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Sem água nas torneiras desde o último domingo, famílias da Rua Turquesas relatam cenário de desespero para realizar tarefas básicas de higiene e alimentação, e cobram providências imediatas da Copasa.
A rotina dos moradores da Rua Turquesas, localizada no bairro Vale da Prata, em Ribeirão das Neves, transformou-se em um teste diário de resistência. Há quase uma semana, a comunidade enfrenta um desabastecimento severo que deixou os imóveis da região sem absolutamente nenhuma gota d'água nas torneiras.
O desabastecimento teve início no último domingo. De lá para cá, o fornecimento foi interrompido de forma quase ininterrupta. Na noite de segunda-feira, a água chegou a retornar por um breve intervalo de tempo — suficiente apenas para lavar alguns utensílios básicos —, mas logo voltou a secar completamente, sem previsão de regularização.

Impacto direto no cotidiano e na dignidade

A falta de água afeta diretamente as necessidades elementares das famílias locais, comprometendo o preparo de refeições, o banho, a descarga nos banheiros e a higienização de ambientes. Não se trata de uma oscilação na pressão da rede, mas sim do desabastecimento total que impede qualquer planejamento doméstico.
"Não estamos falando de água caindo fraca ou com baixa pressão. Não sai absolutamente nada da torneira. É uma situação inadmissível que passou de todos os limites do razoável", relata um morador da rua.
A comunidade destaca que a escassez de um recurso essencial em plena rotina diária fere a dignidade dos cidadãos, que continuam honrando suas contas sem ter o serviço prestado adequadamente.

Cobrança por respostas e providências imediatas

Diante do cenário crítico, a população do Vale da Prata exige posicionamento oficial e atuação urgente por parte da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). Os moradores pedem a regularização imediata do fornecimento de água, além do envio emergencial de caminhões-pipa para suprir as necessidades básicas do local enquanto o sistema principal não é restabelecido.

A Copasa informa que o abastecimento de água nos bairros Vale da Prata e Veneza, em Ribeirão das Neves, apresentou intermitências devido aos baixos níveis dos reservatórios, em função do aumento do consumo provocado pelas elevadas temperaturas registradas em decorrência do fenômeno climático.

A Companhia esclarece que o abastecimento nessas localidades já está normalizado nesta sexta-feira (02/10).

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Nova lei complementar garante benefício para famílias da Faixa 1 e inclui contemplados da Faixa 2 indicados pelo município.

A Prefeitura de Ribeirão das Neves publicou a Lei Complementar nº 273/2026, que altera e amplia as regras de isenção do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) para empreendimentos do Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) no município. A medida reformula dispositivos da legislação municipal de 2024 para alinhar as normas locais às diretrizes do governo federal.

Pela nova redação, fica garantida a isenção do imposto nas transferências de imóveis realizadas entre a construtora/empreendedor, o Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e o beneficiário final da moradia. A transição ocorre sem condicionantes, prazos ou exigências vinculadas à quitação de débitos prévios.

Ampliação do público beneficiado
A principal alteração trazida pela lei é o alcance do benefício fiscal:

Faixa Urbano 1: Isenção total assegurada às famílias de menor renda enquadradas na primeira faixa do programa federal.

Faixa Urbano 2: Passam a ter direito à isenção as famílias indicadas diretamente pelo Poder Público municipal, conforme as hipóteses previstas na legislação federal do MCMV.

Fontes de recursos: A isenção abrange operações financiadas pelas diversas fontes de recursos do programa previstas na Lei Federal nº 14.620/2023.

Duração do benefício e procedimentos
A lei estabelece que a isenção do ITBI perdurará enquanto existirem obrigações vinculadas ao Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). Para garantir o abatimento do imposto, o cidadão ou a empresa responsável pelo empreendimento deverá formalizar o pedido junto à administração fazendária do município, seguindo os regulamentos específicos do setor de tributação.

A nova legislação já está em vigor e produz efeitos prévios às contratações dos investimentos habitacionais no município.

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A presença de um lixão a céu aberto na Rua Maria da Luz Silva, nº 273, no Bairro Porto Seguro, vem gerando indignação e graves problemas de saúde para a comunidade local.
Localizado a cerca de 500 metros do Mart Minas, o ponto ilegal de descarte acumula grandes proporções de entulho e resíduos variados no coração da região.

