeiro, R$ 4,30.

As concessionárias de transporte alegam que o aumento é necessário para cobrir a alta do diesel, a inflação acumulada e os custos de manutenção da frota. No entanto, para os moradores de Neves, a justificativa não se traduz em melhoria na prestação do serviço.

Enquanto o poder público silencia e os preços sobem, a população de Ribeirão das Neves segue encurralada entre a necessidade de locomoção e a impossibilidade financeira de arcar com o direito básico de ir e vir.

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No último sábado, 17 de janeiro, durante o Caraguá Open de Slackline, em São Paulo. Os atletas nevenses Alisson Ferreira e Wesley Eduardo deram um verdadeiro show de equilíbrio e acrobacias, ocupando, respectivamente, o primeiro e o segundo lugar no pódio da modalidade Trickline.

O evento, um dos mais tradicionais do calendário nacional, reuniu a elite do esporte para disputas de Trickline (manobras de impacto na fita) e Speedline (velocidade).

Dobradinha de Ribeirão das Neves no Pódio

A final do Trickline foi marcada pela excelência técnica dos atletas de Minas Gerais. Alisson Ferreira, já consagrado como um dos maiores destaques mundiais da modalidade, confirmou o favoritismo e faturou a medalha de ouro. Logo atrás, demonstrando a força da base e do treinamento em Neves, Wesley Eduardo garantiu a medalha de prata com uma sequência de manobras de alta dificuldade.

O terceiro lugar ficou com o paulista Guilherme Teixeira, que completou o pódio dominado pelos mineiros.

Classificação Final – Trickline:
Alisson Ferreira (Ribeirão das Neves - MG) 🥇
Wesley Eduardo (Ribeirão das Neves - MG) 🥈
Guilherme Teixeira (São Paulo - SP) 🥉

Referência Nacional e Internacional

O resultado não é por acaso. Alisson Ferreira já possui um histórico de títulos internacionais e é uma inspiração para Wesley Eduardo, que vem em uma ascensão meteórica na carreira. Esta foi a segunda competição do ano para os atletas, que iniciam 2026 com o pé direito, reforçando o status de Ribeirão das Neves como a "capital do slackline" em Minas Gerais.
Para os moradores de Neves, ver dois atletas locais no topo de um pódio em São Paulo é motivo de orgulho e prova da importância do incentivo aos esportes radicais e projetos sociais na periferia.

Próximos Passos

O projeto Neves na Fita, agora retornam para casa para intensificar os treinos. Com o bom desempenho em Caraguatatuba, a dupla se prepara para as etapas do circuito brasileiro e disputa do mundial em julho, na Alemanha.

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O atleta Gladstone Garcia, morador de Ribeirão das Neves, viveu um momento marcante na carreira esportiva ao fazer sua estreia como Faixa Marrom no último fim de semana. A participação aconteceu durante o Mineiro Copa Pódio, realizado no Ginásio do Colégio Monte Calvário, no bairro Barro Preto, em Belo Horizonte, reunindo competidores de alto nível do jiu-jítsu mineiro.
Em sua primeira competição na nova graduação, Gladstone teve desempenho de destaque e conquistou o título de Campeão Absoluto Master 3/4 Faixa Marrom, demonstrando técnica, preparo físico e experiência nos combates decisivos. Além disso, o atleta também subiu ao pódio como Vice-Campeão da categoria Meio Pesado Faixa Marrom Master 3, consolidando uma estreia vitoriosa.
O resultado reforça a trajetória de dedicação do atleta, que representa Ribeirão das Neves em competições estaduais e vem se firmando como um dos nomes fortes da modalidade na categoria master. A conquista no Mineiro Copa Pódio marca não apenas a estreia na Faixa Marrom, mas também um novo capítulo na carreira esportiva de Gladstone Garcia, que segue levando o nome da cidade aos pódios do jiu-jítsu em Minas Gerais

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Morador da cidade e cria do bairro Sevilha B, o jovem Felipe Teixeira pisou pela primeira vez no gramado de um dos maiores palcos do futebol brasileiro vestindo a camisa celeste, em um marco que vai além do esporte.

Filho de um conhecido na comunidade, Felipe representa não apenas uma conquista pessoal, mas também o sonho de muitos jovens de Neves que veem no futebol uma possibilidade real de transformação de vida. A trajetória do atleta reforça a importância do trabalho de base, do incentivo familiar e do apoio recebido desde cedo para que talentos locais possam alcançar o cenário profissional.

A estreia no Mineirão simboliza pertencimento e representatividade para Ribeirão das Neves, mostrando que grandes histórias também nascem nos bairros da cidade. Ao entrar em campo, Felipe carregou consigo o orgulho da família, dos amigos e de toda uma comunidade que acredita no poder do esporte como ferramenta de mudança social.

A história do jovem jogador inspira e serve de exemplo de que, com dedicação, disciplina e oportunidade, é possível ir longe e alcançar grandes conquistas.

Fonte @nevesesporteclube

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O que deveria ser o início de uma nova etapa na vida de uma moradora de Ribeirão das Neves transformou-se em um pesadelo financeiro.
Logo no primeiro mês após alugar uma casa, a consumidora foi surpreendida por uma fatura da Copasa no valor astronômico de R$ 16.541,75.

O caso, que ganhou repercussão após denúncia ao programa Balanço Geral, levanta o alerta sobre a importância da conferência de hidrômetros e histórico de débitos no momento da locação de imóveis.
A moradora, que utiliza o imóvel de forma residencial comum, afirma que o valor é totalmente incompatível com o consumo de uma família. "É um valor impossível de ter sido gasto em um mês por uma residência. Quando vi o boleto, achei que fosse um erro de digitação ou alguma fraude, mas o débito era real no sistema da empresa", relatou à equipe de reportagem.

A conta de mais de R$ 16 mil equivale ao consumo que uma residência média levaria anos para acumular, sugerindo a existência de um vazamento oculto de grandes proporções ou um erro grave de leitura por parte da concessionária.
Ao procurar a Copasa, a moradora enfrentou as dificuldades habituais do atendimento ao cliente em casos de alto valor. A concessionária, em um primeiro momento, mantém a cobrança baseada no que o hidrômetro registrou. No entanto, em situações de "vazamento invisível" (aquele que não é percebido pelo morador por estar no subsolo), a legislação e as normas da Arsae-MG (Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário de Minas Gerais) preveem mecanismos de revisão de tarifa.


Especialistas em direito do consumidor orientam que, em casos como este, o morador deve:
Registrar a Reclamação: Protocolar imediatamente o pedido de revisão de leitura e vistoria técnica junto à Copasa.
Verificar Vazamentos: Contratar um profissional de "caça-vazamentos" para emitir um laudo técnico, caso o problema seja na rede interna.
Procurar a Arsae-MG: Caso a Copasa se recuse a revisar o valor após a constatação de erro ou vazamento oculto, a agência reguladora deve ser acionada.
Atenção no Aluguel: Antes de assinar o contrato, o locatário deve exigir o "nada consta" das empresas de água e luz e fotografar a leitura atual do hidrômetro no ato da entrega das chaves.
Em nota enviada à reportagem, a Copasa informou que enviará uma equipe técnica ao local para verificar as condições do padrão e do hidrômetro. A empresa ressaltou que, caso seja comprovado erro na leitura ou vazamento oculto sanado pelo cliente, o valor poderá ser renegociado ou retificado conforme as normas vigentes.

Até o fechamento desta edição, a moradora ainda aguardava a anulação da cobrança abusiva para conseguir manter o fornecimento de água no imóvel.

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