Além do acúmulo desordenado de lixo, moradores relatam que há cerca de quatro dias focos de incêndio têm queimado os resíduos no local.
A fumaça densa e o forte mau cheiro tomam conta dos arredores, afetando diretamente a qualidade de vida das famílias residentes em bairros vizinhos, como o Novo União.

"A gente está acordando e indo dormir com fedor de lixo e fumaça", desabafa o morador que nos enviou o vídeo.
A situação tem prejudicado de forma crônica pessoas com problemas respiratórios, como rinite e sinusite, que precisam recorrer ao uso contínuo de medicamentos anti-inflamatórios para conseguir cumprir suas rotinas diárias.

Não há confirmação se o terreno em questão é uma propriedade pública ou privada. Moradores cobram providências urgentes das autoridades competentes para a remoção dos resíduos, eliminação do foco de queimadas e fiscalização do local.

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Sancionada pelo prefeito Túlio Raposo, a Lei nº 4.678/2026 impõe normas severas de segurança e impacto visual, proíbe publicidade em locais centrais e concede perdão de dívidas passadas de TFA para empresas que se regularizarem.
O Executivo municipal de Ribeirão das Neves sancionou a Lei nº 4.678/2026, que cria um novo marco regulatório para a instalação, manutenção e exploração de outdoors, painéis eletrônicos de LED e demais engenhos publicitários no município. A legislação busca conter a poluição visual, garantir a segurança viária e organizar o uso do espaço urbano, além de oferecer um programa de perdão de dívidas antigas para atrair as empresas de publicidade para a legalidade.

Proibições e restrições no centro e vias públicas

A nova norma proíbe categoricamente a instalação de outdoors e estruturas publicitárias em locais estratégicos e de preservação. Fica vedada a colocação de anúncios em canteiros centrais, praças, calçadas, rotatórias, pontes, viadutos, áreas de preservação ambiental e fachadas ou muros. A lei também proíbe o uso de cartazes, faixas, banners e cavaletes em calçadas, postes e topos de prédios.
Para proteger o patrimônio histórico-cultural e garantir o conforto visual, a legislação vetou o uso de painéis eletrônicos com área superior a $1{,}5\text{ m}^2$ nos centros comerciais da cidade — salvo em casos de campanhas institucionais do município. Nas áreas privadas onde o outdoor for permitido, a estrutura deverá respeitar um recuo mínimo de 5 metros em relação ao alinhamento da calçada.

Painéis digitais e regras de conteúdo

Os painéis eletrônicos e de LED passam a ter regramento técnico próprio. Entre as exigências estipuladas estão:

Tempo de exibição: Cada imagem estática deve permanecer na tela por no mínimo 8 segundos, sendo proibidos efeitos piscantes, animações que causem distração aos motoristas e emissão de som.
Luminosidade: As telas de LED devem possuir ajuste automático de brilho para os períodos diurno e noturno, evitando o ofuscamento da visão dos condutores.
Vedações de conteúdo: É proibida a veiculação de anúncios de cigarros e derivados do tabaco, bebidas alcoólicas com graduação superior a 13º GL, mensagens discriminatórias ou que incitem a violência e práticas ilegais.
Espaço público: Todas as estruturas de publicidade exterior deverão reservar obrigatoriamente 10% de sua área ou tempo de exposição para campanhas de utilidade pública do município.

Padrões técnicos e segurança reforçada

Para evitar acidentes e riscos estruturais, a lei proíbe o uso de madeira na confecção das estruturas e exige que todos os projetos contem com a responsabilidade técnica de engenheiros ou arquitetos registrados (via ART ou RRT). Os projetos estruturais devem atender às normas da ABNT sobre forças do vento e resistência de estruturas de aço.
Além disso, o licenciamento prévio será concedido por 1 ano exclusivamente para empresas inscritas no Cadastro Mobiliário de Ribeirão das Neves.

Anistia e remissão de impostos atrasados

Como forma de incentivar a regularização do setor, a Prefeitura autorizou a remissão (perdão) total ou parcial dos débitos da Taxa de Fiscalização de Anúncio (TFA) incidentes sobre outdoors entre os anos de 2020 e 2025, além do cancelamento de multas aplicadas no período.
Para obter o benefício do perdão de débitos, o empresário do setor terá um prazo de até 90 dias após a publicação da lei para protocolar o pedido e deverá cumprir uma série de exigências, incluindo:

Apresentar o cadastro georreferenciado com a localização exata de todas as suas estruturas no município;
Comprovar a regularidade fiscal com a Fazenda Municipal;
Assumir o compromisso de escrituração regular de serviços e emissão de notas fiscais eletrônicas de ISSQN a partir de 2026.

Multas e penalidades

As empresas que descumprirem as novas regras estarão sujeitas a sanções administrativas que variam conforme a gravidade da infração:

Infrações leves (como falta de identificação da licença na estrutura): multa de 100 UFM (Unidade Fiscal do Município);
Infrações médias (como descumprimento de dimensões, recuos ou regras de brilho em LED): multa de 300 UFM;
Infrações graves (como instalação sem licença, em locais proibidos ou gerando risco de desabamento): multa de 400 UFM.

Em casos de reincidência, a multa pode ser cobrada em dobro e acrescida de valor diário. A fiscalização municipal também poderá realizar a interdição ou a remoção compulsória da estrutura em casos de risco iminente à segurança pública.

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Medida sancionada pelo Decreto nº 170/2026 prevê "Tarifa Zero" em todos os ônibus municipais ao longo deste domingo (4 de outubro) para facilitar o acesso dos eleitores aos locais de votação.

Os moradores de Ribeirão das Neves contarão com passe livre no transporte público municipal no próximo domingo, 4 de outubro, data em que será realizado o primeiro turno das Eleições 2026. A concessão da "Tarifa Zero" foi oficializada pelo Decreto Municipal nº 170/2026.

A gratuidade vale das 00h às 23h59 em toda a rede de transporte coletivo municipal. Além de isentar a tarifa para todos os passageiros, o município determinou que as empresas concessionárias operem com a tabela horária praticada nos dias úteis, garantindo maior frequência de viagens para atender ao fluxo de eleitores ao longo do dia.

Cumprimento a diretrizes do STF e TSE


A implementação do passe livre atende a recomendações do Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG) e segue diretrizes do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As decisões judiciais estabelecem o dever do Poder Público de garantir mobilidade urbana nos dias de pleito para assegurar o exercício do direito ao voto e combater o abstencionismo.

Compensação às concessionárias


As despesas decorrentes da gratuidade serão custeadas pelo Tesouro Municipal por meio de subsídio. A Prefeitura ressarcirá as concessionárias com o valor fixado em R$ 12,50 por quilômetro rodado. Para receber a compensação, as empresas deverão apresentar a medição oficial do Quadro Operacional de Controle (QCO) e os registros do Sistema de Gestão Eletrônica referentes ao dia da votação.

A Secretaria Municipal de Segurança, Trânsito e Transportes será a responsável por supervisionar a operação dos ônibus e expedir normas complementares, se necessário.

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O calorão sufocante dos últimos dias finalmente tem data para acabar em Belo Horizonte e nas cidades vizinhas. Com a chegada de uma frente fria vinda do Sul, impulsionada por um ciclone extratropical, o tempo vai virar bruscamente na Região Metropolitana, trazendo uma queda de até 12°C nas temperaturas em apenas três dias.
A mudança encerra uma sequência de marcas históricas, após os termômetros da capital baterem 36,6°C na última terça-feira (29) e chegarem perto dos 37°C na quarta (30).
A virada ocorre com o avanço de uma massa de ar instável que já começa a formar um verdadeiro corredor de umidade sobre Minas Gerais. Na prática, isso significa mais nuvens, chuva e o tão esperado alívio para a seca e a baixa umidade que vinham castigando a população.

Quando o alívio chega?

O refresco mais pesado começa a ser sentido entre a próxima sexta-feira (2/10) e o sábado (3/10). Nesses dias, a expectativa é de céu bastante encoberto e chuva contínua ao longo do dia, impedindo que a máxima passe dos 25°C em BH e municípios vizinhos.
No domingo (4/10), o sol até pode dar as caras em curtos períodos, mas o tempo continua abafado e instável, com risco de novas pancadas a qualquer momento.
A boa notícia para quem não aguenta mais o abafamento: segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o calorão extremo dá uma trégua prolongada. Pelo menos nos próximos 15 dias, as temperaturas não devem subir de forma exagerada, mantendo-se abaixo dos 30°C até o início da próxima semana.

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Fogo atinge Confins durante alerta vermelho de calor extremo no estado; ação humana e clima seco impulsionam avanço dos focos de incêndio.


Um incêndio de grandes proporções atingiu uma área de vegetação no município de Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, neste domingo (27). As chamas se concentraram próximas à Fazenda Fidalgo, na altura do km 9 da rodovia LMG-800, nas imediações do Aeroporto Internacional de Confins. Equipes do Corpo de Bombeiros atuam no combate ao fogo no local. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre as causas do incidente nem sobre o total da extensão queimada.
O caso ocorre simultaneamente ao alerta vermelho emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para 190 cidades mineiras. O aviso de risco máximo indica ondas de calor com temperaturas até 5 °C acima da média por um período superior a cinco dias consecutivos. Na capital, a Defesa Civil de Belo Horizonte decretou alerta de onda de calor forte, marcando o primeiro evento do tipo nesta primavera.

Clima seco e ação humana

Embora as altas temperaturas e os baixos índices de umidade contribuam para a rápida propagação das chamas, especialistas destacam que o fator meteorológico não é o único responsável. Entre junho e julho deste ano, as ocorrências de queimadas atendidas pelo Corpo de Bombeiros em Minas Gerais registraram um salto de 48%, passando de 1.577 para 2.334 chamados.
No mesmo período, mais de 60% dos municípios mineiros (543 cidades) registraram umidade relativa do ar entre 20% e 30% no período da tarde — níveis severamente abaixo dos 60% recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Segundo a meteorologista Anete Fernandes, práticas como a queimada para limpeza de terrenos continuam sendo o principal gatilho para os focos de incêndio, demonstrando a forte influência da intervenção humana no cenário.

Recorrência de queimadas na Grande BH

O episódio em Confins reforça uma sequência de ocorrências registradas ao longo do ano na Região Metropolitana. Em 31 de julho, um incêndio de grande alcance na Serra do Curral mobilizou 21 militares e exigiu cerca de seis horas de trabalho para ser controlado. Apenas naquele dia, a corporação atendeu a 40 chamados de incêndio em vegetação em todo o território mineiro.
Para conter o avanço dos focos no estado, o governo de Minas Gerais anunciou em junho um plano de investimentos da ordem de R$ 440 milhões, com ações de combate a incêndios florestais previstas até 2031.

Desafios no combate aos focos

Apesar do anúncio do aporte financeiro, os dados operacionais do mês seguinte mostraram avanço no total de ocorrências. Resta avaliar a velocidade de aplicação dos recursos nas frentes de trabalho locais e a efetividade das medidas de prevenção para a contenção dos focos até o encerramento do período de maior estiagem, previsto para o mês de outubro.

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Usuários do transporte público metropolitano voltam a denunciar o sucateamento da frota, apontando falta de ar-condicionado e falhas mecânicas graves nos veículos que atendem o município.

A rotina de quem depende do transporte coletivo metropolitano em Ribeirão das Neves ganhou novos capítulos de indignação e revolta nesta semana. Passageiros que utilizam a linha 524R voltaram a registrar quebras do mesmo veículo em um intervalo de apenas 24 horas, acendendo o alerta para as condições precárias e os riscos à segurança de quem circula pela Região Metropolitana de Belo Horizonte.
As queixas ganharam força nas redes sociais após usuários publicarem relatos e vídeos mostrando o veículo parado no itinerário, impedido de seguir viagem. "O mesmo ônibus de ontem, sem ar e sem freio, estragou novamente", desabafou um dos passageiros em publicação que gerou forte repercussão entre os moradores do município.
A repetição do problema escancara uma realidade enfrentada diariamente pela população nevesense: atrasos frequentes, veículos superlotados e falta de manutenção básica. Segundo os relatos, além do desconforto causado pela ausência de sistema de ventilação ou ar-condicionado, a menção a problemas no sistema de freios gera preocupação redobrada quanto à integridade física dos passageiros e trabalhadores do sistema.
A quebra em dias consecutivos obriga os usuários a desembarcar na via pública e aguardar sem previsão a chegada de um veículo reserva ou de uma nova opção de transporte, resultando em atrasos recorrentes no deslocamento para o trabalho, escola e compromissos de saúde.

A indignação com o serviço prestado no transporte metropolitano motivou uma enxurrada de comentários e cobranças direcionadas às autoridades responsáveis e à concessionária que opera a linha. Moradores exigem fiscalização rigorosa, vistorias técnicas na frota em circulação e a substituição imediata dos veículos que apresentam falhas operacionais repetidas.

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Os condutores que trafegam pela rodovia LMG-806, no sentido Ribeirão das Neves, devem dobrar a atenção ao passarem pela altura do número 612, no trecho situado ao lado dos prédios e pouco antes da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Justinópolis.
A fiscalização eletrônica no local, que anteriormente operava com o limite máximo permitido de 50 km/h, teve a velocidade reduzida para 40 km/h, de acordo com denúncia feita por moradores.

A alteração pegou diversos motoristas e moradores da região de surpresa. Segundo relatos de quem passa diariamente pelo trecho, a mudança recente ainda é desconhecida por grande parte dos condutores, o que tem gerado receio de autuações e multas por falta de um aviso prévio mais amplo.

A medida visa reforçar a segurança viária na rodovia, especialmente por se tratar de um trecho com fluxo intenso e próximo a equipamentos de saúde e áreas residenciais. No entanto, permanece a dúvida entre os usuários da via se o radar já está aplicando penalidades ou se haverá um período educativo de adaptação para a adequação dos motoristas.
Fica o alerta para que os condutores reduzam a velocidade ao se aproximarem do trecho e compartilhem a informação.

A Prefeitura de Ribeirão das Neves, por meio da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes, informa que o equipamento de controle eletrônico de velocidade passará por uma readequação do limite de velocidade, que será reduzido de 50 km/h para 40 km/h.

O equipamento encontra-se em fase de instalação e testes, sem aplicação de multas. A administração municipal esclarece que a data para o início da fiscalização e operação do equipamento será informada previamente à população. Faixas informativas serão instaladas ao longo da própria avenida, comunicando aos motoristas sobre a mudança e o início efetivo da fiscalização. (Matéria atualizada às 17h28 no dia 30/09).

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Intervenção busca solucionar problemas históricos de alagamento e garantir o acesso permanente entre o bairro e o centro do município.

A Prefeitura de Ribeirão das Neves deu início às obras de construção de uma nova ponte sobre o Córrego do Serrote, localizada no bairro Paraíso das Piabas. Com a assinatura da ordem de serviço, o projeto começa a sair do papel para resolver um gargalo antigo de mobilidade urbana na região, que sofre com frequentes alagamentos nos períodos chuvosos.
A estrutura está sendo implantada em um trecho estratégico, utilizado rotineiramente por moradores e motoristas no deslocamento entre o Paraíso das Piabas e o Centro da cidade. Durante os momentos de tempestade, as enchentes na travessia chegam a interromper totalmente o tráfego de veículos e a circulação de pedestres.

O secretário municipal de Planejamento e Urbanismo, Marcílio Rodrigues de Sousa, destacou durante o ato de início da ordem de serviço que a obra foi planejada justamente para acabar com o isolamento do bairro nos períodos críticos. Segundo ele, os alagamentos recorrentes comprometem a ligação vital entre o Paraíso das Piabas e a região central, e a nova ponte garantirá uma passagem segura e adequada.

Transtornos históricos e expectativa da comunidade

Moradores e produtores rurais da região convivem há anos com os prejuízos causados pela estrutura atual. O produtor rural Eduardo Guimarães Menezes relata que a passagem existente é extremamente estreita e facilita a retenção de galhos e entulhos trazidos pela chuva, o que dificulta o escoamento da água e agrava as enchentes.
Para Menezes, a ampliação do espaço e a nova estrutura viária trarão alívio para quem depende do trajeto diariamente, reduzindo os transtornos e permitindo o transporte contínuo da produção local e o deslocamento da comunidade, mesmo nos dias de tempestade.
A nova ponte integra o pacote de intervenções de infraestrutura do município focadas em mobilidade urbana e drenagem, e a evolução dos trabalhos será acompanhada de perto pela população local.

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Homem viu momento em que vítima se afogou e acionou o Corpo de Bombeiros

Um homem morreu após se afogar em uma lagoa na tarde deste sábado (26/9), no bairro Rosaneves, em Ribeirão das Neves.
O corpo da vítima foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros.

Segundo os militares, um homem acionou a corporação e afirmou ter visto a vítima se afogando em uma lagoa na rua Camélias, por volta das 17h15, mas não conseguiu realizar o salvamento.

Os bombeiros iniciaram as buscas e localizaram o corpo da vítima a aproximadamente 5 metros de profundidade. A perícia da Polícia Civil (PCMG) foi acionada, e o corpo foi removido para o Instituto Médico-Legal (IML).

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